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Programas de TV que deveriam voltar

Alguns programas de TV fazem um sucesso tão grande que se tornam inesquecíveis. Prova disso é o Globo de Ouro, exibido entre os anos 80 e começo dos 90, que agora passou a ser reprisado todo sábado à noite no Viva. A audiência do quadro, que trazia as nove músicas mais tocadas de cada semana, é tanta que o show ganhará uma nova versão, com estreia marcada para o dia 17 de novembro (próxima segunda) no mesmo canal. Outra prova dessa teoria é a novela Chiquititas, assistida por praticamente todas as garotas entre 1997 e 2000, e que agora tem um remake que agrada (e muito) uma nova geração de meninas.

Como já disse aqui algumas vezes, eu adoro aqueles programas trash, que não acrescentam nada na nossa vida, mas nos fazem rir de uma forma absurda. Fiz uma listinha com alguns exemplos que bombavam na minha televisão e que, lá no fundo, não me fariam mal se voltassem.

Fantasia

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A gente sabe que os programas apelativos, com mulheres que dançam de biquíni, existem há muitos e muitos anos. Só que, ultimamente, eles ficam restritos aos horários da faixa mais tarde da televisão, justamente por causa da era do politicamente correto. Mas imaginem que, há 17 anos, estreava um programa com muitas dançarinas com roupinhas à la balé do Faustão  que se revezavam para ajudar os telespectadores em diversas provas e brincadeiras. A pessoa ligava por telefone e participava da gincana. Adorava o “Na Boca do Forno”, em que o objetivo era adivinhar em qual forno estava o frango, e o “Batalha Naval”. A primeira temporada durou menos de um ano, mas voltou repaginada logo depois. Foi nesse período, inclusive, que a Carla Perez soltou a pérola “I de escola”. Em 2007, o programa ressurgiu, mas passou a ser exibido durante as madrugas – e devo confessar que me tirou muitas noites de sono…

Olimpíadas do Faustão

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Muito antes da Dança dos Famosos, o programa me segurava na frente da televisão sempre que exibia as gincanas. A mais famosa era a “Ponte do Rio que Cai”, em que o competidor tinha que atravessar a ponte e desviar das bolas pretas que eram atiradas para desequilibrá-lo. Mas também tinha o labirinto, em que ele precisava adivinhar qual era a porta certa para chegar à próxima sala e encontrar a saída. Se errasse, podia esbarrar em múmias e outros monstros. Lembro também de outra modalidade (que, infelizmente, não encontrei o nome) onde o participante fazia um circuito em cima de uma plataforma móvel e precisava pular por cima dos obstáculos e voltar para a base sem cair. Era tão divertido que os diretores do programa até lançaram outras tentativas de gincanas no programa, mas nenhuma deu tão certo. Uma pena!

Em Nome do Amor

O namoro e a amizade corriam solto no Em Nome do Amor

Todo mundo concorda que esses programas de namoro na televisão são extremamente bregas, mas esse se superava. Todo domingo, um grupo de moças e rapazes (bem no linguajar do apresentador Silvio Santos) era convidado para a paquera. As mulheres sentavam-se de frente para os homens e eles ficavam se olhando por meio de binóculos. Aí quando a música começava – normalmente um bolero do Julio Iglesias – eles se levantavam e tiravam as escolhidas para dançar. Essa parte era muito engraçada porque eles saíam praticamente correndo para garantir as moças mais bonitas e o que chegava em último sempre ficava com um cara de decepcionado ao lado da garota restante. Depois do bolerão, tio Silvio ia de casal em casal para perguntar de onde eles eram e o que conversaram para então lançar o bordão: “é namoro ou amizade?”. Se fosse namoro, eles ganhavam um buquê de flores e a bênção do patrão. Os amigos voltavam para a repescagem e esperavam o programa terminar para ver se encontravam outro amor.

Aqui Agora

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Preciso confessar: amo programas policiais. Primeiro porque eles sempre trazem assuntos importantes e eu, como boa jornalista, sinto-me na obrigação de assistir. Segundo porque o apresentador sempre começa a gritar, entrar em desespero e ficar vermelho de raiva sem ter necessidade e isso me faz rir. Só que todos esses programas só existem até hoje por causa do Aqui Agora, que foi um dos primeiros telejornais com apelo popular. Foi pioneiro ao deixar a câmera na mão do repórter e enviá-lo para o meio de brigas e tiroteios. Por causa disso, era comum ver o jornalista fugindo de balas perdidas ou levando socos na cara. A fórmula sangrenta deu supercerto na época e fez com que a audiência do noticiário preocupasse a Globo. Ficou um bom tempo no ar, até começar a perder o público e ser substituído por outro programa.

Popstars

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Já contei aqui que adoro qualquer reality show, mesmo os mais zoados. O primeiro programa do gênero surgiu em 2001, mas ganhou fôlego em 2002 com o lançamento da primeira edição de Big Brother Brasil (sim, o BBB existe há 12 anos). Impulsionado pelo interesse do público, o SBT levou ao ar um dos primeiros realities musicais do Brasil: o Popstars. Ao invés de tornar um único cantor famoso, a proposta era criar uma banda só de meninas com cinco integrantes. Assisti do começo ao fim, torci, fiquei triste ao ver gente boa saindo, mas adorei a formação final do grupo Rouge (isso mesmo, aquele que cantava Asserejê). Não demorou para eu comprar o CD e decorar todas as músicas. E, olha, as músicas até que era legalzinha.  O Rouge continuou firme e forte até 2005 e algumas integrantes se deram bem. A Patrícia quis outro nome artístico, passou a atender por Lissah Martins e virou atriz de musical. A Karin também foi para a televisão e hoje protagoniza várias novelas e séries da Globo. Já o Popstars teve outra edição, em 2003, e lançou o Grupo Bro’z, só com meninos. Depois disso, nunca mais. Será que rola uma volta?

Disney Club

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Quando o Aqui Agora saiu do ar, muita gente fez cara feia. Menos as crianças, que ficaram surpresa ao ver que podiam ver desenhos animados da Disney no início da noite. Assim surgiu o Disney Club, que misturava uma série com três garotos pré-adolescentes que tinham uma espécie de clubinho e comandam os desenhos que passavam. Alguns realmente marcaram época, como Timão e Pumba, Pateta e Max e Marsupilami. Fora que antecediam a novela Chiquititas, então era quase obrigatório assistir aos quadros em sequência. Além da diversão e do entretenimento, as meninas tinham outro motivo muito especial para ligar a TV: o Juca, que virava o Caju quando entrava no clube, era uma gracinha. Duvido que você nunca tenha suspirado pelo ator Diego Ramiro. Depois que o Disney Club acabou, em 2001, ele não fez muita coisa e hoje anda bem sumido. E hoje já nem há muito espaço para desenhos animados na TV aberta, então acho bem difícil – praticamente impossível – termos uma nova versão. Mas ninguém duvida de que seria muito legal!

O que não pode faltar na mala das férias de verão

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Amo viajar, mas detesto arrumar mala. Como boa geminiana, demoro horas para decidir o que levar e sempre acabo colocando peças a mais. Só descubro que levei um determinado vestido, por exemplo, quando volto para casa e preciso desarrumar a bagagem. Sei que não sou a única que tem calafrios só de pensar nisso, então preparei um guia bem fácil e prático para descomplicar essa missão.  Quer ver quais peças que não podem ficar de fora da mala?

Biquíni

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Não dá para pensar em verão sem ele, não é mesmo? Para evitar exageros, a dica é calcular o número de peças de  acordo com a duração de viagem. Use o mesmo biquíni dia sim, dia não – para que ele possa secar – e procure escolher aqueles modelos que te deixam mais à vontade. E lembre-se de levar todos os acessórios usados com os trajes de banho: chapéus, óculos de sol, cangas ou toalhas, saída de praia e, claro, protetor solar. (Clique aqui para conferir os biquínis que farão muito sucesso neste verão.)

 

 

Pijama

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Tem gente que dispensa, mas eu adoro um pijama fresquinho para dormir no verão. Escolha um que seja feito com material leve, como malha fria, e formado por regata ou camiseta de manga curta e shorts. Aqui vale pensar também na duração da viagem. Eu costumo usar o mesmo pijama por uma semana. Então, se as suas férias forem mais longas, vale a pena levar uma peça reserva.

 

 

 

Blusinhas

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Não se esqueça de checar a previsão do tempo no local que será visitado durante os dias que estiver lá. Com isso, dá para saber melhor o que levar. Se a temperatura estiver alta em toda a viagem, invista nas regatinhas básicas que combinam com qualquer tipo de programa. Para evitar problemas, é bom ter também algumas blusinhas de manga curta. E, claro, algumas peças estampadas para usar à noite.

 

 

Shorts e saias

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Os shorts são bons para usar por cima do biquíni. Vale levar um jeans, que é superversátil, e outro com tecido mais molinho que também pode ser usado em festas e outros eventos. Já as saias são perfeitas para passeios no final da tarde. As longas são bem estilosas e estão em alta, principalmente se tiverem estampas étnicas ou florais.

 

 

Vestidos

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Amo vestidos porque caem bem em qualquer situação, desde a praia até a balada. Durante o dia, a dica é investir nos mais soltinhos e coloridos. Para os eventos noturnos, é importante avaliar o tipo de ocasião. Se for algo mais formal, escolha uma peça mais arrumadinha com algum detalhe para chamar atenção – nada de exageros, combinado?

 

 

Chinelos

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Poderia facilmente usar chinelo para ir a qualquer lugar, mas entendo que tem muita gente que faça cara feia só de pensar na possibilidade.  Além de confortável, é o tipo de calçado que mais combina com praia e piscina. Aqui entra uma questão de gosto. Prefiro modelos estampadinhos e delicados, enquanto tem gente que gosta mais dos neutros. Seja qual for o estilo, o importante é não esquecê-los em casa.

 

 

Rasteirinhas

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Lindas e práticas, são a cara do verão. O melhor é que há tantas opções no mercado que ninguém tem desculpa para dizer que não encontrou um modelo que combine com o seu estilo. A regra funciona igual a dos vestidos, ou seja, o importante é usar algo que combine com a ocasião. Ao longo do dia, entram versões mais simples, enquanto a noite pede mais brilho.

 

 

 

Salto

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Todo mundo tem um sapato preto de salto alto preferido, não é? Então não deixe de levar. Ele vai ser seu melhor amigo naquela balada que surgiu de última hora (e a gente sabe que sempre aparecem uns eventos inesperados durante uma viagem). Não gosta de salto? Procure saber como é o local para avaliar se é possível usar outro tipo de sapato.

 

 

 

Ficou mais fácil fazer a mala? Então aproveite para ver o post sobre o passo a passo para arrumar a mala de inverno.

Os brinquedos da minha infância

Incrível como você repara que está ficando velha quando vê que brincadeiras, roupas e programas de TV que você via agora são tratados como itens do passado. Como já falei algumas vezes, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então toda a minha infância foi vivida na década de 90. Parece que foi ontem, mas aconteceu há 20 anos. O jeito é matar a saudade relembrando de alguns costumes da época, como os brinquedos. Nós pegamos o surgimento do celular e da internet, então a maioria da nossa diversão era fora dos computadores. Quer ver como a vida era diferente? Dá uma olhada no que nós gostávamos de fazer:

Pense Bem

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Era uma espécie de computador que nos ensinava uma porção de coisas e assuntos como matemática, história e geografia. Vinha acompanhado de alguns livrinhos que contavam histórias variadas e faziam perguntas com alternativas. A criança ia ao monitor e apertava o botão correspondente para saber se a resposta estava certa ou errada. Era muito gostoso e me prendeu por dias e horas. Lembro que minha história favorita era uma meio macabra, com uma casa mal-assombrada e alguns fantasmas. Não que ele tenha me ensinado muita coisa (continuei péssima em matemática pelo resto da vida), mas morro de saudade do Pense Bem.

Polly Pocket

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A Polly de hoje em dia era comprada pelo nome de Polly Pocket. O nome não era em vão, afinal as bonecas eram bem pequenininhas, do tamanho de uma unha (sério). Mas o mais bonitinho eram as casinhas delas, em formato de estrelas e corações com balanços e outros atrativos para aproveitar com a bonequinha. Na época, elas não eram encontradas com facilidade no Brasil, então muita gente comprava fora. A nova Polly até é legal, mas sinceramente? Preferia a de antes.

Tamagotchi

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O famoso bichinho virtual foi algo incrível para as crianças e, ao mesmo tempo, irritante para os pais. Tudo porque funcionava como se fosse um animal de estimação de verdade. Você precisava alimentá-lo, passear, fazer carinho, dar banho e… limpar cocô. Acontece que, se você não realizasse as tarefas em um período determinado de tempo, o seu bichinho morria. Fico aqui pensando se essa brincadeira existiria hoje, na era do politicamente correto. E, principalmente, porque precisávamos andar o tempo todo com eles por perto. Ou seja, levávamos para escola, para o curso de inglês, para o cinema… Praticamente o começo do vício nos celulares, não é mesmo?

Tazo

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Na prática, era uma brincadeira bem sem graça. Os tazos eram uma espécie de disquinho que vinham como brinde dos salgadinhos da Elma Chips. “Bem” saudável porque os pais eram obrigados a comprar o petisco gorduroso porque nós enchíamos o saco deles querendo a porcaria do brinquedo (duvido que venderia hoje em dia). Depois de se empanturrar, era hora de guardar o tazo com todo carinho e disputar com os amigos no recreio. Era como bater figurinha (ainda existe isso?). Você colocava todos os seus tazos em uma pilha e o amiguinho batia em cima deles. Os que virassem ficavam com o outro jogador. Hoje eu acho bem inútil, mas eu gostava tanto que comprei um álbum próprio só para guardar minha coleção de disquinhos. Vai entender…

Pular elástico

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Não é bem um brinquedo, mas era minha brincadeira favorita. Tinha que ter no mínimo três meninas porque o elástico era enrolado nos tornozelos de duas, enquanto a que sobrava tinha que pular de forma especial (tinham movimentos certos para cada fase). Se completasse, o elástico subia para as pernas, os joelhos, a cintura e por aí até chegar nas mãos. Não sei se ainda existe, mas era muito legal e poderia facilmente ser disputado por adultos também. Afinal, dá pra queimar boas calorias com esses pulinhos…

 

Fotos: Catraca Livre, Joan of July, Wikipedia, Geeknisses e É da Sua Época

Parque da Disney ganhará atração inspirada no filme Frozen

Disney Festival of Fantasy Parade: The Princess Garden "Frozen"

Quem gosta dos parques temáticos da Disney (assim como eu) sabe que eles estão sempre pensando em novidades para atrair um número ainda maior de visitantes. A última grande mudança foi a nova Fantasyland, área infantil reinaugurada no final de 2012 e que só ficou completa em maio deste ano com a montanha-russa dos Sete Anões – o brinquedo, aliás, é superfofo (dá para ver o vídeo aqui).

Os imagineerings, como são chamados os engenheiros que trabalham para renovar os parques, também estão de olho no gosto do público na hora de inventar uma nova atração. Eles prestam atenção no comportamento dos visitantes e, claro, nos filmes que fazem sucesso.

O fato é que não dá para falar em sucesso sem lembrar da mais recente conquista da Disney: Frozen, filme que estreou no Brasil no começo do ano e se tornou a segunda animação da Disney mais vista no mundo. E a história das irmãs Anna e Elsa ainda dará muito que falar. Isso porque elas ganharão um brinquedo exclusivo em breve.

Ai meu coração! Como aguentar tanta ansiedade? Já fico na expectativa só de ver essa plaquinha! (Foto: Disney Mágica)

O mais bacana é que a atração ficará no Epcot, parque que mistura tecnologia, ciências e a diversidade cultural. Quem costuma ir lá sabe que o local realmente precisava de uma mudança, pois há anos não ganhava novas atrações. A última novidade tinha sido uma reformulação no Test Track, que simula testes em carros, mas que, sinceramente, não acrescentou em nada (só deixou o brinquedo mais moderno).

A nova aventura de Frozen ficará no pavilhão da Noruega, já que o filme se passa no país, e ocupará o espaço de outra atração, o Maelstron, que convida os visitantes a navegar em um barquinho para conhecer mais sobre a história e a cultura dos noruegueses. Apesar de antigo, estava sempre cheio e ocupava um lugar especial no coração de muita gente (inclusive no meu). Fiquei triste, mas já estou enlouquecida para ver como ficará. A Disney garante que vai reproduzir todo o reino de Arendelle no novo brinquedo – Oba!

Saudade desde já do Maelstron!

Saudade desde já do Maelstron!

Legal, né? Ainda não foi divulgada a data de inauguração, mas o Maelstron encerrará suas atividades em outubro. O importante é que vem muita coisa boa por aí!

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Adeus ao Backlot Tour

As novidades não ficam restritas ao Epcot. O Hollywood Studios, parque da Disney dedicado ao cinema, também disse adeus a uma antiga atração: o Backlot Tour. Nela, os visitantes percorriam estúdios em que eram gravados filmes e seriados e encontravam um rico acervo, com direito ao fusca Herbie, do longa de mesmo nome.

Eu gostava muito desse brinquedo, principalmente do final, em que o público participava de uma gravação de mentira, mas confesso que já não era a mesma coisa. Os estúdios estavam cada vez mais vazios e o percurso era muito longo.

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Não se sabe o que será feito com a área ocupada pelo Backlot Tour, mas há rumores de que virá algo relacionado à saga Star Wars. Será?

(Fotos: Disney Mágica, Destino Magia e WDW Magic)

Monopod: a evolução do hábito de tirar fotos

Na minha infância, as máquinas fotográficas não eram digitais. Para tirar fotos, a gente comprava um rolo de filme – que podiam tirar 12, 24 ou 36 fotos – e confiava na própria visão para apertar o botão. Pois é, não tinha zoom, visor e muito menos filtro para deixar a imagem mais bonita. Era tudo na sorte porque a gente só conseguia ver as fotos quando mandava revelar. Lembro-me de deixar filmes e ficar esperando ansiosamente o resultado. Na maioria das vezes, ficavam ótimas.  Mas também enfrentávamos problemas como dedão na lente ou no flash que estragavam o filme todo.

Ganhei a minha primeira máquina digital em 2004, no meu aniversário de 16 anos. Naquela época, ter uma câmera com essa tecnologia era quase como ter o modelo mais novo do iPhone. Não por acaso, foi nesse momento que o Fotolog (o pai do Instagram) começou a bombar. A gente tinha que postar todo santo dia alguma foto, por mais bizarra que fosse, só para manter o site atualizado. A minha máquina ficava na minha mochila e eu levava para a escola, o curso de inglês, as viagens em família, enfim. E foi ali que começaram os selfies: a gente passava horas fazendo autorretratos.

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida <3

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida!

Celular com câmera? Nossa, que máximo! Pena que a resolução era bem ruim e as fotos ficavam horrorosas. Mas aí vieram os smartphones e facilitaram a nossa vida. As imagens são excelentes e podemos compartilhá-las para o mundo todo em questão de segundo. Confesso que gosto muito dessa praticidade e não sei viver sem, mas também era muito divertido confiar nos rolos de filme.

Tudo isso para dizer que, outro dia, comprei o tal do Monopod, aquele bastão que permite tirar fotos do alto. Funciona como um braço, que pode ser estendido até capturar todas as pessoas que querem sair na foto e, claro, a paisagem de fundo. Não tem mais aquele negócio de caçar uma pessoa aleatória na rua para bater a foto.

Para quem não conhece, o bastão vem com um suporte que segura (bem firme) o celular. Além de deixar na altura que você quer, ele também é retrátil, ou seja, pode ser inclinado para deixar o retrato ainda mais bonito. Por meio de um controle, você aciona o aparelho via bluetooth e aperta o botão para tirar a foto. Mais uma das maravilhas do mundo moderno.

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A marca mais conhecida que fabrica o acessório é a GoPro, mas o preço é bem salgado e costuma beirar os R$ 300. A boa notícia é que eu encontrei uma versão parecidíssima por R$ 95. Tinham várias cores disponíveis de bastão: rosa, laranja, branco, azul e por aí vai. Fiquei com o preto mesmo e me espantei porque achava que o troço era pesado, mas é superlevinho. Testei, amei e, assim como a minha saudosa máquina digital, o monopod vai ficar para sempre na minha bolsa.

E agora, qual será a próxima inovação da fotografia?