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Dicas de viagem | 4 coisas que você só aprende quando viaja sozinha

Olá, pessoal! Nos últimos três meses, compartilhei tudo com vocês sobre a viagem que eu fiz em julho para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Viajar é uma das coisas que eu mais amo fazer e tenho lembranças muito legais de todas as viagens que eu fiz. Mas esta que eu fiz agora com certeza está na lista das melhores por um simples motivo: foi a primeira vez que eu viajei para outro país sem alguém da família, só com uma amiga.

Eu sempre li e escutei de amigos que viajar sozinho é tudo de bom. Não sei se eu conseguiria viajar sem ninguém conhecido porque, como boa geminiana, preciso ter alguém para conversar e para vivenciar as mesmas experiências, sabem? Mas, de certa forma, eu realmente adorei a experiência de ir para um novo país sem mais ninguém da família. Não dá para dizer que eu fui totalmente sozinha, mas consegui comprar algumas das coisas que sempre me falaram. Destaco as principais agora:

Ter uma noção mais clara de como lidar com dinheiro

FATO! Não dava para começar de outra forma. Eu sempre juntei dinheiro quando viajei, mas é diferente quando a gente vai com a família. No meu caso, não pagava a maioria das refeições e dá sempre para pedir ajuda se a grana apertar. Essa era a parte que mais me preocupava quando eu decidi viajar só com uma amiga. Quanto levar se agora eu ia pagar por refeições, transporte e outras coisas? E as comprinhas que eu queria muito fazer?

No meio disso tudo, o dólar começou a subir e a minha preocupação só aumentava. Decidi pedir dinheiro (qualquer quantia mesmo) de presente no meu aniversário de 30 anos e muitos amigos e familiares me ajudaram. No fim, acabei levando um pouco a mais, mas coloquei na cabeça que eu não podia gastar tudo aquilo.

Eu amei essa batata frita de pelúcia… mas valia a pena gastar dinheiro com isso? Não!

Nos primeiros dias da viagem, eu separei apenas uma quantia para gastar naquele dia e guardei o resto (para não gastar tudo). Em Las Vegas, é tudo muito barato e isso ajudou bastante, mas eu vi que o dinheiro ia sobrar e fiquei tão feliz e orgulhosa. Voltei para o Brasil bem mais consciente sobre dinheiro, hoje penso muito, mas muito mesmo, antes de comprar alguma coisa. Aliás, acho tudo caro rsrs…

Ser independente

Ok, tenho 30 anos e sou bem crescidinha, mas eu ainda moro com a minha mãe e peço a opinião dela para muitas coisas (não tenho problema nenhum em falar sobre isso, eu inclusive amo muito a relação que eu tenho com ela). Quando você viaja sem alguém da família, precisa tomar decisões e confiar na sua própria intuição. Claro que eu pedi a opinião da Tâni, minha amiga que viajou comigo, em muitos momentos, mas no fim a decisão era minha.

Gastei 5 dólares apostando no cassino e perdi os 5 dólares, óbvio!

Muita gente aqui sabe que eu amo montanha-russa e brinquedos radicais. Tinha vontade de ir nos brinquedos que ficam no alto do hotel Stratosphere, em Las Vegas, a mais de 350 metros de altura. Minha mãe fala que nem amarrada vai nisso. Bom, eu acho que se tivesse ido com ela, ficaria receosa de ir sozinha. Mas aí eu cheguei lá, vi que tinha dinheiro e pensei: “quando eu vou voltar?”. Decidi ir sozinha mesmo (a Tâni não quis ir). E foi maravilhoso.

Perder a vergonha de falar outra língua

Eu já fui várias vezes para os Estados Unidos e falo inglês fluentemente, mas quando você está com a família, sempre rola aquela coisa de “ah, estou com vergonha, pede tal coisa para mim?”. Desta vez, em muitos momentos eu tive que falar mesmo. Nós precisávamos ligar para confirmar a nossa reserva para o passeio do Grand Canyon. A reserva estava no nome da Tâni, mas eu percebi que ela ficou sem jeito de ligar. Então lá fui eu, peguei o telefone, liguei e conversei com a moça. Dá vergonha? Dá. Mas passa!

Grand Canyon tá na lista dos lugares mais lindos do mundo

Não acho que tenha melhorado meu nível de inglês porque a gente ficou só 12 dias fora e conversávamos mais em português, entre nós duas. E como falei antes, eu já sei falar bem inglês e tenho muita familiaridade com o idioma (vejo muito filme, ouço músicas e assisto a séries em inglês). Mas agora eu sei que eu consigo, sim, me virar.

Entender o que é saudade

Muita gente deve ler isso e pensar: “ah tá, você ficou só 12 dias viajando e morreu de saudade de casa?”. Olhem, eu amo tanto viajar que eu sempre sofro quando tenho que voltar, sério. Aquele lance de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda” nunca funcionou comigo. E nesse tempo todo, eu falei com a minha família e os meus outros amigos normalmente, porque levei um chip internacional. Então não, eu não MORRI de saudade de casa.

Agora eu estou com saudade é de Vegas. Quero voltar!

Mas foi a primeira vez que eu fazia as coisas e pensava: “nossa, vai ser tão legal poder contar sobre isso” ou: “se tal pessoa estivesse aqui, ela ia amar”. Foi uma das melhores viagens da minha vida e eu só tenho coisas boas para contar. Fiquei muito triste no nosso último dia lá e sofri para arrumar as malas e entrar de volta no avião, mas, ao mesmo tempo, queria muito poder contar tudo.

 

Quem aí já encarou a experiência de viajar sozinho? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: Um Lugar Para Mim – Melissa de la Cruz

Olá, pessoal! Vocês sabem que eu sou apaixonada por livros e que sou dessas que compra um livro porque acha a capa bonita. Muitas vezes, eu acabo surpreendida e foi o que aconteceu quando li Um Lugar Para Mim, da Melissa de la Cruz.

Vi o livro algumas vezes, mas só fui comprar mesmo quando a Saraiva lançou uma promoção especial para comemorar o Dia Internacional da Mulher, em que todos oslivros estavam com 50% de desconto se fossem comprados por mulheres. Aproveitei logo para comprar meu exemplar e li alguns meses depois. Preciso dizer que foi pura coincidência, mas acabei lendo em um ótimo momento.

História

Um Lugar Para Mim conta a história de Jasmine, uma adolescente nascida nas Filipinas e que se muda com os pais e os dois irmãos mais novos para os Estados Unidos. A família dela sempre a pressionou para que estudasse e tirasse boas notas e assim ela fez. Prestes a terminar o Ensino Médio, ela recebe algo incrível: uma bolsa de estudos do governo norte-americano para fazer sua tão sonhada faculdade.

Quando Jasmine dá a notícia aos pais, ela descobre que todos eles estão em situação irregular no país e que não possuem o Green Card. Sem esse documento, ela não pode usufruir do benefício da bolsa de estudos. Ela fica arrasada, afinal, batalhou tantos anos para ficar entre os melhores alunos da escola e agora não pode colher os frutos disso.

Ela decide buscar todo tipo de ajuda para conseguir a documentação necessária para ficar nos Estados Unidos. No meio disso tudo, ela e os irmãos precisam lidar com o bullying, já que muita gente se acha superior do que eles. Ah, e ela ainda está vivendo seu primeiro amor, com Royce, filho de um congressista que luta justamente para acabar com a presença de imigrantes ilegais no país. Não está nada fácil para Jasmine, né?

Baseado em fatos reais

Bom, por que eu disse que li o livro em um timing perfeito? Porque a gente tem acompanhado a nova política dos Estados Unidos em relação aos imigrantes. Muitas vezes, a gente tem só um lado da história e não pensa no que levou essas pessoas a entrarem no país dessa forma. E eu, como boa jornalista, gosto sempre de ter todos os pontos de vista sobre um mesmo assunto.

Outro fato importante é que Um Lugar Para Mim foi baseado na história da autora Melissa de la Cruz. Ela também nasceu nas Filipinas e se mudou quando era pequena para os Estados Unidos. Apesar de sua família ter autorização para viver lá, ela passou pelo mesmo problema de Jasmine quando foi fazer faculdade e só conseguiu o Green Card depois que se apaixonou e se casou com um americano.

Sobre o livro, achei realmente muito legal por poder ter essa visão sobre o lado dos imigrantes e todos os perrengues que eles passam quando tentam se regularizar no país. De certa forma, me ajudou a ver que essa história de muita gente querer largar o Brasil e morar fora não é tão fácil assim.

De resto, achei bem teen todo esse lance da Jasmine com o Royce. Eu gosto de ler às vezes essas histórias mais adolescentes, mas não me simpatizei muito com a Jasmine, sabem? Em muitos momentos, achei que ele brigou à toa com o Royce e achei que ela é uma menina muito bobinha. Mas considero um ótimo livro para quem está na adolescência e gosta de histórias assim. Vocês vão amar!

 

Um beijo e até o próximo post!

Testei: Corretivo Radiant Creamy Concelear – NARS

Olá, pessoal! Se vocês pudessem escolher apenas um item de maquiagem para ter pelo resto da vida, qual seria? O meu, com certeza, seria o corretivo. Eu tenho muitas olheiras (por herança familiar e outros motivos), então, passo corretivo até para ficar dentro de casa.

Eu tenho muitos corretivos e sempre sofri para conseguir esconder as minhas olheiras. Até que eu fiz um curso de make e aprendi a usar corretivos coloridos. Deu certo, mas às vezes eu confesso que rola uma preguiça, já que esse truque envolve vários produtos (corretivo colorido, corretivo do tom da minha pele, pó para selar e pincéis ou esponjas para aplicar tudo isso).

Por isso, sempre que vejo alguém falar que testou um corretivo maravilhoso, fico com vontade de testar também. Já tinha escutado muita gente falar sobre o corretivo Radiant Creamy Concelear, da NARS, então aproveitei para colocar na minha listinha de produtos que eu queria comprar na viagem que fiz recentemente para a Disney da Califórnia e para Las Vegas.

Fui na Sephora do hotel The Venetian e não sei muito bem o porquê, mas esse corretivo estava na minha lista de dúvida. Acabei levando, afinal, poderia testar e contar tudo para vocês.

Como funciona?

Considerado um dos corretivos mais vendidos nos Estados Unidos, o Radiant Creamy Concelear tem fórmula enriquecida com hidratantes botânicos que reduz a vermelhidão e controla a oleosidade. Além disso, conta com uma tecnologia chamada light-diffusing, que deixa a pele natural com acabamento brilhante.

O mais legal é que esse corretivo tem cobertura que varia entre média e alta e ação instantânea, camuflando olheiras e linhas de expressão sem ficar marcado. É indicado para todos os tipos de pele, com fórmula livre de parabenos e álcool.

Outro ponto bacana é que são mais de 20 opções de cores de corretivo. Tanto que eu olhei e fiquei alguns segundos sem saber qual pegar. Como normalmente eu fico melhor com a segunda ou terceira opção mais clara, testei rapidinho a cor marron glacé e gostei. Quando voltei para o Brasil e comecei a testar de verdade para fazer a resenha, percebi que tinha acertado. Esse tom é indicado para quem tem pele clara e neutra, meu caso!

Minha opinião

Eu gosto de testar bastante um produto antes de trazer a resenha aqui no blog, mas sabe quando é amor logo de cara? Na primeira aplicação, eu pensei: “MEU DEUS, QUE CORRETIVO MARAVILHOSO”. Tenho aplicado o corretivo depois da base, mas, como era a primeira aplicação, passei antes da base e foi impressionante o quanto ele cobriu minhas olheiras. Às vezes, eu saio só com esse corretivo e ele segura MUITO bem a camuflagem das olheiras.

O Radiant Creamy Concelear tem uma textura cremosa bem intensa, mas é muito fácil de aplicar e de espalhar. Usei com pincel e esponja e aprovei dos dois jeitos, mas estou na fase de preferir a esponja. Como não vi diferença, vai mais de gosto mesmo.

No meu caso, considero a cobertura média, quase alta, mas não é aquele rebocão total, sabe? Eu gostei muito do efeito que deu e achei que toda a região abaixo dos olhos fica com uma textura bem gostosa e hidratada. Ah, não craquela e não fica marcado.

Acho que o Radiant Creamy Concelear é ideal para usar em uma festa ou evento, mas nada impede que você também use no dia. Como eu falei, às vezes eu uso só ele e nem passo base, de tão incrível que é. Juro que foi o melhor corretivo que eu já testei até hoje. Só tenho coisa boa para falar dele!

Vamos agora à questão do preço. Lá fora, custa U$ 30 (o que equivale a cerca de R$ 120). Nas lojas brasileiras da Sephora, o mesmo corretivo é vendido por R$ 179 e você pode parcelar, o que não existe nos Estados Unidos. Se você tem viagem marcada, acho que vale esperar e comprar lá fora. Senão, compra aqui mesmo. É caro, mas vale cada centavo!

 

E vocês, já conhecem essa maravilha?

Um beijo e até o próximo post!

Verão 2019 | 6 tendências da moda praia para apostar já

Olá, pessoal! Já estamos na primavera, o horário de verão já começou e os dias estão esquentando. É, o calor promete vir com tudo e não tem nada melhor do que aproveitar os dias livres para refrescar na praia ou na piscina. Assim como acontece na moda casual, a moda praia também se renova a cada temporada e traz várias tendências. Preciso dizer que eu estou animadíssima, já que os próximos meses prometem ser bem românticos. Vem ver o que vai bombar no verão 2019:

Poás

Quando o assunto é estampa, não vai ter para ninguém. Os poás já estão fazendo o maior sucesso e prometem continuar roubando a cena nas areias. O legal é que eles aparecem em todos os tamanhos (desde bolinhas pequenas até as maiores) e especialmente no bom e velho P&B. A dica é brincar e usar um top branco e uma calcinha preta ou vice-versa. Eu adoro poá e já quero aderir à essa tendência.

Mangas e decote ombro a ombro

Esqueça os modelos tradicionais de biquínis e maiôs. A moda agora é usar modelos que tenham mangas e decote ombro a ombro. Aliás, o importante é que eles tenham babados e sejam românticos. Vale até usar tops de alcinhas, mas com babados que cobrem parte dos ombros, como uma manguinha curta. Tenho visto alguns modelos nas lojas e acho tudo muito lindo, só fico pensando se não deixa uma marca de sol estranha…

Cintos

Não, você não leu errado. Os biquínis e maiôs do verão 2019 podem ter cintos como complemento, seja para dar aquele up nas calcinhas (no caso dos biquínis) ou para marcar a cintura (nos maiôs). Os cintos são bem grossos e no estilo marcante dos anos 50. Ah, eles também podem vir na mesma cor da peça ou diferente, para destacar. Eu gosto, mas acho que tem cara de tendência que não vai durar muito. O que vocês acham?

Listras

Claro que uma das maiores tendências do verão 2019 também invadiria a moda praia, né? Influenciada pela onda esportiva, que segue mais em alta do que nunca, as listras estão presentes em biquínis e maiôsde todas as formas: fininhas, grossas, como detalhe, coloridas... eu gosto bastante de listras e só tenho maiô assim. Agora preciso garantir um biquíni listrado! 🙂

Bolsa de palha

Ela já fez bastante sucesso no último verão e promete repetir a dose, inclusive na moda praia. Grande ou pequena, a bolsa de palha tem uma pegada clássica que deixa qualquer look mais chique, inclusive na hora do mergulho. Eu comprei uma no ano passado e fiquei feliz que vou continuar usando. Já vou até colocar na lista da minha mala para a viagem do fim do ano!

Óculos coloridos

Não dá para ir à praia ou à piscina sem se proteger, né? Mas é muito mais divertido quando você pode usar AQUELE acessório. Os óculos coloridos seguem em alta, especialmente modelos com lentes em tons de rosavermelho e amarelo. Aposte sem medo, até porque essas cores têm tudo a ver com o clima do verão, né? Eu tenho um grandão rosa e também fiquei feliz de saber que vou usar bastante!

 

E você? Gostou de saber das tendências de moda praia do verão 2019?

Um beijo e até o próximo post!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 12

Olá, pessoal! Durante três meses, eu compartilhei com vocês o diário da viagem que eu fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Foi maravilhoso contar tudo por aqui, mas chegou a hora de mostrar como foi o nosso último dia. 🙁

Eu sempre acordo tristinha nos últimos dias das viagens que eu faço. Sabem aquela coisa de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda?”. Eu não sei o que é isso, se pudesse viajaria para sempre. Mas, como foi a primeira vez que eu viajei sem alguém da família, eu até confesso que estava com uma vontade de voltar para contar como foi tudo para a minha família.

Bom, acordamos e nem tivemos dúvida de que o nosso café seria na Starbucks que ficava no piso térreo do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. Todo dia eu pensava: “queria comer uma coisa diferente no café da manhã”. E nesse dia eu pensei: “Ai que saudade que eu vou sentir do bagel com cream cheese”. E olha, eu sinto falta mesmo! (Eu sei que também vendem esse bagel aqui, mas não tem graça comer e não ter aquela loucura toda de Las Vegas junto. Vocês me entendem, né?).

Saudade do bagel e do meu café de todos os dias

Nós tínhamos acabado as visitas nos hotéis no dia anterior (Wynn e Encore são os hotéis mais famosos do extremo norte da Strip), então ficamos de escolher alguma atividade que acabou ficando de fora. Nessa lista, tinham o aquário Shark Reef, o show Fall of Atlantis no Ceasar’s Palace e a visitação dos flamingos de verdade no hotel Flamingo – nada mais óbvio, né?

O aquário Shark Reef é pago e as outras duas atrações que queríamos ver eram gratuitas. Como estávamos com um dinheirinho sobrando, fomos primeiro para o aquário e combinamos de ver se daria tempo de fazer as outras duas atividades. Isso porque a gente precisava voltar para o hotel à tarde para arrumar nossas malas e ir para o aeroporto à noite.

Como é o Shark Reef?

Fizemos a nossa saga de sempre: pegamos o monorail, descemos no MGM Grand e fomos para o Excalibur, onde pegamos um trem que nos levou até o Mandalay Bay. É lá que fica o Shark Reef. Vi em vários lugares que esse aquário era imperdível e todo mundo precisava ir, então, pagamos U$ 25 por pessoa e entramos.

O que eu posso dizer é que toda a construção do Shark Reef é MUITO bonita. É incrível como eles levam a sério a arquitetura em Las Vegas. Parecia que a gente estava em outro lugar, sabem? Todos os funcionários foram muito simpáticos e atenciosos com a gente também. Lá, você encontra várias espécies marinhas – inclusive águas-vivas e tartarugas gigantes – e passa embaixo de um túnel transparente com tubarões (bem parecido com os do Sea World).

Túnel do Shark Reef (a foto não ficou boa, mas dá para entender)

No nosso ingresso, estava incluso também uma visita ao Polar Journey, um anexo que montaram bem próximo ao aquário com alguns dados e um filme 5D sobre ursos polares. Não tem muita coisa para fazer lá, então, a gente ficou na fila do filme com a expectativa lá em cima, afinal, era 5D. No fim, a gente achou bem bobo. Você sobe em um tablado que se mexe e tal, mas não tem nada de 5D ali. Na verdade, a gente achou bem bobinho.

Não sei se é algo imperdível. Acho que vale a visita se você estiver como nós estávamos naquele dia, com tempo e dinheiro sobrando. No mais, acredito que você pular e priorizar outras atividades mais legais.

A entrada do Shark Reef é maravilhosa

Essa parte do Shark Reef fica em um espaço de convenções do Mandalay Bay, com uma praça de alimentação. A gente aproveitou para comer ali mesmo, no Nathan’s, conhecido por fazer “o melhor cachorro quente do mundo”. Os atendentes não estavam com muita vontade nesse dia, mas estava bem gostoso (não é o melhor cachorro quente do mundo, mas vale a pena).

E depois?

A Tâni, minha amiga que viajou comigo, precisava comprar um tênis na Skechers, então, nós fomos andando até uma loja da marca que fica na rua. Minha mãe tinha pedido para eu comprar um corretivo da MAC e eu fiquei com medo de não achar no Duty Free, por isso, fomos andando (e morrendo de calor) até o Miracle Mile, um shopping que fica dentro do hotel Planet Hollywood e que tem uma loja da MAC.

Depois, a gente andou até o hotel Paris Las Vegas, que fica do lado do Planet Hollywood, e pegou o monorail no hotel Bally’s, integrado ao Paris Las Vegas. A gente andou uma estação só e desceu no Ceasar’s Palace. Aí você pode pensar: “credo, andaram uma estação só? Por que não foram a pé?”. Vejam bem, estava uns 46 C. Você iria a pé se pudesse ir no ar-condicionado do monorail? 🙂

A gente não sabia onde era o show Fall of Atlantis, aí perguntamos e um funcionário nos falou. Fica no shopping The Forum Shops, bem perto da Cheesecake Factory, onde jantamos dias antes. Quando percebemos, o show já tinha começado, então saímos correndo no meio do shopping para assistir e não ter que esperar o próximo.

A foto está horrível, mas é só para vocês saberem que o Fall of Atlantis acontece nessa parte do shopping

O Fall of Atlantis é feito com três estátuas que se mexem e que representam os mitos de Atlântida. É legal, tem vários efeitos e, como falei antes, não custa nada. Só chegar e assistir. Não considero algo obrigatório, mas vale reservar um tempinho se você conseguir. Dura cerca de meia hora.

A gente ainda tinha mais uma coisa para riscar da nossa lista antes de ir embora: ver os flamingos. Saímos do Ceasar’s Palace, atravessamos a rua, e fomos para o hotel Flamingo. Encontramos os flamingos um tempinho depois e eu fiquei com um pouco de dó porque realmente parecia que eles estavam morrendo de calor. Só tiramos algumas fotos e voltamos para pegar o monorail pela última vez (dramática né, eu sei).

Fiquei com dó dos flamingos

No caminho para o monorail, estava rolando uma pool party lá no Flamingo e parecia legal, se não fosse o calor. Eu olhava e pensava: “essas pessoas são doidas de tomar esse sol na cabeça”. Ah, a gente não foi em nenhuma pool party por alguns motivos:

  • Elas começavam às 11h. Sim, quando o calor está de matar (Beijo, Bola de Fogo)
  • Não pode levar mochilas e bolsas (onde a gente deixaria nossas coisas?)
  • Tínhamos uma lista com várias coisas para fazer e que eram prioridades
  • Elas eram caras e o dólar está valendo mais de R$ 4. Preferimos gastar com outras coisas

E foi assim que pegamos o monorail e descemos na estação do nosso hotel para arrumar as malas e dar o horário de chamar um Uber e ir para o aeroporto. Normalmente, eu sofro muito para arrumar minhas malas, mas até que foi bem tranquilo. Nenhuma estava muito pesada e com risco de passar do limite de 23 kg. Tomamos um banho, trocamos de roupa e ficamos lá, vendo TV. Tivemos que chamar um Uber Bag, ele nos deixou no aeroporto e nós jantamos lá mesmo.

Como foi a viagem de volta?

A viagem de volta foi tranquila. Fiquei bem irritada porque o avião que nos levou de Las Vegas para a Cidade do Panamá não tinha TV individual, mas eu estava tão cansada e com tanto sono que dormi a viagem inteira (milagre). Vi alguns filmes no voo do Panamá para São Paulo e, quando vi, já estávamos de volta.

Rolou um pânico porque uma das minhas malas não saía. Eu morro de medo de perderem minha mala, então, já voei em cima do funcionário e falei que ele ia encontrar minha mala de qualquer jeito. Eu já estava desesperada, pensando em todas as maquiagens que eu comprei e que estavam lá e em todo o dinheiro que eu gastei para comprar as coisas que estavam na mala.

Nisso, a Tâni vem lá do fundo correndo com a minha mala. Não me perguntem o que aconteceu. Como tinham falado para o cara que todas as malas já tinham saído, meu palpite é que eles deixaram a minha mala cair em algum momento do trajeto entre o avião e o saguão de desembarque. Pelo menos ela chegou, né? A Tâni ainda precisou abrir uma reclamação porque quebraram a mala dela (outras pessoas também tiveram esse problema) e nós compramos mais chocolates no Duty Free. Aí desembarcamos e fomos para casa.   

Exageradas na quantidade de malas?

Essa viagem foi uma das melhores da minha vida! O fato de ter ido sem alguém da família fez com que eu me sentisse independente e voltasse com outra noção em relação a dinheiro. A gente tinha imaginado vários perrengues e, no fim, foi tudo maravilhoso. Conseguimos aproveitar os parques da Disney na Califórnia muito bem, não pegamos nenhuma fila enorme e Las Vegas me surpreendeu demais. Achava que seria uma cidade de jogos e festas e descobri que tem muito mais, fora que é tudo barato. Até o calor não foi tão ruim quanto pensávamos.

Eu não sei quando vai ser a minha próxima viagem, mas eu prometo fazer a mesma coisa e compartilhar tudo aqui no blog também, além de fazer muitos vlogs lá no canal.

Espero que vocês tenham gostado desse diário da viagem tanto quanto eu!

Um beijo e até o próximo post!