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Os brinquedos da minha infância

Incrível como você repara que está ficando velha quando vê que brincadeiras, roupas e programas de TV que você via agora são tratados como itens do passado. Como já falei algumas vezes, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então toda a minha infância foi vivida na década de 90. Parece que foi ontem, mas aconteceu há 20 anos. O jeito é matar a saudade relembrando de alguns costumes da época, como os brinquedos. Nós pegamos o surgimento do celular e da internet, então a maioria da nossa diversão era fora dos computadores. Quer ver como a vida era diferente? Dá uma olhada no que nós gostávamos de fazer:

Pense Bem

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Era uma espécie de computador que nos ensinava uma porção de coisas e assuntos como matemática, história e geografia. Vinha acompanhado de alguns livrinhos que contavam histórias variadas e faziam perguntas com alternativas. A criança ia ao monitor e apertava o botão correspondente para saber se a resposta estava certa ou errada. Era muito gostoso e me prendeu por dias e horas. Lembro que minha história favorita era uma meio macabra, com uma casa mal-assombrada e alguns fantasmas. Não que ele tenha me ensinado muita coisa (continuei péssima em matemática pelo resto da vida), mas morro de saudade do Pense Bem.

Polly Pocket

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A Polly de hoje em dia era comprada pelo nome de Polly Pocket. O nome não era em vão, afinal as bonecas eram bem pequenininhas, do tamanho de uma unha (sério). Mas o mais bonitinho eram as casinhas delas, em formato de estrelas e corações com balanços e outros atrativos para aproveitar com a bonequinha. Na época, elas não eram encontradas com facilidade no Brasil, então muita gente comprava fora. A nova Polly até é legal, mas sinceramente? Preferia a de antes.

Tamagotchi

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O famoso bichinho virtual foi algo incrível para as crianças e, ao mesmo tempo, irritante para os pais. Tudo porque funcionava como se fosse um animal de estimação de verdade. Você precisava alimentá-lo, passear, fazer carinho, dar banho e… limpar cocô. Acontece que, se você não realizasse as tarefas em um período determinado de tempo, o seu bichinho morria. Fico aqui pensando se essa brincadeira existiria hoje, na era do politicamente correto. E, principalmente, porque precisávamos andar o tempo todo com eles por perto. Ou seja, levávamos para escola, para o curso de inglês, para o cinema… Praticamente o começo do vício nos celulares, não é mesmo?

Tazo

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Na prática, era uma brincadeira bem sem graça. Os tazos eram uma espécie de disquinho que vinham como brinde dos salgadinhos da Elma Chips. “Bem” saudável porque os pais eram obrigados a comprar o petisco gorduroso porque nós enchíamos o saco deles querendo a porcaria do brinquedo (duvido que venderia hoje em dia). Depois de se empanturrar, era hora de guardar o tazo com todo carinho e disputar com os amigos no recreio. Era como bater figurinha (ainda existe isso?). Você colocava todos os seus tazos em uma pilha e o amiguinho batia em cima deles. Os que virassem ficavam com o outro jogador. Hoje eu acho bem inútil, mas eu gostava tanto que comprei um álbum próprio só para guardar minha coleção de disquinhos. Vai entender…

Pular elástico

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Não é bem um brinquedo, mas era minha brincadeira favorita. Tinha que ter no mínimo três meninas porque o elástico era enrolado nos tornozelos de duas, enquanto a que sobrava tinha que pular de forma especial (tinham movimentos certos para cada fase). Se completasse, o elástico subia para as pernas, os joelhos, a cintura e por aí até chegar nas mãos. Não sei se ainda existe, mas era muito legal e poderia facilmente ser disputado por adultos também. Afinal, dá pra queimar boas calorias com esses pulinhos…

 

Fotos: Catraca Livre, Joan of July, Wikipedia, Geeknisses e É da Sua Época

C&A lança coleção em parceria com a loja Ateen

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Quem lê o blog com frequência sabe que eu piro com as coleções da C&A assinadas em parcerias com estilistas e lojas. Estava feliz da vida porque tinha visto a última – feita com a Billabong – e saído sem gostar de nada quando soube que a marca de fast fashion lançaria peças ao lado da grife carioca Ateen. Pronto, lá se foi minha felicidade.

Toda minha família por parte de pai é do Rio de Janeiro. Então, apesar de ter nascido e viver em São Paulo, eu me considero metade carioca. Sempre que vou aos shoppings de lá fico com uma certa invejinha porque todas as vitrines são coloridas, estampadas e alegres. E uma das lojas que me chama atenção é a Ateen. O problema é o preço, que vai bem além do meu orçamento mensal.

Aí entra o ponto positivo da collection com a C&A, lançada nesta terça-feira, dia 21/10. A peça mais cara é um vestido todo bordado que sai por R$ 499 (ainda bem que ele é justinho e não fica bom no meu tipo de corpo porque senão eu ficaria muito tentada a fazer uma loucura). Fui ontem mesmo na loja do Shopping Bourbon, aqui em São Paulo, e não vi nada acima de R$ 200. Então dá para imaginar a piração da mulherada, né?

Esse é o vestido mais caro da coleção. Lindo, né?

Esse é o vestido mais caro da coleção. Lindo, né?

O que eu mais gostei é que tem muuuuitas opções de roupas. Vi vestidos estampados soltinhos, outros lisos com alguns recortes, saias, casaquinhos, shorts, camisas, batas, coletes e calças. Tudo em tons abertos de rosa, verde, azul e laranja, além do preto e do branco. Apesar de ter uma proposta moderna e cosmopolita, eu achei tudo bem fácil e prático de usar.

Fui para o provador com um vestido rosa bem fofo, uma regatinha rosa com a mesma estampa do vestido, uma bata que eu já estava paquerando no catálogo há um tempão e duas calças pretas porque, por incrível que pareça, não tenho nenhuma calça preta no closet.

Como a coleção da Pat Bo com a Barbie fez um rombo nos meus cartões, eu precisei me segurar muito para escolher o que levar. Acabei me decidindo pelo vestido, que vestiu superbem, e pela bata. Uma das calças também ficou ótima, mas acho que não usaria tanto porque ela é mais curtinha.

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Minhas escolhas (por enquanto): batinha que já era um caso antigo amor e esse vestido rosa bem amor

Amei e recomendo que todo mundo dê uma passadinha. Para dar mais vontade, dá uma olhada em algumas peças que estão à venda:

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Tudo muito lindo, né? Corre porque, pelo que vi hoje, as peças vão acabar rapidinho!

(Fotos: Daniel Mattar, Divulgação e Arquivo pessoal)

[Resenha] Boé Crece Pelo

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Uma das minhas maiores frustrações é ter cabelos finos.  Meu sonho é poder fazer um rabo de cavalo bem farto, daqueles que precisam de elásticos especiais para dar conta da quantidade de fios. Além da impressão de ter pouco cabelo, meu problema é que eles demoram séculos para crescer. Na verdade, eu nunca consegui fazer com que meus fios chegassem ao meio das costas. Por isso, quando soube da linha de tratamento Crece Pelo da Boé quis comprar na hora e comprovar se ele realmente ajuda no crescimento capilar.

Soube do produto por meio da minha amiga Flavinha, que tem um perfil muito bacana no Instragram: o Flavinha Tips (@flavinhatips). Diariamente, ela posta dicas sobre os mais variados assuntos – moda, beleza, gastronomia – e o mais legal é que ela é super pé no chão e só fala de coisas que são acessíveis para todo mundo. Então quase pirei quando ela postou a foto do creme e disse que ajudou muito no caso dela. Como a conheço há anos e sei que tudo que ela põe lá é de confiança, resolvi arriscar.

Ia procurar na Sumirê e na Ikesaki, mas a vontade de testar era tão grande que eu procurei pela internet e achei à venda na Beijo Pink. A linha Crece Pelo (sim, o nome é bem feio) tem shampoos, condicionares e cremes, mas eu comprei só a máscara de tratamento. Para minha surpresa, o potinho chegou antes do prazo previsto (aliás, super indico esse site!) e já testei no mesmo dia.

O que eu mais gostei é o produto é fitoterápico, ou seja, utiliza plantas e ervas medicinais – tudo bem natureba mesmo – para ajudar no crescimento dos cabelos. O cheirinho é bem gostoso e parece com aqueles chazinhos que acalmam. A aplicação é bem fácil: depois de passar o shampoo e o condicionador, é só pegar um punhado do creme (no meu caso, uma mão cheia) e massagear mecha por mecha, principalmente nas pontas.

A parte mais difícil é que o produto precisa agir por 20 minutos. Então eu deixo para passar de fim de semana, quando dá para ficar tranquila vendo TV ou lendo uma revista enquanto o creme faz efeito. Depois disso, é só enxaguar, retirar bem e deixar secar.

Agora vamos a pergunta que não quer calar: funciona? Estou usando há cinco semanas e notei que meu cabelo cresceu mais rápido. Como eu pinto o cabelo, dá para ver melhor por causa da raiz, que está enorme. Além do comprimento maior, eu percebi que estou com mais cabelos. Sabe aqueles fiozinhos que crescem bem no alto da cabeça? Pois é, estou cheia deles. Mas, no geral, vale muito a pena principalmente porque ele também hidrata.

Não dá para dizer que meu cabelo cresceu muito, mas pelo menos ele ficou com uma boa aparência vai?

Não dá para dizer que meu cabelo cresceu muito, mas pelo menos ele ficou com uma boa aparência vai?

O único ponto negativo é que ao mesmo tempo que cresceu mais rápido, ele também favoreceu o aparecimento de pontas quebradas e fracas. Mas isso acontece com bastante frequência quando fico muito tempo sem cortar o cabelo (estou há quase quatro meses sem ver uma tesoura), então não sei se foi resultado do creme ou uma consequência natural. Mesmo assim, recomendo intercalar o uso com uma máscara de cauterização para selar as pontas.

O pote tem 240g e dura muito. Tanto que faz mais de um mês que estou usando e ainda não acabou. Paguei R$59,90 e foi um superinvestimento, já estou até pensando em comprar outro para guardar de estoque. Indico para todo mundo!

Os livros da minha vida

Pouco tempo atrás rolou uma brincadeira bem legal no Facebook, em que a pessoa precisava listar os dez (ou mais) livros e filmes que marcaram sua vida. Resolvi trazer essa lista para o blog e decidi começar pelos livros. O que me espantou é que, apesar de gostar muito de ler e de ter uma pilha enorme de obras lidas em casa, eu não tenho muitas opções para colocar entre os melhores – sinal de que ainda tenho muita coisa para ler. Outro item que me chamou atenção é que a maioria dos livros que eu pensei é de mulherzinha, o que é bem óbvio porque quase não leio outro gênero. Mesmo assim, vale a pena dar uma nos que foram selecionados:

Casório (Marian Keyes)

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Foi o primeiro livro da Marian Keyes que eu li e, mesmo depois de anos, continua sendo o meu favorito dela. Tudo porque rolou uma super identificação com a Lucy, protagonista da história. Até hoje, não encontrei nenhuma personagem que fosse tão parecida comigo quanto ela. Lembro que minha mãe foi a primeira a ler Casório e disse que só pensou em mim enquanto descobria as aventuras de Lucy. Ela começa o livro indo a uma cartomante com as amigas do trabalho (coisa que eu faria), que lhe diz que ela vai se casar em breve. Esse fato é suficiente para fazer com que toda sua família ligue para saber da suposta novidade, já que ela é solteiríssima e não tem a menor chance de se casar (isso também aconteceria fácil fácil comigo). No meio do livro, ela conhece um cara legal por quem ela se apaixona, mas que não vale muito a pena (quem nunca passou por uma situação dessas, não é?). Com direito a algumas frases que eu poderia dizer a qualquer momento, como o “não, não tenho” quando perguntam a Lucy se ela não tem amor próprio, o livro foi uma verdadeira delicinha para mim. Espero terminar linda e feliz como a Lucy. Quem sabe?

Menina de Vinte (Sophie Kinsella)

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Descobri esse livro há uns quatro anos, em um período de crise. Estava em um daqueles momentos em que você não encontra felicidade em nada e decidi comprar esse livro para conhecer a autora. Não só conheci como amei. Lembro de passar a tarde toda lendo a história de Lara, que é assombrada pelo fantasma de Sadie, sua tia avó de 75 anos. É uma trama bem gostosinha e ideal para quem tem esse espírito de menininha, porque fala de assuntos que todas nós gostamos (relacionamentos, amizades, trabalhos e até mesmo moda). E foi graças a ele que eu comecei a me animar e ver minha vida de outro modo. Em uma parte do livro, Lara está tão desesperada para voltar com o ex-namorado que pede para sua tia convencê-lo da ideia. De certa forma, é cômico porque ele não vê o fantasma, mas começa a pensar na ex de uma hora para outra. Eles até retomam o namoro, mas ela percebe que aquilo não é natural e que ele não gosta dela de verdade (um mega ensinamento pra todo mundo, vai?). Hoje não sei se é o meu favorito, mas é guardado com muito carinho por ter sido muito especial. Daqueles que dá um ciuminho só de pensar em emprestar para alguém.

Toda a série da Becky Bloom (Sophie Kinsella)

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Depois de ler Menina de Vinte, resolvi ler todos os livros da Sophie. Não sei bem o porquê, mas acabei deixando a série da Becky Bloom para o final da lista. Li o primeiro e achei ok, mas aí li o segundo (Delírios de Consumo na 5ª Avenida) e percebi que eu estava completamente encantada pela personagem-título. A Becky é tão verdadeira que mais parece nossa melhor amiga. E digo mais, toda menina se acha parecida com ela. Eu tenho a mesma vontade de entrar na loja “só para dar uma olhadinha” e sair com mil sacolas “porque poxa, estava na promoção e não dava para ignorar um preço tão bom”. Tenho também a mania de saber de alguma coisa e já criar uma história mirabolante em cima do fato. Basta a Becky descobrir que vai conhecer uma personalidade para imaginar que será melhor amiga da fulana e que as duas farão compras juntas. No fim, dá tudo errado e ela nem chega a ver a pessoa. Ela é engraçada e até um pouco louquinha, mas me faz feliz de uma forma tão linda. O mais bacana de tudo é saber que a série não acabou. Já contei que o novo livro vai chegar no Brasil logo logo. Mal posso esperar!

Toda a série O Diário da Princesa (Meg Cabot)

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Já contei em pelo menos dois posts da minha paixonite por essa série. Assim como a Becky Bloom, a Mia é outra personagem que eu queria que fosse real. Assisti primeiro ao filme e comprei o livro meses depois para então descobrir que a saga escrita é mil vezes melhor do que a cinematográfica. E o mais engraçado é que a própria Mia tira sarro do filme no quarto volume (se não me engano) com direito a frases do tipo: “eu jamais moraria em São Francisco. Nova York é muito mais legal”. Quando o primeiro livro chegou, em 2002, eu tinha 14 anos e a Mia também. Nós praticamente crescemos juntas e passamos pelas mesmas coisas. Ficava enlouquecida quando ia à livraria por acaso e descobria que tinha uma nova parte da história para ler. Até que cheguei ao décimo volume e, logo de cara, li que seria o último. Bateu uma tristeza tão grande que eu li o livro todo com clima de nostalgia. Era 2009 e eu estava a poucos meses de me formar na faculdade, assim como a Mia estava prestes a se formar no colégio. Fora que nós duas amamos escrever, fazemos listas do que devemos ou poderíamos fazer e temos outras manias em comum. Talvez um dia a Meg Cabot resolva continuar a saga. Eu ficaria muito feliz!

Como Eu Era Antes de Você (Jojo Moyes)

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Também já falei sobre ele. Conheci a Jojo no ano passado, quando ganhei um vale-presente da Livraria Cultura de aniversário e troquei pelo livro A Última Carta de Amor. Uma amiga estava lendo Como Eu Era Antes de Você na mesma época. Lembro de terminarmos nossas leituras praticamente ao mesmo tempo. Ela me perguntou se eu tinha chorado e eu disse que sim, mas de emoção. Ela me respondeu que, no caso dela, tinha sido de tristeza. Pronto, queria ler o livro dela também. Comecei achando bom, mas aí acabei me viciando tanto que não conseguia mais largar. Matei o final na metade do livro e só por isso tinha certeza de que não iria chorar. De fato, aguentei firme até a última palavra escrita. Mas aí fechei o exemplar, comecei a pensar em tudo que tinha lido e chorei feito doida. Não me identifico com a Lou, nem com o Will, mas digo com toda a certeza que foi o livro mais lindo que eu já li na vida. Desde então, tenho um carinho gigante pela Jojo. Ela tem a capacidade de pegar uma história simples e transformar em algo que nos ensina de várias formas. Quero ver como vai ser no próximo livro dela, que será lançado em breve por aqui.

Querido John (Nicholas Sparks)

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Esse não é nem de longe o meu livro favorito, mas veio em um momento de crise na minha vida. Não tinha nada para ler, mas sabia que muita gente tinha gostado de Querido John. Isso tudo aconteceu na mesma época em que o filme baseado na obra estreou, então não se falava sobre outra coisa. Li o resumo, pensei “ih, será que eu vou gostar?” e comprei mesmo assim porque queria ter a minha opinião. Comecei e me vi tão encantada pela história que passava o dia todo contando sobre os capítulos para minha mãe. Depois dele comprei todos os livros do Nicholas Sparks. Hoje, eu estou um pouco enjoada dele. É sempre a mesma história, os mesmos acontecimentos, o mesmo final e eu já nem choro mais. Mas Querido John foi o primeiro dele que eu li e também é guardado com muito carinho por ter me ensinado muita coisa. O engraçado é que eu só percebi isso anos mais tarde.

Toda a série Harry Potter (J.K. Rowling)

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Ok, vai ser polêmico: não sou fã. Não tenho todos os filmes. Não lembro o nome de muitos personagens. Já esqueci de muita coisa que aconteceu ao longo da série. Não pirei nem quis comprar varinhas, cachecol e outros acessórios (com exceção das corujas) quando fui no brinquedo dele em Orlando. Mesmo assim, não dá para deixar de incluir a saga nesta lista. Acontece que Harry Potter representou muito para a minha geração (a dos nascidos no final dos anos 80 e começo dos anos 90). Nós estávamos começando a ficar conhecidos como crianças que não liam e preferiam ver televisão quando o primeiro volume lançou. Era 2000, eu tinha 12 anos e minha mãe me deu de presente porque tinha visto em algum lugar que era muito bacana. Li as 50 páginas iniciais e desisti. Até que saiu a segunda parte e eu fiquei muito curiosa para saber o que iria acontecer, então fiz uma segunda tentativa e acabei ficando viciada. Foi uma verdadeira revolução. Todo mundo contava nos dedos a data do próximo lançamento. Essa febre toda, para mim, durou até o quinto volume. Já tinha 15 anos e comecei a pegar um certo bode da história. Li as duas últimas partes com muita preguiça e até hoje achei aquele final bem mequetrefe. Mas foi – e ainda é – muito importante para todos nós.

Tendências do verão 2015

Chegamos em outubro e a temperatura não para de subir. Sinal de que é hora de ligar o ventilador ou o ar-condicionado, investir no repelente para evitar as tão temidas picadas de inseto e beber muita água para não ficar desidratada. O calor tem lá seu lado desagradável, mas não dá para negar que ele deixa a moda muito mais colorida e fresca. Explico: é tempo de deixar as pernocas de fora, usar peças mais soltinhas e sair por aí com cores alegres e festivas.

Dá para comprovar tudo isso só de ver as vitrines das lojas, que já estão preparadas para o verão que vem logo aí. Já contei sobre os sapatos que farão sucesso nos próximos meses, então agora é o momento de falar sobre as tendências, os estilos, as estampas e as peças que vão bombar daqui pra frente. Quer saber quais são? Vamos lá:

Flores

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Elas nunca saem de moda, não é? Antes delicadas e românticas, as flores do próximo verão são maiores e aparecem mais destacadas. As estampas misturam o máximo possível de flores e dão um toque despojado e moderno a vestidos – principalmente os longos -, regatinhas, camisas e até mesmo aos shorts. E o bacana é que elas podem ser usadas em qualquer situação, do trabalho à praia. A regra de ouro no quesito floral continua a mesma: para o visual não ficar pesado, deixe as estampas para apenas uma peça do look.

Cores cítricas

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Lembra das candy colors? Elas estão de volta, só que repaginadas e com o nome de Yummi Colors! Os tons pastel agora são um pouco mais cítricos e lembram cores de fruta que são típicas da estação. Laranja, verde-limão, rosa e amarelo são as  principais representantes da lista. As mais ousadas podem combinar dois tons e dar um ar de descontração à produção. Casaquinhos, bermudas, saias, vestidos, bolsas e outros acessórios já pegaram carona na tendência. Pode investir sem medo! (Para saber mais sobre as yummi colors, clique aqui)

Rendas

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Eu amo peças rendadas. Mesmo. Mas confesso que costumo usar mais no inverno. A boa notícia é que agora elas também aparecerão no verão. Já vi vários vestidos curtinhos rendados nas cores aí de cima e com decotes nas costas para espantar o calor. Outra novidade é que a renda também invadiu os shortinhos. Isso mesmo, dá para usar tranquilamente e deixar a produção de praia mais romântica. São ótimas opções para usar por cima do biquini ou para sair à noite. Tudo tão lindo que eu já estou pensando em comprar um de cada (Socorro!)

Franjas

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O estilo boho apareceu com tudo no último inverno e promete continuar em alta. Prova disso são os quimonos (falei deles nesse post), que vieram com tudo, e das franjas, que aparecem em vestidos e blusinhas. Além das versões brancas e pretas, que são encontradas com mais facilidade, elas também podem ser usadas em tons mais alegres, como rosa e laranja. Bonitinho, né?

Jardineiras

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A versão jeans com calça fez muito sucesso no começo do ano e agora volta com tecidos mais leves, como linho e algodão, e com shorts para combinar com a estação. Já vi alguns modelos com estampa de oncinha e outros em variações bem abertas de rosa e amarelo. É uma peça leve, divertida e muito feminina, mas tenho a impressão de que vai sair de moda rapidinho. Mesmo assim, eu super usaria – se não fosse meu quadril grande que não cai bem com jardineiras.

 

Gostaram? Agora é só ir às compras e aguardar se vem mais novidades por aí. Tomara que sim 🙂