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[Especial Retrô] Livros lidos em 2015

 

 

Quando comecei a pensar nos posts especiais para este fim de ano, quis criar algo para falar sobre os livros que eu li em 2015. Essa ideia surgiu porque acredito ter lido uma quantidade boa de obras. No total, foram 14. Sei que esse número é baixo para muita gente e que algumas aqui são capazes de devorar um livro por dia, mas eu me apego tanto à história que vou lendo de pouquinho em pouquinho para não acabar rápido. E outra que eu estou sempre correndo, então, infelizmente, às vezes não sobra muito tempo para ler. Vamos à lista?

 

Simplesmente Acontece – Cecelia Ahern

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Ganhei no Natal do ano passado e terminei de ler no segundo fim de semana de janeiro. A história é clichê, mas eu me surpreendi com a forma extremamente criativa com que a autora levou a obra, afinal, ele é todo escrito em forma de cartas, e-mails e mensagens. Ri, me emocionei, fiquei triste e torci pelos personagens. Meu problema com ele é o final. Para mim, ficou meio jogado, sabem? Mas é uma ótima pedida!

 

O Resgate – Nicholas Sparks

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Sei que o Nicholas tem diversas fãs espalhadas por aí e eu mesma já tive minha quedinha por ele, mas agora estou em um bode eterno. Já li tanta coisa dele que cansei da velha fórmula: cidadezinha pacata na Carolina do Norte, uma mocinha linda, um segredo terrível, uma criança, um idoso ou um cachorro como elemento de afeto e algo de trágico no meio do caminho. Cansa depois de um tempo, né? O Resgate tem todos esses elementos e prometia muito no começo, mas o mistério se resolve em poucas páginas e o resto é um marasmo sem fim.

 

Um Mais Um – Jojo Moyes

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A Jojo, por outro lado, ocupa um lugar muito especial no meu coração. Sou tão fã dela que compro qualquer livro escrito por ela mesmo tendo uma pilha de exemplares em casa para ler. Este foi o grande lançamento da autora no ano e atraiu muita gente por trazer uma trama moderna: uma mulher simples, abandonada pelo marido e que cuida do filho dele de outro casamento, que odeia (mas depois ama) um cara que é o seu oposto. Li o livro já imaginando o filme, que seria um road movie perfeito. E como não podia deixar de ser, a obra também reserva alguns momentos de tensão.

 

Apenas Um Dia – Gayle Forman

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Contei aqui que o filme Se Eu Ficar me deixou tão intrigada que eu parti para a livraria assim que saí do cinema. E, desde então, a Gayle também tem um lugar reservado na minha coleção. Já tinha lido uns trechinhos de Apenas Um Dia no ano passado, mas conferi a obra inteira neste ano e odiei a protagonista. Achei a trama arrastada, mas a parte final é muito boa. Nós ficamos naquela expectativa para saber se o objetivo da mocinha será alcançado.

 

Quero ser Vintage – Lindsey Leavitt

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Foi a melhor surpresa em termos de leitura do ano. Não conhecia a autora e comprei em um impulso por gostar da sinopse, mas achei a história tão gostosinha. É uma trama adolescente cheia de clichês, mas com personagens cativantes. Amei a mocinha Mallory e sua tentativa de viver nos anos 60 em pleno século 21, adorei sua irmã mais nova e curti muito o estilo de vida de sua avó. Daria um filme superfofo que a gente assistira mil vezes sem enjoar. Uma delícia mesmo! (Confira aqui a resenha completa)

 

Apenas Um Ano – Gayle Forman

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Contar a mesma história sob pontos de vistas diferentes é uma marca registrada de Gayle, mas ela se dá MUITO melhor quando coloca a narrativa sob o olhar de personagens homens. Para terem uma ideia, odiei o Willem em Apenas Um Dia, mas descobri que ele é um cara muito bacana e sensível em Apenas Um Ano. E torci muito, mas muito, para que ele tivesse o final que tanto desejava. (Confira aqui a resenha completa)

 

Em Busca de Abrigo – Jojo Moyes

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Olha a Jojo aqui de novo, gente! A autora faz tanto sucesso no Brasil que, neste ano, teve suas primeiras obras publicadas. Foi muito interessante ver como ela mudou seu estilo ao longo do tempo, já que Em Busca de Abrigo é um romance mais clássico e até um pouco parado e arrastado, já que eu demorei a engrenar no ritmo de leitura. Está longe de ser o melhor livro dela, mas é bem interessante para conferir o relacionamento de três mulheres de gerações diferentes de uma mesma família. Vale a leitura! (Confira aqui a resenha completa)

 

À Procura de Audrey – Sophie Kinsella

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Adoro a Sophie porque ela criou a Becky Bloom, minha personagem favorita do mundo literário. Ela é tão boa no que faz que resolveu deixar um pouco de lado o universo das mulheres e investiu no gênero YA, ou seja, os jovens adultos. E ela mandou muito bem em À Procura de Audrey. A trama é adolescente e os conflitos são bobinhos, mas eu amei e li várias vezes o mesmo trecho de tão engraçado que era, principalmente os que envolviam a mãe da família. Faltaram alguns detalhes? Sim. Mas é divertidíssimo! (Confira aqui a resenha completa)

 

Para Todos Os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Outro que eu comprei por acaso, depois de ouvir comentários positivos e outros negativos. Adoro quando coisas assim acontecem porque fico louca para saber em qual time vou ficar. Estou do lado de quem falou bem. Achei a mocinha um pouco sonsa, mas os coadjuvantes dão peso à história e você acaba se identificando com os acontecimentos. Sabem aqueles episódios do colégio que marcam a vida de todo mundo? O livro termina meio no ar mesmo, mas espera-se que uma continuação seja lançada em breve. (Confira aqui a resenha completa)

 

Convergente – Veronica Roth

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Vou contar um segredinho para vocês: tenho preguiça de séries épicas e de guerra. Incluam aqui O Senhor dos Anéis, Jogos Vorazes, Maze Runner e por aí vai. Tanto que eu me surpreendi comigo mesma quando assisti a Divergente no ano passado e adorei. Aí li o primeiro livro, achei legalzinho, fui ler o segundo (Insurgente) e a leitura é beeeem arrastada. Demorei muito para ler Convergente (o último) e só peguei nele mesmo porque o filme sai em março. Percebi que o ritmo seria o mesmo nas primeiras páginas, então aproveitei um feriado para ler o resto de uma só vez. Achei bem melhor que o segundo, mas sei que muita gente se decepcionou por conta do final. Eu já sabia como era, então não tive surpresas.

 

Becky Bloom em Hollywood – Sophie Kinsella

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Um dos pontos positivos de 2015 foi o retorno de algumas das personagens mais lendárias do mundo dos livros. Nossa amada Becky Bloom é uma delas. Depois de sua última aventura, lançada há uns bons anos, Sophie nos presentou com mais uma continuação. Desta vez, Becky se muda para Los Angeles com a família e cisma em se tornar uma produtora de moda. Vale a leitura para as fãs da série, mas tem alguns buracos. (Confira aqui a resenha completa)

 

O Casamento da Princesa – Meg Cabot

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Outra volta de personagem que marcou o ano. Já disse inúmeras vezes aqui no blog que eu sou completamente apaixonada pela série de livros O Diário da Princesa e que ela me traz uma sensação muito boa de nostalgia. Imaginem minha felicidade quando soube que mais um volume estava à venda depois de uma pausa de seis longos anos. Nossa amada Mia continua firme e forte com Michael e, como o título indica, vai se casar com ele. Amei ter voltado no tempo com esse livro e foi um dos que eu mais gostei em 2015, mesmo não sendo meu favorito. (Confira aqui a resenha completa)

 

A Melhor Coisa Que Nunca Aconteceu na Minha Vida – Laura Tait e Jimmy Rice

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Comprei por acaso e foi uma boa surpresa. O enredo é um pouquinho clichê: dois amigos que sempre se amaram na adolescência, mas nunca confessaram seus sentimentos e que se reencontram depois de muitos anos. É bem previsível, mas uma boa distração, sabem? Fora que eu adorei o fato de que é o livro é narrado pelos dois personagens ao mesmo tempo. Adoro ter pontos de vistas diferentes sobre um mesmo assunto.

 

Uma Curva no Tempo – Dani Atkins

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Este foi, sem dúvida, o livro mais triste que eu li neste ano. Julgando pela capa, JAMAIS diria que ele seria tão triste assim. Comprei por acaso, muito por conta da trama, que prometia uma série de mistérios. Rachel, a protagonista, se envolve em um acidente e vê sua vida mudar depois disso. Cinco anos mais tarde, ela sofre um novo acidente, mas acorda em uma vida que não parece sua, afinal, tem tudo o que sempre desejou. Mas, ainda assim, fica a pergunta: como isso é possível? Eu gostei muito, achei que a trama é mais suspense do que romance, mas é pesadérrimo. Praticamente um Efeito Borboleta do mal, sabem?

[Resenha] O Casamento da Princesa – Meg Cabot

O Casamento da Princesa

Já contei diversas vezes aqui no blog que eu sou completamente apaixonada pela série de livros O Diário da Princesa, da Meg Cabot. Foi a série que marcou a minha adolescência e o meu início de vida adulta. E antes que você pergunte: sim, eu também gosto dos filmes e tenho os DVDs, mas não se comparam (na verdade, não chegam nem perto) aos livros.

Quase fiquei sem ar quando soube que a Meg daria continuação para a série depois de longos seis anos. Para ser sincera, eu achava que a história pararia no décimo volume por ser um número meio cabalístico e tal. Mas a coisa foi tão rápida que num dia desses eu recebi o release informando sobre o lançamento do novo volume. ERA REAL!

Corri para a livraria para ter certeza e lá estava o livrinho me esperando. Foi como voltar no tempo, gente! Lá estava eu apresentada aos meus velhos companheiros: além da minha amada Princesa Mia, o Michael, as amigas Lilly, Tina e Lana, o guarda-costas Lars, o pai dela e Grandmère (que está longe de ser boazinha e fofinha como no fime).

“Embora eu deva ter dormido um pouco, porque tive um sonho mais cedo em que era convidada pela Kate, duquesa de Cambridge, para um almoço no qual ela me daria dicas de como lidar com o estresse de ser uma princesa nos dias de hoje (algo que obviamente ainda não dominei, mesmo depois de uma década de prática). Só que quando Kate me recebeu na porta de casa, ela disse que não tinha tempo para falar comigo sobre esse negócio de princesa porque tinha um encontro com o Bruce Willis. E me deixou sozinha no Palácio de Buckingham com o príncipe George!”

A história apresenta um salto de oito anos. Tudo tinha parado quando Mia tinha 18 anos e estava prestes a entrar na faculdade, lembram? Pois bem, agora ela tem 26 anos, já se formou, é fundadora de um centro comunitário, mora sozinha e está superengajada com os negócios da realeza. Para justificar esse tempo de ausência, ela diz que deixou um pouco de lado o uso do diário, mas que agora voltou por ordem médica.

O título do livro já indica o que todas as fãs esperaram por muitos anos: o casamento com Michael. O pedido acontece logo no começo e eu achava que o restante do livro seria tomado por episódios deliciosos como a escolha do vestido, as comidinhas, as madrinhas e por aí vai. Mas acho que a empolgação do início é deixada de lado, já que a história passa a se centrar em outros acontecimentos.

Isso acabou me frustrando um pouco. Sabem quando o livro toma um rumo diferente daquele que planejamos? Lia e pensava: “as páginas estão acabando e tem muita coisa ainda para acontecer”. Pois bem, a trama acompanha uma semana da vida de Mia. Quando tudo fica bem e parece que o casamento voltará a ser o assunto principal, há um pulo de quase um mês.

“Fico triste quando pergunto às garotas (e aos garotos) no centro o que querem ser quando crescerem (tosco, eu sei, e um sinal de que estou ficando velha, porque somente adultos perguntam isso aos jovens. Por que fazemos isso? Porque estamos atrás de ideias! Tenho 26 anos e ainda não sei o que quero ser quando crescer, só sei, é claro, que quero ajudar as pessoas e ser incrivelmente feliz e ficar com o Michael, obviamente) e muitas vezes respondem: ‘Quando eu crescer, quero ser famosa como você, Princesa Mia!'”

Vou contar um SPOILER agora, então parem de ler aqui se não quiserem saber.

O tal do casamento não é mostrado. Há apenas o antes e o depois. Não há muitos detalhes do vestido, nem da cerimônia e tudo fica muito jogado no ar. Sabemos apenas que ela disse sim e que os dois vão morar na Genovia, mas para por aí. Fiquei um pouco triste, poxa!

A parte boa é que há vários ganchos para o próximo livro. Ainda não sei se isso de fato acontecerá, mas nós precisamos saber o que virá pela frente. Assunto não falta.

Como falei lá em cima, O Casamento da Princesa me deu uma sensação maravilhosa de nostalgia. É muito bom perceber que os toques dos primeiros livros ainda estão lá e acompanhar a formação da personalidade de adolescentes que conhecemos quando eram adolescentes. Está longe de ser o meu favorito, mas é um livro que todas as fãs devem ler!

Avaliação: ♥♥♥♥♥

[Resenha] Para Todos Os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Vire e mexe eu conto aqui no blog que tenho a minha listinha preferida de autores e que dificilmente compro um exemplar no escuro. Mas foi exatamente o que aconteceu com Para Todos Os Garotos Que Já Amei. Vi a capa certo dia, li a sinopse, achei interessante, mas coloquei na prateleira e resolvi comprar depois.

Nesse meio tempo, uma amiga postou que tinha gostado muito do livro, mas que o final era péssimo. Tinha desistido de ler, mas ele sempre atraía minha atenção quando eu entrava em alguma livraria e resolvi que era hora de ter a minha visão da história.

O que eu posso dizer, logo de cara, é que ele é mais voltado para adolescentes. Isso porque a protagonista, Lara Jean, tem 16 anos e vive todo aquele ambiente escolar, com direito ao clubinho dos populares e dos nerds. Mas eu, que já passei há muuuuito tempo dessa fase, me apeguei tanto ao livro que afirmo que mulheres de todas as idades podem gostar.

“Acho que agora consigo ver a diferença entre amar alguém de longe e amar de perto. Quando você consegue convive com a pessoa, vê quem ela é de verdade, e ela também vê você. E Peter me vê. Ele me vê, e eu o vejo.”

Lara Jean é como todas nós. Sofre por causa de seus amores platônicos e escreve cartas para esquecê- -los sem nunca mandá-las aos remetentes. O problema é que um belo dia as tais cartas são enviadas e a confusão se instaura. Um desses caras é Josh, ex-namorado de sua irmã Margot, por quem Lara ainda nutre uma paixonite.

Para fugir dele, ela aceita um namoro de mentira com Peter, um cara bonitão que também recebeu uma carta da protagonista e quer mostrar para a ex que está bem e com uma nova namorada. No começo, eles brigam o tempo todo, mas aos poucos, Lara Jean descobre que ele é, sim, um cara muito legal.

O enredo até é bobinho e cheio de clichês, mas são os detalhes do livro que fazem a diferença. Lara Jean é descendente de coreanos e tem muitos costumes fofinhos do país, como a aptidão por fazer receitas e o gosto exótico (e muito legal) de se vestir. Parte disso vem da autora, Jenny Han, que também é asiática.

Eu me identifiquei com a protagonista, mas gostei mesmo dos personagens coadjuvantes, especialmente a Kitty, irmã caçula de Lara. Também adorei a inversão de opiniões proposta pela escritora: no começo, morri de amores por Josh, mas depois percebi que ele é, sim, muito bobo. E aí adorei o Peter de verdade!

Quanto ao final que a minha amiga odiou, bom… eu também odiei! Não é que seja ruim, mas a história toma um rumo e acaba de repente, sabe? Acho que dava para explorar mais um pouco, mas teremos uma continuação em breve que ainda não tem data de lançamento por aqui.

Apesar disso, é um livro muito gostoso, viciante e que a gente lê bem rapidinho!

Avaliação: ♥♥♥♥

[Resenha] Becky Bloom em Hollywood – Sophie Kinsella

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Quem acompanha este blog sabe que eu tenho a minha listinha de autores favoritos. Entre os primeiros lugares está a Sophie Kinsella, e esse meu carinho pela escritora se deve ao simples fato de que ela criou a personagem mais “gente como a gente” da literatura moderna: a Becky Bloom. Assim como muitas de nós, ela é louca por compras, vive no mundo da lua e se mete nas maiores confusões, mas faz de tudo pelas pessoas que gosta.

Sabemos de quase tudo da vida da Becky, desde os tempos em que morou em Nova York, os preparativos do casamento com Luke, a descoberta de sua meia-irmã, a gravidez e o nascimento da filha Minnie. Mesmo assim, não tem como enjoar. Até comentei que o próximo livro tinha sido lançado no ano passado lá fora, mas que não havia previsão para chegar ao Brasil.

Pois bem, a espera terminou! Becky Bloom em Hollywood é o mais novo episódio da saga e passou a ser visto nas prateleiras das livrarias brasileiras desde setembro. Comprei logo que vi, óbvio, e devorei. No livro anterior, Luke havia avisado Becky de que eles iriam passar um tempo em Los Angeles. Esta história começa justamente com a mudança da família e a empolgação da protagonista, já que o marido foi contratado para trabalhar com Sage Seymour, uma das maiores estrelas locais.

“Pelo menos só havia um tapete vermelho dessa vez, não que meus pés o tenham tocado por mais de trinta segundos. Todos os astros e as estrelas posavam de um lado para os fotógrafos, enquanto nós, pobres mortais, fomos empurrados bruscamente por homens com fones de ouvido que pareciam estar nos açoitando com chicotes de montaria. Eu quase saí correndo”

O problema é que Becky cismou que quer ser produtora de moda e faz de tudo para chamar a atenção de Sage, mas, no fim, fica amiga de Louis, a maior inimiga da atriz. No meio de tudo isso, se envolve nas mais variadas confusões e chega até a participar de um filme como figurante.

O livro é delicioso, assim como todos os outros, e a gente lê rapidinho, mas achei que algumas informações ficaram jogadas. A participação de Alicia, que fez de tudo para estragar a vida de Becky, fica um pouco jogada no ar, assim como o desfecho da história da protagonista com Sage e Louis. Também senti falta de mais episódios engraçados de Minnie, mesmo que ela ainda tenha apenas dois anos de idade.

Apesar disso, é o livro perfeito para quem curte o gênero chick lit, os bons e velhos livros de mulherzinha. Talvez seja o mais pomposo de todos, já que fala de Hollywood, eventos de gala, tapetes vermelham e muito glamour. Então é por isso que eu digo que vale muito a pena!

E tem mais: a saga não parou por aí! O livro já termina com a deixa do próximo, que será lançado em breve na Inglaterra. Seguindo a lógica, chegará por aqui no ano que vem. OBA! ♥

Avaliação: ♥♥♥♥♥

[Resenha] Dia de Beauté (o livro) – Victoria Ceridono

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Grande parte das meninas apaixonadas por maquiagem descobriu esse universo quando ainda eram pequenas e usavam os itens da mãe ou da avó. Sabe aquela brincadeira gostosa em que a criança termina parecendo uma palhacinha? Comigo foi assim e foi delicioso descobrir que aconteceu a mesma coisa com a Vic Ceridono, autora do Dia de Beauté – um dos blogs mais influentes de beleza do mundo – e que recentemente lançou um livro homônimo.

Quem conhece o blog da Vic, sabe que ela é expert em nos ensinar os mais variados truques e compartilhar tutoriais que parecem difíceis, mas que, pensando bem, não são tão complicados assim. Ela também é uma referência para mim quando o assunto é lançamento. Basta comentar sobre um novo produto que eu já coloco na minha listinha de desejos.

O que eu mais gostei no livro é que a pegada é igualzinha a do blog, tudo muito gostoso de ler, sabe? Parece até uma conversa entre amigas. Fora que é um verdadeiro guia de maquiagem e mostra desde princípios básicos até noções de como aplicar cada produto. Sem falar nos diversos passo a passos para determinadas ocasiões, nas informações sobre cada tipo de pincel (conteúdo extremamente válido) e nas dicas para montar kits de viagem e de retoque.

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Além da linguagem próxima da realidade, adorei as cores e as fontes usadas no livro (coisas que chamam atenção de quem trabalha com comunicação, eu sei) e as fotos e as ilustrações. É o tipo de livro para ter por perto para o resto da vida.

O melhor de tudo é que a Vic defende no livro todo que não existem regras quando o assunto é maquiagem. Então, a gente lê e já começa a ter inspirações para praticar. E o mais gostoso é que dá para voltar e ler tudo de novo ou então abrir só no capítulo mais importante para um determinado momento.

O blog Dia de Beauté sempre foi meu melhor amigo quando o assunto era beleza, mas agora tenho no livro um grande companheiro. Indico para todo mundo, é uma delícia – tanto de leitura quanto de conteúdo!

Em tempo: A Vic vai fazer sessões de autógrafos em várias cidades do Brasil. A turnê começou hoje, aqui em São Paulo, e eu não podia deixar esta oportunidade passar em branco, não é mesmo? Fui lá, fiquei na fila gigante por mais de uma hora, mas consegui tirar uma foto com ela. E que amor, viu gente? Uma simpatia de pessoa! Ela merece MUITO esse retorno tão lindo! #livroddb

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Muito amor em uma única foto! 🙂

Para saber as outras cidades em que a Vic vai passar, é só acessar o Dia de Beauté!

Avaliação: ♥♥♥♥♥