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O que não pode faltar na mala das férias de verão

Sem título

Amo viajar, mas detesto arrumar mala. Como boa geminiana, demoro horas para decidir o que levar e sempre acabo colocando peças a mais. Só descubro que levei um determinado vestido, por exemplo, quando volto para casa e preciso desarrumar a bagagem. Sei que não sou a única que tem calafrios só de pensar nisso, então preparei um guia bem fácil e prático para descomplicar essa missão.  Quer ver quais peças que não podem ficar de fora da mala?

Biquíni

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Não dá para pensar em verão sem ele, não é mesmo? Para evitar exageros, a dica é calcular o número de peças de  acordo com a duração de viagem. Use o mesmo biquíni dia sim, dia não – para que ele possa secar – e procure escolher aqueles modelos que te deixam mais à vontade. E lembre-se de levar todos os acessórios usados com os trajes de banho: chapéus, óculos de sol, cangas ou toalhas, saída de praia e, claro, protetor solar. (Clique aqui para conferir os biquínis que farão muito sucesso neste verão.)

 

 

Pijama

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Tem gente que dispensa, mas eu adoro um pijama fresquinho para dormir no verão. Escolha um que seja feito com material leve, como malha fria, e formado por regata ou camiseta de manga curta e shorts. Aqui vale pensar também na duração da viagem. Eu costumo usar o mesmo pijama por uma semana. Então, se as suas férias forem mais longas, vale a pena levar uma peça reserva.

 

 

 

Blusinhas

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Não se esqueça de checar a previsão do tempo no local que será visitado durante os dias que estiver lá. Com isso, dá para saber melhor o que levar. Se a temperatura estiver alta em toda a viagem, invista nas regatinhas básicas que combinam com qualquer tipo de programa. Para evitar problemas, é bom ter também algumas blusinhas de manga curta. E, claro, algumas peças estampadas para usar à noite.

 

 

Shorts e saias

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Os shorts são bons para usar por cima do biquíni. Vale levar um jeans, que é superversátil, e outro com tecido mais molinho que também pode ser usado em festas e outros eventos. Já as saias são perfeitas para passeios no final da tarde. As longas são bem estilosas e estão em alta, principalmente se tiverem estampas étnicas ou florais.

 

 

Vestidos

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Amo vestidos porque caem bem em qualquer situação, desde a praia até a balada. Durante o dia, a dica é investir nos mais soltinhos e coloridos. Para os eventos noturnos, é importante avaliar o tipo de ocasião. Se for algo mais formal, escolha uma peça mais arrumadinha com algum detalhe para chamar atenção – nada de exageros, combinado?

 

 

Chinelos

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Poderia facilmente usar chinelo para ir a qualquer lugar, mas entendo que tem muita gente que faça cara feia só de pensar na possibilidade.  Além de confortável, é o tipo de calçado que mais combina com praia e piscina. Aqui entra uma questão de gosto. Prefiro modelos estampadinhos e delicados, enquanto tem gente que gosta mais dos neutros. Seja qual for o estilo, o importante é não esquecê-los em casa.

 

 

Rasteirinhas

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Lindas e práticas, são a cara do verão. O melhor é que há tantas opções no mercado que ninguém tem desculpa para dizer que não encontrou um modelo que combine com o seu estilo. A regra funciona igual a dos vestidos, ou seja, o importante é usar algo que combine com a ocasião. Ao longo do dia, entram versões mais simples, enquanto a noite pede mais brilho.

 

 

 

Salto

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Todo mundo tem um sapato preto de salto alto preferido, não é? Então não deixe de levar. Ele vai ser seu melhor amigo naquela balada que surgiu de última hora (e a gente sabe que sempre aparecem uns eventos inesperados durante uma viagem). Não gosta de salto? Procure saber como é o local para avaliar se é possível usar outro tipo de sapato.

 

 

 

Ficou mais fácil fazer a mala? Então aproveite para ver o post sobre o passo a passo para arrumar a mala de inverno.

Os brinquedos da minha infância

Incrível como você repara que está ficando velha quando vê que brincadeiras, roupas e programas de TV que você via agora são tratados como itens do passado. Como já falei algumas vezes, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então toda a minha infância foi vivida na década de 90. Parece que foi ontem, mas aconteceu há 20 anos. O jeito é matar a saudade relembrando de alguns costumes da época, como os brinquedos. Nós pegamos o surgimento do celular e da internet, então a maioria da nossa diversão era fora dos computadores. Quer ver como a vida era diferente? Dá uma olhada no que nós gostávamos de fazer:

Pense Bem

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Era uma espécie de computador que nos ensinava uma porção de coisas e assuntos como matemática, história e geografia. Vinha acompanhado de alguns livrinhos que contavam histórias variadas e faziam perguntas com alternativas. A criança ia ao monitor e apertava o botão correspondente para saber se a resposta estava certa ou errada. Era muito gostoso e me prendeu por dias e horas. Lembro que minha história favorita era uma meio macabra, com uma casa mal-assombrada e alguns fantasmas. Não que ele tenha me ensinado muita coisa (continuei péssima em matemática pelo resto da vida), mas morro de saudade do Pense Bem.

Polly Pocket

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A Polly de hoje em dia era comprada pelo nome de Polly Pocket. O nome não era em vão, afinal as bonecas eram bem pequenininhas, do tamanho de uma unha (sério). Mas o mais bonitinho eram as casinhas delas, em formato de estrelas e corações com balanços e outros atrativos para aproveitar com a bonequinha. Na época, elas não eram encontradas com facilidade no Brasil, então muita gente comprava fora. A nova Polly até é legal, mas sinceramente? Preferia a de antes.

Tamagotchi

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O famoso bichinho virtual foi algo incrível para as crianças e, ao mesmo tempo, irritante para os pais. Tudo porque funcionava como se fosse um animal de estimação de verdade. Você precisava alimentá-lo, passear, fazer carinho, dar banho e… limpar cocô. Acontece que, se você não realizasse as tarefas em um período determinado de tempo, o seu bichinho morria. Fico aqui pensando se essa brincadeira existiria hoje, na era do politicamente correto. E, principalmente, porque precisávamos andar o tempo todo com eles por perto. Ou seja, levávamos para escola, para o curso de inglês, para o cinema… Praticamente o começo do vício nos celulares, não é mesmo?

Tazo

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Na prática, era uma brincadeira bem sem graça. Os tazos eram uma espécie de disquinho que vinham como brinde dos salgadinhos da Elma Chips. “Bem” saudável porque os pais eram obrigados a comprar o petisco gorduroso porque nós enchíamos o saco deles querendo a porcaria do brinquedo (duvido que venderia hoje em dia). Depois de se empanturrar, era hora de guardar o tazo com todo carinho e disputar com os amigos no recreio. Era como bater figurinha (ainda existe isso?). Você colocava todos os seus tazos em uma pilha e o amiguinho batia em cima deles. Os que virassem ficavam com o outro jogador. Hoje eu acho bem inútil, mas eu gostava tanto que comprei um álbum próprio só para guardar minha coleção de disquinhos. Vai entender…

Pular elástico

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Não é bem um brinquedo, mas era minha brincadeira favorita. Tinha que ter no mínimo três meninas porque o elástico era enrolado nos tornozelos de duas, enquanto a que sobrava tinha que pular de forma especial (tinham movimentos certos para cada fase). Se completasse, o elástico subia para as pernas, os joelhos, a cintura e por aí até chegar nas mãos. Não sei se ainda existe, mas era muito legal e poderia facilmente ser disputado por adultos também. Afinal, dá pra queimar boas calorias com esses pulinhos…

 

Fotos: Catraca Livre, Joan of July, Wikipedia, Geeknisses e É da Sua Época

Parque da Disney ganhará atração inspirada no filme Frozen

Disney Festival of Fantasy Parade: The Princess Garden "Frozen"

Quem gosta dos parques temáticos da Disney (assim como eu) sabe que eles estão sempre pensando em novidades para atrair um número ainda maior de visitantes. A última grande mudança foi a nova Fantasyland, área infantil reinaugurada no final de 2012 e que só ficou completa em maio deste ano com a montanha-russa dos Sete Anões – o brinquedo, aliás, é superfofo (dá para ver o vídeo aqui).

Os imagineerings, como são chamados os engenheiros que trabalham para renovar os parques, também estão de olho no gosto do público na hora de inventar uma nova atração. Eles prestam atenção no comportamento dos visitantes e, claro, nos filmes que fazem sucesso.

O fato é que não dá para falar em sucesso sem lembrar da mais recente conquista da Disney: Frozen, filme que estreou no Brasil no começo do ano e se tornou a segunda animação da Disney mais vista no mundo. E a história das irmãs Anna e Elsa ainda dará muito que falar. Isso porque elas ganharão um brinquedo exclusivo em breve.

Ai meu coração! Como aguentar tanta ansiedade? Já fico na expectativa só de ver essa plaquinha! (Foto: Disney Mágica)

O mais bacana é que a atração ficará no Epcot, parque que mistura tecnologia, ciências e a diversidade cultural. Quem costuma ir lá sabe que o local realmente precisava de uma mudança, pois há anos não ganhava novas atrações. A última novidade tinha sido uma reformulação no Test Track, que simula testes em carros, mas que, sinceramente, não acrescentou em nada (só deixou o brinquedo mais moderno).

A nova aventura de Frozen ficará no pavilhão da Noruega, já que o filme se passa no país, e ocupará o espaço de outra atração, o Maelstron, que convida os visitantes a navegar em um barquinho para conhecer mais sobre a história e a cultura dos noruegueses. Apesar de antigo, estava sempre cheio e ocupava um lugar especial no coração de muita gente (inclusive no meu). Fiquei triste, mas já estou enlouquecida para ver como ficará. A Disney garante que vai reproduzir todo o reino de Arendelle no novo brinquedo – Oba!

Saudade desde já do Maelstron!

Saudade desde já do Maelstron!

Legal, né? Ainda não foi divulgada a data de inauguração, mas o Maelstron encerrará suas atividades em outubro. O importante é que vem muita coisa boa por aí!

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Adeus ao Backlot Tour

As novidades não ficam restritas ao Epcot. O Hollywood Studios, parque da Disney dedicado ao cinema, também disse adeus a uma antiga atração: o Backlot Tour. Nela, os visitantes percorriam estúdios em que eram gravados filmes e seriados e encontravam um rico acervo, com direito ao fusca Herbie, do longa de mesmo nome.

Eu gostava muito desse brinquedo, principalmente do final, em que o público participava de uma gravação de mentira, mas confesso que já não era a mesma coisa. Os estúdios estavam cada vez mais vazios e o percurso era muito longo.

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Não se sabe o que será feito com a área ocupada pelo Backlot Tour, mas há rumores de que virá algo relacionado à saga Star Wars. Será?

(Fotos: Disney Mágica, Destino Magia e WDW Magic)

Monopod: a evolução do hábito de tirar fotos

Na minha infância, as máquinas fotográficas não eram digitais. Para tirar fotos, a gente comprava um rolo de filme – que podiam tirar 12, 24 ou 36 fotos – e confiava na própria visão para apertar o botão. Pois é, não tinha zoom, visor e muito menos filtro para deixar a imagem mais bonita. Era tudo na sorte porque a gente só conseguia ver as fotos quando mandava revelar. Lembro-me de deixar filmes e ficar esperando ansiosamente o resultado. Na maioria das vezes, ficavam ótimas.  Mas também enfrentávamos problemas como dedão na lente ou no flash que estragavam o filme todo.

Ganhei a minha primeira máquina digital em 2004, no meu aniversário de 16 anos. Naquela época, ter uma câmera com essa tecnologia era quase como ter o modelo mais novo do iPhone. Não por acaso, foi nesse momento que o Fotolog (o pai do Instagram) começou a bombar. A gente tinha que postar todo santo dia alguma foto, por mais bizarra que fosse, só para manter o site atualizado. A minha máquina ficava na minha mochila e eu levava para a escola, o curso de inglês, as viagens em família, enfim. E foi ali que começaram os selfies: a gente passava horas fazendo autorretratos.

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida <3

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida!

Celular com câmera? Nossa, que máximo! Pena que a resolução era bem ruim e as fotos ficavam horrorosas. Mas aí vieram os smartphones e facilitaram a nossa vida. As imagens são excelentes e podemos compartilhá-las para o mundo todo em questão de segundo. Confesso que gosto muito dessa praticidade e não sei viver sem, mas também era muito divertido confiar nos rolos de filme.

Tudo isso para dizer que, outro dia, comprei o tal do Monopod, aquele bastão que permite tirar fotos do alto. Funciona como um braço, que pode ser estendido até capturar todas as pessoas que querem sair na foto e, claro, a paisagem de fundo. Não tem mais aquele negócio de caçar uma pessoa aleatória na rua para bater a foto.

Para quem não conhece, o bastão vem com um suporte que segura (bem firme) o celular. Além de deixar na altura que você quer, ele também é retrátil, ou seja, pode ser inclinado para deixar o retrato ainda mais bonito. Por meio de um controle, você aciona o aparelho via bluetooth e aperta o botão para tirar a foto. Mais uma das maravilhas do mundo moderno.

Sem título

A marca mais conhecida que fabrica o acessório é a GoPro, mas o preço é bem salgado e costuma beirar os R$ 300. A boa notícia é que eu encontrei uma versão parecidíssima por R$ 95. Tinham várias cores disponíveis de bastão: rosa, laranja, branco, azul e por aí vai. Fiquei com o preto mesmo e me espantei porque achava que o troço era pesado, mas é superlevinho. Testei, amei e, assim como a minha saudosa máquina digital, o monopod vai ficar para sempre na minha bolsa.

E agora, qual será a próxima inovação da fotografia?

As melhores montanhas-russas do mundo

Sempre que sobra um tempinho (o que tem sido bem difícil nos últimos dias), eu corro para o Youtube e procuro vídeos sobre montanhas-russas. Pois é, tenho um lado criança fortíssimo que se anima em questão de segundos quando aperto o play do vídeo. Acontece que, ao contrário de muita gente, eu faço parte daquele time de doidos que adora parques temáticos só por causa das atrações radicais. Não me importo nem um pouco em virar de cabeça para baixo. Aliás, quanto mais inversões o brinquedo tiver, melhor. É justamente por isso que eu tenho uma meta na vida de conhecer as melhores montanhas-russas do mundo. Enquanto isso não acontece, me contento em ver os vídeos. Quer saber quais são? Então vamos lá:

Kingda Ka

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Inaugurada em 2005, é a mais alta do mundo, com 140 metros de altura, o que equivale a um prédio de 40 andares. Esse “pequeno” fato já é responsável por causar o famoso frio na barriga, mas não para por aí. O trajeto começa com uma aceleração de zero a 206 km/h em aproximadamente três segundos, seguido por uma subida vertical. A descida também é vertical, só que cheia de torções (dá para sentir assistindo ao vídeo). Precisa de mais? Pois saiba que neste ano a montanha-russa ganhou torres que despencam em queda livre e que ficam acopladas nas estruturas dos trilhos. Medo? Só de ser atacada por pássaros – sim, isso aconteceu em 2012.

Onde fica: Six Flags Great Adventure, em New Jersey – Estados Unidos

Takabisha

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Apesar de ter sido inaugurada em 2011, foi uma descoberta recente na minha vida. Nos primeiros dias deste ano, quis mostrar para minha irmã as montanhas-russas mais legais do mundo. Acabei vendo o vídeo da Takabisha por acaso e me surpreendi. Até então, encarar uma subida ou uma descida em 90 graus era o máximo possível quando o assunto era adrenalina. Até descobrir que essa boniteza faz o carrinho despencar em 121 graus, o que rendeu o título de montanha-russa mais íngreme de todos os tempos. E olha que bacana: o trajeto de dois segundos (que você pode acompanhar clicando aqui) tem vista para o Monte Fuji.

Onde fica: Fuji-Q Highland, em Fujiyoshida – Japão 

Sheikra

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De todas as que eu já fui, essa com certeza é a melhor. Na época da inauguração, em 2005, não tinha nada parecido. Só fui realizar o sonho de conhecê-la mais de perto em 2008. Antes disso, eu ficava horas e horas assistindo a um vídeo em que tocava Call n’ Return, do Hellogoodbye (esse foi um dos motivos pelos quais eu amava essa banda). E o melhor de tudo: fui sozinha, porque ninguém mais teve coragem. Amei e voltei mais duas vezes. E olha, até hoje me dá medinho, principalmente quando o carrinho para lá no alto, prestes a descer, e te segura por três segundos. Gostou? Então veja essa belezura em ação.

Onde fica: Busch Gardens Africa, em Tampa – Estados Unidos

Revenge of the Mummy

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Eu gosto muito de montanhas-russas temáticas, principalmente se forem inspiradas em filmes ou desenhos. A Múmia era meu filme de aventura favorito na pré-adolescência. Talvez seja por isso que eu fiquei empolgada quando soube que iria andar na montanha-russa feita em homenagem ao longa. Mas confesso que também senti um leve pânico porque eles prometiam sustos e algumas interações. Quer saber? Tem tudo isso mesmo. Tem escaravelhos, múmias enfurecidas, salas com tesouros e muitos gritos. Mas é justamente isso que faz com que ela seja tão divertida. Para terem uma ideia, eu saí da primeira volta e entrei na fila de novo (sim, é impossível andar nela apenas uma vez). Ficou curioso? Dá para ver um pouco aqui.

Onde fica: Universal Studios, em Orlando – Estados Unidos

Está vendo o círculo rosa? Sou eu em um momento de extrema felicidade na Kumba, montanha-russa do Busch Gardens

Está vendo o círculo rosa? Sou eu em um momento de extrema felicidade na Kumba, montanha-russa do Busch Gardens

Gostou da minha lista? Se tiver alguma sugestão de montanha-russa, deixe nos comentários. Vou adorar saber mais sobre ela 😉