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Achadinho: Restaurante Madero

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Não sei vocês, mas eu adoro conhecer um restaurante novo. Fui mais feliz no domingo passado (21) por conta do Restaurante Madero, rede  da Região Sul do Brasil que inaugurou recentemente uma unidade no Shopping Eldorado, em São Paulo (SP). Mamãe já tinha ido há duas semanas e disse que eu iria adorar, mas sabe como é dica de mãe né, a gente deveria, mas nunca leva a sério. Fui sem esperar muito e acabei completamente surpreendida. Tudo porque o local reúne ambiente espaçoso, ótimo atendimento e uma comida que dá água na boca só de falar (posso voltar lá agora?).

A fachada parece tímida, mas logo se revela original, porque as mesas ficam no segundo andar. Ou seja, para chegar até elas é preciso subir uma escada escultural que fica ainda mais bonita por conta do teto que recebe iluminação natural. Confesso que eu já estava encantada, mas fiquei ainda mais satisfeita quando vi a disposição do salão espaçoso, dividido em dois ambientes. Algumas mesas são feitas com troncos de madeira e outras ficam encostadas em simpáticos sofás – nem preciso dizer que eu ♥ qualquer sofazinho, então o local já ganhou mil pontos com a decoração.

Olha só que linda a entrada com a escada e como o ambiente é acolhedor (Fotos: Gerson Lima)

Olha só que linda a entrada com a escada e como o ambiente é acolhedor (Fotos: Gerson Lima)

Outra boa notícia: o cardápio tem opções para todos os gostos. São vários tipos de saladas, carnes, massas e sanduíches. De entrada, eles oferecem um palmito grelhado que super me apeteceu, mas acabei indo na coxinha porque minha mãe já tinha provado e adorado e disse que eu ia gostar também. Mãe sempre acerta e o que mais chamou minha atenção foi o recheio bem cremoso. Pedimos também a porção de pasteis de carne e a massa era bem parecida com a dos famosos (e deliciosos) pasteis de feira. Sem falar que a coca é de garrafa – até vale a pena sair um pouquinho da dieta porque refri de garrafa é sempre bom, né?

Como prato principal, fui de cheeseburguer Madero. Todos os sanduíches da casa são montados com alface, tomate e maionese e eu sou mega fresca, então pedi meu lanche só com carne e queijo. Minha família também fez alguns ajustes. Quando isso acontece, eu sempre acho que vai vir tudo errado, mas nossa atendente era ótima e não errou absolutamente nada. Aliás, cada sanduba veio com uma plaquinha para dizer o que havia de diferente. Como se não bastasse essa preocupação, tudo é muito gostoso. O pão é bem crocante, o queijo cheddar é zero enjoativo e a carne vem no ponto. Saboroso e bem levinho, super delícia! Ah, todos os lanches acompanham batatas fritas. Tem como melhorar?

Já estou com vontade de comer novamente esse pão crocantinho! (Foto: Gazeta do Povo)

Já estou com vontade de comer novamente esse pão crocantinho! (Foto: Gazeta do Povo)

Para fechar, fiz questão de provar o brigadeiro de panelinha, cuja foto estava em um display na nossa mesa. Achei que seria outra versão mais do mesmo do meu doce preferido, mas o quitute vem bem quentinho, como se tivessem acabado de fazer. E a panelinha é uma graça, parece um mimo de vó, sabe? Já entrou super para a minha lista de sobremesas favoritas da vida.

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Coisa mais linda – e deliciosa – esse brigadeiro na panelinha (Foto: Trip Advisor)

O preço também é bem acessível.  Os sanduíches giram em torno de R$ 30 e as sobremesas ficam em R$ 20. Nos finais de semana, o público costuma ser formado por famílias, mas também vi alguns casais. Não vejo a hora de voltar e já fico na torcida pela abertura de mais unidades. Recomendadíssimo!

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Serviço

Restaurante Madero

São Paulo: Shopping Vila Olímpia – Rua Olimpíadas, 360 – Itaim Bibi | Rua Bandeira Paulista, 823 – Itaim | Shopping Eldorado – Avenida Rebouças, 3.970 – Pinheiros

(Para ver outros endereços, acesse o site)

Disney in Concert: Muito amor envolvido

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Quem me conhece – e quem lê este blog com frequência – sabe que eu sou completamente apaixonada por qualquer coisa relacionada à Disney. Por isso, fiquei louca quando soube do espetáculo “Disney in Concert”, em que uma orquestra sinfônica (no caso, a Orquestra Allegro) toca as músicas dos filmes mais clássicos da minha infância. Falei com uma amiga que é tão maluca por Disney quanto eu e nós compramos os ingressos no mesmo dia. O show ficou em cartaz apenas neste final de semana, no Teatro Bradesco, dentro do Shopping Bourbon (em São Paulo) e nós fomos na sexta (19).

Dividido em dois atos, o espetáculo intercala filmes antigos com outros mais novos e conta com a orquestra e seis cantores, entre eles a Lissah Martins – quem adora uma coisa trash, como eu, sabe que a moça foi integrante da Banda Rouge, aquela que cantava Asserejê – e traz um telão enorme que reproduz os trechos das animações. Como os ingressos estavam caros, nós escolhemos os mais baratos, que ficavam no balcão nobre, no último andar do teatro. Ou seja, não conseguimos ver o telão por inteiro, mas como sabemos de cor cada filme, não atrapalhou tanto.

O único ponto ruim é que muita gente que comprou para sentar lá atrás acabou sentando na primeira fileira (que não é vendida por conta da visão prejudicada do palco) e deixou muita gente furiosa pelo desrespeito. Mas né, ainda acredito que vamos conseguir mudar essa mania do brasileiro de querer levar vantagem em tudo.

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O show começa com uma abertura em que são tocados vários trechos dos filmes da Disney. A primeira é “Zee Pa Dee Doo Dah”, de “A Canção do Sul” e do brinquedo Splash Mountain, que fica no parque temático Magic Kingdom. Depois disso, vem o tema clássico do Mickey Mouse. Lembram que eu falei que choro com qualquer coisa? Pois é, bastou o primeiro acorde para eu já me emocionar.

E logo depois teve início o primeiro número, de “A Pequena Sereia”. O bacana é que eles tocaram várias músicas do filme. Em “Onde eu Nasci” (Under the Sea), teve até bolinhas de sabão para dar um efeito mais bonito. Na minha opinião, faltou “Kiss the Girl”, que é a minha música favorita de todas da Disney, mas fiquei feliz mesmo assim.

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No caso de “Pocahontas”, apenas a canção “Cores do Vento” foi tocada. Mas aí veio “A Bela e a Fera” com três músicas: “Bela”, “À Vontade” e a linda “A Bela e a Fera”. Vale destacar o preparo dos cantores, que realmente se esforçaram para ficar com as vozes parecidas com as de cada personagem. Todos estavam extremamente preparados e levantaram o público (inclusive as crianças) em vários momentos. Só não entendi porque “O Rei do Fogo”, de “Mogli – O Menino Lobo” foi escolhido para entrar no repertório. Não conheço ninguém que goste e os pequenos nem sabem da existência do filme. Não é o caso de “Mary Poppins”, que é antigo, mas adorado por todos. O número foi um dos destaques da noite, principalmente “Supercalifragilisticexpialidocious”.

O segundo ato começa com um medley de “O Corcunda de Notre Dame” (também não entendi ele ter sido escolhido), para então dar sequência ao momento mais aguardado do show: Frozen. No maior estilo Elsa, com trançona de lado e vestido azul, Lissah canta “Livre Estou” (Let it Go). Aliás, é bonitinho escutar várias meninas na plateia cantando também. Só que fica por aí. Podiam aproveitar o sucesso do filme para colocar outras músicas.

De Arendelle, somos transportados para Agrabah e cantamos duas músicas de “Aladdin”: “Amigo Insuperável” e “Um Mundo Ideal”. Na sequência, a orquestra toca sozinha a trilha de “Piratas do Caribe” – o primeiro filme inspirado em um brinquedo que já existia nos parques da Disney – e é a chance de ver o incrível trabalho dos músicos. Eu gostei muito, mas acredito que muitas crianças devem ficar cansadas. Para fechar, precisamos segurar as lágrimas em “O Rei Leão”. É lindo, mas de novo senti falta da principal música, “Hakuna Matata”. Ainda assim, é lindo pensar em como esse filme é universal. Eu vi no cinema, há vinte anos (estamos velhos) e fiquei tão encantada quanto as crianças que assistem hoje em DVD,

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Antes de se despedirem, os músicos cantam “Mundo Pequenino” (It’s a Small World) e recebem, de surpresa, o próprio Mickey. O ratinho mais famoso dos desenhos brinca, dança e até rouba a batuta do maestro e rege a orquestra no maior estilo “Fantasia”. Adorei e acho que podia ter ficado em cartaz por mais tempo. Apesar disso, acredito que é o tipo de programa que agrada mais a minha geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, do que as crianças. Faltou tocar mais de “Cinderela”, “Mulan”, “A Branca de Neve”, “Hércules” e outros clássicos. Quem sabe não fazem um Disney in Concert 2. Público com certeza teria. Fica a sugestão!

Monopod: a evolução do hábito de tirar fotos

Na minha infância, as máquinas fotográficas não eram digitais. Para tirar fotos, a gente comprava um rolo de filme – que podiam tirar 12, 24 ou 36 fotos – e confiava na própria visão para apertar o botão. Pois é, não tinha zoom, visor e muito menos filtro para deixar a imagem mais bonita. Era tudo na sorte porque a gente só conseguia ver as fotos quando mandava revelar. Lembro-me de deixar filmes e ficar esperando ansiosamente o resultado. Na maioria das vezes, ficavam ótimas.  Mas também enfrentávamos problemas como dedão na lente ou no flash que estragavam o filme todo.

Ganhei a minha primeira máquina digital em 2004, no meu aniversário de 16 anos. Naquela época, ter uma câmera com essa tecnologia era quase como ter o modelo mais novo do iPhone. Não por acaso, foi nesse momento que o Fotolog (o pai do Instagram) começou a bombar. A gente tinha que postar todo santo dia alguma foto, por mais bizarra que fosse, só para manter o site atualizado. A minha máquina ficava na minha mochila e eu levava para a escola, o curso de inglês, as viagens em família, enfim. E foi ali que começaram os selfies: a gente passava horas fazendo autorretratos.

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida <3

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida!

Celular com câmera? Nossa, que máximo! Pena que a resolução era bem ruim e as fotos ficavam horrorosas. Mas aí vieram os smartphones e facilitaram a nossa vida. As imagens são excelentes e podemos compartilhá-las para o mundo todo em questão de segundo. Confesso que gosto muito dessa praticidade e não sei viver sem, mas também era muito divertido confiar nos rolos de filme.

Tudo isso para dizer que, outro dia, comprei o tal do Monopod, aquele bastão que permite tirar fotos do alto. Funciona como um braço, que pode ser estendido até capturar todas as pessoas que querem sair na foto e, claro, a paisagem de fundo. Não tem mais aquele negócio de caçar uma pessoa aleatória na rua para bater a foto.

Para quem não conhece, o bastão vem com um suporte que segura (bem firme) o celular. Além de deixar na altura que você quer, ele também é retrátil, ou seja, pode ser inclinado para deixar o retrato ainda mais bonito. Por meio de um controle, você aciona o aparelho via bluetooth e aperta o botão para tirar a foto. Mais uma das maravilhas do mundo moderno.

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A marca mais conhecida que fabrica o acessório é a GoPro, mas o preço é bem salgado e costuma beirar os R$ 300. A boa notícia é que eu encontrei uma versão parecidíssima por R$ 95. Tinham várias cores disponíveis de bastão: rosa, laranja, branco, azul e por aí vai. Fiquei com o preto mesmo e me espantei porque achava que o troço era pesado, mas é superlevinho. Testei, amei e, assim como a minha saudosa máquina digital, o monopod vai ficar para sempre na minha bolsa.

E agora, qual será a próxima inovação da fotografia?

"Se Eu Ficar": impossível não chorar

Nunca sei o que pensar quando assisto a filmes baseados em livros. Quando eu já li a obra antes de ir ao cinema, costumo achar que a adaptação não ficou tão boa. Mas, se a situação é inversa, eu costumo gostar muito do que vejo na tela e saio morrendo de vontade de passar em uma livraria para comprar o livro.

Essa teoria funcionou perfeitamente no último sábado, quando vi “Se eu Ficar”. Além de não ter lido o livro, ouvi opiniões variadas de amigos. Alguns acharam que poderia ser melhor, outros gostaram muito. É ótimo quando o público se divide porque tenho mais vontade de ver para saber em qual lado vou ficar. E devo confessar: faço parte do time que aprovou o longa.

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Para quem não conhece a história, o filme conta a história de Mia, uma jovem violoncelista (interpretada por Chloë Grace Moretz) que se envolve em um acidente de carro com a família e fica entre a vida e a morte. Enquanto está em coma, ela tem a experiência de sair do próprio corpo para relembrar os momentos mais importantes de sua vida.

Ok, o enredo não é original e pode não prender muito no início. Eu mesma confesso que não fazia muita questão de assistir, até ver fotos de todo mundo dizendo que se acabou de chorar. Quando vejo (ou leio) coisas assim, fico com uma vontade imensa de me testar para saber se vou fazer parte do time de chorões. Não sei porque, já que sou uma manteiga derretida que chora por qualquer motivo e, obviamente, caiu em lágrimas vendo esse filme.

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Acontece que, sem perceber, você acaba se colocando no lugar de Mia. Percebe que a vida dela antes do acidente era extremamente legal, mas entende os motivos que fazem com que ela queira morrer. E apesar de torcer muito para que ela fique ao lado do namorado – que, claro, é lindo e apaixonado por ela – acabamos chorando por outro motivo (pelo menos eu).

Ao contrário de “A Culpa é das Estrelas”, que é focado no amor do casal principal, “Se Eu Ficar” é mais completo e aborda não apenas a relação de dois adolescentes, mas fala também sobre família, amizade e responsabilidades (temas que todas nós já enfrentamos alguma vez na vida). Eu aguentei firme até o finalzinho do filme e antes de conseguir piscar o olho e afastar o choro, senti que já estava emocionada. Porque, apesar de ser triste, é extremamente bonito e real.

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Não é o melhor filme do mundo, mas vale a pena assistir para refletir e repensar muitas atitudes. E o melhor de tudo é que o livro tem continuação, ou seja, o filme também ganhará uma segunda parte. Já encomendei o próximo volume da história e estou louca para ler. Mas, infelizmente, ele só chega às prateleiras no mês que vem. Vamos aguardar!

[Resenha] Colágeno Hidrolisado Vitall – Sweet Hair Professional

Outro dia contei aqui que a minha maior frustração é ter cabelos fininhos. Meu sonho é ter fios volumosos, daqueles que você prende e o rabo de cavalo fica bem gordinho, sabe? Como não nasci com esse poder, testo tudo que é produto que promete deixar os cabelos mais macios, hidratados e, claro, mais bonitos. Aproveitei a ida à Beauty Fair para abastecer meu acervo de itens capilares, mas a luz acabou no meio da feira, então só deu tempo de comprar uma coisa: o colágeno hidrolisado da Sweet Hair Professional.

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O que eu mais gostei nesse produto é que ele é dois em um, faz bem tanto para o cabelo quanto para a pele. Para manter os fios saudáveis e hidratados, basta adicionar uma colher de chá na máscara que você já usa e deixar agir por cinco minutos. Mas, se sua intenção for renovar a pele – principalmente depois dos 30, quando a produção de colágeno (infelizmente) cai – é só misturar uma colher de sopa da substância com água e beber. Antes de fazer cara de nojo, vale sentir o cheiro, que é bem docinho.

Como ainda tenho quatro anos antes de completar três décadas de vida, testei no cabelo. Lavei normal, com o xampu e o condicionador que sempre uso, e depois misturei o pó na máscara de hidratação. Deixei agir por cinco minutos e enxaguei bem para retirar todos os resíduos.

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Melhor parte do produto: o colágeno vem em pó ao invés de creme. É ótimo porque acaba rendendo mais (a embalagem tem 150g)

O resultado? Gostei muito. Senti meus fios mais pesados logo ao desligar o chuveiro. E ficou ainda melhor depois que eu sequei e passei a chapinha (pois é, não vivo sem!), porque o brilho e a maciez aumentaram ainda mais. Ah, fiz um rabo de cavalo e ele ficou bem grossinho, do jeito que eu gosto.

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A montagem acabou cortando um pouco do comprimento dos cabelos, mas dá para perceber que ele ficou com uma aparência mais saudável!

 Se interessou? O ideal é aplicar o produto semanalmente para manter os fios hidratados. Paguei R$ 70 na feira e já quero comprar os outros produtos da Sweet, porque, além de serem bons, as embalagens são fofíssimas! Produto mais do que aprovado. Vou usar sempre 😉