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10 dicas para cuidar dos cabelos no inverno

Muita gente acha que o verão é o pior inimigo dos cabelos. De fato, a combinação vento + sol + calor + piscina + praia não faz nada bem e pode estragar os fios. Mas os cuidados não devem parar assim que as temperaturas caem. Muito pelo contrário, devem ser intensificados. Como o inverno é uma época seca e com vento frio, o ressecamento é quase inevitável. Quase, porque basta seguir alguns cuidados para exibir os cabelos bem tratados nos próximos meses. Ficou curiosa? Explico agora:

Banho? Só se for com água morna

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Eu sei que a gente morre de vontade de tomar um banho bem quentinho nesta época do ano, principalmente quando o frio é intenso. Ok, é gostoso. Mas esse simples hábito pode trazer sérias consequências. Quanto mais quente for a temperatura da água, maiores serão as chances de abrir as cutículas dos fios e deixá-las expostas a danos. Por isso, mantenha a temperatura morna e tome um banho rápido – afinal, é importante lembrar que muitos estados brasileiros estão passando por uma crise hídrica bem severa.

Lave os cabelos em dias alternados

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Quem tem cabelos oleosos costuma lavá-los todos os dias. Se esse é o seu caso, é melhor parar. Acontece que lavagens excessivas possuem efeito contrário daquele que imaginamos e estimulam a produção de oleosidade. Molhar os fios sem moderação também pode favorecer o surgimento de alguns problemas capilares, como caspa e dermatite seborreica (eca!). O mais recomendado é lavar dia sim, dia não e evitar passar as mãos pelos fios para fazer com que fiquem bonitos por mais tempo.

Evite o uso de chapéus e de gorros

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Gosto muito de chapéus, gorros e outros acessórios de inverno para proteger a cabeça. Algumas mulheres ficam tão estilosas com eles que dá vontade de copiar. Sabemos que eles deixam os looks mais bonitos e que são essenciais em dias de muito frio, mas tem um perigo: o fato de abafar os cabelos faz com que aumentem a oleosidade. E tem mais, viu? Esse “ambiente fechado” é o cenário perfeito para o aparecimento de fungos e bactérias. Nojinho, né? Melhor pensar duas vezes antes de usar seu gorro.

Dormir com cabelos molhados? Jamais

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Não sei vocês, mas eu morro de preguiça de secar meus fios. Chego em casa e tenho tanta coisa para fazer que acabo deixando o banho em último lugar e aí dou aquela desanimada na hora de encarar o secador. Conclusão: acabo dormindo com eles molhados. Está mais do que na hora de mudar esse hábito. Motivos? Além de permanecerem úmidos, ficam mais quebradiços e também favorecem a presença de fungos e bactérias, além de contribuírem para quedas espontâneas. Estou convencida a dominar minha preguiça. E vocês?

Protetor térmico é essencial

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De nada adianta vencer o cansaço e dormir com os cabelos secos se o procedimento for feito de forma errada, ou seja, sem a devida proteção. Todas nós sabemos que o calor irradiado pelo secador, assim como a força que a gente faz com a escova, são fatores que contribuem para o ressecamento dos fios. A solução? Passar um protetor térmico antes. Ele forma uma camada protetora que ajuda a manter a região longe de danos (dúvidas na hora de escolher a escova ideal para os seus cabelos? Clique aqui).

Use produtos adequados para a estação

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Dez entre dez especialistas concordam que um dos principais erros cometidos por mulheres na hora de cuidar dos cabelos é escolher produtos errados. Acontece que cada estação tem suas particularidades e os fios precisam de cuidados específicos em cada época do ano. No inverno, o principal ponto de atenção é evitar o ressecamento. Dê preferência a rótulos que prometem hidratar intensamente a região para que os cabelos fiquem brilhantes e sedosos. Ficou na dúvida? Converse com seu cabeleireiro para que ele possa te ajudar a encontrar as melhores opções.

Cremes de tratamento em destaque

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É do tipo que não dispensa o bom e velho condicionador? Que tal trocá-lo pelos cremes de tratamento? Pode parecer algo sem importância, mas as máscaras possuem mais componentes e apresentam fórmulas mais fortes que resultam em uma hidratação mais potente. Com tantas opções disponíveis, a regra é escolher a que combina com o seu tipo de cabelo: colorido, com química, loiro, castanho, cacheado e por aí vai. Eu costumo usar as que prometem efeito de cauterização ou as que são ricas em queratina.

Adeus, frizz!

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Sabe aqueles fiozinhos que insistem em ficar arrepiados? Eles podem aparecer por conta de fatores como vento, tempo seco ou após a realização de atividades físicas. As temidas pontas duplas também podem provocar o aparecimento do frizz. Aqui nós temos duas opções: marcar um horário no salão, renovar o visual e assumir um corte novo ou andar para cima e para baixo com um silicone ou reparador de pontas. Seja qual for a escolha, é importante lembrar de que o certo é cortar os fios a cada três meses para que cresça de forma saudável.

Água? Sim, por favor!

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Qualquer pessoa entende a importância que a água tem para a nossa vida. É ela que nos mantém hidratadas, que trabalha no funcionamento do organismo, que nos ajuda a manter o corpo em forma. Nada mais natural do que recomendar o consumo do líquido para melhorar a saúde dos fios. Além de tirar o aspecto seco e ressecado, ajuda a deixá-los mais leves, brilhantes e macios. Normalmente, especialistas apontam para a ingestão de dois litros de água por dia, mas esse número varia de pessoa para pessoa.

Cuidado com os excessos

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Mulheres mais vaidosas já sabem como cuidar dos cabelos no inverno, mas podem se esquecer de um detalhe: os excessos fazem mal. É simples: doses em grande quantidade de shampoo provocam efeito contrário e deixam os fios mais ressecados. O certo é aplicar uma dose semelhante a uma moeda de 50 centavos em cabelos longos e de 10 em cabelos curtos. Se achar pouco, pode acrescentar. Mas lembre-se: quanto maior for a quantidade, maiores serão os danos. O jeito é maneirar e controlar, inclusive, o desperdício de shampoos.

Pronta para arrasar no inverno? Com essas dicas, seu cabelo ficará mais saudável por muito mais tempo.

Top 5: Filmes para comemorar a chegada do inverno

November 1st, 2013 @ 20:49:50

O inverno começou oficialmente no último domingo e o frio chegou com tudo (pelo menos aqui em São Paulo). Sou suspeitíssima para falar sobre frio porque eu adoro o clima desta época do ano. Tanto que fiz um post especial sobre o lado bom do inverno.

Em uma coisa temos que concordar: não tem época mais gostosa para ver filmes do que agora. O ritual de escolher o que assistir, esquentar a pipoca e se jogar no sofá (de preferência com o cobertor) faz bem para a alma. E para incentivar esse hábito que, sim, é saudável, trago um Top 5 com histórias que se passam no frio. Tem neve, cenários congelantes e personagens que agradam aos mais variados estilos. Dá uma olhada:

A Era do Gelo

eradogeloEscolhi uma das animações mais fofas do começo dos anos 2000 porque é a que mais combina com o clima de inverno. O nome não é à toa, já que a história se passa há cerca de 20 mil anos, quando a Terra era composta apenas por gelo. É nesse cenário frio que moram a preguiça Sid, o mamute Manfred e o tigre dentre-de-sabre Diego, que encontram um bebê humano por acaso e partem em uma missão para devolvê-lo à sua família.

Os personagens são muito fofos, principalmente o esquilo Scrat e a mensagem que fica é a de que a amizade é mesmo poderosa, praticamente uma família. O sucesso foi tanto que rendeu quatro sequências. A quinta já está a caminho e será lançada no ano que vem. Por isso, aproveite os próximos meses para ver (e rever) todas as aventuras dessa turma.

Branca de Neve e o Caçador

snow-white-and-the-huntsmanVersão épica de um dos contos mais clássicos do mundo, tem muitas cenas de guerra que se passam em um inverno rigoroso, com direito a muita neve. Como o título do longa sugere, o filme é mais focado na relação entre Branca de Neve e o Caçador Eric, contratado para matá-la e entregar o coração da garota para a Rainha Ravenna. Só que ele acaba se afeiçoando pela garota e resolve ensiná-la a lutar.

O filme não é lá essas, mas só a presença do Chris Hemsworth no papel do caçador já é um ótimo motivo para assistir. O figurino também é muito bonito e inclusive foi indicado ao Oscar. Para os órfãos da saga Crepúsculo, vale também por conta da Kristen Stewart como a Branca de Neve. E tem mais: a continuação já começou a ser gravada e chega às telonas no ano que vem.

Deixe-me entrar

Owen_Abby_2010O clima típico de inverno, com dias cinzas, temperaturas lá embaixo e árvores sem folhas, favorece filmes sombrios. É o caso da versão americana de 2010 baseada no filme sueco Deixa Ela Entrar. A história é tão misteriosa que não tinha como se passar em outra estação do ano. É considerado um filme de suspense/terror e até dá uns sustinhos, mas não é daqueles que dão medo na hora de dormir.

A trama gira em torno de Owen, um garoto de 12 anos que vivia sozinho até conhecer sua nova vizinha, Abby. Os dois começam a conversar, mas ela tem alguns hábitos esquisitos e pede que ele pare de procurá-la, o que não acontece. Conforme ficam mais próximos, ele passa a descobrir que ela carrega um segredo muito perigoso. Não vou contar qual é para não estragar a surpresa, mas é muito interessante ver a Chloe Grace Moretz (protagonista de Se Eu Ficar) ainda novinha no papel principal.

Inverno da Alma

winters-bone-5Contei aqui algumas vezes que não gosto muito da Jennifer Lawrence (me julguem). Fiquei com birrinha por ela ter ganhado um Oscar em que as concorrentes eram nitidamente melhores e acho que ela é muito forçada. Mas, antes de ser queridinha de Hollywood, J-Law fez bonito em um de seus primeiros papeis, o da protagonista de Inverno da Alma.

Ela é Ree, uma garota de 17 anos que mora em uma cidade pacata e resolve procurar o pai, que está desaparecido. Ela precisa encontrar o homem já que ele usou a casa em que ela mora com os irmãos pequenos como garantia de sua liberdade condicional e agora eles podem perdê-la. Ree desafia as regras da cidade e lida com as figuras mais perigosas da região para alcançar o objetivo. Tudo, claro, em meio à montanhas e temperaturas geladas. A atriz foi indicada pelo papel e, se ganhasse, seria mais justo. O filme é pesado e um pouco parado, mas é imperdível.

Escrito nas Estrelas

tumblr_ms540lh51t1ri4lyuo8_r1_1280Sabemos que o friozinho torna as ruas mais charmosas e oferece o clima perfeito para namorar. Então esta lista não poderia ser encerrada sem um romance bem água com açúcar. Escrito nas Estrelas é cheio de clichês sobre o destino, mas tem como paisagem a cidade de Nova York em pleno inverno, então tudo fica mais especial.

Era apenas um dia normal de compras na vida de Sara, quando ela esbarra em Jonathan e os dois se identificam de cara. Eles passam a noite andando por Manhattan e fazem passeios fofos, como patinar no gelo. Só que os dois estão comprometidos em outros relacionamentos e decidem deixar suas vidas na mão do destino. Ela escreve seu número de telefone em um livro e o vende em um sebo no dia seguinte. Se for para ficarem juntos, o destino fará com que Jonathan encontre o livro. O final? Bom, só vendo para saber…

Como sempre, a regra é escolher uma ou mais opções e se entregar ao clima do inverno. Bom friozinho por aí!

[Resenha]: Total Miracle 7N1 – Aussie

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Qualquer mulher ligada em beleza já ouviu falar na Aussie, a famosa linha de produtos capilares vendidas nos clássicos frasquinhos roxos. Comigo não é diferente. Há alguns meses, contei aqui no blog que eu testei alguns produtos e fiquei apaixonada. Tão apaixonada que virou minha marca preferida quando o assunto é cabelo.

O problema é o preço. A linha é importada e encontrada com certa facilidade, mas não costumam sair por menos de R$ 60. Parece que a Aussie começou a ter produção nacional e em alguns lugares é possível encontrar os mesmos produtos por R$ 40. Pode até parecer uma boa economia, mas eles são vendidos nos Estados Unidos por cerca de U$ 6 (sim, ficam baratos inclusive se forem convertidos para real). Então, amigas, vale comprar na sua próxima viagem ou encomendar.

Não sei vocês, mas eu não conhecia a linha Total Miracle 7N1. Encontrei logo no meu primeiro dia na Califórnia, em uma unidade da rede de drugstores Wallgreens. O que eu mais gostei era a promessa, como o próprio nome diz, de oferecer sete benefícios em um só produto: força, maciez, proteção, nutrição, controle de umidade, brilho e suavidade (quer coisa melhor?).

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Deixei para testar o shampoo e o condicionador quando já estava de volta ao Brasil e amei imediatamente. Assim como os outros produtos da marca, o resultado é instantâneo. No momento do enxágue já dá para perceber os fios mais fortes e brilhantes. Se o secador for usado, então, os efeitos são potencializados.

Outra vantagem é que o rendimento é o mesmo. Um punhadinho é suficiente para todo o cabelo e isso faz o preço valer muuuuito a pena! Sem falar no característico cheirinho de côco, que fixa nos fios e nas mãos.

A linha Total Miracle 7N1 conta ainda com um shampoo seco, que eu comprei e testei durante a viagem naqueles dias de pura preguiça de lavar o cabelo. Também vale muito a pena e funciona super, mas tem que passar pouco. Da primeira vez que usei, apliquei tanto que meus fios ficaram grudados. Três segundos de spray é mais do que suficiente.

Aprovadíssimo!

Avaliação: ♥♥♥♥♥

[Especial Califórnia] O que fazer em San Francisco

imageFinalmente encontrei um tempinho para escrever sobre a minha última parada na Califórnia. Descobri que o fato de demorar para postar não tem a ver apenas com a correria do dia a dia, mas porque ando com uma saudade enorme desta viagem. Até mesmo a escolha das fotos já dá aquela dorzinha no peito. E agora, praticamente um mês depois de voltar de lá, posso dizer com toda a certeza que San Francisco é mesmo especial. Rolou uma pressão porque todo mundo (juro, todo mundo sem exceção) me disse que a cidade era linda e que eu iria adorar. Estava completamente apaixonada por San Diego e costumo ser do contra, então rolou um medinho de eu não gostar. Mas, aos poucos, percebi que isso é impossível. A cidade é incrível e eu explico agora os motivos:

Charles M. Schulz Museum (Museu do Snoopy)

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Certo, o primeiro item deste post não é em San Francisco. Mas foi uma das primeiras coisas que fiz quando cheguei por lá, então resolvi compartilhar. Fãs do Snoopy e de toda a turma das tirinhas Peanuts não podem deixar de visitar o museu criado em homenagem ao desenhista Charles M. Schulz, criador dos quadrinhos. O espaço fica em Santa Rosa, pouco mais de uma hora de San Francisco, e traz alguns detalhes sobre os personagens e uma reprodução extremamente fiel da escrivaninha de Schulz. Logo ao lado do museu há um café (que o próprio cartunista gostava de frequentar) e uma pista enorme de patinação. Além disso, existe uma lojinha temática. Experimente sair de lá sem ao menos uma sacolinha. Eu não consegui…

Sonoma/ Napa Valley

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Além do céu azul e da natureza abundante, a Califórnia também é conhecida pelos ótimos vinhos. Por isso, visitar uma vinícola é um item obrigatório em qualquer roteiro. As principais produções ficam entre as regiões de Sonoma e Napa Valley. Nós fomos na vinícola do Francis Ford Coppola, que, para quem não sabe, é um dos maiores cineastas do mundo (a trilogia O Poderoso Chefão, por exemplo, é dele). O lugar é muito bonito, com clima de campo, e funciona como clube no verão. Dá para pagar uma diária e curtir a piscina. O tour, apesar de rápido, dá acesso ao processo de fabricação dos rótulos e ainda permite a degustação de quatro vinhos (já adianto: gostei de todos). Vale esticar o passeio com um almoço no restaurante da vinícola. No menu, receitas típicas da culinária italiana. Recomendo o calzone, que é maravilhoso!

Pier 39

image Não tem jeito: qualquer turista que vá a San Francisco pela primeira vez tem que passear pelo Pier 39. Além de lojinhas com todos os tipos possíveis de souviniers – tem até pet shop chiquetosa – o espaço conta com restaurantes variados, carrossel e uma das maiores concentrações de leões marinhos da Califórnia. Eles se refugiaram lá após o terremoto de 1989 e não saíram mais. São tão bonitinhos que eu poderia passar horas observando os bichinhos brincando. Não sei vocês, mas eu sempre me perguntei o porquê de terem escolhido o Pier 39 para virar ponto turístico. Acontece que a presença dos leões marinhos impedia a chegada de navios e, com isso, ele foi transformado em uma espécie de shopping a céu aberto.

Fisherman’s Wharf

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Bem próximo ao Pier 39, fica outro cartão-postal da cidade. O Fisherman’s Wharf funciona como um mercado, em que são vendidos (adivinhem só) diversos frutos do mar. Não há muita coisa a fazer por lá, mas vale a pena escolher um restaurante. Eu recomendo a Boudin, padaria-boutique que vive lotada. Conhecida por fazer pães fresquinhos, oferece aquele sopa bem quentinha dentro do pão italiano. Eu pedi o creme de tomate e AMEI!

Passeio de bondinho

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O que eu mais queria fazer em San Francisco era passear de bondinho. Sim, aquele famoso bondinho que sobe e desce ladeiras pra lá de íngremes. Fomos logo no nosso primeiro dia e bem cedinho porque as filas ficam enormes. O tíquete custou cerca de 7 dólares, mas é possível comprar um passe que dá acesso a todo tipo de transporte público. Os bancos externos são os mais disputados, então é bom ficar esperta para garantir um lugar. Como não tínhamos um destino certo, fizemos o trajeto todo da linha, saindo do Ghirardelli Square e indo até a Market Street. Achei incrível porque o bonde para no meio da rua para que outros passageiros possam subir ou descer. O visual é aquele dos filmes mesmo, bem charmoso. Passeio imperdível!

Golden Gate

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Outro local que eu eu queria muito visitar era a famosa ponte Golden Gate. Tinha visto tantas fotos e vídeos da ponte que eu queria saber se ela era mesmo especial. E é viu, gente! A construção é impactante. Para terem uma ideia, a travessia de carro demora mais de dois minutos. Normalmente, ela fica encoberta e raramente é vista assim, com céu azul. Eu tentei tirar foto antes, mas o dia estava cinza e eu não estava 100% feliz com o resultado. O tempo em San Francisco, aliás, é dessa forma: nublado de manhã e ensolarado à tarde. Por isso, experimente passar pela ponte no final da tarde. As chances de conseguir um visual como este aí em cima são muito maiores!

Salsalito e Tiburon

image Ao cruzar a Golden Gate, você terá acesso a duas cidadezinhas extremamente charmosas: Salsalito e Tiburon. A primeira é menor e tem casinhas em cima dos morros, característica que oferece uma atmosfera campestre. A segunda é mais chique e tem um custo de vida mais elevado. Vale reservar algumas horinhas da manhã e passear de carro pelas cidades. Gostei tanto das duas que não sei dizer qual é a minha preferida.

Alcatraz

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Nem todo mundo sabe, mas há uma construção bem no meio da baía de San Francisco que funcionou, até os anos 60, como o principal presídio de segurança máxima dos Estados Unidos. As operações por lá foram desativadas, mas o prédio continua aberto e recebe diversos tours diariamente. O passeio é narrado por ex-funcionários, que ajudam a mostrar todos os detalhes do espaço. E olha só que boa notícia: tem traduções em milhões de idiomas, incluindo o português. É muito legal, bem feito e chega até a dar medo em algumas partes. Vale MUITO a pena!

Lombard Street

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Uma das ruas mais tradicionais da cidade, a Lombard tem um trecho sinuoso que permite um trajeto muito interessante para carros. As curvas fechadas são decoradas com jardins lindos e muito floridos. O colorido dá um charme especial e a paisagem é maravilhosa inclusive para quem desce a pé. Difícil mesmo é subir depois…

Alamo Square

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San Francisco também é conhecida pelas casas coloridas, com janelas do tipo bay window. Um dos locais onde é possível avistar essas construções é o tradicional Alamo Square. Ao contrário do que eu pensava, as casinhas ocupam apenas uma parte do quarteirão, mas oferecem uma das vistas mais interessantes da cidade. Olha que bacana avistar essas construções e os prédios modernos lá atrás. Fora que há um parque muito gostoso por lá. Vale a pena reservar pelo menos dez minutinhos para dar uma voltinha!

Market Street

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Eis aqui um paraíso para nós, mulheres consumistas. A Market é O lugar para fazer compras. Começo dizendo que ela abriga uma das maiores unidades da Forever 21 que eu já vi na vida. São três andares de perdição e loucura, a ponto de eu ter que desistir de olhar tudo para evitar estragos financeiros. É lá que fica também o Westfield, shopping mara com lojas bacanudas – Aéropostale, Victoria’s Secret e H&M são alguns exemplos – e escadas rolantes circulares (não sabia que existiam coisas do tipo até então). Termine o passeio com uma visitinha na Macy’s e suba até o último andar, onde fica uma unidade da The Cheesecake Factory. Aí é só escolher um sabor (ou vários) e se inspirar com a vista.

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Gostou do post? Clique aqui para conferir os outros textos do Especial Califórnia.

Backstreet Boys em São Paulo: Eu fui

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Contei aqui algumas vezes que toda a minha adolescência se passou entre o final dos anos 90 e começo dos anos 2000. Naquela época, a música pop bombava como nunca. Muito disso era em função das boy bands, que viviam seu ápice por causa de cinco rapazes que caíram no gosto – e no coração – de todas as garotas. Sim, amigas, estou falando dos Backstreet Boys, que passaram pelo Brasil neste mês com a turnê In a World Like This, que comemora os mais de 20 anos de carreira da banda.

Eles sempre foram soberanos na minha vida. Era uma época em que a gente não tinha iPod, smartphone e muito menos Youtube. Eu escutava os CDs deles todo santo dia antes ou depois da escola. O curioso é que isso fazia a gente decorar o número das faixas (Sempre dizia: “Nossa, a música 7 é muito boa, mas a 5 é chatinha”). E para ver os clipes a gente tinha que dar a sorte de ver passando na TV ou ligar enlouquecidamente para o Disk MTV. Quando um clipe novo estreava, eu cancelava tudo para acompanhar ao vivo. Era uma emoção tremenda!

Comecei a gostar dos Backstreet Boys em 1998 (faz 17 anos, gente! Como que esse tempo passou tão rápido?) e até hoje eu não sei bem como tudo começou. Só sei que em questão de meses eu tinha todos os CDs que tinham sido lançados e só pensava no loirinho da banda, o Nick Carter. Em dois anos, ele virou minha paixão. Era daquelas que tinham pastas e pastas com fotos dele. Acho que eu sabia mais da vida dele do que ele mesmo rs…

Nossos musos muito mais novos em 2001, quando fizeram os primeiros shows no Brasil

Nossos musos muito mais novos em 2001, quando fizeram os primeiros shows no Brasil

Eles vieram para cá pela primeira vez no finalzinho de 2000 para uma turnê promocional para lançar o CD Black and Blue, mas o show mesmo aconteceu um ano depois. Eu tinha 12 anos e minha mãe foi obrigada a me acompanhar. Foi um mega evento e eu não consegui ver quase nada por causa da multidão. Logo depois eles deram um tempo, o Nick lançou um CD solo – que eu amo muito até hoje – e eu escolhi uma música dele para a minha festa de 15 anos (essa aqui ó).

A coisa não deu muito certo e eles voltaram, lançando mais um CD. Só que o Kevin resolveu sair e, por muito tempo, os Backstreet Boys eram apenas quatro. Eles voltaram para cá em 2009 e eu fui mais uma vez. Fizeram outro show em 2011 e eu resolvi ir recebê-los no aeroporto. Até falei com o Nick e recebi um tchauzinho de volta, mas foi só. Pensei que ali minha vida com eles tinha se resolvido.

Backstreet Boys é a única boy band a ter uma estrela na calçada da fama. Eu fiz questão de tirar uma foto quando estive em Los Angeles

Backstreet Boys é a única boy band a ter uma estrela na calçada da fama. Eu fiz questão de tirar uma foto quando estive em Los Angeles

Então, quando eles anunciaram que viriam ao Brasil neste ano com o Kevin de volta, não me empolguei muito. Pensei: “vale a pena ver um show deles pela quarta vez?”. Fui ver os preços e quase caí para trás. Era MUITO caro, praticamente impossível. Desisti. Daí a data foi se aproximando e comecei a me arrepender. Assisti aos clipes velhos – sim, aqueles que a gente esperava para ver na MTV – e ao documentário que eles fizeram recentemente e aí fiquei morta de vontade de ir. Mas faltava algo muito importante: o ingresso.

Um dia antes de os shows começarem aqui em São Paulo (foram três, nos dias 12, 13 e 14 deste mês) a empresa onde eu trabalho divulgou que faria um sorteio de cinco pares de ingressos. Era tudo que eu mais queria. Meu pensamento foi tão positivo que deu certo e… EU GANHEI!!!! Eu bem que tentei não ir, mas é aquela história de primeiro amor que a gente nunca esquece, sabe?

Nos últimos dois shows, eu fiquei bem longe. Desta vez fiquei na pista, no meio do calor humano da galera. Tenho 27 anos e sinto que não estou mais no pique para essas coisas, mas até que a aglomeração não me incomodou. Muito menos a dor no pé – causada pelas inúmeras vezes em que eu fiquei na ponta para enxergar melhor -, os gritos histéricos no meu ouvido e a garganta dando sinais de que não aguentava mais. Tudo porque, pela primeira vez em 14 anos, eu consegui assistir a um show deles bem de pertinho!

Olha só como o Kevin ficou pertinho de mim

Olha só como o Kevin ficou pertinho de mim

O mais legal desse show foi a possibilidade de estar ao lado de meninas que viveram a mesma coisa que eu vivi. Foi maravilhoso cantar, gritar e pular (pelo menos tentar né, porque era quase impossível com tanta gente) sem ninguém me julgar. E foi incrível ver como eles ainda arrasam mesmo beirando ou já nos 40. E aí você se dá conta de que está velha quando percebe que eles até eram bonitinhos no começo, mas hoje estão muito mais charmosos com pancinhas e ruguinhas.

O setlist foi incrível e não deixou nenhum hit de fora. Desde as primeiras músicas, como We’ve Got It Going On, até Drowning, que entrou como a única inédita na coletânea que eles lançaram. Não conhecia todas as músicas do CD novo, mas amei tanto que escutei assim que cheguei em casa. É muito curioso saber que eu ainda sei de cor as letras das músicas que eu ouvia há muitos e muitos anos.

Este show só serviu para reacender o meu amor de infância que ficou congelando desde o dia em que os vi no aeroporto. Serviu para me fazer recordar tantos momentos maravilhosos que eu vivi enquanto ouvia as músicas dele. E me fez ter a certeza de que eu vou nos próximos. Que seja mais um, mais dois, mais dez… Eu estarei lá com toda a certeza deste mundo!

Quero agradecer a minha empresa mais uma vez por me proporcionar esta experiência maravilhosa. Como alguns amigos falaram, não poderia ter melhor pessoa para vencer este sorteio. Entrou na minha lista de shows favoritos da vida!

Avaliação: ♥♥♥♥♥  (Pode colocar mil coraçõezinhos?)

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Não postei muitas fotos porque eles não paravam quietos, então acabei filmando mais do que tirando fotos. Já postei alguns vídeos no Instagram do meu blog (@fikdikblog) e no meu perfil pessoal (@camillafc). Corre lá para conferir!

E se você não faz ideia de quem são os Backstreet Boys, clica aqui para ouvir uma playlist bem linda com todos os clipes que a gente se matava para ver. Nada como a tecnologia dos dias de hoje!