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Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 2

Olá, pessoal! Quem me acompanha aqui no blog já sabe que eu decidi fazer um diário contando como foi a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e Las Vegas. Se você chegou aqui direto por este post, clica aqui para conferir os outros posts. Bom, como nós chegamos na Califórnia em uma segunda-feira à tarde, deixamos para ir no parque na terça-feira, assim poderíamos aproveitar melhor.

Caso você não saiba, a Califórnia tem dois parques da Disney: a Disneyland, o primeiro parque da Disney (sim, aquele original que foi idealizado pelo Walt Disney quando ele ainda era vivo) e o Disney California Adventure, conhecido por ter a roda-gigante do Mickey. Os dois parques ficam em Anaheim (a cerca de 40 minutos de carro de Los Angeles) e estão frente a frente, no mesmo espaço. Ou seja, você não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando.

Olha a coincidência: estávamos na Disney no dia do aniversário de 63 anos da inauguração do parque

Nós fomos em julho, então, já sabíamos que enfrentaríamos dois grandes obstáculos: calor e filas gigantes. Em relação ao calor, não tinha muito o que fazer. Mas, para driblar as filas gigantes, eu entrei no site da Disneyland e olhei quando tem Magic Hour em cada parque. O que é isso, Camilla? Magic Hour é um benefício exclusivo para hóspedes dos hotéis da Disney, que podem entrar no parque uma hora mais cedo. Nesses dias, os parques costumam ficar ainda mais cheios.

No nosso primeiro dia de parque, a Disneyland teria Magic Hour, por isso, optamos por começar de fato a nossa viagem no Disney California Adventure.

Antes de continuar, aproveita e vem conferir aqui todos os vlogs da viagem que estão rolando lá no canal! 

Como é o Disney California Adventure?

O parque Disney California Adventure foi inaugurado em fevereiro de 2001 e, no início, não foi bem aceito por não ter tantos brinquedos para crianças. Aos poucos, foi mudando, mas ainda assim eu acho que é um parque bem diferentão da Disney e mais indicado para adolescentes e adultos. A área infantil, inspirada no filme Vida de Inseto, vai deixar de existir para dar lugar a um espaço temático da Marvel, então, acho mesmo que as crianças podem torcer a cara para este parque. Mas eu AMO e é o meu parque favorito de todos! 🙂

A Disneyland da Califórnia conta com um recurso muito legal que se chama MaxPass. Trata-se de um sistema dentro do aplicativo da Disneyland que permite agendar FastPass para os brinquedos. Ou seja, você pode pegar um “passe” para entrar nas atrações mais concorridas sem fila, em um determinado horário. Você pode fazer isso indo diretamente em cada atração, mas a vantagem do MaxPass é fazer no próprio aplicativo, sem perder tempo. Tem um custo de 10 dólares por pessoa e por dia, mas dá direito a TODAS as fotos feitas por fotógrafos oficiais da Disney e eu juro que VALE CADA CENTAVO, especialmente para quem vai em alta temporada.

A primeira coisa que eu fiz foi comprar o MaxPass e de cara peguei um FastPass para o Soarin’, uma atração que simula um voo de asa delta que também tem em Orlando. Fomos no brinquedo do Monstros S.A. (bobinho, mas bonitinho), seguimos para o Guardiões da Galáxia, que ocupa o prédio que antes era a Torre do Terror e eu achei que ficou BEM MELHOR. Ainda é o lance do elevador que despenca, mas eu AMEI!

Que Castelo da Cinderela, que nada! Minha vista favorita da Disney é esta aqui!

Recentemente, o Disney California Adventure reformou a área em que fica a roda-gigante do Mickey, que antigamente se chamava Paradise Pier e que agora recebeu o nome de Pixar Pier. O espaço agora é totalmente dedicado aos filmes da Pixar e eu achei que ficou tudo muito fofo, com direito a barraquinhas de comidas temáticas de acordo com os personagens, como as bebidas geladas do Homem das Neves e os churros do Buzz Lightyear.

A clássica montanha-russa de looping agora virou a Incredicoaster, inspirada em Os Incríveis e eu gostei muito. Ainda estão em construção o carrossel da Jessie de Toy Story e uma atração de Divertida Mente, mas lá também fica o Toy Story Mania, que é bem parecido com o que também tem em Orlando.

Ah, importante destacar que o Disneyland California Adventure tem uma área inspirada no filme Carros e uma atração chamada Radiator Springs Racers, que simula uma corrida de carros e é simplesmente IMPERDÍVEL!

Novidades para mim

Eu já tinha ido antes para a Disneyland da Califórnia, mas da outra vez estava frio e chovendo, então, não consegui ir em um brinquedo de água chamado Grizzly River Run. Óbvio que eu fui desta vez (calor de mais de 30 graus, né mores) e eu simplesmente AMEI. Demos risada porque ele tem uma mega descida em que o bote gira (e eu tomei um susto porque não sabia), mas é muito refrescante no verão. Vai por mim, é tão quente que você seca em cinco minutos.

À noite, o parque recebe uma parada noturna chamada Paint the Night. Fizemos um combo em que você almoça no restaurante Wine Country Trattoria e recebe um voucher que dá direito a assistir à parada em um lugar reservado. Como nós pegamos o combo mais barato de todos, sentamos no chão mesmo, mas existem alguns combos bem vip mesmo, só que é muito mais caro. O bom é que nós comemos muito bem e não tínhamos ninguém na nossa frente.

O brinquedo do Carros só tem na Disney da Califórnia e é um dos melhores de todos

Eu AMEI AMEI AMEI essa parada, primeiro porque a música que toca é uma versão diferente da música do filme Detona Ralph, do Owl City, que eu amo. É muito legal porque ela é toda com luzes, então as crianças piram e quem tem coração mole, como eu, se emociona (sério, chorei muito rsrs).

Lado ruim: quando a parada acaba, o parque meio que fecha também. Rodamos para procurar um lugar para jantar, mas já estava tudo fechado e nós acabamos a noite com um pacote de mini hot dogs. Voltamos a pé para o hotel, mas estávamos tão cansadas que decidimos ir e voltar de Uber nos dias seguintes.

 

E foi isso. No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – dia 1

Olá, pessoal! Quem me acompanha no Instagram e no canal já sabe que recentemente eu fiz uma viagem muito legal para a Disney da Califórnia e também para Las Vegas. Muita gente sempre me pede para compartilhar os roteiros que eu faço quando viajo. No ano passado, fui para a África do Sul e fiz um post com o roteiro completo (clique aqui para conferir). Pensei em fazer o mesmo desta vez, mas andei lendo muitos blogs de viagem antes de embarcar e achei mais legal fazer um diário mesmo, contando todos os detalhes de cada dia da viagem. O que acham?

Bom, neste primeiro post, preciso contar os motivos que fizeram a gente escolher esses destinos. Normalmente eu viajo com a minha mãe, mas ela não ia poder tirar férias neste ano e eu já sabia que teria que viajar sem ela. Tenho uma meta pessoal de conhecer todos os estados dos Estados Unidos e eu queria ir para lá. Nunca tinha ido para Las Vegas e aí comentei com uma amiga, assim como quem não quer nada, que eu gostaria de conhecer Las Vegas. Ela disse que também queria. Era um dia normal, mas a ideia vingou e eu achei o máximo poder viajar sozinha (sem um familiar) pela primeira vez em 30 anos de vida. Estava na hora, né gente?

Essa é a Tânia, minha amiga da faculdade, que embarcou nessa aventura comigo

Eu sou completamente apaixonada pela Disney e realmente gosto mais da Disney da Califórnia do que da de Orlando (mais pra frente explico os motivos). Como a gente não ficaria muito tempo em Las Vegas, pensei de juntarmos com a Disney também que é pertinho, assim minha amiga conheceria a Disney pela primeira vez na vida dela. Ela topou e lá fomos nós!

Confira neste post algumas vantagens da Disney da Califórnia!

Quando a gente foi?

Cresci ouvindo que jamais deveria ir à Disney em julho porque é verão nos Estados Unidos, muito calor e férias no mundo tudo. Resultado: parques lotados. Tem mais: Las Vegas foi construída no deserto e as temperaturas são altíssimas em julho. Acontece que a Tânia, minha amiga, só pode tirar férias em janeiro e julho e eu não podia tirar em janeiro, ou seja, só sobrou julho mesmo. Nós duas não curtimos muito calor em excesso e até pesquisamos outros destinos, mas a gente queria conhecer Las Vegas, então resolvemos encarar. E olha, não foi tão ruim assim, mas conto mais pra frente.

Julho é alta temporada e os preços são mais altos, mas a gente contou com a ajuda da Bruna, da Viagens Abreu, que já tinha feito uma viagem com a Tani antes. E aí entra a velha história de expectativa x realidade. Eu queria um voo direto de São Paulo para Los Angeles (detesto voo com conexão porque morro de medo de perderem minha mala), queria um hotel bem próximo dos parques da Disney e queria um hotel na Strip, a rua mais famosa de Las Vegas. Não deu né, o primeiro orçamento nessas condições era surreal de caro.

Na Disneyland da Califórnia, o castelo é da Aurora (Bela Adormecida) e não da Cinderela

Bom, o que conseguimos pagar foi um voo da Copa Airlines para Los Angeles com escala no Panamá, um hotel localizado a uns 20 minutos da Disney e outro hotel atrás da Strip em Las Vegas. Nos próximos posts, vou contar mais sobre cada hotel, mas acabou que nós pagamos metade do valor do primeiro orçamento e valeu muito a pena.

Ah, detalhe importante: começamos pela Disney pelo simples fato de que chegamos durante a semana e imaginamos que os parques estariam mais cheios no fim de semana. Foi uma decisão acertada porque em Las Vegas a gente anda MUITO e eu nem imagino como seria fazer os parques cansada do jeito que estávamos.

E, afinal, como foi nosso primeiro dia?

Saímos daqui de São Paulo em voo que saiu à 1:22 da manhã com destino à Cidade do Panamá. O voo durou seis horas e meia e eu assisti ao filme Com Amor, Simon (muito fofo, por sinal). Descemos do avião e logo descobrimos que viajaríamos para Los Angeles no mesmo avião (sem risco de perderem as malas, ufa!). O voo seguinte saiu uma hora depois, durou mais seis horas e chegamos em Los Angeles no começo da tarde do horário local (quatro horas a menos do que o Brasil).

Sonho realizado: tirar foto segurando os balões da Disney (consegui no Downtown Disney)

Contratamos um serviço de transfer com a Limosque inclusive foi ótimo e eu super recomendo, e chegamos em Anaheim, cidade da Califórnia onde ficam os parques da Disney, em 40 minutos. Deu tempo de deixar as malas no quarto, colocar uma roupa mais fresquinha para encarar o calor e passear em Downtown Disney. Sim, lá o centrinho de compras ainda se chama Downtown Disney e o mais bacana é que ele fica no meio dos dois parques, então você faz tudo junto e não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando. Compramos as orelhas rose gold do Mickey e jantamos no Bubba Gump, que fica bem pertinho.

Depois disso, encaramos uma caminhada beeeeeeem complicada porque eu tentei fazer um caminho diferente. Descobrimos que o nosso hotel não era tão perto assim da Disney e isso foi meio que uma cilada porque a gente acabou indo de Uber nos outros dias. Em tempo: ficamos no Best Western Courtesy Inn. Ele é simples, mas é limpo e tem café da manhã incluso. Só essa questão da distância que atrapalhou mesmo.

 

E é isso, gente! No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia de parque

Um beijo e até lá!

Dicas de viagem | 4 coisas que você só aprende quando viaja sozinha

Olá, pessoal! Nos últimos três meses, compartilhei tudo com vocês sobre a viagem que eu fiz em julho para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Viajar é uma das coisas que eu mais amo fazer e tenho lembranças muito legais de todas as viagens que eu fiz. Mas esta que eu fiz agora com certeza está na lista das melhores por um simples motivo: foi a primeira vez que eu viajei para outro país sem alguém da família, só com uma amiga.

Eu sempre li e escutei de amigos que viajar sozinho é tudo de bom. Não sei se eu conseguiria viajar sem ninguém conhecido porque, como boa geminiana, preciso ter alguém para conversar e para vivenciar as mesmas experiências, sabem? Mas, de certa forma, eu realmente adorei a experiência de ir para um novo país sem mais ninguém da família. Não dá para dizer que eu fui totalmente sozinha, mas consegui comprar algumas das coisas que sempre me falaram. Destaco as principais agora:

Ter uma noção mais clara de como lidar com dinheiro

FATO! Não dava para começar de outra forma. Eu sempre juntei dinheiro quando viajei, mas é diferente quando a gente vai com a família. No meu caso, não pagava a maioria das refeições e dá sempre para pedir ajuda se a grana apertar. Essa era a parte que mais me preocupava quando eu decidi viajar só com uma amiga. Quanto levar se agora eu ia pagar por refeições, transporte e outras coisas? E as comprinhas que eu queria muito fazer?

No meio disso tudo, o dólar começou a subir e a minha preocupação só aumentava. Decidi pedir dinheiro (qualquer quantia mesmo) de presente no meu aniversário de 30 anos e muitos amigos e familiares me ajudaram. No fim, acabei levando um pouco a mais, mas coloquei na cabeça que eu não podia gastar tudo aquilo.

Eu amei essa batata frita de pelúcia… mas valia a pena gastar dinheiro com isso? Não!

Nos primeiros dias da viagem, eu separei apenas uma quantia para gastar naquele dia e guardei o resto (para não gastar tudo). Em Las Vegas, é tudo muito barato e isso ajudou bastante, mas eu vi que o dinheiro ia sobrar e fiquei tão feliz e orgulhosa. Voltei para o Brasil bem mais consciente sobre dinheiro, hoje penso muito, mas muito mesmo, antes de comprar alguma coisa. Aliás, acho tudo caro rsrs…

Ser independente

Ok, tenho 30 anos e sou bem crescidinha, mas eu ainda moro com a minha mãe e peço a opinião dela para muitas coisas (não tenho problema nenhum em falar sobre isso, eu inclusive amo muito a relação que eu tenho com ela). Quando você viaja sem alguém da família, precisa tomar decisões e confiar na sua própria intuição. Claro que eu pedi a opinião da Tâni, minha amiga que viajou comigo, em muitos momentos, mas no fim a decisão era minha.

Gastei 5 dólares apostando no cassino e perdi os 5 dólares, óbvio!

Muita gente aqui sabe que eu amo montanha-russa e brinquedos radicais. Tinha vontade de ir nos brinquedos que ficam no alto do hotel Stratosphere, em Las Vegas, a mais de 350 metros de altura. Minha mãe fala que nem amarrada vai nisso. Bom, eu acho que se tivesse ido com ela, ficaria receosa de ir sozinha. Mas aí eu cheguei lá, vi que tinha dinheiro e pensei: “quando eu vou voltar?”. Decidi ir sozinha mesmo (a Tâni não quis ir). E foi maravilhoso.

Perder a vergonha de falar outra língua

Eu já fui várias vezes para os Estados Unidos e falo inglês fluentemente, mas quando você está com a família, sempre rola aquela coisa de “ah, estou com vergonha, pede tal coisa para mim?”. Desta vez, em muitos momentos eu tive que falar mesmo. Nós precisávamos ligar para confirmar a nossa reserva para o passeio do Grand Canyon. A reserva estava no nome da Tâni, mas eu percebi que ela ficou sem jeito de ligar. Então lá fui eu, peguei o telefone, liguei e conversei com a moça. Dá vergonha? Dá. Mas passa!

Grand Canyon tá na lista dos lugares mais lindos do mundo

Não acho que tenha melhorado meu nível de inglês porque a gente ficou só 12 dias fora e conversávamos mais em português, entre nós duas. E como falei antes, eu já sei falar bem inglês e tenho muita familiaridade com o idioma (vejo muito filme, ouço músicas e assisto a séries em inglês). Mas agora eu sei que eu consigo, sim, me virar.

Entender o que é saudade

Muita gente deve ler isso e pensar: “ah tá, você ficou só 12 dias viajando e morreu de saudade de casa?”. Olhem, eu amo tanto viajar que eu sempre sofro quando tenho que voltar, sério. Aquele lance de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda” nunca funcionou comigo. E nesse tempo todo, eu falei com a minha família e os meus outros amigos normalmente, porque levei um chip internacional. Então não, eu não MORRI de saudade de casa.

Agora eu estou com saudade é de Vegas. Quero voltar!

Mas foi a primeira vez que eu fazia as coisas e pensava: “nossa, vai ser tão legal poder contar sobre isso” ou: “se tal pessoa estivesse aqui, ela ia amar”. Foi uma das melhores viagens da minha vida e eu só tenho coisas boas para contar. Fiquei muito triste no nosso último dia lá e sofri para arrumar as malas e entrar de volta no avião, mas, ao mesmo tempo, queria muito poder contar tudo.

 

Quem aí já encarou a experiência de viajar sozinho? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!

Retrospectiva | 5 fatos que marcaram 2018 para mim

Olá, pessoal! Os posts de retrospectiva continuam com tudo por aqui. Chegou a hora de fazer um balanço sobre o que eu fiz de legal em 2018. No geral, foi um ano muito bom! Eu tinha muitos planos e muitas expectativas para este ano. Acabou que deu praticamente tudo certo e eu realizei vários sonhos, além de entender que muitas coisas só dependem de mim. É aquele lance: quando você coloca foco, dedicação e força de vontade, a chance de dar certo é muito maior!

Poderia fazer um post enorme contando em detalhes como foi meu ano. Mas, para vocês não pararem na metade dele, resolvi resumir em 5 tópicos. Bem melhor, né? Então bora conferir!

Emagreci

Bom, quem me acompanha sabe que eu falo de emagrecer há muitos anos. Além de ter uma certa dificuldade para comer de forma saudável (amo uma besteira), eu fiquei muito estressada por conta de estresse. Neste ano, investi em alguns tratamentos estéticos (que são MARAVILHOSOS) e comecei a fazer uma dieta com uma nutricionista. Ah, também peguei mais pesado nos treinos na academia.

Cheguei a perder 6kg, mas acabei ganhando 1,5 agora mais pro final do ano. Em compensação, perdi muita medida e minha relação com o meu corpo mudou muito. Se antes eu me olhava no espelho e não gostava do que via, hoje está bem melhor. Consigo entrar melhor nas minhas roupas e tenho muito mais vontade de escolher meus looks. Ainda quero perder uns 5kg, mas já está ótimo!

Fiz 30 anos

Quando eu era mais nova, morria de medo de fazer 30 anos. Achava que estaria velha demais e queria chegar nessa idade casada, mãe e bem-sucedida na carreira. Fiz 30 anos em maio e adivinhem? Não casei e não virei mãe (bem longe disso) e também não sou bem-sucedida. AINDA. Pois é, eu não tive a crise dos 30, entrei numa nova faixa etária muito bem e com muita sabedoria. Sei lá, aos 30 você entende que ainda é nova e que tem muitos anos para fazer tudo isso. Tô amando, sério!

No primeiro semestre, compartilhei com vocês os detalhes da minha festa de 30 anos. Decidi fazer pela primeira vez uma festa junto com uma amiga minha e nós fizemos uma festa à fantasia temática dos anos 90/2000. Eu fui de Cher Horowitz, protagonista do filme As Patricinhas de Beverly Hills, que eu amaaaava quando era criança. Posso falar? Foi bom demais. nós AMAMOS!

Viajei para o exterior pela primeira vez sem a família

Eu AMO viajar e sou apaixonada pelos Estados Unidos, mas nunca tinha tido a oportunidade de ir para lá sem alguém da família. Em julho, viajei só com um amiga para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Foi a melhor viagem da minha vida e me fez crescer de diversas formas, mas foi incrível ver como eu posso me virar e ser dona do meu próprio nariz. Tanto foi maravilhoso que eu e a Tâni, minha amiga que viajou comigo, queremos repetir a dose. Não sabemos quando nem pra onde, mas queremos!

Conhecer o Grand Canyon: sonho realizado

Coloquei mega hair

Eu sempre quis deixar meu cabelo crescer e nunca consegui, já que ele é muito fininho e tem pouco volume. Não sei bem o porquê, mas meus fios quebraram muito neste ano e ficaram ainda mais frágeis. O resultado é que ele ficou bem curtinho. Foi aí que meu cabeleireiro me deu a dica de colocar o mega hair de fita adesiva. Coloquei em agosto e, desde então, minha vida mudou. Eu super me identifiquei de cabelo comprido e esta sou eu, sabem? Juro, pretendo usar por toda a vida rsrs…

Ganhei dinheiro como influenciadora

Estava morrendo de medo de não conseguir ganhar mais dinheiro do que aquilo que eu ganhei no ano passado como influenciadora. Mas eu mergulhei nisso, investi MUITO e coloquei todo o meu foco em fazer a minha carreira como influenciadora dar certo. E bom, foi o ano em que eu mais ganhei com isso. Ainda não dá para viver só disso, mas foi maravilhoso ver como esse resultado todo é fruto da minha dedicação e do meu esforço (ah, e de vocês né, estamos juntos nessa :)). Quero continuar ganhando mais, mas até agora está tudo LINDO!

 

E foi isso, gente! 2018 vai deixar saudade! E para você? Me conta aqui nos comentários!

Um beijo e até o próximo post!

Retrospectiva | Os livros que eu li em 2018

Olá, pessoal! Mais um post de retrospectiva aqui no blog e, desta vez, vou falar sobre um assunto que eu gosto muito: livros. Eu realmente amo ler, especialmente aqueles romances bem de mulherzinha, e sempre tenho metas anuais em relação à quantidade de livros lidos.

Neste ano, eu deveria ler mais de 17 livros, só que não deu muito certo. Estava em outra pegada, me dediquei muito ao canal e aproveitei meu tempo livre escrevendo posts para o blog, gravando e editando vídeos. Acabou que eu não li da forma acelerada dos últimos anos, mas acho que é tudo fase. Senti que aproveitei melhor cada livro lido, sabem?

Bora conferir os livros que eu li em 2018?

Quase Casados – Jane Costello

Em 2016, li o livro Corra, Abby, Corra da Jane Costello e simplesmente AMEI, foi um dos meus favoritos daquele ano. Ganhei um vale presente de uma livraria no fim do ano passado e comecei a pesquisar alguns títulos, quando encontrei Quase Casados. Acabei comprando por ser da mesma autora e li com a expectativa lá em cima.

A história gira em torno de Zoey, uma mulher que é abandonada pelo noivo na porta da igreja e que decide mudar de ares trabalhando como babá nos Estados Unidos. As crianças são uns amores, mas o pai delas é um workaholic grosso e sem tempo para os filhos. No geral, eu gostei e alguns momentos são bem engraçados, mas ainda sim prefiro o livro da Abby.

Guia Astrológico Para Corações Partidos – Silvia Zucca

Este livro estava na minha wishlist há muito tempo, mas só consegui comprar com esse vale presente que eu ganhei. Vocês sabem que eu sou doida por signos, então, fiquei com vontade de ler só pelo título. Ah, e é ficção, viu? Muita gente acha que é autoajuda, mas é um romance bem divertido.

A protagonista dessa história é Alice, que trabalha em uma emissora de TV e decide criar um reality show com 12 participantes, um de cada signo. No meio disso tudo, ela recebe a notícia de que seu ex vai se casar e que a empresa agora conta com um consultor para demitir funcionários antigos. Adorei ler um livro de uma autora italiana e ri muito em alguns momentos, mas achei tudo bem bobinho, sabem? Parece que faltou algo…

Ainda Sou Eu – Jojo Moyes

A Jojo Moyes é uma das minhas escritoras favoritas e eu sempre corro para ler os livros dela. Para quem não sabe, Ainda Sou Eu é a terceira parte da história de Lou, que nós conhecemos em Como Eu Era Antes de Você (tem o filme também, caso você não tenha lido). Eu já achava que a segunda parte – chamada Depois de Você – tinha sido desnecessária, mas mesmo assim quis ler este livro.

Nesta sequência, Lou desembarca em Nova York para trabalhar como assistente de uma mulher casada com um milionário. Em boa parte da história, acompanhamos o mundo de luxo na cidade, até que ela precisa se virar para começar de novo e lidar com o namorado, Sam. Bom, continuo achando desnecessário e é um livro BEM cheio de drama, com poucos momentos engraçados, mas foi legal saber como a Lou se redescobriu nesse novo momento.

Uma Noite com Grace Kelly – Lucy Holliday

Eu realmente adorei a saga da Libby Lomax, que começou no livro Uma Noite com Audrey Hepburn. Estava doida para ler este livro, que é a conclusão da série, e esperei por mais de um ano, só para não acabar logo. Vocês também são assim?

Bom, nesta parte da história, Libby enfrenta dificuldades para manter seu negócio e precisa lidar com os sentimentos que nutre por Olly, seu melhor amigo. No meio disso tudo, ela encontra um milionário e se depara com uma nova figura ilustre em seu sofá: Grace Kelly. Eu gostei, mas achei que faltaram algumas cenas que a gente sempre teve curiosidade por ser o último livro da série, sabem?

Se Nada Der Certo Até os 30, Você Se Casa Comigo? – Karina Halle

Prêmio de história mais surpreendente do ano! Também estava com vontade de ler este livro há muito tempo e comprei em uma promoção, mas deixei para ler quando estava bem pertinho de completar 30 anos. Eu achava que seria uma história bobinha, mas, quando percebi, o livro toma outro rumo e fica parecido com Cinquenta Tons de Cinza, só pegação atrás de pegação.

A trama gira em torno de Stephanie e Linden, dois amigos que fazem um pacto de se casarem se estiverem solteiros aos 30 anos. Os anos se passam e ambos seguem em outros relacionamentos, até que eles não aguentam mais reprimir os sentimentos que nutrem um pelo outro e a paixão explode. Eu gostei, mas confesso que fiquei com vergonha em vários momentos rsrs…

Um Lugar Para Mim – Melissa de la Cruz

Também comprei este livro em uma promoção e minha escolha foi mais pela capa (é bem fofa, vai?). Acabou que li em um timing perfeito, prestes a embarcar de férias para os Estados Unidos. Isso porque a trama fala sobre Jasmine, uma adolescente nascida nas Filipinas que se muda para os Estados Unidos ainda pequena e descobre que está ilegal no país depois que ganha uma bolsa de estudos para cursar a faculdade.

No geral, achei que é um livro bem teen, até porque a Jasmine é adolescente e tem todos os dilemas de escola e primeiro amor que nós já enfrentamos um dia. Mesmo assim, é bacana para entender o outro lado da história, sabem? A gente acaba julgando os imigrantes ilegais, mas não pensa nos motivos que os levaram até lá. Vale a pena ler!

Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? – Sophie Kinsella

Este livro é escrito pela Sophie Kinsella, uma das minhas autoras favoritas (a mesma que escreveu a saga da Becky Bloom). Ao longo da trama, conhecemos Sylvie e Dan, casados há dez anos e pais de gêmeas de 5 anos. Um belo dia, eles descobrem que ainda terão mais 68 anos juntos e começam a surtar, criando um projeto para fazer surpresas um para o outro.

O começo é bem divertido e você precisa segurar a risada, mas depois a gente descobre que o Dan tem um segredo e a trama acaba indo mais para o drama. Eu gostei e realmente nos prende, mas achei que fica pesado demais e perde o humor característico da Sophie Kinsella.

A Lista de Brett

Este livro é simplesmente LINDO! Várias pessoas já tinham me falado sobre ele, há muitos anos, mas eu acabava adiando e nem eu sei o motivo. Mas eu li no momento certo e é impressionante como a história fala justamente sobre isso. Em vários momentos, eu me pegava com o olho cheio de lágrimas (sou chorona, eu sei). O fato é que o livro me fez querer ser uma pessoa melhor!

A história fala sobre Brett, que acabou de perder a mãe e descobre que tem 12 meses para cumprir as metas de uma lista que ela escreveu para si mesma quando tinha 14 anos. Algumas são mais fáceis, mas outras envolvem outras pessoas (como casar e ser mãe). Se ela conseguir, receberá uma herança milionária. Parece bobinho, mas o livro fala sobre aproveitar todas as oportunidades da vida e viver de coração e olhos abertos porque a resposta para as nossas dúvidas pode estar mais perto do que imaginamos.

Você Acredita Mesmo em Amor à Primeira Vista?

Sou fã assumida da família Santina, vocês sabem. Já faz muitos anos que acompanho o processo do famoso livro da Fabi Santina e ele foi lançado neste ano. Comprei logo na pré-venda e me segurei para não ler tudo em 1 dia, porque é tão bom que você devora. Quando vê, metade do livro já foi embora. Sério, me surpreendeu muito, é extremamente real e eu me identifiquei demais com a Fabi.

No livro, ela conta a história dela com o Leandro, que hoje é seu noivo (e figura constante nos vídeos dela). Eu sabia que o lance deles sempre foi meio enrolado, mas não fazia ideia do tanto que ela sofreu insistindo nesse amor. E ó, ela foi muito esperta porque o livro termina meio no ar e ela já disse que vai lançar a parte 2. Vê se não demora hein, Fabi! Estamos curiosas!

Um Pequeno Favor

Já aconteceu de vocês só comprarem um livro por causa da versão cinematográfica baseada nele? Fui ver um filme, vi o trailer de Um Pequeno Favor e fiquei enlouquecida. No dia, até brinquei com uma amiga que poderia ter um livro dessa história, porque seria ótimo. Uma semana depois, estava passeando numa livraria e adivinhem, não é que tinha mesmo o livro? Comprei e comecei a ler no mesmo dia, tamanha a minha curiosidade.

A história começa sob o ponto de vista de Stephanie, uma mãe blogueira que está em busca de sua melhor amiga, Emily. que desaparece de forma misteriosa. A primeira parte é realmente muito boa e eu devorei, tentando descobrir o que tinha acontecido com a Emily. Só que depois o livro vira uma cópia de Garota Exemplar e embarca em uma verdadeira loucura que deixa a gente confusa. Para ser sincera, achei tão doido que eu não sei se gostei ou não rsrs…

Dando um Tempo

Marian Keyes é uma das minhas autoras favoritas e eu sempre me divirto com os livros dela. Fazia um tempo que ela não lançava um título, até que encontrei este aqui numa livraria e comprei no mesmo dia. Sério, foi um reencontro maravilhoso e eu estou amando cada página (sim, ainda estou lendo, até porque…são quase 600 páginas de história, imaginem!). Às vezes, eu até me seguro para ler pouquinho e não acabar rápido.

livro fala sobre Amy, uma mulher de 44 anos que sofre com a ausência do marido, que simplesmente pede um tempo para tirar um período sabático e viajar pela Ásia. Ela é mãe de três meninas e precisa se virar para dar conta de tudo. De repente, ela descobre que não só dá conta, como se descobre como uma nova mulher. Sério, é maravilhoso!

 

E você, quais livros leu neste ano?

Um beijo e até o próximo vídeo!