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Achadinho: Amaro Fashion

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O post da minha experiência na Copa do Mundo fez tanto sucesso que eu resolvi compartilhar mais um relato. Já faz um certo tempo que eu estou viciada em coletes (mais alguém reparou que o danado aparece como destaque em várias produções de inverno?). Tenho um de couro e um jeans, mas queria comprar um mais quentinho. Depois de procurar em várias lojas do shopping, parti para uma busca na internet. E foi assim, do nada, que eu entrei no site da Amaro.

De início, o que chamou minha atenção foram os preços. Como estamos em época de liquidação, algumas peças estão bem acessíveis, caso desse top bordado. Mas, além desse fator extremamente positivo, eu amei a proposta das roupas. A grande maioria tem uma mistura boho e folk, que estão em alta e devem repetir o sucesso na próxima temporada. Já estava com aquela vontade de comprar tudo quando eu encontrei um colete bem fofo e quentinho, exatamente como eu queria.

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Já estava decidida a comprar quando tive mais surpresas boas no caminho. Na primeira compra, a cliente ganha R$30 de desconto em valores acima de R$150. Foi ótimo porque eu aproveitei para acrescentar um turbante de oncinha (que também estava na minha wishlist há séculos) no carrinho e ter direito ao benefício. Outra promoção é que você pode indicar três amigas e ganhar descontos se ela comprarem alguma coisa – aliás, alguém aí quer minha indicação?

Aí entra o que mais gostei: a entrega é feita em apenas um dia útil (isso mesmo, UM dia!) com um serviço chamado Total Express e sem custo adicional (pelo menos no meu caso). E realmente funciona! Eu fiz a compra na noite do último sábado (dia 12) e a encomenda chegou ontem. Como se já não bastasse tudo isso, o pacote chegou em um embrulho lindo. Deu para perceber que tudo é feito com muito carinho.

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Olha eu aí toda feliz com o meu coletinho. Nos detalhes, o turbante de oncinha e o embrulho fofíssimo do pacote

Além de blusas, camisas, casacos, calças e shorts, a loja também oferece bolsas e outros acessórios, como chapéus, cintos e tiaras. Eu gostei muito e com certeza vou fazer mais compras assim que terminar de pagar essa. Espero que aprovem também!

 

Crédito das imagens: Amaro e arquivo pessoal

Prepare-se: Yummi Colors na primavera 2014

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Sim, estamos em julho, auge do inverno e época de usar roupas quentinhas para espantar o frio. Mas é exatamente nesse período que as lojas se dividem entre as liquidações e as prévias das próximas coleções. Atualmente, o que mais chama atenção nas prateleiras e araras é a mistura de cores alegres e vibrantes. Não é para menos! Na próxima estação, a tendência será pegar carona no color block e nas candy colors, hits dos últimos verões, e apostar em um novo nome: Yummi Colors.

Na prática, a ideia é a mesma: mesclar peças de roupas coloridas e clarinhas, próximas a um tom pastel. Mas aí entra a novidade: nesta temporada, as cores são mais cítricas e um pouco mais fortes do que as candies e receberam esse novo nome por se aproximarem dos tons de doces e guloseimas. A paleta não muda muito: tem rosa, azul, amarelo, laranja, verde…

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Lupita Nyong’o, Riri, Emma Stone e Helena Bordon são algumas das adeptas do estilo (Crédito das imagens: Got Celeb, M de Mulher e blog Cena Fashion)

Assim como nos outros anos, o movimento não fica restrito ao vestuário e invade bolsas, sapatos e outros acessórios. Na hora de usar, é bom tomar cuidado. A proposta de misturar as cores pode deixar o visual pesado e passar uma imagem errada. O primeiro passo é escolher peças que combinem com o seu tipo de corpo. Ou seja, quem tem muito quadril deve dar preferência a cores mais suaves e deixar as mais fortes para a parte de cima.

Para as mais ousadas, a dica é investir em uma produção monocromática. Fica tão lindo quanto, espia só:

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Nos últimos desfiles, a tendência foi explorada ao máximo (Crédito das imagens: blogs Cena Fashion e Maison A)

Gostou da ideia? Então corre que já dá para garantir as primeiras peças, principalmente em lojas de fast fashion.

Por que vale a pena assistir a um jogo de Copa do Mundo?

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Quando eu criei este blog, há exatos três meses, prometi para mim mesma que não seria um diário. Só que diante de um evento tão grande como a Copa do Mundo, resolvi abrir uma exceção e fazer um relato da minha incrível experiência realizada ontem. Não sei bem o motivo, mas gosto (muito) de futebol desde criança. Brinco que pareço homem quando assisto a um jogo do meu time. Xingo, fico nervosa, brigo com os amigos e sei o que é um impedimento – cheguei até a explicar essa regra para um conhecido. Fui milhões de vezes ao estádio e já saí de lá feliz por ter vencido e triste por ter perdido.

Talvez seja por esse histórico de torcedora fanática que até hoje não entendo como demorei tanto para querer ver um jogo da Copa do Mundo aqui, no meu país. Infelizmente, fiz parte daquele time que achava que as coisas não dariam certo, que os estádios iriam desabar, que os black blocs matariam todo mundo que saísse de casa para ver uma partida. Enfim… o tempo passou, o mundial começou, tudo deu certo e eu percebi que ainda dava tempo de fazer parte da festa.

Aí entrei em outro time, formado por aqueles que acordavam às 4:30 da manhã na esperança de encontrar um ingresso no site da Fifa. E se o maldito do ingresso já é caro, imagina somar com o valor das passagens e da hospedagem. Ou seja, só me restou procurar um jogo na minha cidade e em um feriado ou final de semana. Só sobrou a semifinal do dia 9 de julho, uma das partidas mais desejadas. Ao todo, foram dez noites mal dormidas e nenhuma chance concreta de conseguir. Pensei em desistir várias vezes, mas queria tentar até o último minuto.

Um dia antes do jogo, horas antes de o Brasil ser eliminado da competição da forma mais humilhante possível, recebi a notícia que eu tanto esperava: sim, eu ia ver a partida. E, ao contrário do que eu imaginava, não seria na arquibancada. Seria no camarote, em uma área chamada Hospitality. Melhor, impossível!

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Meu coração começou a acelerar no segundo em que eu me aproximei da estação da Luz, de onde sai o Expresso da Copa (trem que vai direto ao estádio). O clima era muito gostoso, apesar da provocação insuportável dos argentinos. Comecei a reconhecer aqueles torcedores bizarros que se fantasiam e você acha que só existem na televisão. Tinha gente com alegoria de penas, gente vestida de tigre e zebra e, claro, muito batuque e vários idiomas ao mesmo tempo. Exatamente como eu achava que era!

O momento mais marcante foi quando o trem passou pela Arena São Paulo e todo mundo começou a aplaudir. Juro, é impossível não se emocionar! E aí você percebe que vale tudo, cada noite mal dormida, cada frustração, cada choro e cada grito de torcida. E, para completar, a partida foi exatamente do jeito que eu queria, com prorrogação e pênalti. Tudo para aproveitar esse momento pelo maior tempo possível.

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Pontos a favor: 

– Se você ainda pretende ver a final ou a disputa do terceiro lugar e tem condições para comprar o hospitality, faça isso! Além de ter um espaço reservado e coberto, você ganha comida e bebida a vontade e – o melhor de tudo – um banheiro bem bonitinho para chamar de seu (a fila do banheiro da arquibancada era quilométrica). Sem contar que você volta para casa com uma miniatura da taça da Copa de brinde.

– Tudo é muito organizado. Os voluntários são super simpáticos e extremamente educados. Além disso, há placas e sinalizações por todas as partes.

– Não vi nenhuma briga ou roubo. Fui de laranja para torcer pela Holanda e morri de medo de apanhar dos argentinos, mas voltei viva e com todos os documentos na bolsa.

Pontos negativos:

– É muita gente. Sério! E a saída do metrô prova isso. Uma verdadeira muvuca querendo ir para todos os lados que faz com você ande a cinco por hora. Aqui não tem jeito: tem que ter paciência.

– O trem da volta demora (e muito!). O da ida é bem rapidinho e faz o trajeto em vinte minutos, mas o da volta vai devagar e ainda para em algumas estações antes de chegar na Luz. Junte a isso o cansaço e o sono. Parafraseando a música do créu, tem que ter muita disposição e saber que você vai voltar para casa sentindo dor no corpo todo.

– Cuidado com a torcida adversária. No meu caso não era adversária, mas fui obrigada a aguentar a provocação dos queridos hermanos. Dá muita vontade de responder, mas não vale a pena. O legal mesmo é voltar para casa com uma história muito bacana na memória.

– Sim, as coisas são caras. A água é 6 reais e o refri, 8. Mas gente, o copo da Coca é tãããão lindo que o jeito é levar uma boa quantia no bolso e entrar no clima.

 

De resto, quero muito agradecer a minha mãe por ter conseguido o ingresso e compartilhado esse momento tão incrível comigo. Meu conselho para quem está pensando em ir: vá porque você não vai se arrepender!

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Alerta de tendência: Brinco Leque Tassel

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Eu já tinha dito aqui que os maxibrincos (aqueles beeeem grandões) estão em alta. Acontece que um formato de brinco em especial tem atraído a nossa atenção. Trata-se do modelo em leque com aplicações de tessel. Ficou confusa? Não se preocupe, vamos explicar tudo a seguir!

Você provavelmente tem uma amiga ou já viu alguém com um brinco grande com base metálica e uma espécie de cordinha colorida que dá um acabamento parecido com o que vemos em detalhes de sapatos e bolsas, certo? Esse é o brinco do momento! Ele recebe esse nome por conta do formato, que lembra aquele leque antigo e elegante da vovó, e do tassel, que nada mais é do que esse tecido que parece uma cortina.

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Pois bem, o acessório da vez caiu no gosto popular porque pode ser feito em diversos acabamentos. Isso mesmo! A estrutura metálica pode ter acabamento prata, dourada, cobre ou fosca e há uma infinidade de cores de tassel, desde pink, vermelho, preto e branco até mais ousadas, como verde, amarelo e azul (Pensou no mesmo que eu? Sim, tons do Brasil! Daí a presença quase obrigatória em looks para assistir aos jogos da nossa seleção).

Como o brinco é grande e chamativo, fica melhor em mulheres altas com pescoço comprido. Mas nada impede que as baixinhas também fiquem na moda. A dica é deixar o colo à mostra e usar uma blusa ou casaco de cor clara para deixar a produção mais leve e dar destaque para as orelhas.

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Anote aí mais um segredo: o brinco leque tassel fica melhor se usado em eventos noturnos – jantares, festas, cinema e até casamento. Nada de levá-lo ao trabalho, combinado?

Os cinco figurinos mais marcantes do cinema

Eba, chegou o final de semana!  Mesmo em época de Copa do Mundo, vale a pena aproveitar o tempo livre para ver um filme. Se já está pensando em pensando em pegar o carro e enfrentar o auê para achar uma vaga no estacionamento do shopping, pode começar a se acalmar! Isso mesmo! A ideia é escolher um clássico (sim, aquele que você já viu um milhão de vezes) e assistir novamente, mas prestando atenção no figurino. Afinal, as peças usadas podem dizer muito sobre os longas. Quer ver só?

Grease

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Tem estilo mais fofo e bacana do que o dos anos 1960? Calças cigarrette, saias rodadas e de cintura alta, jaquetas colegiais, calças de couro… Pois é, dá para perceber a importância dessa década, já que nós usamos muitas das peças até hoje. E o figurino do filme, assinado por Albert Wolsky, é responsável por facilitar a compreensão do enredo. Isso porque a história se passa em uma escola, onde existe a turma de roqueiros e rebeldes que abusam do preto e das roupas coladas, e das mocinhas, que preferem cores delicadas em tons pastel. Essa diferença também é notável no casal principal, já que a protagonista é toda certinha, enquanto o galã segue uma linha mais ousada. Vamos combinar que essa é uma dupla mais queridas da telona, não é?

Titanic

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Ok, o filme pode não ser grande coisa, mas fez muito sucesso, vai? E, por mais que a Rose tenha sido egoísta por não dividir a maldita da porta com o Jack, ela tinha um closet invejável. É praticamente impossível escolher qual vestido é mais bonito – até aquele mais simples que ela usa na hora do naufrágio é bonito. Mas o mais famoso é o da cena do jantar de gala. Criação da figurinista Deborah L. Scott, a peça é bordô com camadas de chiffon bordado. É justamente nesse momento do filme que nós percebemos um dado histórico muito importante: a diferença entre as classes sociais. Enquanto a riqueza usava tecidos finos e ocupava a primeira classe do navio, os mais humildes tinham poucas peças de roupa e ficavam na parte mais zoneada (que, por sinal, é a mais legal!)

Cisne Negro

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Eu, particularmente, gosto muito desses filmes sombrios que mexem com o psicológico. Mas entendo que muita gente pode não entendido a pegada desse longa. Seja qual for a sua opinião, o importante é a transformação da protagonista (aliás, Natalie querida, você arrasou na atuação) e isso fica muito claro na última parte do filme. No início, Nina é uma jovem bailarina infantilizada pela mãe que sofre ao ganhar o papel principal do próximo baile da companhia em que trabalha. O problema é que, para se tornar o verdadeiro cisne negro, ela precisa ter mais poder, maturidade e sensualidade. Durante a apresentação, podemos perceber claramente a superação. Ela deixa a fantasia branca e delicada para aparecer com uma roupa preta linda e chique feita por Amy Westcott e que ficou ainda mais ousada com aquela maquiagem um pouco tenebrosa. O filme já tem três anos, mas ainda tem gente que escolhe essa produção para festas a fantasia. Superaprovado!

Noivo neurótico, noiva nervosa

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Você certamente já leu por aí que o estilo boyfriend está em alta. Se a ideia lhe agrada, mas você não tem em quem se inspirar, vale muito a pena conferir o guarda-roupa de Annie Hall, interpretada por Diane Keaton. Na época em que o filme foi feito, no final dos anos 1970, as mulheres não sabiam muito bem como mesclar peças masculinas com femininas. Até que vem a figurinista Ruth Morley para provar que nós podemos ficar lindas com coletes, calças mais largas e blazers sem cintura marcada. Tanto é que a própria Diane é adepta desse estilo até hoje. O longa é bem legal e fala dos dilemas de um relacionamento, que continuam os mesmos. Caiu tanto nas graças do público que venceu o Oscar de melhor filme em 1978.

O Mágico de Oz

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Quem nunca se apaixonou pelo vestido azul e branco da Dorothy e os famosos sapatinhos vermelhos? Pois é, o figurinista Adrian Greenburg  foi responsável por criar essa produção clássica que foi leiloada recentemente. Mas, além da mocinha, nós também somos surpreendidas pelo visual rosa bolo de Glinda, a bruxa boa. Sem falar nos queridos homem de lata, leão e espantalho – todos possuem roupas ricas em detalhes. A proposta era justamente essa. O filme, lançado em 1939, foi um dos primeiros a serem produzidos em cores e elas só aparecem quando embarcamos nesse mundo de fantasia (antes disso, Dorothy é mostrada em preto e branco na fazenda em que vive). Por isso, a ideia é impactar e abusar de tons quentes e alegres – vide a famosa estrada de tijolinhos amarelos. E aí, ficou com vontade rever? Eu também!