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Cinco motivos para assistir ao filme "3 Idiotas"

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Quem me conhece e é leitora assídua deste blog sabe que eu adoro cinema. Só que, ao contrário de outros fãs da sétima arte, eu prefiro os filmes norte-americanos e dificilmente consigo assistir longas de outros países. Ainda bem que existem algumas exceções, como aconteceu com o maravilhoso “3 Idiotas”. Até semana passada, se alguém me falasse sobre um filme indiano, eu imaginaria algo com roteiro duvidoso – até fraco – e muitas danças e cantorias bregas inspiradas no hit do Youtube “Rivaldo, sai desse lago” (Não sabe do que eu estou falando? Então clica aqui).

Mas, depois de assistir ao filme, entendi o motivo de ter sido ganhador de tantos prêmios ao redor do mundo. O sucesso do longa se deve a uma feliz combinação entre cinco fatores:

1. O enredo é simples e fácil de entender 

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O filme fala sobre a relação de Rancho, Fahran e Raju (os idiotas do título), que se conheceram durante a faculdade de engenharia. Depois da formatura, cada um segue seu caminho. Até que Fahran e Raju decidem partir em uma jornada para encontrar Rancho, desaparecido depois de repensar a vida. Sem terem a menor ideia do paradeiro do amigo, os dois começam a se lembrar dos tempos de universidade.

O enredo pode até parecer bobo e clichê, mas consegue prender a plateia em questão de minutos. Tudo porque o filme faz questão de retratar Rancho como uma pessoa iluminada e muito especial. Sem perceber, você já está participando da busca e torcendo para que consigam localizá-lo.

2. Os personagens são extremamente reais

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Não é só Rancho que é retratado como um cara do bem. Fahran e Raju também são interpretados de forma brilhante e mostram os medos e os receios individuais. Enquanto Fahran ama fotografia e está na faculdade de engenharia para não decepcionar o pai, Raju sofre por antecipação antes de fazer as provas e prefere fazer promessas para os deuses. São pessoas que não existem apenas nos filmes. Todas nós temos um amigo que coloca a família em primeiro plano e tem problemas para confiar no próprio talento. É justamente essa identificação com a realidade que torna a história mais leve e gostosa.

Claro que alguns personagens são caricatos, como o diretor da faculdade, que é reclamão e faz de tudo para se ver livre dos meninos. Mas é uma delícia (no bom sentido, claro) torcer para que ele se dê mal depois das tentativas em acabar com a vida acadêmica dos alunos.

3. É cheio de lições de vida

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O filme tem 170 minutos de duração, ou seja, são quase três horas. Durante esse período, você consegue sorrir, dar risada e se emocionar com os mais diversos tipos de ensinamentos. As lições de vida falam sobre amizade, amor, carreira profissional, trabalho e por aí vai. É praticamente uma aula de autoajuda. Apesar de ser longo, o filme acaba com aquela sensação de quero mais. Assim que apertei o “stop” fiquei com vontade de ver de novo e repensei várias atitudes.

4. As músicas grudam na cabeça

Como todo filme de Bollywood, “3 Idiotas” é cheio de músicas e danças bem características da Índia. Para quem gosta de musicais (meu caso), é um prato cheio. Os que não gostam podem se concentrar na legenda das canções e prestar atenção na mensagem positiva por trás das letras. Aviso desde já que elas vão grudar na sua cabeça por dias. E o mais legal de tudo é que os atores realmente cantam, ao contrário do que acontece em outros filmes. Dá uma olhada na cena em que toca “All is Well”, que, para mim, é a melhor música do filme:

5. Conhecer outras culturas realmente faz bem

A gente sabe que a Índia tem costumes muito diferentes dos nossos. Mas, com o filme, nós vemos outro lado do país. O que mais me chamou atenção foi a paisagem. As estradas mostradas são tão lindas, cheias de cores e verde, que dá muita vontade de ir para lá. Só que o longa também se preocupa em mostrar o outro lado da cultura, especialmente o trânsito caótico (é pior que o nosso, sabia?). Em pelo menos três cenas, eles citam que os motoristas não respeitam nem mesmo uma ambulância com a sirene ligada. Claro que tudo é feito de forma descontraída para atrair ainda mais nossa atenção. Outro fato curioso é que eles misturam os idiomas hindi com o inglês na mesma frase. Por isso, não abra mão da legenda em português, certo?

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De resto, é só apertar o “play” e se entregar à história! Vale muito a pena!

9 produtos básicos de maquiagem para levar em viagens

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Quem me conhece sabe que eu sou a doida da maquiagem, aquela que começa a se arrumar duas horas antes da festa só para ter mais tempo para o ritual de beleza. O problema maior é quando tenho alguma viagem e preciso levar apenas parte dos meus produtos. E, como toda geminiana, sou extremamente indecisa e passo horas pensando no que vai entrar na nécessarie. Por isso, preparei um kit básico com o meu próprio acervo para te acompanhar em qualquer viagem.

A maioria dos produtos é importada porque eu prefiro gastar um pouquinho a mais quando o assunto é make. Mas nada impede que você substitua por outras marcas. O importante é ficar bonita, ok?

1. Primer: Stay Flawless (Benefit)

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Não dá para começar a pensar na maquiagem e deixar o primer de fora. É um item indispensável! Eu, particularmente, gosto muito da Benefit. E o que mais me chamou atenção nesse primer é que ele realmente tem duração de 15 horas. Fora que a embalagem é uma graça, então vale super a pena!

2.  Corretivo: Studio Finish Concelear (M.A.C.)

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Eu tenho muitas olheiras e não vivo sem corretivo. Passo até para ir à padaria. Eu prefiro os corretivos na versão creme porque funcionam melhor na minha pele e esse da M.A.C. consegue corrigir minhas imperfeições na primeira aplicação. Uma alternativa mais barata é o Making Of, da Contém 1g. Comprei depois que eu fiz um curso de automaquiagem em uma das unidades da rede e uso sempre.

3. Base: Bare Minerals

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O mais legal dessa base é que ela consegue deixar a pele uniforme sem ficar com uma textura grossa e pesada. Quando eu comprei, tive o auxílio de uma vendedora muito fofa que me ensinou o jeito certo de usar. Não tem segredo: é só colocar um pouco na tampa e agitar com o pincel para ativar os compostos minerais. Esse também é carinho, mas é muuuuuito bom!

4. Sombras: Naked (Urban Decay)

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Como eu sou a indecisão em pessoa, gosto dos estojinhos com mil opções de sombras. Além de oferecer várias combinações, a Naked tem uma textura bem leve que deixa o traçado mais delicado. E sabe o que é melhor? Cada estojo tem uma paleta em tons diferentes. Eu tenho a Naked 2, que puxa mais para o dourado, e a Naked 3, com sugestões voltadas para o rosa.

5. Lápis: Powerpoint Eye Pencil (M.A.C.)

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O lápis preto é capaz de salvar qualquer olhar e pode ser usado em todas as ocasiões. O problema é que nem todos duram por muito tempo. Ponto positivo para o lápis da M.A.C., que tem um traçado bem forte. O único porém é que ele precisa ser apontado a cada tanto e tem uma vida útil curta. Outra opção é investir no lápis retrátil, com mecanismo que faz a ponta deslizar. Comprei o da Vult por acaso e gostei muito!

6. Rímel: Voluminous (L’Oreal)

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Como o próprio nome indica, o diferencial desse rímel é o volume. Basta uma camada para perceber os cílios maiores e destacados. Por conta disso, é mais grosso que o normal e fácil de borrar. Para dar uma segurada, eu combino com o They’re Real, da Benefit, que é mais fininho, mas também aumenta o volume.

7. Blush: Orgasm (Nars) e Blushbaby (M.A.C)

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Olhos prontos, é hora de deixar as maçãs do rosto coradas. Tenho dois favoritos e nunca consigo me decidir por um só quando vou arrumar a nécessarie de viagem. Acontece que o Orgasm é mais rosado e fica lindo para usar durante a noite. Já o Blushbaby tem tom próximo do pêssego e combina com a minha pele, que é mais clarinha. Os dois são fáceis de aplicar e funcionam na primeira aplicação.

8. Batom: Bombshell, On Hold e Angel (todos M.A.C.)

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Ok, confesso: sou completamente viciada nos batons da M.A.C. e já perdi a conta de quantos eu tenho. Em viagens, eu costumo levar três – um mais suave para usar durante o dia (Angel) e dois mais fortes para usar à noite. O Bombshell é mais puxado para o rosa enquanto o On Hold lembra um vermelho queimado. O segredo é sempre ter mais de uma opção para combinar com diferentes tipos de make.

9. Iluminador: Girl Meets Pearl (Benefit)

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Tenho três iluminadores da Benefit e todos são muito bons, mas esse oferece um brilho perolado e tem sistema retrátil. Com isso, eu consigo aplicar somente a dose necessária. As áreas que devem ser iluminadas dependem do formato do rosto. Eu aplico na zona T (testa + nariz), nas têmporas e nos lábios, como se fosse um gloss.

[Resenha] MiraCurl: Testado e aprovado

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É praticamente impossível encontrar uma mulher que seja 100% feliz com os cabelos. Sou dessas. Nos meus primeiros anos de vida, meu cabelo era tão liso, mas tão liso, que minha mãe colocava uma fivela antes de me levar para a escola e ela se soltava dos fios já no elevador. Aí veio a adolescência e seus lindos hormônios transformaram meu liso perfeito em ondas à la Elba. Pois é! Naquela época, não tinha nada inovador, então não tinha outro jeito a não ser assumir a rebeldia. Aos 12 anos, ganhei uma chapinha que funcionava com um recipiente de água (é velha, mas naquele tempo ela era considerada a top das chapinhas) e eu alisava no domingo para fazer bonito na aula do dia seguinte e só lavava de novo na quarta à tarde – eu sei, era feio.

Para piorar as coisas, comecei a clarear o cabelo com 14 anos. Ou seja, brilho, maciez e leveza eram texturas que passavam longe daqui. A solução só apareceu quando eu me rendi à progressiva, em 2007. Então hoje eu consigo sair por aí com o cabelo liso novamente (claro que com muito secador e a minha chapinha deusa de laser que me acompanha há nove anos). Só que aí entra um outro problema: e na hora de cachear? Porque mulher nenhuma se dá por satisfeita e eu gosto de enrolar quando tenho alguma festa ou evento.

O bichinho tem tanta química que nada, nada mesmo, funcionava. Já tentei babyliss, grampo, rolinho, bobes e até escova rotatória (também conhecida como as dez parcelas mais inúteis da minha vida!). Como nada dava certo, eu tinha que ir até o cabeleireiro, gastar milhões e sair de lá à base de spray e laquê. Já tinha me acostumado a essa rotina quando comecei a ver as pessoas falando do MiraCurl, um aparelho inovador que diziam enrolar seu cabelo de verdade. Mas, claro, como nem tudo é perfeito, o produto mágico tinha um preço que não era nada gostoso – em média, um valor aproximado a mil reais.

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Aquela vontadinha que vinha crescendo dentro de mim aflorou de vez quando meu padrasto foi viajar de férias para os Estados Unidos. Comecei a pesquisar para ver se achava algum genérico mais barato e encontrei algumas opções. Ele achou, comprou e disse que todo mundo (sério, todo mundo mesmo!) estava com um desses na mala durante a volta.

No primeiro teste, não consegui fazer um cachinho sequer. Aí corri para a internet e comecei a ver alguns tutoriais para então entender. Vi resultado logo na segunda tentativa e hoje ele virou meu melhor amigo e salvador de beleza. Já usei em três eventos, a última vez foi no sábado passado, e arrumei meu cabelo em (sim, isso mesmo) 10 minutos! Apenas para terem uma ideia, quando quero deixar liso, levo em média uns 40 minutos.

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Antes e depois em questão de minutos!

Como funciona:

– Coloque na tomada e espere esquentar. O meu aparelho é o Curl Secret, da Conair, e vem com um formato de tomada americana. Por isso, é bom ter um adaptador de tomada universal por perto.

– Selecione o formato do cacho (tem três níveis, do mais fechado ao mais largo) e a temperatura. Depois, é só esperar a luz que indica o funcionamento parar de piscar e ficar acesa. Leve em média uns cinco minutos.

– Separe uma mecha média do cabelo e coloque no aparelho. Não adianta colocar muito cabelo porque ele não vai funcionar.

– Aperte o botão e aguarde o sinal sonoro. Ele vai “sugar” os fios e fazer um barulho semelhante ao de um bipe. Quando o alerta for contínuo, é hora de soltar e voilà, se surpreender com o cachinho. Em média, ele emite de quatro a cinco sinais sonoros antes de ficar pronto.

– Vale lembrar que ele só funciona se o cabelo estiver seco e desembaraçado. Ao perceber um nó, ele apita e para de funcionar imediatamente. Então não tem o risco de ficar careca. (Viu, não precisa entrar em pânico ouvindo aquelas lendas de gente que usou e perdeu todo o cabelo)

Se você ainda não entendeu como usar, dá uma olhada nesse vídeo da Nina Secrets:

O aparelho que eu uso custou uns 100 dólares e olha, valeu cada moedinha. Existem alguns sites que vendem produtos importados, mas o melhor mesmo é economizar e comprar na própria Polishop, em alguma viagem ou ainda fazer como eu e pedir para alguém trazer de fora. Estou para dizer que essa é uma das melhores invenções femininas… Adorei!

 

Crédito das imagens: Star Beauty Cosméticos e Arquivo Pessoal