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[Resenha] P.S. Ainda Amo Você – Jenny Han

Atenção: este post contém spoilers!

Eu normalmente amo livros que têm continuação. Acabo me envolvendo tanto com a história que fico doida para ler os demais volumes. Esse fato foi, aliás, um dos motivos que me fez ler Para Todos Os Garotos Que Já Amei, da Jenny Han. Fiquei um pouco desapontada porque o primeiro livro não tem final, então, não via a hora de saber como a trama iria se desenrolar.

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Pois bem, P.S. Ainda Amo Você chegou às livrarias no começo do ano e eu comprei o meu alguns dias depois. Ele começa exatamente onde o outro parou e, se você já leu o primeiro volume, sabe que a história gira em torno de Lara Jean, uma garota de 16 anos que topou um namoro de mentira com Peter, o cara mais popular da escola para fugir de Josh, o cara por quem era apaixonada – e que é ex de sua irmã mais velha, Margot.

No meio desse caminho, Lara Jean começa a gostar de verdade de Peter (e ele também começa a gostar dela), mas as coisas dão errado e eles terminam. Quando peguei o segundo livro, minha dúvida era se eles se acertariam e a resposta vem logo nas primeiras páginas. A reconciliação é tão rápida que a gente pensa: “Bom, mas e agora? O que vai acontecer?”.

“Quando começamos isso, eu ficava feliz só de estar em casa com minhas irmãs e meu pai. Era confortável. E aí, começamos a sair, e foi como… foi como se você me levasse para o mundo. – Com isso, o olhar dele se suaviza. – Primeiro, foi assustador, mas depois eu gostei. Parte de mim quer ficar ao seu lado para sempre. Eu poderia fazer isso sem o menor esforço. Poderia amar você para sempre”

O livro é vendido para o público teen e a verdade é que os conflitos são os mesmos que nós passamos na época do colégio. Romântica assumida, Lara Jean não tinha experiência no quesito amor e agora começa a namorar sério. Só que nem todo mundo na escola aprova o romance (especialmente a ex doida do Peter, que não está muito disposta a abrir mão do menino tão fácil assim).

Além desses conflitos, a protagonista também está prestes a se formar e precisa se preocupar com suas notas e o voluntariado, que conta pontos para a faculdade. E, mais lá para o meio do livro, um cara que ela gostava anos antes surge para balançar seu coração. Assim como aconteceu no primeiro livro, eu amei os personagens secundários, como a Kitty, irmãzinha da Lara Jean, que está mais atacada do que nunca, e a Stormy, uma senhora ousada que mora no asilo em que ela trabalha.

No geral, o livro agrada mais o público adolescente. Para nós, adultas, ele é legal por nos fazer relembrar daquela época gostosa em que não tínhamos tantas preocupações. Independente da faixa etária, gravei uma resenha lá no canal também:

Espero que gostem deste livro!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥

[Resenha] Joyland – Stephen King

Sou completamente louca por livros de mulherzinha, mas fiquei alucinada por Joyland, típico do gênero terror/suspense, antes mesmo de terminar de ler. Isso aconteceu lá em julho do ano passado, quando eu o avistei na prateleira de uma livraria. Peguei por curiosidade e logo de cara descobri que a história se passaria em um parque de diversão. E quem me conhece sabe que eu estou próxima dos 30, mas continuo apaixonada por parques de diversão.

Mas tem outro motivo que me fez amar este livro de cara: aconteceu um assassinato no trem fantasma e rola uma lenda de que o fantasma da garota morta ronda a atração. Assim como eu amo parques de diversões, eu tenho verdadeiro PAVOR de trem fantasmas. Juro, tenho muito medo e nem me arrisco a passar perto mesmo sabendo que são bonecos, que é tudo mentira e tal. Pronto, taí minha explicação de felicidade quando cheguei perto do livro.

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Apesar de tudo isso, passei meses esperando por ter um exemplar para chamar de meu. Sabem como é, tenho sempre aquela pilha enorme de livros para ler, vivo tentando economizar o que posso e aí só fui ganhar o livro de presente de amigo secreto. Naquela altura, estava lendo um livro enorme e corri para terminar logo, assim conseguiria pegar este aqui. E, olhem, como valeu a pena esse tempo de espera!

A história gira em torno de Devin, um rapaz de 21 anos que resolve trabalhar no parque Joyland durante o verão na década de 70. Sabe aquele clima de parque de praia? Então! É tudo muito gostoso, mas aí ele descobre o tal do assassinato e resolve que também quer ver a fantasma.

Carolina do Norte, 1973. O universitário Devin Jones começa um trabalho temporário no parque Joyland, esperando esquecer a namorada que partiu seu coração. Mas é outra garota que acaba mudando seu mundo para sempre: a vítima de um serial killer. Linda Grey foi morta no parque há anos, e diz a lenda que seu espírito ainda assombra o trem fantasma. Não demora para que Devin embarque em sua própria investigação, tentando juntar as pontas soltas do caso. O assassino ainda está à solta, mas o espírito de Linda precisa ser libertado

Autor da obra, Stephen King escreveu outros clássicos do medo, como O Iluminado e It (aquele do palhaço assustador). Eu nunca tinha lido nada dele porque achava que morreria de medo, mas a verdade é que Joyland não dá medo. Ok, em algumas noites eu terminava de ler e corria para a cama (de luz acesa) com medo de ver a fantasma. Mas não tem susto, figuras horríveis nem nada disso. Tudo bem no clima do suspense!

Joyland foi um descoberta deliciosa, muito bem escrita e que me prendeu do início ao fim. Recomendo para todo mundo que adora parques de diversão, já que a gente se imagina dentro do parque, e para quem curte tramas de suspense com pegada policial. Aliás, o fim tem todo aquele clima de “quem matou?” e eu acabei surpreendida.

Falei mais sobre o livro lá no canal do blog no Youtube:

Espero que gostem porque eu AMEI!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥♥

[Resenha] A Mulher Que Roubou A Minha Vida – Marian Keyes

Entre as minhas metas para 2016, está bater o número de livros lidos em 2015. Parece bobo, eu sei, mas eu tenho uma pilha enorme de obras para ler e sempre uso a desculpa da falta de tempo. Então, decidi tornar isso um compromisso.

O primeiro livro lido do ano teve um gostinho especial. Quem acompanha este blog sabe que a Marian Keyes é uma das minhas autoras favoritas. Já li quase todos os títulos que foram lançados no Brasil (só falta um). Os primeiros foram ótimos, mas os últimos não me agradaram tanto. Mesmo assim, comprei A Mulher Que Roubou A Minha Vida logo que chegou às livrarias, no finzinho do ano passado.

Pelo título e pela sinopse, imaginei algo totalmente diferente. Sabia que a história girava em torno de Stella, uma mulher com pouco mais de 40 anos, casada e com dois filhos, que sofria uma reviravolta depois de se envolver em um acidente de carro. Eu pensava que, depois desse tal acidente, ela magicamente teria uma vida muito diferente da que tinha até então.

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Na verdade, a história é bem diferente disso. O acidente de carro acaba se tornando um mero detalhe. A trama começa mostrando a vida de Stella depois de um grande acontecimento, que acabou não dando tão certo assim. O que a levou até aquele momento nós descobrimos aos poucos, então, de cara, adianto que o livro pode não agradar pessoas que não fãs de histórias com flashbacks. Aqui eles acontecem o tempo todo.

Com o passar das páginas, ficamos sabendo que, um belo dia, a protagonista não consegue mais se mexer até parar de falar por completo. Portadora da síndrome de Guillan-Barré, ela passa mais de um ano internada e só consegue se comunicar piscando o olho. Nesse meio tempo, ela firma uma relação de parceria com Mannix, seu neurologista, que, adivinhem só, se revela o cara do acidente de carro. Claro, como em todo livro de mulherzinha, Stella descobre que está apaixonada por ele.

Quando finalmente recebe alta, ela percebe que perdeu um tempo valioso da vida dos filhos e que o seu casamento chegou ao fim. O reencontro com Mannix não demora a acontecer e é aqui que a vida dela se transforma: o médico reuniu os pensamentos dela da época do hospital (transmitidos pelas piscadas de olhos) e os transformou em um livro. De repente, Stella se torna uma escritora de sucesso.

Para isso, ela se muda com Mannix e os filhos para Nova York e lá tem uma vida de luxo. O problema é que as vendas não foram tão bem e ela se vê sem saída, o que explica o início da história. Mas isso só acontece nas últimas páginas e, para mim, foi um ponto duvidoso. Achei que o conflito se resolveu rápido demais, mas sem atrapalhar o ritmo e a conclusão.

A Mulher Que Roubou A Minha Vida é exatamente aquilo que eu sentia falta nos livros da Marian. Tem a parte dramática da doença, mas tem romance e, mais do que tudo, tem momentos hilários. Li boa parte no avião, durante minha viagem de férias, e eu ria tanto que até sentia as pessoas me olhando estranho. É tão delicioso que a gente nem percebe as quase 500 páginas.

Fiz uma resenha rápida no meu canal também. Dá só uma olhada:

Espero que gostem tanto quanto eu!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥♥

Meu livro: Vagalumes

Quem me acompanha aqui no blog sabe que eu adoro livros. Quando eu era mais nova, até brincava que queria ser escritora e passava horas e horas no computador escrevendo livros. Era só abrir a tela do Word e começar a ver as minhas histórias tomando forma que eu sentia um enorme prazer crescendo dentro de mim. Confesso que muitas dessas histórias eram um tanto loucas e, obviamente, nunca foram para frente.

Foi mais ou menos esse é o caminho que percorri com Vagalumes, meu livro de maior sucesso. Fiquei completamente apaixonada pelo projeto musical Owl City em 2009 (quem visita este blog com frequência também sabe disso) e as músicas começaram a fazer tanto sentido na minha vida que, de repente, sem mais nem menos, eu tinha criado uma história baseada nessas tais músicas. Isso começou lá em 2010, há pouco mais de cinco anos.

Naquela época, eu ouvia Owl City todos os dias e as ideias da história se formavam com tanta intensidade na minha cabeça que eu precisava colocar no computador. Os primeiros capítulos seguiram com velocidade total e ficavam mais consolidados conforme as novas músicas eram lançadas, mas tive um momento de pausa e só retomei anos mais tarde, quando pensei que teria a oportunidade de entregar uma cópia do livro para o Adam Young, idealizador do projeto – infelizmente, isso (ainda) não se concretizou.

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Quando finalmente terminei, fiquei com uma sensação de orgulho tão grande que eu resolvi publicar. Inscrevi a obra no Prêmio Sesc no ano passado e prometi a mim mesma que, se não ganhasse, publicaria ele mesmo assim. Quando o resultado foi negativo, decidi que era hora de transformar meu sonho em realidade. Registrei o livro, paguei por um projeto gráfico e finalmente publiquei no Clube de Autores, uma plataforma online em que qualquer pessoa pode publicar livros sem custo algum.

A história fala sobre Vicky e Matt, dois amigos de infância que eram vizinhos e que moravam em uma cidadezinha da Califórnia. Ela queria muito ser uma atriz de sucesso na Broadway e precisou contar com a ajuda dele para realizar seu sonho. Quatro anos depois, a estreia de sua peça não dá certo e ela resolve voltar à cidade onde nasceu para acertar as contas com o passado.

Não vou fazer resenha do meu próprio livro (deixo essa função para vocês 🙂 ), mas adianto que os dois vivem um romance bem fofinho, que – como acontece em todas as histórias – sofre algumas reviravoltas. É fácil, gostoso de ler e bem inspirador!

Muita gente já comprou e você pode fazer o mesmo clicando aqui. Deixo desde já o meu muito obrigada a todos que já leram ou que me apoiaram ao longo desses anos. Se quiser comprar e me dar sua opinião, vou ficar extremamente feliz!

[Especial Retrô] O que teve de bom em 2015

O último post da série especial que criei como despedida deste ano não poderia ser diferente: a retrospectiva de 2015. Como este blog é voltado para o público feminino e fala sobre temas alegres e divertidos, minha intenção é sempre trazer assuntos leves e inspiradores. Mas, enquanto fazia a minha pesquisa habitual para lembrar o que teve de bacana nos últimos doze meses, descobri que… Bom, que o ano foi REALMENTE pesado. Sério, foi uma sucessão de notícias sobre mortes, desastres e ataques terroristas que eu até desanimei!

A solução foi apelar para a minha memória, que funciona muito bem quando quer, para pensar nos bons momentos deste ano. E olha que nós até tivemos alguns. Na verdade, soubemos tirar lições positivas de coisas ruins. Claro que ainda temos muito para percorrer, mas estamos no caminho certo. Olha só:

 

Voltamos à infância com os livros de colorir

download (1)2015 vai ficar marcado como o ano que registrou o maior número de vendas de livros de colorir para adultos. Por volta de março ou abril, todo mundo começou a falar sobre o Jardim Secreto, uma obra que prometia a pintura como forma de relaxamento para quem vive estressado. E, de repente, o livro fez tanto sucesso que muitas editoras e autores pegaram carona e lançaram obras similares. Lápis de colorir nunca estiveram tão em alta!

Em casa, dividi o livro com a minha mãe. Cheguei até a reservar os desenhos que mais queria pintar para que ela não chegasse nem perto. Fui viajar de férias em maio e trouxe um estojo com 72 cores de lápis (foi uma das minhas compras mais felizes). Aí a febre abaixou e hoje em dia algumas pessoas até continuam pintando, mas bem menos. Mesmo assim, foi MUITO legal voltar a ser criança. Eu era um desastre nas aulas de artes, mas descobri que, sim, eu sei pintar e realmente relaxa.

 

Viciamos no Dubsmash

Dubsmash-androidEsse nome aqui em cima pode não te remeter à nada, mas aposto que você baixou – ou pelo menos ficou sabendo sobre – o aplicativo que convidava os usuários a dublar, desde músicas até memes. Exprimente abrir seu Instagram e voltar nos seus posts de abril e maio. Você usou tanto o programa que seus amigos até pegaram bode, certo?

Mas como era engraçado, gente! Tinha de TUDO ali, até o que você menos imaginava. Gravávamos várias dublagens em sequência, mandávamos para todos os grupos de Whatsapp, chamávamos os pais ou os irmãos para participarem. Só que a coisa viralizou de tal modo que enjoou rapidamente. Digo por experiência própria: eu deletei um mês depois.

 

As redes sociais nunca foram tão polêmicas

Você também pegou um certo bode do Facebook? Agora, eu penso duas vezes antes de postar qualquer assunto que renda polêmicas. Explico: parece que todo mundo é obrigado a ter uma postura e “brigar” por ela. Vale desde posição política, feminismo, peso e opção alimentar. Você posta alguma coisa e, de repente, se depara com uma porção de comentários até exagerados só porque você não pensa de uma determinada forma.

São assuntos importantíssimos e acho a discussão superválida. O problema é o politicamente correto, que me cansa demais. Uma brincadeira começa a ser vista como algo de mau gosto só porque dá a entender que privilegia um ponto de vista que não é aceito pela maioria. Eu mantenho a opinião de não comentar e brigar no perfil de outras pessoas, então fico muito chateada quando vejo gente comentando no meu. Daí optei por não entrar mais em polêmicas. Chato, né?

 

Os realities culinários dominaram a nossa televisão

151022184435_master_chef_junior_624x351_reproducao_nocreditA primeira temporada do MasterChef Brasil, exibida no ano passado, foi um dos maiores sucessos de audiência de 2014. Neste ano, no entanto, o reality alcançou ainda mais gente com a segunda temporada e, rapidamente, emendou em uma versão protagonizada por crianças. E, para ser sincera, achei ainda mais legal do que a com adultos.

A febre foi tão grande que praticamente todas as emissoras investiram em um programa do gênero. Tivemos a disputa do Cake Boss (eu não gosto tanto, mas prendeu a atenção de muita gente) e, na falta de um, o SBT contou com dois realities: a versão brasileira do Hell’s Kitchen e o Bake Off. Tenho lido por aí que a tendência é investir no segmento antes que ele esgote. Acho que ainda teremos muitas histórias do tipo em 2016…

 

O dólar subiu – e você passou a valorizar os produtos nacionais

cofrinhoOk, essa parte não é nem um pouco legal e nos deixa desesperadas. O dólar, que era tão amigo há pouco tempo, subiu para valer e passou de R$ 4. Com isso, produtos que saíam por uma pechincha lá fora se tornaram mais caros. Muita gente resolveu comprá-los por aqui mesmo (afinal, temos o benefício de poder parcelar no Brasil), mas teve quem optou por valorizar as marcas nacionais e impulsionou o mercado de beleza, por exemplo, que continuou a crescer mesmo com a crise.

Ah, você deve estar pensando: “mas o dólar diminuiu”. Sim, ele deu uma baixada, mas ainda continua bem alto… Bons tempos em que a gente viaja e ele valia R$ 1. Quem sabe a coisa não melhora? Vamos torcer!

 

O melhor filme do ano é uma animação

Divertida-Mente-PixarJá falei sobre Divertida Mente no post com os melhores filmes de 2015, mas não tinha como passar por essa retrospectiva e deixar esta maravilha de fora. Aliás, o filme não só foi o melhor do ano, como está na minha lista de melhores da vida. É curioso pensar que a melhor produção dos últimos meses é uma animação, já que o gênero muitas vezes sofre o preconceito de ser voltado para crianças (ainda que esteja em crescimento e tenha uma aceitação um pouco maior).

Por falar nisso, este filme não tem absolutamente nada de criança, a não ser a jovem que tem sua mente habitada pelas sentimentos-protagonistas: alegria, tristeza, raiva, medo e nojinho. É psicologia pura, do início ao fim, que faz muito mais sentido para os adultos. Os mais emotivos, aliás, choram de verdade. Eu chorei em todas as vezes que vi. Juro, é um dos filmes mais lindos que eu já assisti!

 

O Fik Dik cresceu

Este humilde blog, que começou sem muitas expectativas, completou 1 ano de existência em abril deste ano e cresceu tanto que virou motivo de orgulho. Ganhou layout próprio, parcerias com empresas renomadas, como a Contém1g Perdizes, um número expressivo (ainda que pequeno) de fãs no Facebook e muitos sorteios lá no Instagram. Em um piscar de olhos, comecei a encarar isto aqui de forma mais séria.

Ainda há muito o que fazer. Quero alcançar mais gente, conquistar novas metas, ir para o Youtube (e eliminar a vergonha de aparecer em vídeos) e criar uma rede bem bacana de leitoras e seguidoras. Mas já consegui tanta coisa legal, gente! Cada comentário positivo que escuto me enche de orgulho e me dá certeza de que estou no caminho certo. Sem falar que o mais legal de ter um blog é fazer novas amizades e eu vivi cada um desses momentos em 2015.

 

Lancei meu livro

cover_front_bigOk, este tópico é puramente pessoal, mas, depois de cinco longos anos, eu resolvi deixar a preguiça de lado e investir no meu livro. Corri atrás do registro, revisei um milhão de vezes e publiquei! Ele virou realidade e é outro motivo que vai me dar orgulho para o resto da minha vida. Sabe quando a gente tem vontade de mostrar para todos os familiares e os amigos?

Para quem não sabe, meu livro é um romance muito fofo inspirado nas músicas do meu muso Adam Young (idealizador do projeto Owl City) e você pode comprar clicando aqui. Eu só tenho que agradecer a todos que me ouviram falar deste livro nestes anos e, principalmente, a todos que leram e me deram feedbacks. Estou TÃO feliz por ter alcançado este sonho!

 

Como falei lá em cima, 2015 foi um ano difícil, mas que trouxe coisas boas. Aproveito para desejar um feliz Ano Novo para todas! Que 2016 nos traga ainda mais felicidade!