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Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 6

Olá, pessoal! Quem tem acompanhado os posts do diário da viagem que eu fiz recentemente? Bom, depois de cinco dias em Anaheim, cidade onde ficam os dois parques da Disney na Califórnia, chegou a hora de dar tchau. A partir deste post, vou contar como foi a segunda parte da viagem, quando fomos para Las Vegas.

Na verdade, esse dia começou bem cedo. Nós voltamos da Disneyland bem tarde, terminamos de arrumar as malas e programamos o despertador para as 6h porque agendamos para um carro da Limos nos buscar às 7h30 para nos levar ao aeroporto. Até aí, beleza. De madrugada, umas meninas que estavam no quarto do lado do nosso começaram a BERRAR. O tempo foi passando e era um tal de esmurrar a porta, gritar no meio do corredor e por aí vai.

No começo a gente ficou com medo de abrir a porta e alguém ter uma faca ou coisa assim (vai saber né), mas uma hora eu me irritei porque a gente não conseguia dormir de jeito nenhum e vi que eram mais de 3h da manhã. Abri a porta e tinham duas meninas (bem grandes tá, não eram crianças) já correndo para entrar no quarto delas. Mandei logo um: “We are trying to sleep” (a gente está tentando dormir).

Parou um pouco depois disso, nós acordamos mortas de sono e fizemos questão de perguntar para a recepcionista do hotel se ela sabia o que tinha acontecido. A resposta dela foi: “sim, realmente tinham umas meninas gritando. Eu avisei que elas estavam atrapalhando, mas ah, era muito tarde para ligar para a polícia né?”. Falei que estavam no quarto do lado do nosso, que a gente não conseguia dormir e que eu mesma estava pensando em ligar para a polícia. Antes de irmos embora, eu dei uns gritos na porta delas, bati várias vezes na porta e na janela e deixamos uma cartinha bem simpática #sqn. Aqui se faz, aqui se paga, né mores? 🙂

Por que decidimos ir de avião para Las Vegas?

Sim, é verdade que a maioria das pessoas vai da Califórnia para Las Vegas de carro (de Los Angeles demora cerca de quatro horas e dizem que o caminho é bem tranquilo). Acontece que eu nunca dirigi nos Estados Unidos e minha amiga não se sentia à vontade para dirigir lá, então, fiquei com receio de pegar no sono ou ficar cansada e colocar a vida de todo mundo em risco – sou dramática, eu sei.

Decidimos ir de avião mesmo e pagamos menos de R$ 200 por um voo da American Airlines que saía ao meio dia. Lembram que eu falei que marquei do motorista nos pegar em Anaheim às 7h30? Ele chegou pontualmente e eu marquei com MUITA antecedência porque fiquei com medo do trânsito de Los Angeles (da outra vez que eu fui para lá, fiquei um sábado inteiro presa no trânsito e me deixou traumatizada), mas acabou que a gente chegou bem cedo.

Nos Estados Unidos, você precisa pagar se vai despachar as malas e faz o check-in sozinho, em totens próprios da American Airlines. A gente sofreu um pouco para conseguir entender como funcionava e só conseguimos pagar pelas malas com cartão de crédito. Ah, a maioria das companhias aéreas (incluindo a American) cobra U$ 25 por mala, mas algumas podem ter custo maior, então, é bom ficar de olho antes de comprar a passagem.

Bom, deu tempo suficiente para passar pelo raio-x, comprar revistas americanas de fofoca (que eu AMO) e de comer. No fim, pedimos uma porção de batata-frita por U$ 8 e uma Coca-Cola de 600 ml para dividir. Tínhamos um chocolate na bolsa, então ninguém passou fome.

O voo de Los Angeles para Las Vegas dura 40 minutos e é bem tranquilo. Já tinha viajado de American Airlines partindo daqui do Brasil e nunca gostei muito da companhia, mas os voos internos dos Estados Unidos são diferentes: os comissários são mais atenciosos e o avião é bem moderno. Imaginem só, tinham vários filmes em um voo curtinho. A única coisa é que não servem nada, só deram água por conta do calor (pelo menos foi o que avisaram).

Chegada em Las Vegas

Antes de mais nada, preciso dizer que eu fui para Las Vegas com uma impressão bem ruim. Isso porque minha mãe tinha ido duas vezes a trabalho e vivia me dizendo que a cidade era só jogo e sexo. Depois eu entendi que ela deve pensar isso porque foi para coordenar um grupo de homens – e muitos nunca tinham viajado para fora do Brasil. Imagino sua situação, mamis!

Chegar de avião é muito legal porque dá para ver a Strip (avenida mais famosa) lá do alto, especialmente se você se sentar do lado direito do avião. Pousamos e os comissários pediram para fechar as janelas e abrir todas as saídas de ar-condicionado por causa do calor. Nunca tinha visto isso na vida, então já pensei: “é, o calor realmente deve estar de matar” (um beijo, Bola de Fogo).

Pegamos um táxi e fomos para o hotel. Minha primeira experiência com táxi lá foi ruim porque eu estava sem troco, o taxista também e, no fim, ele me levou quatro dólares embora (quatro dólares podem ser pouco para ele, mas equivalem a R$ 16, né?). Entramos no hotel e ficamos impressionadas: era um mix de gente, brilho, jogos no cassino, noivas e por aí vai. Uma moça nos perguntou se estávamos chegando para nos hospedar e fomos para uma fila. Sim, TEM FILA QUILOMÉTRICA PARA FAZER O CHECK-IN.

Nosso quarto no Westgate Resort & Casino

Nesse auê todo, chega um cara bem bizarro perguntando se eu era solteira ou casada. Falei que era solteira e ele perguntou se podia pegar meu telefone. ÓBVIO que eu respondi apenas um “não” e ele respondeu: “ah tá, você tem uma bunda bem bonita”. JURO! Me senti um pedaço de carne e lembrei da minha mãe falando que Las Vegas era só jogo e sexo. Fiquei brava de verdade, mas ainda bem que passou e eu logo percebi que o cara é que era um babaca.

Bom, o hotel estava LOTADO e apesar de termos feito uma reserva que incluía um quarto com duas camas king, o cara que nos atendeu disse que não tinha quartos assim disponíveis naquele momento, mas que a gente podia tentar mais tarde. A parte boa é que a galera em Las Vegas realmente quer que você tenha a melhor estadia possível e ele ofereceu duas opções de quartos: um maior ou um com vista para a Strip, mas menor. Ficamos com a segunda e gostamos MUITO! Acabou que ele deu um baita upgrade porque ficamos na torre central, que era bem melhor que as outras.

Programação no primeiro dia

Nós tínhamos agendado para assistir ao espetáculo O do Cirque du Soleil, um dos mais famosos de lá. Acabou que demorou para conseguirmos um quarto, então, foi o tempo de tomar banho e colocar uma roupa mais arrumadinha (eu recomendo colocar uma roupa mais arrumada para os shows. Ninguém vai olhar torto se você estiver de shorts e tênis, mas a galera se arruma mesmo e nos sentimos mal quando estávamos basiquinhas).

Pedimos um Uber porque ainda não sabíamos como andaríamos na cidade, mas aqui vai outra dica: usem o monorail de Las Vegas, que passa por boa parte da Strip e ruas próximas. Aliás, fiquem em um hotel que tenha estação do monorail integrada. Nós ficamos no Westgate Resort & Casino, que tem estação do monorail, e foi nossa salvação. Você paga U$ 30 para usar o trem de forma ilimitada por três dias. Vale MUITO a pena!

Descemos no hotel Bellagio, que é onde acontece o show O, trocamos nossos ingressos e demos uma voltinha por lá. Os hotéis da Strip são enormes e você pode se perder lá dentro, então, o segredo é entrar sabendo o que você quer ver. Dentro do Bellagio, nós queríamos ver o jardim (que é MARAVILHOSO) e a maior fonte de chocolate do mundo. Ah, só para constar: o Bellagio foi o hotel que eu mais gostei em Las Vegas. É lindo e passar pelo menos uma noite nele virou meu sonho de princesa. Quem sabe um dia, né?

Status: apaixonada pelo Bellagio

Saímos de lá e fomos para o Aria, que ficou marcado na minha cabeça por ser o hotel do filme Última Viagem à Vegas, que eu adoro. Andamos um pouco no shopping Crystal, que fica dentro do Aria, mas as lojas são caríssimas, e resolvemos ir embora.

Foi aí que descobrimos que muitos quarteirões da Strip não têm faixa de pedestre, ou seja, não dá para atravessar. Ficamos uns 20 minutos andando numa microcalçada, com o vestido voando por causa do vento e os carros passando bem pertinho. Não me lembro agora como conseguimos sair, mas descobrimos que a maioria dos hotéis é interligada por passarelas. Aí vai mais uma dica: estude bem o mapa da Strip e tente achar uma saída para o hotel vizinho. Se não achar, peça ajuda para um funcionário do hotel.

Acabamos parando do lado de fora do hotel Planet Hollywood e vimos um Taco Bell. Estava perto da hora do show, então, comemos lá mesmo e dividimos uma porção de quesadillas que estava bem gostosa. Caminhamos de volta para o Bellagio e deu tempo de ver as famosas fontes que acontecem na frente do hotel. É bem legal, não precisa pagar e acontece a cada 15 minutos. Só chegar e assistir (as fontes chegam a 150 metros de altura, então tem que ver).

Na frente do Bellagio, ficam os hotéisl Paris Las Vegas e Planet Hollywood

Depois, fomos assistir ao show. Para quem não sabe, o O é o espetáculo mais diferente do Cirque du Soleil porque os números acontecem em meio a um enorme tanque de água. Tem toda uma historinha de um cara que vai parar nesse mundo das águas e é uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida. Juro, eu me arrepiei em várias partes! (Muito embora eu tenha pescado em algumas partes, não sei se pelo jeitão mais parado dos shows do Cirque du Soleil ou se pela noite mal dormida por causa das meninas que berraram)

A apresentação demorou uma hora e meia. Quando acabou, fizemos umas comprinhas na farmácia CVS que fica do outro lado da rua e decidimos voltar para o hotel porque já estava tarde e estávamos mortas de cansaço. Fomos até o hotel Flamingo, que fica ao lado, e compramos ali o tíquete ilimitado do monorail. O bom é que os trens chegam rapidinho e logo estávamos de volta no nosso quarto. Aí foi só tirar a make, colocar o pijama e cair na cama.  

 

No próximo post, conto mais sobre os hotéis de Las Vegas e um show bem safadjenho que nós assistimos.

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 5

Olá, pessoal! Como muitos de vocês já sabem, estou fazendo um diário de viagem aqui no blog contando tudo sobre a minha viagem para a Disneyland Califórnia Las Vegas. Então, se você chegou por aqui direto neste post, clique aqui e leia tudo desde a sequência. Pra quem está acompanhando tudo desde o início, chegou a hora de falar sobre o quinto dia, o nosso último dia de Disney 🙁 (mas não da viagem).

Contei antes que a nossa viagem aconteceu em julho, época de férias e calor nos Estados Unidos, então eu separei dois dias para cada parque da Califórnia, para curtir bem e não deixar de fazer algo por causa de fila. No caso da Disneyland, essa foi uma sábia decisão porque o parque é grande e tem MUITA atração, algumas delas a gente não conseguiu fazer no dia anterior. Era uma sexta-feira e o parque abria uma hora mais tarde (ainda não descobri o motivo), então a gente aproveitou para dormir um pouquinho mais e nos arrumar com calma. Mesmo assim, chegamos uns 15 minutos antes do parque abrir.

Enquanto a Tâni, minha amiga, tirava algumas fotos logo na entrada do parque, eu corri para comprar o aplicativo MaxPass para nós naquele dia. Resolvemos começar a nossa programação tirando fotos com os personagens. Eu NUNCA fiquei em fila para tirar foto com o Mickey ou com as princesas porque sou a doida dos brinquedos e acho que vou perder um tempo precioso por causa disso. Mas a gente já tinha ido nas atrações principais e iríamos ficar até tarde, então tiramos foto com a Minnie e o Pato Donald. Devo dizer que as filas não são tão grandes assim e é bem mais fácil esperar os personagens na Disney da Califórnia do que na de Orlando (eles saem por uma portinha bem no canto da Main Street, pertinho da Mad Hatter, loja de chapéus).

Tenho um fraco pela Minnie, confesso!

A gente queria mesmo era uma foto bem clássica com o Mickey e ficamos esperando ele sair. Nisso, quem sai? A Cruella!! Já fui cinco vezes para a Disney de Orlando e já tinha ido uma vez para a Disney da Califórnia antes disso e não me lembro de ter visto a Cruella. Sou completamente apaixonada pelos vilões da Disney e quando vi que ela estava vindo, soltei um: “AI MEU DEUS”. Claro que a gente correu para tirar foto com ela e foi muito legal porque ela interagiu de verdade e a gente deu muita risada.

Logo depois a gente foi tirar foto com as princesas. Não sei como é na Disney de Orlando, mas nesse dia estavam Branca de Neve, Ariel e Cinderela. Como nós já somos adultas e bem crescidas, eu achei que elas só iam tirar a foto com a gente, mas elas conversaram de verdade. A Ariel falou que não tinha orelhas da Minnie, mas que se fosse comprar uma, seria a rose gold, a que estávamos usando. A Cinderela disse que eu era muito gentil (ela usou essa palavra mesmo) em apresentar o parque para minha amiga, que estava na Disney pela primeira vez, e perguntou qual era meu brinquedo favorito do parque. Quando eu disse que era o Indiana Jones Adventure, ela falou que eu era muito corajosa. Achei fofo! Só senti falta de um fotógrafo oficial da Disney lá porque as fotos que a gente tirou com o celular ficaram estouradas.

Tudo com calma

Repetimos alguns dos brinquedos que nós mais gostamos. Além do Indiana Jones, fomos no Star Tours, na Space Mountain, no Matterhorn Bobsleds e no Piratas do Caribe. A Tâni nunca tinha andado no barco que dá a volta no lago que tem no parque (igual ao de Orlando), então nós fomos. Descobri que o passeio é bem legal porque eles colocaram alguns índios e animais de brinquedo para contar um pouco sobre a história dos Estados Unidos. A gente tinha acabado de dar a volta e fizemos o mesmo passeio na sequência, só que a bordo de um navio pirata (esse eu nunca vi em Orlando).

Não tínhamos reserva em nenhum restaurante, então saímos a caça de um lugar para comer. Estava tudo cheio, muito quente e acabamos parando no Jolly Holiday, um espaço muito fofo na Main Street que é tipo uma padaria, com lanches e doces. Pedimos um sanduíche de peru que estava maravilhoso e depois seguimos para o Jungle Cruise, um passeio na selva que eu acho sem graça, mas a Tâni não conhecia.

No outro dia que fomos para a Disneyland, não deu tempo de fazermos os brinquedos da Fantasyland. Por isso, fomos no brinquedo inspirado em Procurando Nemo (que eu também acho meio sem graça) e depois fomos para essa área do parque. Como estava escurecendo, resolvemos procurar um lugar para esperar o show Together Forever.

Dicas sobre o show Together Forever 

Eu estava muito ansiosa para esse show porque todo mundo dizia que era maravilhoso. Como comentei em posts anteriores, nós tínhamos assistido a esse show no Rivers of America, a área onde acontece o Fantasmic, outro show noturno que acontece por lá. Eu queria MUITO assistir ao Together Forever do castelo da Bela Adormecida porque é só lá que aparece a casa do filme Up – Altas Aventuras (parte mais fofa do show, preciso dizer).

Assistimos o show daqui. O castelo não é alto como o de Orlando e a estátua do Walt Disney atrapalhou um pouco, mas deu tudo certo

Bom, lembram que estávamos em altíssima temporada? Nos sentamos perto do castelo duas horas antes, até passar um funcionário do parque e falar que todo mundo iria se levantar e iria para frente para outras pessoas ficarem em um lugar bom. Virou um caos, gente! Muito aperto, gente segurando criança nos ombros, outra galera com bexiga amarrada em carrinho de bebê. Para ser bem sincera, eu não consegui ver nada. O que vi foi da tela da minha câmera, que estava ligada o tempo todo para a gravação do vlog (e eu ainda fiquei na ponta do pé).

Eu realmente não gostei disso e, se puder dar uma dica, é: NÃO fique muito perto do castelo porque é uma bagunça total. Assista onde vimos da outra vez ou na região da main street (que é onde eu quero ver agora – espero que ainda esteja passando quando eu voltar).

Vale lembrar que o Together Forever é uma projeção de filmes da Pixar, como Toy Story, Up, Wall-E, Divertida Mente, Monstros S. A., Carros e Viva – A Vida é Uma Festa. É muito lindo e tem que assistir mesmo, não dá para ir embora sem ver.

 

E por falar em ir embora, foi o que fizemos logo que acabou o show. Até porque a gente precisa deixar nossas malas arrumadinhas porque sairíamos cedo no dia seguinte para ir para LAS VEGAS. Os próximos posts serão sobre essa cidade cheia de brilho que me surpreendeu positivamente e que eu já morro de saudade!

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 4

Olá, pessoal! Como muitos de vocês já sabem, recentemente viajei para a Disneyland da Califórnia e para Las Vegas e estou fazendo um diário aqui no blog. Caso não tenha acompanhado os dias anteriores, é só clicar aqui e ler os outros posts. Agora, chegou a hora de falar sobre o nosso segundo dia no parque Disney California Adventure.

Sim, é verdade que os parques da Disney na Califórnia são bem menores do que os de Orlando. Também é verdade que dois dias (um em cada parque) são suficientes para curtir bem tudo por lá. Mas eu sou completamente apaixonada por Disney e parque de diversão e como fomos em julho, eu queria aproveitar BEM sem deixar de ir em uma atração por causa das filas. E foi realmente ótimo, então, fica a dica. Se puder (e quiser), reserve dois dias para cada parque. Vale muito a pena!

Outra coisa que eu já contei aqui que serve como vantagem na Disneyland Califórnia é o MaxPass, um serviço que permite pegar fast pass no próprio aplicativo da Disneyland e fazer algumas atrações sem fila. Custa 10 dólares por dia e por pessoa, mas todo mundo lá usa porque é muito prático e vale cada centavo. Bom, mas o que acontece quando ele não funciona? Foi exatamente o que a gente viveu nesse dia. Chegamos cedo e eu corri para comprar logo que entramos, mas a tela não rodava e quando fui pedir ajuda, descobri que todo mundo estava com esse problema. Juro, a fila da galera que queria reclamar sobre isso era maior que a fila dos brinquedos. Povo ficou bravo de verdade!

Dia problemático: foi o dia em que a gente mais sentiu o calor e as filas estavam imensas por causa do app que parou de funcionar. Ainda bem que comprei o Güido, o meu ventilador portátil

Não teve jeito e eu precisava pegar o fast pass de alguma atração do jeito antigo, ou seja, teria que ir até a atração e pegar na mão mesmo o tíquete para poder voltar depois. Eu queria MUITO voltar no brinquedo do Guardians of the Galaxy, mas como a Tâni, minha amiga, não curtiu muito, escolhi o Radiator Springs Racers (do Carros), que costuma ser o mais procurado. Como o app parou de funcionar, as filas começaram a ficar imensas e a gente foi na que estava menor, do Soarin’ (foram 30 minutos). O parque estava aberto não tinha nem meia hora e já tinha fila de duas horas. Confesso que foi um pouco tenso e estressante, mas eu ficava lá, atualizando o app para ver se ele voltava logo.

O que teve de bom nisso tudo

Sim, sempre tem um lado bom em tudo. Nesse caso, a gente conseguiu ir nos brinquedos que não tínhamos ido no dia anterior, já que eram os menos procurados. Nessa lista, entram Golden Zephyr (que nós batizamos de Foguetinho e até cantamos a música do Bola do Fogo quando estávamos lá – um dos momentos mais engraçados da viagem) e Jumpin’ Jellyfish, um elevador bobinho mais voltado para crianças.

Minha amiga não quis ir na Incredicoaster, a montanha-russa inspirada em Os Incríveis, então eu aproveitei para ir na fila de single rider (opção para quem vai sozinho nas atrações ou quem não liga de sentar em lugares separados). Demorou um pouquinho, mas acabou que durante a fila o app voltou!! Corri para pegar um MaxPass para o Toy Story Mania e virei a sensação da fila porque muitas pessoas souberam por mim que o aplicativo tinha voltado! 🙂

Encontramos o Gelado bem na frente da Incredicoaster e perguntamos se ele não podia dar um tempo no calorão rs

Depois disso, fomos almoçar. Como não tínhamos reserva e queríamos algo mais baratinho, escolhemos o Boardwalk Pizza & Pasta. Eu não conhecia, mas achei uma boa opção porque você pode escolher o que quer comer (tinha pizza, macarrão, saladinha e por aí vai). Sério, era tanto calor que eu peguei um MaxPass para o brinquedo de água Grizzly River Run só para refrescar um pouco. Demos um tempo por ali, assistimos ao show de uma banda que toca músicas dos filmes da Pixar e voltamos para o Luigi’s Rollickin’ Roadsters, nosso brinquedo favorito da viagem. É bem fofo, com carrinhos que dançam ao som de músicas italianas (fomos três vezes, vocês imaginam nossa empolgação né).

Para ficar um pouco mais fresco, assistimos ao show do Frozen, que é uma mega produção, e depois passeamos pelas lojinhas. Nós já sabíamos que não ficaríamos até o parque fechar, então, fomos embora e aproveitamos para fazer algumas comprinhas em Downtown Disney e comer um corn dog (tínhamos muita curiosidade sobre o tal do corn dog e, no fim, achamos mais ou menos. Pelo menos foi barato).

E foi isso. Fomos embora  e aproveitamos para dar uma geral nas malas já que o dia seguinte seria mais corrido e depois iríamos cedo para Las Vegas.

 

No próximo post, conto como foi nosso último dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 3

Olá, pessoal! Se você chegou neste post por acaso, convido a conferir aqui os outros posts em que eu conto mais sobre a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e para Las Vegas. Para quem está acompanhando todos os posts, chegou a hora de falar sobre o dia 3, em que nós finalmente fomos para a Disneyland de fato. Gosto sempre de lembrar que a Disneyland da Califórnia é a primeira Disney de todas e foi construída e inaugurada quando Walt Disney ainda era vivo. Por isso, eu acho que o parque carrega muita magia.

Fomos em julho (época de férias no mundo inteiro e muito calor), então nos organizamos para chegar antes do parque abrir. Durante a semana, os parques do complexo Disneyland da Califórnia abrem às 8h e nós chegamos uns 15 minutos antes disso. Ficamos um tempinho na fila e logo depois entramos. Corri para comprar o MaxPass (lembram que eu falei que tem que comprar todo dia, né?) e já reservar uma atração. Se não me engano, a primeira que eu peguei nesse dia foi a Space Mountain.

Eu já tinha ido antes para a Disneyland e queria MUITO ter ido no Matterhorn Bobsleds, uma montanha-russa que simula uma descida de bobsled (aquele carrinho que desce em uma espécie de escorregador de gelo). Na época, a atração estava em reforma e eu quase chorei para abrirem para mim. Mas não, ela voltou a funcionar no dia seguinte, quando eu já estava em outra cidade. Então, claro que o primeiro brinquedo que a gente foi desta vez foi esse. Teve um pequeno momento de nervoso, em que a atração ficou parada, mas logo fomos e eu achei uma delícia, apesar dos trancos.

Na Disneyland, o castelo é da Aurora (Bela Adormecida) e não da Cinderela

Disneyland da Califórnia conta com as seguintes lands (áreas temáticas):

  • Main Street: rua principal do parque, com algumas lojinhas e onde também acontece o show noturno Together Forever;
  • Adventureland: mesmo esquema de Orlando, uma área mais ligada à selva, que abriga atrações como Jungle Cruise Indiana Jones Adventure (a melhor do parque, na minha opinião);
  • New Orleans Square: é como se fosse a Liberty Square do parque de Orlando, mas inspirada na arquitetura de New Orleans. É lá que ficam as atrações Haunted Mansion e Piratas do Caribe;
  • Frontierland: uma land com uma pegada mais country, que também tem em Orlando. Aqui, fica a montanha-russa Big Thunder Mountain (estava em reforma quando fomos);
  • Critter Country: área originalmente inspirada em uma vila indígena que passou a abrigar a atração Splash Mountain (AMO, apesar de ter saído ensopada desta última vez);
  • Fantasyland: área dos pequenos, com muitos brinquedos que contam a história dos desenhos mais famosos, como Alice in Wonderland Peter Pan’s Flight;
  • Tomorrowland: a área do futuro é praticamente idêntica à de Orlando, com exceção para a atração de Procurando Nemo, que acontece dentro de um submarino;
  • Mickey’s Toon Town: uma área bem infantil, com as casas do Mickey e da Minnie, o barco do Pato Donald, uma montanha-russa do Pateta e uns brinquedões do Tico e Teco (existia antigamente em Orlando).

Como vocês podem ver, são mais lands do que o Magic Kingdom de Orlando, por isso, minha dica é sempre dividir o parque em áreas para aproveitar o máximo possível.

Como dividimos nosso dia?

Depois de irmos no Matterhorn Bobsleds, seguimos para a Tomorrowland e lá fizemos Space Mountain (muuuuito melhor que a de Orlando), a atração do Buzz Lightyear e o simulador de Star Wars. De lá, fomos para a Adventureland e fizemos tudo na sequência: Indiana Jones Adventure (com MaxPass), Haunted MansionPiratas do Caribe (com MaxPass) e Splash Mountain. Não sei bem o que aconteceu, mas nessa manhã o parque estava muito vazio e nós pegamos filas de 5 ou 10 minutos. Juro!

Eu reservei aqui do Brasil mesmo um almoço nesse dia no Café Orleans. Como o próprio nome diz, as comidas são típicas de New Orleans e pode não agradar todo mundo, mas eu dei uma olhada antes no cardápio e já sabia que eu ia pedir o sanduíche de queijos estilo Monte Cristo, que vem em um pão que lembra um beignet, um doce bem típico da cidade (e maravilhoso, por sinal).

Outra grande vantagem de comprar o MaxPass é poder ter as fotos tiradas pelos fotógrafos oficiais da Disney. Nessa aqui, tentamos (sem sorte) tirar a famosa espada do Rei Arthur

Depois do almoço, fizemos o brinquedo do Ursinho Pooh, voltamos para o Indiana Jones (mais uma vez, com MaxPass) e estávamos dando um tempo em frente ao castelo quando começou a parada Pixar Play. Assistimos, é claro, e amamos porque é só com os personagens da Pixar. Tem até a Ross de Monstros S.A. e todos os personagens de Up, Altas Aventuras.

Quando a parada acabou, fomos para o It’s a Small World. Preciso fazer um parênteses aqui porque não tem nem comparação desse brinquedo com o de Orlando. Sério, a atração na Disneyland ocupa um espaço enorme e tem uma construção linda de verdade (em Orlando é praticamente uma portinha. Fora que lá na Califórnia eles colocam bonequinhos dos personagens de acordo com o país, é muito lindo (não me lembro de ter isso em Orlando, pelo menos não tinha na última vez em que fui para lá).

Depois disso, seguimos para Mickey’s Toon Town e demos uma voltinha, mas encontramos um lugar estratégico para sentar, tirar o tênis e fazer uma massagem nos pés (eles sofrem, né). Estava quente, o parque tinha lotado de repente e nós resolvemos pegar o trem estilo Maria Fumaça que dá volta no parque. Era puramente para descansar, então, demos uma volta completa e mais meia volta para descermos perto de onde jantaríamos.

Eu também fiz uma reserva para o jantar desse dia, daqui do Brasil. Escolhi o combo mais barato que dava direito a um lugar separado do show Fantasmic. Fomos em um restaurante chamado Hungry Bear, que fica ao lado do Splash Mountain, e tinham algumas opções próprias para esse combo, mas podíamos escolher outra coisa do cardápio normal, então pegamos um cheeseburger mesmo, com batata e um refri bem gostosinho de uma marca chamada Blue Sky (pedi o cream soda e amei, parecia um sorvete de creme geladinho, uma delícia mesmo). Terminamos, seguimos para a área reservada e tivemos uma visão bem legal do show, que é um pouco mais sombrio do que o de Orlando.

Dicas sobre os shows Fantasmic e Together Forever 

Como falei antes, nós pegamos um combo para jantar e poder ver o show Fantasmic em um lugar reservado. Se você gosta desse tipo de show e pretende assistir, eu acho fundamental fazer essa opção de jantar combinado. No site da Disneyland, você encontra todas as opções disponíveis. Eu peguei a mais barata, que dá direito a uma refeição para viagem e um tíquete para ficar nessa área bem na frente. Sei que existem também algumas mais refinadas, em que você assiste sentadinho em uma mesa, mas o valor é bem mais caro.

Não tenho maturidade quando vejo um personagem da Disney e corro mesmo pra tirar foto

Ao contrário do que acontece em Orlando, o Fantasmic é apresentado no meio do parque, em uma área chamada Rivers of America. Como não é uma arena ou algo semelhante, a galera assiste sentada no chão mesmo e quem fica lá para atrás pode não ter uma visão muito boa, por isso eu super recomendo essa opção do jantar combinado. Ah, dica importante: no dia em que nós fomos, tiveram duas apresentações do show. Eu optei pela segunda apresentação do dia, mas no tíquete que me entregaram estava marcado que seria para a primeira apresentação, então, fique de olho nisso, ok?

Além do Fantasmic, a Disneyland também apresenta o show Together Forever, com projeção dos personagens dos filmes da Pixar e fogos. Essa projeção acontece em vários lugares, inclusive no castelo da Aurora. Acompanho muito o blog Disneyland Daily e lá falava que era impossível sair do Fantasmic e assistir ao Together Forever na sequência. Como eu já sabia disso, falei para a Tâni para ficarmos por ali mesmo e a própria equipe do parque avisa para ninguém sair do lugar (para evitar tumulto mesmo).

Eu achava que a gente apenas veria os fogos do castelo de longe, mas eles projetam as mesmas imagens do castelo no Rivers of America, então acabou que foi ótimo ver a projeção de perto, sem praticamente ninguém na frente (mais uma vantagem do jantar combinado). Vou falar mais sobre o Together Forever no post do dia 5, mas realmente foi uma grande surpresa e ajudou muito poder ver tudo nesse local do parque.

 

Depois disso, ainda tentamos comer uma porção de beignet, mas realmente fica uma confusão de gente indo e vindo e já estava tarde, então chamamos um Uber e voltamos para o hotel (pagávamos cerca de 5 dólares pelo trajeto entre o parque e o hotel e vice-versa, valeu muito a pena).

No próximo post, conto o que acontece quando dá pau no aplicativo da Disneyland.

Um beijo e até lá! 

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 2

Olá, pessoal! Quem me acompanha aqui no blog já sabe que eu decidi fazer um diário contando como foi a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e Las Vegas. Se você chegou aqui direto por este post, clica aqui para conferir os outros posts. Bom, como nós chegamos na Califórnia em uma segunda-feira à tarde, deixamos para ir no parque na terça-feira, assim poderíamos aproveitar melhor.

Caso você não saiba, a Califórnia tem dois parques da Disney: a Disneyland, o primeiro parque da Disney (sim, aquele original que foi idealizado pelo Walt Disney quando ele ainda era vivo) e o Disney California Adventure, conhecido por ter a roda-gigante do Mickey. Os dois parques ficam em Anaheim (a cerca de 40 minutos de carro de Los Angeles) e estão frente a frente, no mesmo espaço. Ou seja, você não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando.

Olha a coincidência: estávamos na Disney no dia do aniversário de 63 anos da inauguração do parque

Nós fomos em julho, então, já sabíamos que enfrentaríamos dois grandes obstáculos: calor e filas gigantes. Em relação ao calor, não tinha muito o que fazer. Mas, para driblar as filas gigantes, eu entrei no site da Disneyland e olhei quando tem Magic Hour em cada parque. O que é isso, Camilla? Magic Hour é um benefício exclusivo para hóspedes dos hotéis da Disney, que podem entrar no parque uma hora mais cedo. Nesses dias, os parques costumam ficar ainda mais cheios.

No nosso primeiro dia de parque, a Disneyland teria Magic Hour, por isso, optamos por começar de fato a nossa viagem no Disney California Adventure.

Antes de continuar, aproveita e vem conferir aqui todos os vlogs da viagem que estão rolando lá no canal! 

Como é o Disney California Adventure?

O parque Disney California Adventure foi inaugurado em fevereiro de 2001 e, no início, não foi bem aceito por não ter tantos brinquedos para crianças. Aos poucos, foi mudando, mas ainda assim eu acho que é um parque bem diferentão da Disney e mais indicado para adolescentes e adultos. A área infantil, inspirada no filme Vida de Inseto, vai deixar de existir para dar lugar a um espaço temático da Marvel, então, acho mesmo que as crianças podem torcer a cara para este parque. Mas eu AMO e é o meu parque favorito de todos! 🙂

A Disneyland da Califórnia conta com um recurso muito legal que se chama MaxPass. Trata-se de um sistema dentro do aplicativo da Disneyland que permite agendar FastPass para os brinquedos. Ou seja, você pode pegar um “passe” para entrar nas atrações mais concorridas sem fila, em um determinado horário. Você pode fazer isso indo diretamente em cada atração, mas a vantagem do MaxPass é fazer no próprio aplicativo, sem perder tempo. Tem um custo de 10 dólares por pessoa e por dia, mas dá direito a TODAS as fotos feitas por fotógrafos oficiais da Disney e eu juro que VALE CADA CENTAVO, especialmente para quem vai em alta temporada.

A primeira coisa que eu fiz foi comprar o MaxPass e de cara peguei um FastPass para o Soarin’, uma atração que simula um voo de asa delta que também tem em Orlando. Fomos no brinquedo do Monstros S.A. (bobinho, mas bonitinho), seguimos para o Guardiões da Galáxia, que ocupa o prédio que antes era a Torre do Terror e eu achei que ficou BEM MELHOR. Ainda é o lance do elevador que despenca, mas eu AMEI!

Que Castelo da Cinderela, que nada! Minha vista favorita da Disney é esta aqui!

Recentemente, o Disney California Adventure reformou a área em que fica a roda-gigante do Mickey, que antigamente se chamava Paradise Pier e que agora recebeu o nome de Pixar Pier. O espaço agora é totalmente dedicado aos filmes da Pixar e eu achei que ficou tudo muito fofo, com direito a barraquinhas de comidas temáticas de acordo com os personagens, como as bebidas geladas do Homem das Neves e os churros do Buzz Lightyear.

A clássica montanha-russa de looping agora virou a Incredicoaster, inspirada em Os Incríveis e eu gostei muito. Ainda estão em construção o carrossel da Jessie de Toy Story e uma atração de Divertida Mente, mas lá também fica o Toy Story Mania, que é bem parecido com o que também tem em Orlando.

Ah, importante destacar que o Disneyland California Adventure tem uma área inspirada no filme Carros e uma atração chamada Radiator Springs Racers, que simula uma corrida de carros e é simplesmente IMPERDÍVEL!

Novidades para mim

Eu já tinha ido antes para a Disneyland da Califórnia, mas da outra vez estava frio e chovendo, então, não consegui ir em um brinquedo de água chamado Grizzly River Run. Óbvio que eu fui desta vez (calor de mais de 30 graus, né mores) e eu simplesmente AMEI. Demos risada porque ele tem uma mega descida em que o bote gira (e eu tomei um susto porque não sabia), mas é muito refrescante no verão. Vai por mim, é tão quente que você seca em cinco minutos.

À noite, o parque recebe uma parada noturna chamada Paint the Night. Fizemos um combo em que você almoça no restaurante Wine Country Trattoria e recebe um voucher que dá direito a assistir à parada em um lugar reservado. Como nós pegamos o combo mais barato de todos, sentamos no chão mesmo, mas existem alguns combos bem vip mesmo, só que é muito mais caro. O bom é que nós comemos muito bem e não tínhamos ninguém na nossa frente.

O brinquedo do Carros só tem na Disney da Califórnia e é um dos melhores de todos

Eu AMEI AMEI AMEI essa parada, primeiro porque a música que toca é uma versão diferente da música do filme Detona Ralph, do Owl City, que eu amo. É muito legal porque ela é toda com luzes, então as crianças piram e quem tem coração mole, como eu, se emociona (sério, chorei muito rsrs).

Lado ruim: quando a parada acaba, o parque meio que fecha também. Rodamos para procurar um lugar para jantar, mas já estava tudo fechado e nós acabamos a noite com um pacote de mini hot dogs. Voltamos a pé para o hotel, mas estávamos tão cansadas que decidimos ir e voltar de Uber nos dias seguintes.

 

E foi isso. No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!