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[Especial Califórnia] O que fazer em San Diego

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Ontem comecei a série de posts especiais sobre a Califórnia e hoje passo a falar mais detalhadamente das cidades que visitei nas últimas semanas. A primeira parada foi San Diego, que, por sinal, foi o meu lugar favorito de toda a viagem. Localizada bem ao sul dos Estados Unidos, fica pertinho da fronteira do México. Por isso, quase todo mundo lá fala espanhol.

Pegamos o vôo que sai aqui de São Paulo e vai direto a Los Angeles e, de lá, alugamos um carro para chegar em San Diego. O caminho dura cerca de uma hora e meia e a estrada tem paisagens que deixam qualquer pessoa encantada. Chegar de uma viagem longa e ver montanhas, visual de deserto, casinhas chiques no alto do morro e o mar já mostra que a cidade é mesmo especial. Por sinal, lá tem sol quase que o tempo todo. O clima é muito gostoso, de verdade!

O fuso horário da Califórnia tem uma grande diferença com o nosso e está quatro horas para trás. No começo do ano, quando o Brasil está em horário de verão, eles estão em horário de inverno e o relógio deles fica seis horas para trás do nosso. O começo é estranho: nos primeiros dias a gente acordava às 5 da manhã e tinha sono lá pelas 9. O mais engraçado era ligar o facebook e perceber que o pessoal aqui estava saindo para jantar enquanto a gente tinha acabado de almoçar.

Five Guys

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Nós chegamos em San Diego por volta das 11 da manhã e estávamos com fome. Então, depois de deixar as malas no hotel, fomos comer no Five Guys, que vem a ser o meu hambúrguer favorito de todos os tempos. Quem está acostumado a ir a Orlando, sabe que tem várias unidades na rede (como direto quando estou por lá). Na Califórnia, o Five Guys só existe em alguns lugares. Das cidades grandes, a única que conta com essas delícias é San Diego.

Lá, o Five Guys fica em uma avenida bem movimentada e próxima à praia. O que eu mais gosto é a possibilidade de montar seu lanche com o que você gosta. Eu gosto do sanduíche simples com pão, carne e queijo e lá consigo comer exatamente desse jeito sem o menor problema. Além da carne ser maravilhosa, a porção de batatas é gigaaante e vem um copo enorme. Na hora a gente pensa que é impossível comer tudo, mas acredite: é tão bom que a gente come com prazer. Super recomendo essa parada. Não dá para ir embora sem passar por lá!

Ir à praia

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San Diego tem sol, verde e muito mar. Por isso, vale a pena visitar pelo menos uma das diversas praias da cidade. Nós escolhemos a Pacific Beach – que por sinal fica perto do Five Guys – e fomos até lá logo no primeiro dia. Assim como outras praias dos Estados Unidos, ela tem um píer bem comprido que permite caminhar por cima do mar. Amei as casinhas que ficam logo no começo e que são alugadas como hospedagem, principalmente durante o verão.

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Não sei vocês, mas um dos meus sonhos era molhar meus pés no Oceano Pacífico. Já saí daqui de São Paulo obrigando minha mãe a me levar à praia só para isso. A prova está aí em cima (sim, a água é gelada a ponto de doer os ossos dos pés). E olha que bacana: não tem o menor problema ir de calça para a praia. Aliás, o pessoal lá curte mais ficar na areia tomando sol ou praticando esportes enquanto os surfistas é que encaram o mar frio. Por isso, digo e repito: se você também quer dizer às amigas que pisou no Pacífico, aqui está sua melhor chance.

Old Town

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Por estar próxima à fronteira com o México, San Diego é considerada o berço da Califórnia. É lá que a colonização começou. Apesar de hoje pertencer aos Estados Unidos, a cidade ainda carrega traços de sua história e o bairro Old Town é o principal deles. É um passeio divertidíssimo e apresenta diversas atrações, como casinhas típicas do velho oeste que vendem artesanatos e produtos típicos do México. Além disso, tem um palco em que cantores da região podem se apresentar e fazer todo mundo “bailar”.

Mas o que eu gostei mesmo foi da gastronomia. Curto muito os restaurantes mexicanos que fazem sucesso aqui no Brasil, mas sei que não é bem o que eles comem de verdade no México. Então, rolou um certo medinho quando a gente se acomodou em um restaurante em Old Town. Ao contrário do que eu pensava, as fajitas estavam óóóótimas e as margaritas são geladinhas do jeito que a gente gosta e em um copão gigante!

San Diego Zoo

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O zoológico de San Diego é reconhecido internacionalmente como um dos melhores no quesito respeito à vida animal. Isso não significa apenas que são bem tratados. Mais do que isso, podem conviver tranquilamente sem jaulas e com outras espécies (os lobos, por exemplo, vivem e brincam com os cachorros) e os estudiosos trabalham constantemente para prolongar uma espécie e estimulam cruzamentos de forma natural. Experimente seguir a página do zoológico no Facebook para ver tudo que fazem.

Gigantesco, abriga 3.700 animais dos mais variados tipos. Para terem uma ideia, vi até alguns diabos da tasmânia e achei todos muitos fofos. A novidade do zoo é a área chamada de Koalafornia (aliás, achei o trocadilho GENIAL) que, claro, apresenta um grande número de… Koalas! Sim, minha gente, vários koalinhas lindos. O problema é que eles passam a maior parte do tempo dormindo, então é normal vê-los com as cabeças encostadas nos troncos das árvores.

Conta também com espécies mais tradicionais, como girafas, zebras, rinocerontes, hipopótamos e elefantes. Por sinal, eles abrigam um elefante que, por sorte, ainda mantém suas presas de marfim. Isso é muito, mas muito raro. Para conseguir ver tudo, minha sugestão é pegar o teleférico. O passeio vale muito a pena pois permite ver as árvores lá do alto (inclusive o espaço das aves) e uma vista especial da cidade.

Seaport Village

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O Seaport Village é um espaço ao ar livre localizado às margens do mar e mistura área para caminhar e correr, restaurantes e centro de compras. Achei bacana porque fica bem no centro da cidade e dá para ter outra visão. As pessoas são mais chiques e urbanas. Em um lado, fica uma marina com barcos e iates que fazem inveja em qualquer pessoa e, do outro, as lojinhas. Os produtos vendidos são mais turísticos, então dá para encontrar um presente ou uma lembrança especial da cidade. Nós fomos no pôr-do-sol (aliás, lá escurece beeem tarde, lá pelas 20:30) e o visual foi extremamente inspirador.

Ballast Point

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Essa é uma parada obrigatória para quem gosta de cervejas. Fábrica local, a Ballast Point fica no bairro de Little Italy e produz os melhores rótulos da região. A Sculping, por exemplo, foi premiada dez vezes como a melhor do tipo IPA. Aqui vai uma confissão: adoro, adoro mesmo, essas cervejas artesanais, então fiz questão de provar. E realmente ficou entre as minhas favoritas. A Ballast também proporciona aos consumidores uma brincadeira bem bacana e oferece um kit degustação (esse da foto) com doses de cervejas criadas pelos próprios funcionários. Depois de beber, entra a parte de avaliar com notas quesitos como sabor, cor, aroma e por aí vai. As melhores passam a entrar no menu da fábrica. E quem estiver com fome ainda pode pedir o cheeseburger que é maravilhoso!

Sea World

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Como falei no post anterior, sei que muita gente critica o Sea World por causa do documentário Black Fish, que acusa o parque de supostamente maltratar os animais. Em duas vezes, tive a oportunidade de conhecer os bastidores do Sea World e vi que a história não é bem assim. Eles super se preocupam em preservar a vida marinha e inclusive promovem resgates na região. Então, recomendo muito a visita neste parque que, para mim, é infinitamente melhor do que o de Orlando.

Nós fomos em uma terça e o parque estava completamente vazio. Não pegamos fila para absolutamente nada e conseguimos ir em todas as atrações ainda na parte da manhã. A entrada já é mais bacana do que a de Orlando. Estruturas em vários tons de azul fazem com que a gente realmente sinta que está entrando no oceano. E tem mais: o parque foi construído às margens do mar. É só olhar o visual da foto ali de cima para comprovar: com um cenário assim, o local é mesmo especial.

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O que eu mais gosto em parques temáticos são as atrações, então vamos começar pelo Journey to Atlantis. Se você já foi ao parque de Orlando, deve estar pensando que lá tem um brinquedo igual. Ele pode até parecer, mas é muito, muito, MUITO melhor. O de San Diego não tem bonequinhos na parte interna da construção. É uma montanha-russa aquática de verdade.O carrinho já começa subindo horrores e é encaminhado para essa descida da foto. Mas depois ele sobe de novo de um jeito muito criativo (que eu não vou contar para não estragar a surpresa). É um dos meus brinquedos favoritos de todos os tempos.

O teleférico é lindo porque passa em cima do mar e é bem alto, o que permite ter uma visão única da cidade. Eu já estava apaixonada por San Diego, mas depois disso fiquei ainda mais. E o legal é que você vai e volta, sem precisar descer em uma parte desconhecida do parque.

Por fim, a Manta, que tem o mesmo nome da de Orlando, mas não funciona com os passageiros deitados. Isso tinha me deixado um pouco desanimada quando ocupei meu lugar, mas o sorriso veio em questão de segundos. Logo no início, somos transportados para um local em que um telão acende e mostra uma raia gigante te puxando. O carrinho, lógico, arranca em alta velocidade. Diversão pura. Fui três vezes, duas seguidas e todas na primeira fileira (parque vazio dá nisso, né?). Imperdível para fãs de adrenalina.

Fashion Valley

Esta foto é do site do shopping. Estava tão empolgada fazendo minhas compras que esqueci de tirar uma foto para compartilhar por aqui

Esta foto é do site do shopping. Estava tão empolgada fazendo minhas compras que esqueci de tirar uma foto para compartilhar por aqui

Atenção, consumistas! San Diego tem um dos shoppings mais bonitos que eu já conheci. Ao ar livre, o Fashion Valley tem mais de 200 lojas e entre elas estão as que moram nos nossos corações, como Forever 21, H&M, Apple, Victoria’s Secret, Charlotte Russe, M.A.C., Kate Spade e por aí vai. Importante dizer que não é outlet e que os preços são um pouquinho mais caros, mas vale a pena para procurar aqueles itens difíceis. Ou então para fazer uma refeição especial. Só para deixar vocês com água na boca: lá tem The Cheesecake Factory, que vem a ser um dos melhores restaurantes do mundo – saudade eterna do cheesecake de oreo!

La Jolla

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Nossa última parada em San Diego foi o bairro de La Jolla (pronuncia-se “La Rôia”), que é mais distante e com custo de vida mais elevado. As principais ruas são cheias de lojinhas bacanas – tem uma da Benefit – e restaurantes para todos os tipos de paladares, mas o gostoso mesmo é ir de dia para passear pela praia. Já não basta ser um lugar lindo, daqueles que enchem nossos olhos, La Jolla ainda é ocupada por leões marinhos, as minhas paixões. E lá você consegue descer até aspedras e vê-los bem de pertinho. É tão gosto ver animais em seus habitats! Deu até ânimo para continuar a viagem!

Como falei várias vezes, San Diego é linda e foi a minha cidade favorita da viagem.Tive a sensação de estar em casa. E confesso: chorei um pouquinho na hora de ir embora. Ou seja, vou ter que voltar – o que não vai ser nada difícil 🙂

7 motivos para conhecer a Califórnia

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Como alguns de vocês já sabem, acabei de voltar de uma road trip pela Califórnia e cheia de assuntos legais para postar aqui no blog. Por isso, nada melhor do que começar explicando os motivos que fizeram com que eu me apaixonasse perdidamente pelo destino. Foi a minha primeira vez lá (de muitas, já posso afirmar) e fazia muito tempo desde que eu visitei um local totalmente novo para mim. Passar 15 dias onde tudo, absolutamente tudo, é novidade não tem preço. Senti de verdade que estava absorvendo uma cultura diferente. Para comprovar o que estou dizendo, aqui estão as minhas razões:

1. É um estado gigante com muitas coisas bacanas e diferentes para fazer

Minha paisagem favorita da viagem: Big Sur

Minha paisagem favorita da viagem: Big Sur

A Califórnia fica na costa oeste dos Estados Unidos e é um local com atrações para todos os gostos e estilos de turistas. Tem paisagens maravilhosas (como esta aqui de cima) para quem curte natureza, estradas e trilhas. Tem parques temáticos com brinquedos radicais para os amantes de diversão. Tem lojas incríveis para quem não liga de gastar. Mas não é só isso. Por ser uma região grande em tamanho, apresenta cidades com estilos totalmente diferentes. Tem o glamour de Los Angeles, a vibe tranquila de San Diego, a sofisticação de Napa Valley, o clima urbano chique de San Francisco e por aí vai. Resumindo: dá para montar um roteiro diferente em cada visita. E quem tiver tempo ainda pode esticar a viagem e conhecer Las Vegas, que fica a umas quatro horas de carro de Los Angeles.

2. A Disney original fica aqui

Na Disneyland, o castelo é da Bela Adormecida

Na Disneyland, o castelo é da Bela Adormecida

Como disse há pouco, a Califórnia também abriga dois parques da Disney. Quem está acostumada a ler este blog sabe que eu sou viciada em qualquer coisa relacionada à Disney e esse foi um dos motivos que me levou a escolher este destino para as minhas férias. Construída em 1955 em Anaheim (cerca de uma hora de L.A.), a Disneyland foi o primeiro parque de todos e ainda conta com alguns brinquedos originais. Mais recente, o California Adventure abriu suas portas em 2001 e fica logo ao lado do outro parque. São menores do que os de Orlando? São. Mas achei tudo mais prático, vazio e divertido. Contarei mais em alguns posts especiais, mas posso dizer que viraram meus favoritos.

3. As estradas possuem cenários de tirar o fôlego

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Fazer uma road trip significa passar mais tempo na estrada do que em qualquer outro lugar. Quem conhece os Estados Unidos sabe que as estradas de lá são maravilhosas (tanto no quesito asfalto quanto no visual), mas as da Califórnia são especiais. Quase todas são cercadas por montanhas e aquele clima gostoso de interior,só que uma delas é ainda mais irresistível. A Pacific Coast Highway, também conhecida como U.S. 1 ou Route 1, acompanha toda a costa do litoral pacífico da região. Ou seja, o mar e o oceano estão presentes praticamente o tempo todo. As paisagens são tão maravilhosas que servem para dar aquela renovada na alma. Também falarei mais sobre nos próximos posts.

4. O Sea World mais legal de todos está aqui

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Sei que é polêmico, mas vamos lá: muita gente critica os parques Sea World depois que o documentário Black Fish mostrou que as baleias eram supostamente maltratadas. Não vi o documentário (nem pretendo) e, como boa jornalista, detesto tudo que mostra apenas um lado da história. Em 2013, tive a possibilidade de conhecer os bastidores do Sea World de Orlando – aliás, vale lembrar que o Sea World também administra o parque Busch Gardens – e vi tudo que eles fazem em prol da causa animal. Também sei de histórias de resgastes que eles fizeram. Enfim, não me arrependo nem um pouco de ter conhecido o Sea World de San Diego. Foi uma visita que valeu muito a pena e foi surpreendente. O parque é infinitamente superior ao de Orlando e tem um diferencial: está localizado às margens do mar. Isso garante vistas de tirar o fôlego. Prometo postar mais detalhes em breve.

5. Los Angeles e Hollywood

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Na minha inocência, achava que Los Angeles era tipo o Rio de Janeiro, em que a gente esbarra em celebridades quase que o tempo todo. Por isso, queria muito conhecer Hollywood. Acabou que percebi que não era tudo isso (aliás, é uma parte bem muvucada da cidade) e que as celebridades ficam em regiões mais afastadas. Mesmo assim, vale a pena ver tudo aquilo que faz parte do bairro: o teatro chinês, a calçada da fama e por aí vai.

6. Perfeita para quem gosta de beber

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A Califórnia é conhecida pela região de Napa Valley, onde são produzidos alguns dos melhores vinhos do mundo. Os passeios pelas vinícolas são imperdíveis e inspiradores, com uma paisagem bucólica que carrega todo aquele clima de fazenda e céu azul. Mas não para por aí. Quem gosta de cervejas artesanais pode degustar rótulos pra lá de saborosos e ainda conhecer fábricas reconhecidas internacionalmente. Já que férias significa dar uma pausa na dieta, dá para provar de tudo. Vai por mim, vale muito a pena!

7. San Francisco é tudo de bom

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San Francisco foi a última parada da viagem e eu estava superansiosa para conhecer porque todo mundo me dizia que era uma cidade incrível. Os últimos dias do roteiro são sempre mais corridos e eu queria ter ficado mais por lá, mas deu para perceber o porquê de ser um local tão especial. Acontece que ela mistura natureza, arquitetura (as famosas casinhas são um charme), gastronomia e lojas de todos os estilos. Sem falar que a Golden Gate – a ponte aqui de cima – é realmente linda. E vê-la totalmente aberta assim é raro, já que normalmente fica coberta por nuvens. Fomos abençoados com esse visual no último dia, então foi uma ótima forma de fechar a viagem.

Como falei no começo, estou encantadíssima com a Califórnia. Se você gostou desse aperitivo, fique de olho porque o blog terá muitas coisas legais daqui para frente!

Top 5 – Filmes para comemorar o Dia das Mães

E uma das grandes delícias do mês de maio está aí, gente! O Dia das Mães, que será comemorado no próximo domingo (10) é aquele dia em que nós homenageamos a pessoa mais importante das nossas vidas: as mães. Sei que elas merecem ser amadas em todos os dias do ano, mas é bacana ter uma data para comemorar tudo o que fazem por nós. Pensando nisso, preparei uma lista com os filmes que mais retratam o universo familiar e exaltam a maternidade. Procurei trazer histórias que mostram essa realidade de pontos de vista diferentes.

Ah, vale a pena lembrar: aqui no Fik Dik não tem espaço para preconceitos, então por mãe a gente entende que é uma pessoa que se dedica a nos amar e nos educar para a vida. Não precisa necessariamente ser mãe. Pode ser avó, tia, irmã e – por que não – pai, avó e por aí vai. Prontas para conhecer os filmes escolhidos? Vamos lá:

Minhas Mães e Meu Pai

The Kids Are All Right

Apesar de ter sido lançado há cinco anos, o filme traz um assunto que está mais em alta do que nunca: o fato de muitas mulheres optarem por ter filhos com inseminações artificiais de doadores anônimos. Nesta história, Jules e Nic são duas mulheres casadas e mães de dois filhos, que estão loucos para conhecer a identidade do pai. Eles partem então em uma jornada atrás desse misterioso homem e, quando ele finalmente aparece, os problemas começam. Ao ser apresentado para a família, ele desperta ciúme e outras sensações que podem acabar com o relacionamento das mães (uma delas vivida pela linda e brilhante Julianne Moore). No fim, o filme mostra que a maternidade vai além de gênero e orientação sexual.

Um Sonho Possível

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Outro filme muito bacana que prova que basta ter amor para se tornar mãe. Neste caso, a mãe é Leigh Anne, que pertence a uma família rica e que um dia encontra Michael, um jovem negro e filho de uma viciada, que é mais conhecido como Big Mike. Vendo que o rapaz não tinha onde dormir, ela o convida para dormir na sua casa e, a partir de então, é criado um laço de cumplicidade que dificilmente se romperá. Claro que nem tudo é tão fácil e eles precisam enfrentar uma série de problemas, inclusive o preconceito, para que sejam aceitos como mãe e filho. O mais legal é que a história é real e rendeu o Oscar de melhor atriz para Sandra Bullock. Lindo lindo!

Juno

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Sabemos que a maternidade tem muitos lados bons, mas nem todas as mulheres têm vontade ou mesmo estão prontas para encarar esse desafio. No filme Juno, isso fica muito claro. Uma adolescente de 16 anos acaba engravidando do amigo com quem apenas uma noite e fica desesperada. Depois de desistir de fazer um aborto, ela resolve procurar uma família que queira a criança e conhece um casal rico e com boas condições financeiras, que inclusive oferece dinheiro para a garota. Ela recusa, mas começa a conviver mais com eles e decide que eles serão os pais adotivos de seu filho. O longa foi uma das sensações de 2008 e mostra a realidade muitas adolescentes grávidas de uma forma que mistura drama e comédia. Bem fofo!

Os Incríveis

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Chegamos a nossa cota Disney de todos os Top 5 aqui do blog com uma das melhores animações feita pela Pixar. Neste filme, somos apresentados à uma família de super-heróis que se esforça para ser normal formada por um casal, a filha adolescente, o filho criança e um bebê. O problema é que cada um deles tem um poder especial e é cada vez mais difícil viver como humanos. Hellen, a mãe, é praticamente a mulher-elástico. Somente se esticando muito para conseguir dar conta de todos os afazeres domésticos. Isso fica ainda mais claro quando eles partem em uma aventura para salvar o mundo. É daqueles filmes leves que a gente pode ver várias vezes sem cansar e ainda apresenta dois bons motivos para dar play agora mesmo: a personagem Edna Mode, estilista fofa, e a certeza de que ganhará uma sequência no ano que vem. Queremos já!

Minha mãe É Uma Peça

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Já diz o ditado que “mãe é tudo igual, só muda o endereço”. Em um dos filmes de maior bilheteria nacional dos últimos tempos, conhecemos a querida Dona Hermínia, uma senhora divorciada e mãe de dois filhos que é como a nossa: briga, pega no pé, dá bronca e tem suas manias. Depois de descobrir que seus filhos não gostam dela, ela resolve sair de casa e deixa todos muito preocupados. É uma história engraçadíssima, perfeita para assistir ao lado da família, e estrelada pelo humorista Paulo Gustavo.

Gostou das ideias? Agora é só apertar o play e assistir ao lado da pessoa mais importante da sua vida. Feliz Dia das Mães!

As noivas famosas mais bonitas (e ousadas)

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Já falei aqui antes que maio é o mês das noivas. Uma das dúvidas mais comuns, entre tantos itens para se preocupar até o grande dia, é a escolha do vestido. São tantas opções lindas que é normal enlouquecer e querer usar três modelos diferentes na mesma noite. Eu mesma, que estou muito longe de qualquer possibilidade de casamento, já tenho umas quatro versões de vestidos que usaria.

Nesse momento, vale se inspirar nos modelito usadas por celebridades e, claro, respeitar o próprio gosto. Eu, por exemplo, sou extremamente clássica quando o assunto é casamento. Gosto muito daquela ideia de noiva do tipo princesa, com vestido rendado e bem longo, véu e por aí vai. Até aceito umas opções mais descoladas para meninas que não curtem muito essa tradição toda.

Pensando nisso, preparei uma lista com os vestidos mais famosos e originais (alguns até ousados) para entrar no clima do mês e ainda ajudar as noivinhas de plantão. Todas prontas? Então vamos lá:

Kate Middleton

Não tem para ninguém: Kate é linda, fina e elegante de qualquer jeito e ocupa o número 1 na minha lista de vestidos de casamento desde que se uniu ao Príncipe William em abril de 2011. Sou um pouco paranoica com o tamanho dos meus braços e sempre digo que, se um dia eu me casar, o vestido com certeza terá mangas compridas. E não é que a danada optou por um vestido que cobria justamente os braços?

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Para fazer parte de vez da realeza britânica, nossa duquesa favorita escolheu um modelo clássico da grife do estilista Alexander McQueen. Como a festa era tradicional e cheia de regras, Kate optou por um vestido mais fechado e superfeminino, rendado e mais estruturado na parte de cima, que também tinha um decote em “V” – recurso que valoriza o colo. Não é à toa que muitas noivas se inspiram nela até hoje. Puro poder, né?

Olivia Palermo

Olha aí um ótimo exemplo para quem pretende fugir da tradição. Moderninha que só, a it girl Olivia Palermo sempre arrasa onde passa por conta dos looks descolados que usa. Essa garota sabe como ninguém o que é ter estilo. Sério, nunca a vi mal vestida. Por todas essas razões, era normal que ela ficasse ainda mais linda no dia do seu casamento, que aconteceu no ano passado.

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Olivia escolheu um mix de três peças da estilista Carolina Herrera: suéter de cashmere, short e saia transparente de tule e cetim por cima. Ousado?  Sim. Mas é como disse lá em cima: funciona muito para quem é estilosa por natureza. Mas vale lembrar que a Oli usou o modelito durante a união no civil. Em festas chiques e tradicionais, é algo que pode chocar além da conta.

Angelina Jolie

Já fiz uma análise do estilo da Angie e comprovei porque ela merece estar na lista das celebridades mais bem vestidas. Mas ela não se contenta em estar sempre linda, ser mãe de seis filhos e ainda a esposa de um dos atores mais bonitos do mundo. Ela também quis chamar a atenção no dia de seu casamento e conseguiu. No ano passado, ela e Brad se uniram em uma cerimônia realizada na capela de um castelo na França.

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A noiva até poderia seguir a linha princesa, mas optou por um modelo assinado por Luigi Massi, da Versace, em que o destaque eram os desenhos feitos pelos próprios filhos. A ideia pode parecer estranha, mas ficou tão fofo. De longe, mais parece que o vestido é estampado com flores e outros motivos. Mas, ao ver os desenhos, a gente percebe que o modelito é realmente a cara dela. Afinal, todas nós sabemos o quanto ela parece amar essas crianças. A ideia é muito boa e inspiradora, mas também só funciona em quem tem estilo, ok?

Gwen Stefani

Conheço muita gente que não sonha em usar branco no dia do casamento. Nessa lista, a grande maioria quer usar um vestido com tons de rosa. Muitas famosas pensam da mesma forma e provam que é possível fazer bonito de uma forma diferente. Como exemplo, aqui está a maravilhosa Gwen Stefani que usou um modelo em que a barra tinha um degradê rosa. A própria noiva conta que gostou tanto do resultado, criado por John Galliano, que a considera uma verdadeira obra de arte.

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Gwen pode não ter sido a primeira a romper as barreiras do casamento tradicional, mas inspirou outras celebs. Ao se casar com o astro Justin Timberlake, Jessica biel usou um tomara-que-caia rosa bem clarinho assinado por Giambattista Valli. Mesmo com a cor diferente, tinha todo o ar de princesa que as noivas amam. Já a atriz Kaley Cuoco teve a mesma ideia, mas preferiu um tom mais forte de rosa no modelo desenvolvido por Vera Wang. Sou mais o modelo branco tradicional, mas não condeno quem quer dar uma cara diferente para a festa.

Keira Knightley

Assim como a Olivia Palermo, a atriz Keira Knightley é bem fiel ao seu estilo. Apesar de alguns looks não agradarem, ela segue firme em uma linha romântica e mais bonequinha. Por isso, usa e abusa de estampas fofas, laços, babados e por aí vai. No dia de seu casamento, ela preferiu seguir uma proposta mais moderninha que conseguiu surpreender por combinar perfeitamente com ela.

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Existe uma regra de que noivas não podem se casar com vestidos curtos. Eis que Keira apareceu com look Chanel composto por um tomara-que-caia na altura dos joelhos com top sequinho e saia bufante. O jeitão clássico ficou por conta do cardigã, que tirou o ar descontraído e trouxe uma leitura mais urbana. E ela ainda circulou pela festa de óculos escuros. Adoro quando noivas têm atitude, mas é algo que pode chocar, então prefira usar um modelito assim em festas mais informais.

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A única representante brasileira desta lista está aqui por um simples motivo: foi uma das primeiras a usar duas peças (top + saia) e subir ao altar com a barriga de fora em um modelo criado por Walter Rodrigues. Muito antes da moda dos top croppeds, a apresentadora escolheu um modelo que ficava bem justo no corpo e exaltava o corpo em forma. A saia longa era bem sequinha justamente para combinar com a parte de cima, que era mais ousada.

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Na época em que ela se casou, tinha um programa que passava de tarde e que eu adorava assistir. Então achei que foi uma proposta original, fofa e que tinha tudo a ver com ela. Hoje não sei se me agrada muito. Foi até válido por ter sido uma festa mais informal, mas ainda assim acho que é algo que só fica bem em poucas pessoas. De qualquer forma, é mais uma boa opção para quem está em busca de um vestido diferente.

Gostaram das sugestões? Seja para quem está com a data marcada seja para quem sonha em subir ao altar, a dica é anotar todas as ideias antes de escolher o modelo ideal.

6 coisas boas do mês de maio

O ano mal começou e nós já entramos no mês de maio. Antes de ficar desesperada achando que a vida está passando rápido demais (e de fato temos essa impressão), é bom lembrar que maio é um mês muito especial. Sou suspeita para falar porque é quando faço aniversário, mas também é época de outras coisas boas. Precisa de alguns exemplos? Vamos lá:

Mês das mães

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O Dia das Mães é comemorado no segundo domingo de maio. Para as filhas, é tempo de procurar um presente muito especial para agradar essa pessoa tão importante nas nossas vidas.  Para as mães, é a oportunidade perfeita para ser mimada sem culpa pela família. Sem falar no almoço, que geralmente é farto e cheio de delícias. Sei que as mães deveriam ser paparicadas em todos os dias, mas é tão gostoso poder ficar ao lado delas nesse dia que eu nem ligo.

Mês das noivas

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Toda mulher ligada em tradições decide se casar em maio. Mas alguém sabe de onde veio esse costume? Tudo indica que tem a ver com os costumes do Hemisfério Norte, em que maio se passa na primavera. Aí já sabe: juntam-se as flores e o Dia das Mães e pronto, é o mês mais feminino do calendário. Aqui no Brasil, costuma ser o mês mais caro para quem quer casar. Por isso que muitas noivas preferem subir ao altar em outra época.

Pode ter dois feriados

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Não sei vocês, mas eu vivo em função de feriados. É tão gostoso ter aquele dia extra de descanso no mês, não acha? E olha só que bacana: maio já começa com o feriado em homenagem ao dia do trabalho. Mas não para por aí. Em alguns anos, a comemoração de Corpus Christi pode cair no final do mês. É um caso que não acontece com tanta frequência, então a dica é aproveitar muito.

Frio, mas nem tanto

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Maio é o mês que antecede a chegada do inverno. Isso significa que os dias normalmente são frios. A diferença é que ainda existe o solzinho tímido do outono, então o céu fica do jeito que eu gosto: azulzinho e com poucas nuvens. Saímos agasalhadas, mas podemos nos esquentar debaixo do sol.  Tão agradável, gente! E ainda tem a vantagem de que todas as lojas estão preparadas para a moda do inverno. Hora de se adequar às principais tendências da estação.

Uma das melhores épocas para viajar

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Considerado um mês de baixa temporada, maio normalmente apresenta preços mais baratos para quem pretende viajar. Esse é apenas um dos atrativos que fazem com que seja considerada a melhor época para conhecer um destino. Locais no Brasil ainda estão livres das temidas chuvas de inverno, enquanto alguns países da América do Sul já apresentam montanhas com neve. A Europa e a América do Norte vivem o ápice da primavera nesse período, então a chance de ver paisagens coloridas e floridas é certa.

Meu aniversário

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Ok, sei que esse lado de maio só interessa para as taurinas e as geminianas, que fazem aniversário nesse mês. Mas, para mim, é ainda mais especial porque fico mais velha no último dia de maio. Então meu inferno astral se passa todinho em maio e é uma delícia curtir esses 30 dias de expectativa dentro do mesmo mês. Parece que é mais fácil fazer a contagem regressiva. E começar esse processo com um feriado bem no primeiro dia de inferno astral é para poucas, queridas. Desculpem! Brincadeiras à parte, amo muito meu mês e adoro ser geminiana. Quem concorda?