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Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 7

Olá, pessoal! Chegou a hora de contar para vocês sobre mais um dia de viagem. Se você chegou neste post por acaso, convido a conferir todos os outros posts do diário da viagem que eu fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Quem tem acompanhado todos os meus relatos aqui, já sabe que eu vou falar sobre mais um dia inteirinho que tivemos para curtir o melhor de Las Vegas.

Nós chegamos no dia anterior e tínhamos uma lista enorme de coisas que gostaríamos de fazer, então, a gente foi dormir com várias ideias para o dia seguinte: “vamos logo conhecer os hotéis da Strip?”, “vamos para o outro lado da cidade ver a rua Freemont?”, “vamos para a piscina do hotel?”. Eram muitas possibilidades mesmo e a gente decidiu meio que na hora.

Acordamos às 8h (sim, a gente curtia acordar cedo para aproveitar bem o dia) e decidimos ficar um tempinho na piscina do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. E aí vocês podem pensar: “nossa, mas que desperdício de tempo ficar na piscina do hotel com tanta coisa para fazer”.

Bom, tenho dois motivos que explicam a nossa decisão: 1) a cidade estava com recorde de calor e todo dia chegava a 45/46°C (de manhã já era um bafo e à noite o bafo continuava); e 2) praticamente todos os hotéis de Las Vegas cobram uma taxa chamada Resort Fee, que basicamente garante que você possa usar piscinas, academias e outros locais dos hotéis. Não foi uma taxa barata, então a gente fez questão de honrar esse valor indo na piscina.

Sobre a Resort Fee, é uma prática comum em Las Vegas e você não tem como fugir dela, é obrigado a pagar. Ah, ela é cobrada no momento do check-in, então, você vai pagar o valor normal das diárias e esse extra, ok? É bom saber disso porque eu fui pega de surpresa quando a fatura do cartão chegou. Na verdade, a Tâni (minha amiga que viajou comigo) já tinha se ligado que o cara do check-in falou que pagaríamos esse valor à parte, mas eu não tinha entendido bem – como falei no post anterior, estava um auê no nosso hotel, pegamos uma fila enorme para fazer o check-in e eu ainda estava irritada com o cara imbecil que falou da minha bunda. Só queria ir para o quarto, sabem?

Então, voltando ao assunto, descemos para tomar café em uma Starbucks que tinha dentro do nosso hotel e fomos para a piscina. Ficamos ali por duas horas no máximo, depois subimos para tomar banho e nos arrumar para passear na Strip. Nosso show desse dia era só às 22h30, então já fomos prontas (doce ilusão: a gente achava que dava para ir com o nosso combo regatinha e shorts. Já já conto como foi).

Conhecendo os hotéis

Fomos para a Strip de monorail e dedicimos começar a visita dos hotéis pelo extremo sul da avenida. O único problema do monorail de Las Vegas é que ele não chega até o fim da Strip, então descemos na última estação do lado sul, que fica dentro do hotel MGM Grand, o maior hotel do mundo, com mais de 5 mil quartos (!!!). Passeamos um pouco por lá, tiramos muitas fotos e eu gravei para o vlog que fiz no canal.

Depois, fomos para o hotel New York New York, que fica do outro lado da rua. O MGM Grand é tão imenso que a gente sempre se perdia e precisava pedir ajuda para algum funcionário.

A piscina do MGM Grand estava bem cheia

Encontramos a saída e aqui eu preciso fazer uma observação: o hotel New York New York é conhecido por ter uma montanha-russa chamada Big Apple que passa por fora do hotel, em plena rua. Lógico que eu queria muito ir, né? Desembolsei U$ 17 (sim, essas coisas são bem caras lá) e fui sozinha porque a Tâni não quis ir, já que a montanha-russa tem um looping e um parafuso. Eu AMO brinquedos assim, mas não tem lugar para você se segurar e a sua cabeça bate o tempo todo. Resumindo: é divertido e tem que ir (se você também curte “brinquedos radicais”), mas eu não sei se iria de novo.

Achei o hotel New York New York muito fofo

No geral, eu gostei muito do New York New York. Por fora, ele tem vários elementos característicos de Nova York (Estátua da Liberdade, prédios altos, ponte do Brooklyn). Lá, ficam também a loja dos chocolates Hershey’s e o restaurante Shake Shack – também conhecido por mim como o melhor hambúrguer do mundo. Óbvio que almoçamos lá! 🙂

Depois do almoço, atravessamos mais uma passarela e fomos para o hotel Excalibur, que tem a forma de um castelo medieval. Conheço muitas pessoas que se hospedaram nele porque tem a fama de ser um dos mais baratos da região. A proposta é muito legal, com o saguão todo feito como se estivéssemos na era medieval, mas achei que falta algo, sabe? (Lá acontece um show em estilo medieval chamado Tournament of the Kings, em que os cavaleiros se enfrentam. Nós não fomos, mas dizem que é legal).

Shake Shack = o melhor hambúrguer do mundo!

Em seguida, fomos para o Luxor, mas não ficamos muito tempo lá porque voltaríamos em outro dia (e eu vou falar desse hotel em outro post), então seguimos para o hotel Mandalay Bay. A Tâni e eu ficamos impressionadas com a beleza desse hotel, gente, é muita ostentação. Fora que ele é gigante porque tem um centro de convenções integrado e uma piscina que eles chamam de praia (!!!). Nós não conseguimos entrar na piscina porque não éramos hóspedes, mas amamos de verdade tudo por lá.

O Mandalay Bay é o último hotel “mais famosinho” do extremo sul da Strip. Existe um trem que conecta esse hotel com o Luxor e o Excalibur, já que são todos do mesmo grupo, então pegamos e voltamos para o Excalibur. Aproveitamos para conhecer algumas lojas de rua que ficam por ali: a da M&M tem três andares e até cinema 3D (não vimos); a da Coca-Cola fica ao lado e também é fofa.

No Mandalay Bay acontece o One, show do Cirque du Soleil com músicas do Michael Jackson. Não vimos, mas preciso voltar para assistir

Continuamos andando debaixo do sol e do calor de 45°C, até chegarmos no hotel Planet Hollywood, que tem um shopping muito legal chamado Miracle Mile, com lojas como MAC, Sephora, Victoria’s Secret, H&M e Bath and Body Works. O teto é pintado com um céu azul, então parece que você está andando na rua (com a bênção de ter um ar-condicionado bem gostoso e fresquinho).

Estávamos mortas de cansaço e com os pés doendo, por isso, decidimos jantar mais uma vez no Bubba Gump, que fica ali do lado. Dividimos uma porção de camarão, pedimos drinks e já estava perto da hora do nosso show. Pedimos um Uber e fomos até o Hard Rock Hotel and Casino, que fica mais afastado da Strip.

Magic Mike

Nosso show do dia era o Magic Mike Live, famoso por ter muitas despedidas de solteiras. Vejam bem, eu sou muito careta e não gosto nem de balada, mas uma vez em Vegas, né… eu acho que faz parte ver um show assim, com essa proposta de strip-tease, especialmente se você está sozinha com uma amiga.

Trocamos nossos ingressos e estávamos plenas com nossas roupas de dia a dia, quando nos deparamos com uma galera MUITO arrumada, como se estivessem indo para a balada mesmo. Todo mundo de salto alto, vestido justo, roupa de festa e a gente de camiseta e tênis. Ninguém falou nada, mas a gente se sentiu mal, sabem? Ah: não pode entrar de mochila (tivemos que deixar as nossas na recepção do hotel), tem que mostrar um documento oficial que comprove que você é maior de 21 anos (mostramos o RG mesmo) e pode entrar homem (tinham três no dia em que fomos rsrs…).

Antes do show começar, passeamos um pouco pelo Hard Rock, que tem muitas peças de artistas expostas. É bem legal para quem gosta de música e tem coisa de tudo quanto é artista, tinham até as famosas botas de plataforma das Spice Girls (rainhas da minha infância, um beijo suas lindas).

Roupa do Elton John no Hard Rock

Sobre o show Magic Mike Live, preciso dizer que foi bem diferente do que a gente imaginava. Achávamos que seria aquela clássica coisa de homem que tira a roupa, mas tem toda uma história de uma moça que é tirada da própria plateia e acaba se transformando em apresentadora. Aí ela “chama” os atores e eles interagem com a plateia, além de fazerem números bem elaborados de malabarismos.

Quando eu digo que eles interagem com a plateia, quero dizer que eles se esfregam nas mulheres que estão assistindo. E, bom, como falei antes, eu sou muito careta para essas coisas, então ficava em pânico só de pensar que um deles poderia vir para cima de mim (não gosto dessas coisas, sou fresca). É bem verdade que é um show que tem um quê de empoderamento feminino, mas foi o que eu menos gostei da viagem toda. Mas minha amiga AMOU e conheço outras pessoas que também gostaram MUITO, então pode ser que você goste também.

 

Voltamos de táxi para o nosso hotel e fomos logo dormir porque precisaríamos acordar muito cedo no dia seguinte para fazer um passeio para lá de especial. Mas isso eu conto no próximo post!

Um beijo e até lá!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 6

Olá, pessoal! Quem tem acompanhado os posts do diário da viagem que eu fiz recentemente? Bom, depois de cinco dias em Anaheim, cidade onde ficam os dois parques da Disney na Califórnia, chegou a hora de dar tchau. A partir deste post, vou contar como foi a segunda parte da viagem, quando fomos para Las Vegas.

Na verdade, esse dia começou bem cedo. Nós voltamos da Disneyland bem tarde, terminamos de arrumar as malas e programamos o despertador para as 6h porque agendamos para um carro da Limos nos buscar às 7h30 para nos levar ao aeroporto. Até aí, beleza. De madrugada, umas meninas que estavam no quarto do lado do nosso começaram a BERRAR. O tempo foi passando e era um tal de esmurrar a porta, gritar no meio do corredor e por aí vai.

No começo a gente ficou com medo de abrir a porta e alguém ter uma faca ou coisa assim (vai saber né), mas uma hora eu me irritei porque a gente não conseguia dormir de jeito nenhum e vi que eram mais de 3h da manhã. Abri a porta e tinham duas meninas (bem grandes tá, não eram crianças) já correndo para entrar no quarto delas. Mandei logo um: “We are trying to sleep” (a gente está tentando dormir).

Parou um pouco depois disso, nós acordamos mortas de sono e fizemos questão de perguntar para a recepcionista do hotel se ela sabia o que tinha acontecido. A resposta dela foi: “sim, realmente tinham umas meninas gritando. Eu avisei que elas estavam atrapalhando, mas ah, era muito tarde para ligar para a polícia né?”. Falei que estavam no quarto do lado do nosso, que a gente não conseguia dormir e que eu mesma estava pensando em ligar para a polícia. Antes de irmos embora, eu dei uns gritos na porta delas, bati várias vezes na porta e na janela e deixamos uma cartinha bem simpática #sqn. Aqui se faz, aqui se paga, né mores? 🙂

Por que decidimos ir de avião para Las Vegas?

Sim, é verdade que a maioria das pessoas vai da Califórnia para Las Vegas de carro (de Los Angeles demora cerca de quatro horas e dizem que o caminho é bem tranquilo). Acontece que eu nunca dirigi nos Estados Unidos e minha amiga não se sentia à vontade para dirigir lá, então, fiquei com receio de pegar no sono ou ficar cansada e colocar a vida de todo mundo em risco – sou dramática, eu sei.

Decidimos ir de avião mesmo e pagamos menos de R$ 200 por um voo da American Airlines que saía ao meio dia. Lembram que eu falei que marquei do motorista nos pegar em Anaheim às 7h30? Ele chegou pontualmente e eu marquei com MUITA antecedência porque fiquei com medo do trânsito de Los Angeles (da outra vez que eu fui para lá, fiquei um sábado inteiro presa no trânsito e me deixou traumatizada), mas acabou que a gente chegou bem cedo.

Nos Estados Unidos, você precisa pagar se vai despachar as malas e faz o check-in sozinho, em totens próprios da American Airlines. A gente sofreu um pouco para conseguir entender como funcionava e só conseguimos pagar pelas malas com cartão de crédito. Ah, a maioria das companhias aéreas (incluindo a American) cobra U$ 25 por mala, mas algumas podem ter custo maior, então, é bom ficar de olho antes de comprar a passagem.

Bom, deu tempo suficiente para passar pelo raio-x, comprar revistas americanas de fofoca (que eu AMO) e de comer. No fim, pedimos uma porção de batata-frita por U$ 8 e uma Coca-Cola de 600 ml para dividir. Tínhamos um chocolate na bolsa, então ninguém passou fome.

O voo de Los Angeles para Las Vegas dura 40 minutos e é bem tranquilo. Já tinha viajado de American Airlines partindo daqui do Brasil e nunca gostei muito da companhia, mas os voos internos dos Estados Unidos são diferentes: os comissários são mais atenciosos e o avião é bem moderno. Imaginem só, tinham vários filmes em um voo curtinho. A única coisa é que não servem nada, só deram água por conta do calor (pelo menos foi o que avisaram).

Chegada em Las Vegas

Antes de mais nada, preciso dizer que eu fui para Las Vegas com uma impressão bem ruim. Isso porque minha mãe tinha ido duas vezes a trabalho e vivia me dizendo que a cidade era só jogo e sexo. Depois eu entendi que ela deve pensar isso porque foi para coordenar um grupo de homens – e muitos nunca tinham viajado para fora do Brasil. Imagino sua situação, mamis!

Chegar de avião é muito legal porque dá para ver a Strip (avenida mais famosa) lá do alto, especialmente se você se sentar do lado direito do avião. Pousamos e os comissários pediram para fechar as janelas e abrir todas as saídas de ar-condicionado por causa do calor. Nunca tinha visto isso na vida, então já pensei: “é, o calor realmente deve estar de matar” (um beijo, Bola de Fogo).

Pegamos um táxi e fomos para o hotel. Minha primeira experiência com táxi lá foi ruim porque eu estava sem troco, o taxista também e, no fim, ele me levou quatro dólares embora (quatro dólares podem ser pouco para ele, mas equivalem a R$ 16, né?). Entramos no hotel e ficamos impressionadas: era um mix de gente, brilho, jogos no cassino, noivas e por aí vai. Uma moça nos perguntou se estávamos chegando para nos hospedar e fomos para uma fila. Sim, TEM FILA QUILOMÉTRICA PARA FAZER O CHECK-IN.

Nosso quarto no Westgate Resort & Casino

Nesse auê todo, chega um cara bem bizarro perguntando se eu era solteira ou casada. Falei que era solteira e ele perguntou se podia pegar meu telefone. ÓBVIO que eu respondi apenas um “não” e ele respondeu: “ah tá, você tem uma bunda bem bonita”. JURO! Me senti um pedaço de carne e lembrei da minha mãe falando que Las Vegas era só jogo e sexo. Fiquei brava de verdade, mas ainda bem que passou e eu logo percebi que o cara é que era um babaca.

Bom, o hotel estava LOTADO e apesar de termos feito uma reserva que incluía um quarto com duas camas king, o cara que nos atendeu disse que não tinha quartos assim disponíveis naquele momento, mas que a gente podia tentar mais tarde. A parte boa é que a galera em Las Vegas realmente quer que você tenha a melhor estadia possível e ele ofereceu duas opções de quartos: um maior ou um com vista para a Strip, mas menor. Ficamos com a segunda e gostamos MUITO! Acabou que ele deu um baita upgrade porque ficamos na torre central, que era bem melhor que as outras.

Programação no primeiro dia

Nós tínhamos agendado para assistir ao espetáculo O do Cirque du Soleil, um dos mais famosos de lá. Acabou que demorou para conseguirmos um quarto, então, foi o tempo de tomar banho e colocar uma roupa mais arrumadinha (eu recomendo colocar uma roupa mais arrumada para os shows. Ninguém vai olhar torto se você estiver de shorts e tênis, mas a galera se arruma mesmo e nos sentimos mal quando estávamos basiquinhas).

Pedimos um Uber porque ainda não sabíamos como andaríamos na cidade, mas aqui vai outra dica: usem o monorail de Las Vegas, que passa por boa parte da Strip e ruas próximas. Aliás, fiquem em um hotel que tenha estação do monorail integrada. Nós ficamos no Westgate Resort & Casino, que tem estação do monorail, e foi nossa salvação. Você paga U$ 30 para usar o trem de forma ilimitada por três dias. Vale MUITO a pena!

Descemos no hotel Bellagio, que é onde acontece o show O, trocamos nossos ingressos e demos uma voltinha por lá. Os hotéis da Strip são enormes e você pode se perder lá dentro, então, o segredo é entrar sabendo o que você quer ver. Dentro do Bellagio, nós queríamos ver o jardim (que é MARAVILHOSO) e a maior fonte de chocolate do mundo. Ah, só para constar: o Bellagio foi o hotel que eu mais gostei em Las Vegas. É lindo e passar pelo menos uma noite nele virou meu sonho de princesa. Quem sabe um dia, né?

Status: apaixonada pelo Bellagio

Saímos de lá e fomos para o Aria, que ficou marcado na minha cabeça por ser o hotel do filme Última Viagem à Vegas, que eu adoro. Andamos um pouco no shopping Crystal, que fica dentro do Aria, mas as lojas são caríssimas, e resolvemos ir embora.

Foi aí que descobrimos que muitos quarteirões da Strip não têm faixa de pedestre, ou seja, não dá para atravessar. Ficamos uns 20 minutos andando numa microcalçada, com o vestido voando por causa do vento e os carros passando bem pertinho. Não me lembro agora como conseguimos sair, mas descobrimos que a maioria dos hotéis é interligada por passarelas. Aí vai mais uma dica: estude bem o mapa da Strip e tente achar uma saída para o hotel vizinho. Se não achar, peça ajuda para um funcionário do hotel.

Acabamos parando do lado de fora do hotel Planet Hollywood e vimos um Taco Bell. Estava perto da hora do show, então, comemos lá mesmo e dividimos uma porção de quesadillas que estava bem gostosa. Caminhamos de volta para o Bellagio e deu tempo de ver as famosas fontes que acontecem na frente do hotel. É bem legal, não precisa pagar e acontece a cada 15 minutos. Só chegar e assistir (as fontes chegam a 150 metros de altura, então tem que ver).

Na frente do Bellagio, ficam os hotéisl Paris Las Vegas e Planet Hollywood

Depois, fomos assistir ao show. Para quem não sabe, o O é o espetáculo mais diferente do Cirque du Soleil porque os números acontecem em meio a um enorme tanque de água. Tem toda uma historinha de um cara que vai parar nesse mundo das águas e é uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida. Juro, eu me arrepiei em várias partes! (Muito embora eu tenha pescado em algumas partes, não sei se pelo jeitão mais parado dos shows do Cirque du Soleil ou se pela noite mal dormida por causa das meninas que berraram)

A apresentação demorou uma hora e meia. Quando acabou, fizemos umas comprinhas na farmácia CVS que fica do outro lado da rua e decidimos voltar para o hotel porque já estava tarde e estávamos mortas de cansaço. Fomos até o hotel Flamingo, que fica ao lado, e compramos ali o tíquete ilimitado do monorail. O bom é que os trens chegam rapidinho e logo estávamos de volta no nosso quarto. Aí foi só tirar a make, colocar o pijama e cair na cama.  

 

No próximo post, conto mais sobre os hotéis de Las Vegas e um show bem safadjenho que nós assistimos.

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 4

Olá, pessoal! Como muitos de vocês já sabem, recentemente viajei para a Disneyland da Califórnia e para Las Vegas e estou fazendo um diário aqui no blog. Caso não tenha acompanhado os dias anteriores, é só clicar aqui e ler os outros posts. Agora, chegou a hora de falar sobre o nosso segundo dia no parque Disney California Adventure.

Sim, é verdade que os parques da Disney na Califórnia são bem menores do que os de Orlando. Também é verdade que dois dias (um em cada parque) são suficientes para curtir bem tudo por lá. Mas eu sou completamente apaixonada por Disney e parque de diversão e como fomos em julho, eu queria aproveitar BEM sem deixar de ir em uma atração por causa das filas. E foi realmente ótimo, então, fica a dica. Se puder (e quiser), reserve dois dias para cada parque. Vale muito a pena!

Outra coisa que eu já contei aqui que serve como vantagem na Disneyland Califórnia é o MaxPass, um serviço que permite pegar fast pass no próprio aplicativo da Disneyland e fazer algumas atrações sem fila. Custa 10 dólares por dia e por pessoa, mas todo mundo lá usa porque é muito prático e vale cada centavo. Bom, mas o que acontece quando ele não funciona? Foi exatamente o que a gente viveu nesse dia. Chegamos cedo e eu corri para comprar logo que entramos, mas a tela não rodava e quando fui pedir ajuda, descobri que todo mundo estava com esse problema. Juro, a fila da galera que queria reclamar sobre isso era maior que a fila dos brinquedos. Povo ficou bravo de verdade!

Dia problemático: foi o dia em que a gente mais sentiu o calor e as filas estavam imensas por causa do app que parou de funcionar. Ainda bem que comprei o Güido, o meu ventilador portátil

Não teve jeito e eu precisava pegar o fast pass de alguma atração do jeito antigo, ou seja, teria que ir até a atração e pegar na mão mesmo o tíquete para poder voltar depois. Eu queria MUITO voltar no brinquedo do Guardians of the Galaxy, mas como a Tâni, minha amiga, não curtiu muito, escolhi o Radiator Springs Racers (do Carros), que costuma ser o mais procurado. Como o app parou de funcionar, as filas começaram a ficar imensas e a gente foi na que estava menor, do Soarin’ (foram 30 minutos). O parque estava aberto não tinha nem meia hora e já tinha fila de duas horas. Confesso que foi um pouco tenso e estressante, mas eu ficava lá, atualizando o app para ver se ele voltava logo.

O que teve de bom nisso tudo

Sim, sempre tem um lado bom em tudo. Nesse caso, a gente conseguiu ir nos brinquedos que não tínhamos ido no dia anterior, já que eram os menos procurados. Nessa lista, entram Golden Zephyr (que nós batizamos de Foguetinho e até cantamos a música do Bola do Fogo quando estávamos lá – um dos momentos mais engraçados da viagem) e Jumpin’ Jellyfish, um elevador bobinho mais voltado para crianças.

Minha amiga não quis ir na Incredicoaster, a montanha-russa inspirada em Os Incríveis, então eu aproveitei para ir na fila de single rider (opção para quem vai sozinho nas atrações ou quem não liga de sentar em lugares separados). Demorou um pouquinho, mas acabou que durante a fila o app voltou!! Corri para pegar um MaxPass para o Toy Story Mania e virei a sensação da fila porque muitas pessoas souberam por mim que o aplicativo tinha voltado! 🙂

Encontramos o Gelado bem na frente da Incredicoaster e perguntamos se ele não podia dar um tempo no calorão rs

Depois disso, fomos almoçar. Como não tínhamos reserva e queríamos algo mais baratinho, escolhemos o Boardwalk Pizza & Pasta. Eu não conhecia, mas achei uma boa opção porque você pode escolher o que quer comer (tinha pizza, macarrão, saladinha e por aí vai). Sério, era tanto calor que eu peguei um MaxPass para o brinquedo de água Grizzly River Run só para refrescar um pouco. Demos um tempo por ali, assistimos ao show de uma banda que toca músicas dos filmes da Pixar e voltamos para o Luigi’s Rollickin’ Roadsters, nosso brinquedo favorito da viagem. É bem fofo, com carrinhos que dançam ao som de músicas italianas (fomos três vezes, vocês imaginam nossa empolgação né).

Para ficar um pouco mais fresco, assistimos ao show do Frozen, que é uma mega produção, e depois passeamos pelas lojinhas. Nós já sabíamos que não ficaríamos até o parque fechar, então, fomos embora e aproveitamos para fazer algumas comprinhas em Downtown Disney e comer um corn dog (tínhamos muita curiosidade sobre o tal do corn dog e, no fim, achamos mais ou menos. Pelo menos foi barato).

E foi isso. Fomos embora  e aproveitamos para dar uma geral nas malas já que o dia seguinte seria mais corrido e depois iríamos cedo para Las Vegas.

 

No próximo post, conto como foi nosso último dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 2

Olá, pessoal! Quem me acompanha aqui no blog já sabe que eu decidi fazer um diário contando como foi a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e Las Vegas. Se você chegou aqui direto por este post, clica aqui para conferir os outros posts. Bom, como nós chegamos na Califórnia em uma segunda-feira à tarde, deixamos para ir no parque na terça-feira, assim poderíamos aproveitar melhor.

Caso você não saiba, a Califórnia tem dois parques da Disney: a Disneyland, o primeiro parque da Disney (sim, aquele original que foi idealizado pelo Walt Disney quando ele ainda era vivo) e o Disney California Adventure, conhecido por ter a roda-gigante do Mickey. Os dois parques ficam em Anaheim (a cerca de 40 minutos de carro de Los Angeles) e estão frente a frente, no mesmo espaço. Ou seja, você não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando.

Olha a coincidência: estávamos na Disney no dia do aniversário de 63 anos da inauguração do parque

Nós fomos em julho, então, já sabíamos que enfrentaríamos dois grandes obstáculos: calor e filas gigantes. Em relação ao calor, não tinha muito o que fazer. Mas, para driblar as filas gigantes, eu entrei no site da Disneyland e olhei quando tem Magic Hour em cada parque. O que é isso, Camilla? Magic Hour é um benefício exclusivo para hóspedes dos hotéis da Disney, que podem entrar no parque uma hora mais cedo. Nesses dias, os parques costumam ficar ainda mais cheios.

No nosso primeiro dia de parque, a Disneyland teria Magic Hour, por isso, optamos por começar de fato a nossa viagem no Disney California Adventure.

Antes de continuar, aproveita e vem conferir aqui todos os vlogs da viagem que estão rolando lá no canal! 

Como é o Disney California Adventure?

O parque Disney California Adventure foi inaugurado em fevereiro de 2001 e, no início, não foi bem aceito por não ter tantos brinquedos para crianças. Aos poucos, foi mudando, mas ainda assim eu acho que é um parque bem diferentão da Disney e mais indicado para adolescentes e adultos. A área infantil, inspirada no filme Vida de Inseto, vai deixar de existir para dar lugar a um espaço temático da Marvel, então, acho mesmo que as crianças podem torcer a cara para este parque. Mas eu AMO e é o meu parque favorito de todos! 🙂

A Disneyland da Califórnia conta com um recurso muito legal que se chama MaxPass. Trata-se de um sistema dentro do aplicativo da Disneyland que permite agendar FastPass para os brinquedos. Ou seja, você pode pegar um “passe” para entrar nas atrações mais concorridas sem fila, em um determinado horário. Você pode fazer isso indo diretamente em cada atração, mas a vantagem do MaxPass é fazer no próprio aplicativo, sem perder tempo. Tem um custo de 10 dólares por pessoa e por dia, mas dá direito a TODAS as fotos feitas por fotógrafos oficiais da Disney e eu juro que VALE CADA CENTAVO, especialmente para quem vai em alta temporada.

A primeira coisa que eu fiz foi comprar o MaxPass e de cara peguei um FastPass para o Soarin’, uma atração que simula um voo de asa delta que também tem em Orlando. Fomos no brinquedo do Monstros S.A. (bobinho, mas bonitinho), seguimos para o Guardiões da Galáxia, que ocupa o prédio que antes era a Torre do Terror e eu achei que ficou BEM MELHOR. Ainda é o lance do elevador que despenca, mas eu AMEI!

Que Castelo da Cinderela, que nada! Minha vista favorita da Disney é esta aqui!

Recentemente, o Disney California Adventure reformou a área em que fica a roda-gigante do Mickey, que antigamente se chamava Paradise Pier e que agora recebeu o nome de Pixar Pier. O espaço agora é totalmente dedicado aos filmes da Pixar e eu achei que ficou tudo muito fofo, com direito a barraquinhas de comidas temáticas de acordo com os personagens, como as bebidas geladas do Homem das Neves e os churros do Buzz Lightyear.

A clássica montanha-russa de looping agora virou a Incredicoaster, inspirada em Os Incríveis e eu gostei muito. Ainda estão em construção o carrossel da Jessie de Toy Story e uma atração de Divertida Mente, mas lá também fica o Toy Story Mania, que é bem parecido com o que também tem em Orlando.

Ah, importante destacar que o Disneyland California Adventure tem uma área inspirada no filme Carros e uma atração chamada Radiator Springs Racers, que simula uma corrida de carros e é simplesmente IMPERDÍVEL!

Novidades para mim

Eu já tinha ido antes para a Disneyland da Califórnia, mas da outra vez estava frio e chovendo, então, não consegui ir em um brinquedo de água chamado Grizzly River Run. Óbvio que eu fui desta vez (calor de mais de 30 graus, né mores) e eu simplesmente AMEI. Demos risada porque ele tem uma mega descida em que o bote gira (e eu tomei um susto porque não sabia), mas é muito refrescante no verão. Vai por mim, é tão quente que você seca em cinco minutos.

À noite, o parque recebe uma parada noturna chamada Paint the Night. Fizemos um combo em que você almoça no restaurante Wine Country Trattoria e recebe um voucher que dá direito a assistir à parada em um lugar reservado. Como nós pegamos o combo mais barato de todos, sentamos no chão mesmo, mas existem alguns combos bem vip mesmo, só que é muito mais caro. O bom é que nós comemos muito bem e não tínhamos ninguém na nossa frente.

O brinquedo do Carros só tem na Disney da Califórnia e é um dos melhores de todos

Eu AMEI AMEI AMEI essa parada, primeiro porque a música que toca é uma versão diferente da música do filme Detona Ralph, do Owl City, que eu amo. É muito legal porque ela é toda com luzes, então as crianças piram e quem tem coração mole, como eu, se emociona (sério, chorei muito rsrs).

Lado ruim: quando a parada acaba, o parque meio que fecha também. Rodamos para procurar um lugar para jantar, mas já estava tudo fechado e nós acabamos a noite com um pacote de mini hot dogs. Voltamos a pé para o hotel, mas estávamos tão cansadas que decidimos ir e voltar de Uber nos dias seguintes.

 

E foi isso. No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – dia 1

Olá, pessoal! Quem me acompanha no Instagram e no canal já sabe que recentemente eu fiz uma viagem muito legal para a Disney da Califórnia e também para Las Vegas. Muita gente sempre me pede para compartilhar os roteiros que eu faço quando viajo. No ano passado, fui para a África do Sul e fiz um post com o roteiro completo (clique aqui para conferir). Pensei em fazer o mesmo desta vez, mas andei lendo muitos blogs de viagem antes de embarcar e achei mais legal fazer um diário mesmo, contando todos os detalhes de cada dia da viagem. O que acham?

Bom, neste primeiro post, preciso contar os motivos que fizeram a gente escolher esses destinos. Normalmente eu viajo com a minha mãe, mas ela não ia poder tirar férias neste ano e eu já sabia que teria que viajar sem ela. Tenho uma meta pessoal de conhecer todos os estados dos Estados Unidos e eu queria ir para lá. Nunca tinha ido para Las Vegas e aí comentei com uma amiga, assim como quem não quer nada, que eu gostaria de conhecer Las Vegas. Ela disse que também queria. Era um dia normal, mas a ideia vingou e eu achei o máximo poder viajar sozinha (sem um familiar) pela primeira vez em 30 anos de vida. Estava na hora, né gente?

Essa é a Tânia, minha amiga da faculdade, que embarcou nessa aventura comigo

Eu sou completamente apaixonada pela Disney e realmente gosto mais da Disney da Califórnia do que da de Orlando (mais pra frente explico os motivos). Como a gente não ficaria muito tempo em Las Vegas, pensei de juntarmos com a Disney também que é pertinho, assim minha amiga conheceria a Disney pela primeira vez na vida dela. Ela topou e lá fomos nós!

Confira neste post algumas vantagens da Disney da Califórnia!

Quando a gente foi?

Cresci ouvindo que jamais deveria ir à Disney em julho porque é verão nos Estados Unidos, muito calor e férias no mundo tudo. Resultado: parques lotados. Tem mais: Las Vegas foi construída no deserto e as temperaturas são altíssimas em julho. Acontece que a Tânia, minha amiga, só pode tirar férias em janeiro e julho e eu não podia tirar em janeiro, ou seja, só sobrou julho mesmo. Nós duas não curtimos muito calor em excesso e até pesquisamos outros destinos, mas a gente queria conhecer Las Vegas, então resolvemos encarar. E olha, não foi tão ruim assim, mas conto mais pra frente.

Julho é alta temporada e os preços são mais altos, mas a gente contou com a ajuda da Bruna, da Viagens Abreu, que já tinha feito uma viagem com a Tani antes. E aí entra a velha história de expectativa x realidade. Eu queria um voo direto de São Paulo para Los Angeles (detesto voo com conexão porque morro de medo de perderem minha mala), queria um hotel bem próximo dos parques da Disney e queria um hotel na Strip, a rua mais famosa de Las Vegas. Não deu né, o primeiro orçamento nessas condições era surreal de caro.

Na Disneyland da Califórnia, o castelo é da Aurora (Bela Adormecida) e não da Cinderela

Bom, o que conseguimos pagar foi um voo da Copa Airlines para Los Angeles com escala no Panamá, um hotel localizado a uns 20 minutos da Disney e outro hotel atrás da Strip em Las Vegas. Nos próximos posts, vou contar mais sobre cada hotel, mas acabou que nós pagamos metade do valor do primeiro orçamento e valeu muito a pena.

Ah, detalhe importante: começamos pela Disney pelo simples fato de que chegamos durante a semana e imaginamos que os parques estariam mais cheios no fim de semana. Foi uma decisão acertada porque em Las Vegas a gente anda MUITO e eu nem imagino como seria fazer os parques cansada do jeito que estávamos.

E, afinal, como foi nosso primeiro dia?

Saímos daqui de São Paulo em voo que saiu à 1:22 da manhã com destino à Cidade do Panamá. O voo durou seis horas e meia e eu assisti ao filme Com Amor, Simon (muito fofo, por sinal). Descemos do avião e logo descobrimos que viajaríamos para Los Angeles no mesmo avião (sem risco de perderem as malas, ufa!). O voo seguinte saiu uma hora depois, durou mais seis horas e chegamos em Los Angeles no começo da tarde do horário local (quatro horas a menos do que o Brasil).

Sonho realizado: tirar foto segurando os balões da Disney (consegui no Downtown Disney)

Contratamos um serviço de transfer com a Limosque inclusive foi ótimo e eu super recomendo, e chegamos em Anaheim, cidade da Califórnia onde ficam os parques da Disney, em 40 minutos. Deu tempo de deixar as malas no quarto, colocar uma roupa mais fresquinha para encarar o calor e passear em Downtown Disney. Sim, lá o centrinho de compras ainda se chama Downtown Disney e o mais bacana é que ele fica no meio dos dois parques, então você faz tudo junto e não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando. Compramos as orelhas rose gold do Mickey e jantamos no Bubba Gump, que fica bem pertinho.

Depois disso, encaramos uma caminhada beeeeeeem complicada porque eu tentei fazer um caminho diferente. Descobrimos que o nosso hotel não era tão perto assim da Disney e isso foi meio que uma cilada porque a gente acabou indo de Uber nos outros dias. Em tempo: ficamos no Best Western Courtesy Inn. Ele é simples, mas é limpo e tem café da manhã incluso. Só essa questão da distância que atrapalhou mesmo.

 

E é isso, gente! No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia de parque

Um beijo e até lá!