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Glambox de fevereiro: o que veio?

A Glambox de fevereiro veio com um gostinho especial de nostalgia, já que foi feita em parceria com a Giovanna Baby e a Phytoervas, marcas que viveram seu auge lá nos anos 90. Eu vivi toda a minha infância nessa década e não tinha nada mais gostoso do que o cheirinho do perfume da Giovanna Baby, era uma verdadeira febre.

Para mim, esta Glambox teve outra grande surpresa, já que foi minha terceira caixinha recebida e, agora, eu acumulo mais pontos conforme avalio os produtos. A embalagem rosa e vinho superou minhas expectativas e é linda para organizar objetos do quarto, do banheiro ou da cozinha (sou doida por caixinhas organizadoras, sabiam?).

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O único ponto negativo é que muita gente, como eu, recebeu a caixinha com um ou mais produtos da Phytoervas vazados. No meu caso, foi o shampoo desamarelador violeta, que é MARAVILHOSO, um dos melhores que já testei! A Glambox disse que vai dar um jeito de resolver o problema, então, ficamos no aguardo da melhor solução.

Enquanto isso não acontece, dá uma olhada no vídeo que fiz com os produtinhos recebidos:

Na minha caixa vieram: shampoo e condicionador desamarelador Violeta (Phytoervas), shampoo seco Coco e Algodão (Phytoervas), desodorante aerossol Classic (Giovanna Baby), deo colônia Classic em amostra (Giovanna Baby), loção hidratante Lilac (Giovanna Baby) e gel higienizante Blue (Giovanna Baby).

Postarei aqui as resenhas conforme for testando. Espero que gostem!

Um beijo e até o próximo post!

[Resenha] Lenços de limpeza dupla face Tez – Natura

Fiquei tão empolgada com os produtos que vieram na minha caixinha de janeiro da Glambox que estou superempenhada em testar todos. Entre os meus favoritos, estão os lenços de limpeza dupla face da linha Tez, da Natura. Não sou muito de usar os produtos da marca (exceto pelo meu creminho anti-idade lindo, beijos sou velha!), mas já tinha visto outros itens da linha e fiquei interessada.

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Para quem não sabe, a linha Tez foi lançada no meio do ano passado com a proposta de incentivar as brasileiras a cuidarem melhor do rosto. Por isso, traz uma série completa de produtos práticos e fáceis de usar com um grande diferencial: todos eles respeitam o pH da nossa pele. Sei que é feio, mas eu mesma dou pouca atenção para o rosto. Lavo, passo um sabonetinho e olhe lá!

De cara, o que me chamou atenção quando vi este produto é que eu sou a doida dos lencinhos demaquilantes. Sempre compro e já fui de usar muito, mas, até pouco tempo, tinha enjoado e usava de vez em quando. O segundo fato é que eles não são apenas lencinhos demaquilantes, eles também limpam e renovam a pele. E eu AMO produtos 2 em 1. Testei na mesma hora, amei e fiquei viciada!

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O bacana destes lencinhos é que eles são dupla face. O lado macio é o que deve ser usado para remover a maquiagem e tonificar a pele. O outro, com textura mais áspera, serve para fazer aquela limpeza caprichada, remover todas as impurezas e renovar as células da região. O mais legal é que a gente faz tudo isso bem rapidinho, em questão de minutos mesmo. Ah, e tem mais: o fator de proteção dura o dia inteirinho.

Além de toda essa praticidade, eu amei a textura da pele depois da aplicação. Fica muito macia e hidratada, sem falar no cheirinho gostoso. O único problema é que a embalagem só vem com 20 unidades, então, a gente tem que se segurar muito para não gastar tudo em pouco tempo. De resto, foi uma excelente surpresa que com certeza vai fazer parte da minha rotina de cuidados.

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Um lencinho é capaz de retirar tudo isso de sujeira!

Ah, importante lembrar: os produtinhos que vieram na Glambox de janeiro foram vencedores do Prêmio Cosmo de Beleza, promovido pela revista Cosmopolitan Brasil. Este aqui ganhou na categoria Lenço de Limpeza e está à venda por R$ 28,80. Boa notícia para quem não conhece uma revendedora Natura: dá para comprar pelo site.

Espero que gostem tanto quanto eu. Vale MUITO a pena!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥♥

[Resenha] P.S. Ainda Amo Você – Jenny Han

Atenção: este post contém spoilers!

Eu normalmente amo livros que têm continuação. Acabo me envolvendo tanto com a história que fico doida para ler os demais volumes. Esse fato foi, aliás, um dos motivos que me fez ler Para Todos Os Garotos Que Já Amei, da Jenny Han. Fiquei um pouco desapontada porque o primeiro livro não tem final, então, não via a hora de saber como a trama iria se desenrolar.

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Pois bem, P.S. Ainda Amo Você chegou às livrarias no começo do ano e eu comprei o meu alguns dias depois. Ele começa exatamente onde o outro parou e, se você já leu o primeiro volume, sabe que a história gira em torno de Lara Jean, uma garota de 16 anos que topou um namoro de mentira com Peter, o cara mais popular da escola para fugir de Josh, o cara por quem era apaixonada – e que é ex de sua irmã mais velha, Margot.

No meio desse caminho, Lara Jean começa a gostar de verdade de Peter (e ele também começa a gostar dela), mas as coisas dão errado e eles terminam. Quando peguei o segundo livro, minha dúvida era se eles se acertariam e a resposta vem logo nas primeiras páginas. A reconciliação é tão rápida que a gente pensa: “Bom, mas e agora? O que vai acontecer?”.

“Quando começamos isso, eu ficava feliz só de estar em casa com minhas irmãs e meu pai. Era confortável. E aí, começamos a sair, e foi como… foi como se você me levasse para o mundo. – Com isso, o olhar dele se suaviza. – Primeiro, foi assustador, mas depois eu gostei. Parte de mim quer ficar ao seu lado para sempre. Eu poderia fazer isso sem o menor esforço. Poderia amar você para sempre”

O livro é vendido para o público teen e a verdade é que os conflitos são os mesmos que nós passamos na época do colégio. Romântica assumida, Lara Jean não tinha experiência no quesito amor e agora começa a namorar sério. Só que nem todo mundo na escola aprova o romance (especialmente a ex doida do Peter, que não está muito disposta a abrir mão do menino tão fácil assim).

Além desses conflitos, a protagonista também está prestes a se formar e precisa se preocupar com suas notas e o voluntariado, que conta pontos para a faculdade. E, mais lá para o meio do livro, um cara que ela gostava anos antes surge para balançar seu coração. Assim como aconteceu no primeiro livro, eu amei os personagens secundários, como a Kitty, irmãzinha da Lara Jean, que está mais atacada do que nunca, e a Stormy, uma senhora ousada que mora no asilo em que ela trabalha.

No geral, o livro agrada mais o público adolescente. Para nós, adultas, ele é legal por nos fazer relembrar daquela época gostosa em que não tínhamos tantas preocupações. Independente da faixa etária, gravei uma resenha lá no canal também:

Espero que gostem deste livro!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥

[Resenha] Joyland – Stephen King

Sou completamente louca por livros de mulherzinha, mas fiquei alucinada por Joyland, típico do gênero terror/suspense, antes mesmo de terminar de ler. Isso aconteceu lá em julho do ano passado, quando eu o avistei na prateleira de uma livraria. Peguei por curiosidade e logo de cara descobri que a história se passaria em um parque de diversão. E quem me conhece sabe que eu estou próxima dos 30, mas continuo apaixonada por parques de diversão.

Mas tem outro motivo que me fez amar este livro de cara: aconteceu um assassinato no trem fantasma e rola uma lenda de que o fantasma da garota morta ronda a atração. Assim como eu amo parques de diversões, eu tenho verdadeiro PAVOR de trem fantasmas. Juro, tenho muito medo e nem me arrisco a passar perto mesmo sabendo que são bonecos, que é tudo mentira e tal. Pronto, taí minha explicação de felicidade quando cheguei perto do livro.

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Apesar de tudo isso, passei meses esperando por ter um exemplar para chamar de meu. Sabem como é, tenho sempre aquela pilha enorme de livros para ler, vivo tentando economizar o que posso e aí só fui ganhar o livro de presente de amigo secreto. Naquela altura, estava lendo um livro enorme e corri para terminar logo, assim conseguiria pegar este aqui. E, olhem, como valeu a pena esse tempo de espera!

A história gira em torno de Devin, um rapaz de 21 anos que resolve trabalhar no parque Joyland durante o verão na década de 70. Sabe aquele clima de parque de praia? Então! É tudo muito gostoso, mas aí ele descobre o tal do assassinato e resolve que também quer ver a fantasma.

Carolina do Norte, 1973. O universitário Devin Jones começa um trabalho temporário no parque Joyland, esperando esquecer a namorada que partiu seu coração. Mas é outra garota que acaba mudando seu mundo para sempre: a vítima de um serial killer. Linda Grey foi morta no parque há anos, e diz a lenda que seu espírito ainda assombra o trem fantasma. Não demora para que Devin embarque em sua própria investigação, tentando juntar as pontas soltas do caso. O assassino ainda está à solta, mas o espírito de Linda precisa ser libertado

Autor da obra, Stephen King escreveu outros clássicos do medo, como O Iluminado e It (aquele do palhaço assustador). Eu nunca tinha lido nada dele porque achava que morreria de medo, mas a verdade é que Joyland não dá medo. Ok, em algumas noites eu terminava de ler e corria para a cama (de luz acesa) com medo de ver a fantasma. Mas não tem susto, figuras horríveis nem nada disso. Tudo bem no clima do suspense!

Joyland foi um descoberta deliciosa, muito bem escrita e que me prendeu do início ao fim. Recomendo para todo mundo que adora parques de diversão, já que a gente se imagina dentro do parque, e para quem curte tramas de suspense com pegada policial. Aliás, o fim tem todo aquele clima de “quem matou?” e eu acabei surpreendida.

Falei mais sobre o livro lá no canal do blog no Youtube:

Espero que gostem porque eu AMEI!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥♥

[Resenha] A Mulher Que Roubou A Minha Vida – Marian Keyes

Entre as minhas metas para 2016, está bater o número de livros lidos em 2015. Parece bobo, eu sei, mas eu tenho uma pilha enorme de obras para ler e sempre uso a desculpa da falta de tempo. Então, decidi tornar isso um compromisso.

O primeiro livro lido do ano teve um gostinho especial. Quem acompanha este blog sabe que a Marian Keyes é uma das minhas autoras favoritas. Já li quase todos os títulos que foram lançados no Brasil (só falta um). Os primeiros foram ótimos, mas os últimos não me agradaram tanto. Mesmo assim, comprei A Mulher Que Roubou A Minha Vida logo que chegou às livrarias, no finzinho do ano passado.

Pelo título e pela sinopse, imaginei algo totalmente diferente. Sabia que a história girava em torno de Stella, uma mulher com pouco mais de 40 anos, casada e com dois filhos, que sofria uma reviravolta depois de se envolver em um acidente de carro. Eu pensava que, depois desse tal acidente, ela magicamente teria uma vida muito diferente da que tinha até então.

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Na verdade, a história é bem diferente disso. O acidente de carro acaba se tornando um mero detalhe. A trama começa mostrando a vida de Stella depois de um grande acontecimento, que acabou não dando tão certo assim. O que a levou até aquele momento nós descobrimos aos poucos, então, de cara, adianto que o livro pode não agradar pessoas que não fãs de histórias com flashbacks. Aqui eles acontecem o tempo todo.

Com o passar das páginas, ficamos sabendo que, um belo dia, a protagonista não consegue mais se mexer até parar de falar por completo. Portadora da síndrome de Guillan-Barré, ela passa mais de um ano internada e só consegue se comunicar piscando o olho. Nesse meio tempo, ela firma uma relação de parceria com Mannix, seu neurologista, que, adivinhem só, se revela o cara do acidente de carro. Claro, como em todo livro de mulherzinha, Stella descobre que está apaixonada por ele.

Quando finalmente recebe alta, ela percebe que perdeu um tempo valioso da vida dos filhos e que o seu casamento chegou ao fim. O reencontro com Mannix não demora a acontecer e é aqui que a vida dela se transforma: o médico reuniu os pensamentos dela da época do hospital (transmitidos pelas piscadas de olhos) e os transformou em um livro. De repente, Stella se torna uma escritora de sucesso.

Para isso, ela se muda com Mannix e os filhos para Nova York e lá tem uma vida de luxo. O problema é que as vendas não foram tão bem e ela se vê sem saída, o que explica o início da história. Mas isso só acontece nas últimas páginas e, para mim, foi um ponto duvidoso. Achei que o conflito se resolveu rápido demais, mas sem atrapalhar o ritmo e a conclusão.

A Mulher Que Roubou A Minha Vida é exatamente aquilo que eu sentia falta nos livros da Marian. Tem a parte dramática da doença, mas tem romance e, mais do que tudo, tem momentos hilários. Li boa parte no avião, durante minha viagem de férias, e eu ria tanto que até sentia as pessoas me olhando estranho. É tão delicioso que a gente nem percebe as quase 500 páginas.

Fiz uma resenha rápida no meu canal também. Dá só uma olhada:

Espero que gostem tanto quanto eu!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥♥