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10 coisas que você aprende aos vinte e muitos

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No último domingo (31) completei 27 anos. Sempre amei fazer aniversários e nunca passei um ano da minha vida sem comemorar a chegada de uma nova idade. Nunca me importei muito com essa coisa de ficar mais velha, mas, ultimamente, tenho sentido mais isso.

Tudo começou depois dos 25, quando eu percebi que agora já não pertencia ao grupo dos “vinte e poucos anos”. Os poucos agora são muitos. Não que eu me sinta velha. Aliás, longe disso. Mas parece que é só agora que a gente começa a perceber que a vida realmente passa muito rápido. E aí entram algumas responsabilidades, os pensamentos mudam, a cabeça evolui. Olha só como tudo muda:

Sair da casa dos pais está cada vez mais próximo

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Quando eu era mais nova, tinha pânico só de pensar em morar sozinha. Tinha vontade de chorar ao me imaginar chegando em casa cheia de novidades e não ter ninguém para contar. Hoje a situação é outra: vivo sonhando com um espaço para chamar de meu, com vários ambientes para decorar do meu jeito e finalmente poder viver de forma organizada. Chega um momento em que seu quarto é pequeno demais para acomodar livros, roupas e outras coisas que poderiam ser distribuídas em vários cômodos de uma casa. Claro, ainda tem a parte de não ter ninguém para conversar, mas nada que uma visita dos amigos não resolva. Amo muito morar com a minha mãe e já decidi que vou ficar com ela até os trinta. Depois? Bom, depois  vai ser hora de bater as asas.

Dinheiro é algo que (de fato) não cai da árvore

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Aqui entra o motivo que talvez me impeça de sair da casa da minha mãe: grana. Quando a gente chega aos vinte e muitos, entende que dinheiro é algo que faz diferença na vida de uma pessoa. Ou seja, começa a ter noção de que, quanto mais gastar, mais ficará sem. A gente passa a dar mais valor para o trabalho, se dedica ao máximo para contar com o salário no final do mês e fica feliz com cada centavo que recebe. Ah, e tem a questão das prioridades: de repente economizar para dar entrada no apê é mais importante do que comprar aquela bolsa que está na moda.

Fios brancos passam a ser reais

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Sempre achei que ficaria muito triste quando visse meu primeiro fio de cabelo branco. Era algo que eu nem imaginava, parecia até que eu poderia escapar desse fato. Bom, eles chegaram. E chegaram antes do que eu previa. Aos 25, comecei a notar alguns fiozinhos no alto da cabeça. Eles não eram apenas brancos, mas tinham uma textura bem diferente. O mais curioso? Aquela cena de pânico, desespero e choradeira não aconteceu. Vi os fiozinhos e pensei: “Fiquei velha. Fazer o quê?”.  Taí a parte boa de ser loira: eles se camuflam e quase ninguém percebe.

Qualidade é melhor do que quantidade

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Essa frase nunca fez tanto sentido. Quando era mais nova, o meu ideal de felicidade estava relacionado à quantidade de amigos que eu tinha. Achava o máximo ter um círculo grande de amizade. Hoje você entende que decepções acontecem e que você está sujeito a perder alguns amigos no meio do caminho. Percebe que as pessoas mudam e que podem não seguir os mesmos ideais que você. Por fim, entende que é melhor três amigos bons e verdadeiros do que um milhão de conhecidos.

Certos planos não dependem somente de você

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Já sofri muito porque sempre fiz parte do time que planeja a própria vida. Quando era adolescente, queria estar casada e com filhos até os 25. Cheguei aos 22 e passei a desejar ser mãe aos 27. Com 26, pensei em me casar até os 30. Hoje a gente entende que não dá para viver desses planos. Sou solteira e não tenho a menor previsão de me casar e de ser mãe tão cedo. É triste? Nem um pouco. Digo por experiência própria: é MUITO melhor quando a gente para de se impor regras e passa a enxergar o outro lado. Quero muito construir uma família antes dos 40, mas, se não acontecer, vou viver da mesma forma e colecionar outras alegrias.

É a última oportunidade para viver tudo o que você sempre quis

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Calma, não é tão dramático como parece. Acontece que aos vinte e muitos, você ainda pode jogar tudo para o alto. Ou seja, dá tempo de pedir demissão e embarcar naquele intercâmbio, de entrar em uma nova faculdade ou então de mudar completamente de área. Mais do que isso, dá tempo de desistir de tudo isso e recomeçar. Depois chegam os filhos, as contas aumentam, a idade realmente começa a pesar. Resumindo: tudo fica mais difícil!

Falta de paciência e preguiça são suas melhores amigas

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Lembra quando você era adolescente e odiava passar o sábado em casa vendo filme? Pois é exatamente esse programa que hoje você adora. Aquela ideia de passar a madrugada toda de pé em algum bar ou balada e voltar para casa de manhã já não agrada tanto. A gente até sai e se arruma, mas é impressionante como o sono chega em questão de horas. Adoro jantar com as minhas amigas ou fazer qualquer outro programa em companhia, mas também adoro ficar em casa de pijama largada no sofá. É aquela história: hoje vale mais a pena algo com pouco agito, mas com muita fofoca.

A opinião dos outros não é mais tão importante

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Vida de adolescente é assim: a gente tem vergonha da mãe que nos deixa na porta da escola, vive de cremes para esconder aquela espinha que parece terrível, passa horas cuidando do cabelo e escolhendo cuidadosamente a roupa para evitar comentários maldosos. Saber que tem alguém rindo de você é motivo de depressão, não é? Não quando você cresce e chega aos vinte e muitos. Você percebe que a máxima “o que importa é se sentir bem” realmente funciona. E daí que você está com alguns quilos a mais ou com uma roupa que parece estranha? Os outros até dão conselhos, mas você aprende a não ligar mais. Parece até mágica.

Você passa a curtir mais a própria companhia

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Aqui entra um complemento dos itens 1 e 4. Você aprende a gostar de si mesmo e a respeitar as próprias vontades. Quando era mais nova, deixava de ver um filme que queria muito só porque não tinha companhia. Hoje a ideia de ir ao cinema sozinha não é todo ruim. É quase como se você fosse a sua melhor amiga. Sempre que estou sozinha, faço tudo com mais calma. Até ir ao shopping é gostoso porque você anda de forma tranquila e passa em todas as lojas que quer. Claro que sempre sinto falta do comentário de uma amiga quando provo uma roupa, mas depois fico tão bem e independente que tudo se resolve.

Você pensa mais antes de agir

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Quando somos mais novas, temos a tendência de agir por impulso. Parece que não existe aquela ideia de pensar nas consequências e o mais importante é conseguir aquilo que desejamos. Depois, pensamos tanto, mas tanto, que a cabeça dói e as noites de sono são interrompidas. Tudo é uma questão de maturidade: agora nós entendemos o que as nossas atitudes podem representar e passamos a analisar prós e contras. Sinto falta de como eu era no início da minha vida adulta, em que não deixava nada passar, mas hoje gosto dessa reflexão antes de tomar uma decisão. É mais chato, porém mais consciente.

Quem concorda com esta lista? De qualquer forma, a gente ganha experiência aos vinte e muitos. E isso não tem preço!

[Especial Califórnia] O que fazer em San Diego

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Ontem comecei a série de posts especiais sobre a Califórnia e hoje passo a falar mais detalhadamente das cidades que visitei nas últimas semanas. A primeira parada foi San Diego, que, por sinal, foi o meu lugar favorito de toda a viagem. Localizada bem ao sul dos Estados Unidos, fica pertinho da fronteira do México. Por isso, quase todo mundo lá fala espanhol.

Pegamos o vôo que sai aqui de São Paulo e vai direto a Los Angeles e, de lá, alugamos um carro para chegar em San Diego. O caminho dura cerca de uma hora e meia e a estrada tem paisagens que deixam qualquer pessoa encantada. Chegar de uma viagem longa e ver montanhas, visual de deserto, casinhas chiques no alto do morro e o mar já mostra que a cidade é mesmo especial. Por sinal, lá tem sol quase que o tempo todo. O clima é muito gostoso, de verdade!

O fuso horário da Califórnia tem uma grande diferença com o nosso e está quatro horas para trás. No começo do ano, quando o Brasil está em horário de verão, eles estão em horário de inverno e o relógio deles fica seis horas para trás do nosso. O começo é estranho: nos primeiros dias a gente acordava às 5 da manhã e tinha sono lá pelas 9. O mais engraçado era ligar o facebook e perceber que o pessoal aqui estava saindo para jantar enquanto a gente tinha acabado de almoçar.

Five Guys

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Nós chegamos em San Diego por volta das 11 da manhã e estávamos com fome. Então, depois de deixar as malas no hotel, fomos comer no Five Guys, que vem a ser o meu hambúrguer favorito de todos os tempos. Quem está acostumado a ir a Orlando, sabe que tem várias unidades na rede (como direto quando estou por lá). Na Califórnia, o Five Guys só existe em alguns lugares. Das cidades grandes, a única que conta com essas delícias é San Diego.

Lá, o Five Guys fica em uma avenida bem movimentada e próxima à praia. O que eu mais gosto é a possibilidade de montar seu lanche com o que você gosta. Eu gosto do sanduíche simples com pão, carne e queijo e lá consigo comer exatamente desse jeito sem o menor problema. Além da carne ser maravilhosa, a porção de batatas é gigaaante e vem um copo enorme. Na hora a gente pensa que é impossível comer tudo, mas acredite: é tão bom que a gente come com prazer. Super recomendo essa parada. Não dá para ir embora sem passar por lá!

Ir à praia

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San Diego tem sol, verde e muito mar. Por isso, vale a pena visitar pelo menos uma das diversas praias da cidade. Nós escolhemos a Pacific Beach – que por sinal fica perto do Five Guys – e fomos até lá logo no primeiro dia. Assim como outras praias dos Estados Unidos, ela tem um píer bem comprido que permite caminhar por cima do mar. Amei as casinhas que ficam logo no começo e que são alugadas como hospedagem, principalmente durante o verão.

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Não sei vocês, mas um dos meus sonhos era molhar meus pés no Oceano Pacífico. Já saí daqui de São Paulo obrigando minha mãe a me levar à praia só para isso. A prova está aí em cima (sim, a água é gelada a ponto de doer os ossos dos pés). E olha que bacana: não tem o menor problema ir de calça para a praia. Aliás, o pessoal lá curte mais ficar na areia tomando sol ou praticando esportes enquanto os surfistas é que encaram o mar frio. Por isso, digo e repito: se você também quer dizer às amigas que pisou no Pacífico, aqui está sua melhor chance.

Old Town

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Por estar próxima à fronteira com o México, San Diego é considerada o berço da Califórnia. É lá que a colonização começou. Apesar de hoje pertencer aos Estados Unidos, a cidade ainda carrega traços de sua história e o bairro Old Town é o principal deles. É um passeio divertidíssimo e apresenta diversas atrações, como casinhas típicas do velho oeste que vendem artesanatos e produtos típicos do México. Além disso, tem um palco em que cantores da região podem se apresentar e fazer todo mundo “bailar”.

Mas o que eu gostei mesmo foi da gastronomia. Curto muito os restaurantes mexicanos que fazem sucesso aqui no Brasil, mas sei que não é bem o que eles comem de verdade no México. Então, rolou um certo medinho quando a gente se acomodou em um restaurante em Old Town. Ao contrário do que eu pensava, as fajitas estavam óóóótimas e as margaritas são geladinhas do jeito que a gente gosta e em um copão gigante!

San Diego Zoo

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O zoológico de San Diego é reconhecido internacionalmente como um dos melhores no quesito respeito à vida animal. Isso não significa apenas que são bem tratados. Mais do que isso, podem conviver tranquilamente sem jaulas e com outras espécies (os lobos, por exemplo, vivem e brincam com os cachorros) e os estudiosos trabalham constantemente para prolongar uma espécie e estimulam cruzamentos de forma natural. Experimente seguir a página do zoológico no Facebook para ver tudo que fazem.

Gigantesco, abriga 3.700 animais dos mais variados tipos. Para terem uma ideia, vi até alguns diabos da tasmânia e achei todos muitos fofos. A novidade do zoo é a área chamada de Koalafornia (aliás, achei o trocadilho GENIAL) que, claro, apresenta um grande número de… Koalas! Sim, minha gente, vários koalinhas lindos. O problema é que eles passam a maior parte do tempo dormindo, então é normal vê-los com as cabeças encostadas nos troncos das árvores.

Conta também com espécies mais tradicionais, como girafas, zebras, rinocerontes, hipopótamos e elefantes. Por sinal, eles abrigam um elefante que, por sorte, ainda mantém suas presas de marfim. Isso é muito, mas muito raro. Para conseguir ver tudo, minha sugestão é pegar o teleférico. O passeio vale muito a pena pois permite ver as árvores lá do alto (inclusive o espaço das aves) e uma vista especial da cidade.

Seaport Village

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O Seaport Village é um espaço ao ar livre localizado às margens do mar e mistura área para caminhar e correr, restaurantes e centro de compras. Achei bacana porque fica bem no centro da cidade e dá para ter outra visão. As pessoas são mais chiques e urbanas. Em um lado, fica uma marina com barcos e iates que fazem inveja em qualquer pessoa e, do outro, as lojinhas. Os produtos vendidos são mais turísticos, então dá para encontrar um presente ou uma lembrança especial da cidade. Nós fomos no pôr-do-sol (aliás, lá escurece beeem tarde, lá pelas 20:30) e o visual foi extremamente inspirador.

Ballast Point

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Essa é uma parada obrigatória para quem gosta de cervejas. Fábrica local, a Ballast Point fica no bairro de Little Italy e produz os melhores rótulos da região. A Sculping, por exemplo, foi premiada dez vezes como a melhor do tipo IPA. Aqui vai uma confissão: adoro, adoro mesmo, essas cervejas artesanais, então fiz questão de provar. E realmente ficou entre as minhas favoritas. A Ballast também proporciona aos consumidores uma brincadeira bem bacana e oferece um kit degustação (esse da foto) com doses de cervejas criadas pelos próprios funcionários. Depois de beber, entra a parte de avaliar com notas quesitos como sabor, cor, aroma e por aí vai. As melhores passam a entrar no menu da fábrica. E quem estiver com fome ainda pode pedir o cheeseburger que é maravilhoso!

Sea World

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Como falei no post anterior, sei que muita gente critica o Sea World por causa do documentário Black Fish, que acusa o parque de supostamente maltratar os animais. Em duas vezes, tive a oportunidade de conhecer os bastidores do Sea World e vi que a história não é bem assim. Eles super se preocupam em preservar a vida marinha e inclusive promovem resgates na região. Então, recomendo muito a visita neste parque que, para mim, é infinitamente melhor do que o de Orlando.

Nós fomos em uma terça e o parque estava completamente vazio. Não pegamos fila para absolutamente nada e conseguimos ir em todas as atrações ainda na parte da manhã. A entrada já é mais bacana do que a de Orlando. Estruturas em vários tons de azul fazem com que a gente realmente sinta que está entrando no oceano. E tem mais: o parque foi construído às margens do mar. É só olhar o visual da foto ali de cima para comprovar: com um cenário assim, o local é mesmo especial.

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O que eu mais gosto em parques temáticos são as atrações, então vamos começar pelo Journey to Atlantis. Se você já foi ao parque de Orlando, deve estar pensando que lá tem um brinquedo igual. Ele pode até parecer, mas é muito, muito, MUITO melhor. O de San Diego não tem bonequinhos na parte interna da construção. É uma montanha-russa aquática de verdade.O carrinho já começa subindo horrores e é encaminhado para essa descida da foto. Mas depois ele sobe de novo de um jeito muito criativo (que eu não vou contar para não estragar a surpresa). É um dos meus brinquedos favoritos de todos os tempos.

O teleférico é lindo porque passa em cima do mar e é bem alto, o que permite ter uma visão única da cidade. Eu já estava apaixonada por San Diego, mas depois disso fiquei ainda mais. E o legal é que você vai e volta, sem precisar descer em uma parte desconhecida do parque.

Por fim, a Manta, que tem o mesmo nome da de Orlando, mas não funciona com os passageiros deitados. Isso tinha me deixado um pouco desanimada quando ocupei meu lugar, mas o sorriso veio em questão de segundos. Logo no início, somos transportados para um local em que um telão acende e mostra uma raia gigante te puxando. O carrinho, lógico, arranca em alta velocidade. Diversão pura. Fui três vezes, duas seguidas e todas na primeira fileira (parque vazio dá nisso, né?). Imperdível para fãs de adrenalina.

Fashion Valley

Esta foto é do site do shopping. Estava tão empolgada fazendo minhas compras que esqueci de tirar uma foto para compartilhar por aqui

Esta foto é do site do shopping. Estava tão empolgada fazendo minhas compras que esqueci de tirar uma foto para compartilhar por aqui

Atenção, consumistas! San Diego tem um dos shoppings mais bonitos que eu já conheci. Ao ar livre, o Fashion Valley tem mais de 200 lojas e entre elas estão as que moram nos nossos corações, como Forever 21, H&M, Apple, Victoria’s Secret, Charlotte Russe, M.A.C., Kate Spade e por aí vai. Importante dizer que não é outlet e que os preços são um pouquinho mais caros, mas vale a pena para procurar aqueles itens difíceis. Ou então para fazer uma refeição especial. Só para deixar vocês com água na boca: lá tem The Cheesecake Factory, que vem a ser um dos melhores restaurantes do mundo – saudade eterna do cheesecake de oreo!

La Jolla

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Nossa última parada em San Diego foi o bairro de La Jolla (pronuncia-se “La Rôia”), que é mais distante e com custo de vida mais elevado. As principais ruas são cheias de lojinhas bacanas – tem uma da Benefit – e restaurantes para todos os tipos de paladares, mas o gostoso mesmo é ir de dia para passear pela praia. Já não basta ser um lugar lindo, daqueles que enchem nossos olhos, La Jolla ainda é ocupada por leões marinhos, as minhas paixões. E lá você consegue descer até aspedras e vê-los bem de pertinho. É tão gosto ver animais em seus habitats! Deu até ânimo para continuar a viagem!

Como falei várias vezes, San Diego é linda e foi a minha cidade favorita da viagem.Tive a sensação de estar em casa. E confesso: chorei um pouquinho na hora de ir embora. Ou seja, vou ter que voltar – o que não vai ser nada difícil 🙂

7 motivos para conhecer a Califórnia

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Como alguns de vocês já sabem, acabei de voltar de uma road trip pela Califórnia e cheia de assuntos legais para postar aqui no blog. Por isso, nada melhor do que começar explicando os motivos que fizeram com que eu me apaixonasse perdidamente pelo destino. Foi a minha primeira vez lá (de muitas, já posso afirmar) e fazia muito tempo desde que eu visitei um local totalmente novo para mim. Passar 15 dias onde tudo, absolutamente tudo, é novidade não tem preço. Senti de verdade que estava absorvendo uma cultura diferente. Para comprovar o que estou dizendo, aqui estão as minhas razões:

1. É um estado gigante com muitas coisas bacanas e diferentes para fazer

Minha paisagem favorita da viagem: Big Sur

Minha paisagem favorita da viagem: Big Sur

A Califórnia fica na costa oeste dos Estados Unidos e é um local com atrações para todos os gostos e estilos de turistas. Tem paisagens maravilhosas (como esta aqui de cima) para quem curte natureza, estradas e trilhas. Tem parques temáticos com brinquedos radicais para os amantes de diversão. Tem lojas incríveis para quem não liga de gastar. Mas não é só isso. Por ser uma região grande em tamanho, apresenta cidades com estilos totalmente diferentes. Tem o glamour de Los Angeles, a vibe tranquila de San Diego, a sofisticação de Napa Valley, o clima urbano chique de San Francisco e por aí vai. Resumindo: dá para montar um roteiro diferente em cada visita. E quem tiver tempo ainda pode esticar a viagem e conhecer Las Vegas, que fica a umas quatro horas de carro de Los Angeles.

2. A Disney original fica aqui

Na Disneyland, o castelo é da Bela Adormecida

Na Disneyland, o castelo é da Bela Adormecida

Como disse há pouco, a Califórnia também abriga dois parques da Disney. Quem está acostumada a ler este blog sabe que eu sou viciada em qualquer coisa relacionada à Disney e esse foi um dos motivos que me levou a escolher este destino para as minhas férias. Construída em 1955 em Anaheim (cerca de uma hora de L.A.), a Disneyland foi o primeiro parque de todos e ainda conta com alguns brinquedos originais. Mais recente, o California Adventure abriu suas portas em 2001 e fica logo ao lado do outro parque. São menores do que os de Orlando? São. Mas achei tudo mais prático, vazio e divertido. Contarei mais em alguns posts especiais, mas posso dizer que viraram meus favoritos.

3. As estradas possuem cenários de tirar o fôlego

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Fazer uma road trip significa passar mais tempo na estrada do que em qualquer outro lugar. Quem conhece os Estados Unidos sabe que as estradas de lá são maravilhosas (tanto no quesito asfalto quanto no visual), mas as da Califórnia são especiais. Quase todas são cercadas por montanhas e aquele clima gostoso de interior,só que uma delas é ainda mais irresistível. A Pacific Coast Highway, também conhecida como U.S. 1 ou Route 1, acompanha toda a costa do litoral pacífico da região. Ou seja, o mar e o oceano estão presentes praticamente o tempo todo. As paisagens são tão maravilhosas que servem para dar aquela renovada na alma. Também falarei mais sobre nos próximos posts.

4. O Sea World mais legal de todos está aqui

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Sei que é polêmico, mas vamos lá: muita gente critica os parques Sea World depois que o documentário Black Fish mostrou que as baleias eram supostamente maltratadas. Não vi o documentário (nem pretendo) e, como boa jornalista, detesto tudo que mostra apenas um lado da história. Em 2013, tive a possibilidade de conhecer os bastidores do Sea World de Orlando – aliás, vale lembrar que o Sea World também administra o parque Busch Gardens – e vi tudo que eles fazem em prol da causa animal. Também sei de histórias de resgastes que eles fizeram. Enfim, não me arrependo nem um pouco de ter conhecido o Sea World de San Diego. Foi uma visita que valeu muito a pena e foi surpreendente. O parque é infinitamente superior ao de Orlando e tem um diferencial: está localizado às margens do mar. Isso garante vistas de tirar o fôlego. Prometo postar mais detalhes em breve.

5. Los Angeles e Hollywood

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Na minha inocência, achava que Los Angeles era tipo o Rio de Janeiro, em que a gente esbarra em celebridades quase que o tempo todo. Por isso, queria muito conhecer Hollywood. Acabou que percebi que não era tudo isso (aliás, é uma parte bem muvucada da cidade) e que as celebridades ficam em regiões mais afastadas. Mesmo assim, vale a pena ver tudo aquilo que faz parte do bairro: o teatro chinês, a calçada da fama e por aí vai.

6. Perfeita para quem gosta de beber

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A Califórnia é conhecida pela região de Napa Valley, onde são produzidos alguns dos melhores vinhos do mundo. Os passeios pelas vinícolas são imperdíveis e inspiradores, com uma paisagem bucólica que carrega todo aquele clima de fazenda e céu azul. Mas não para por aí. Quem gosta de cervejas artesanais pode degustar rótulos pra lá de saborosos e ainda conhecer fábricas reconhecidas internacionalmente. Já que férias significa dar uma pausa na dieta, dá para provar de tudo. Vai por mim, vale muito a pena!

7. San Francisco é tudo de bom

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San Francisco foi a última parada da viagem e eu estava superansiosa para conhecer porque todo mundo me dizia que era uma cidade incrível. Os últimos dias do roteiro são sempre mais corridos e eu queria ter ficado mais por lá, mas deu para perceber o porquê de ser um local tão especial. Acontece que ela mistura natureza, arquitetura (as famosas casinhas são um charme), gastronomia e lojas de todos os estilos. Sem falar que a Golden Gate – a ponte aqui de cima – é realmente linda. E vê-la totalmente aberta assim é raro, já que normalmente fica coberta por nuvens. Fomos abençoados com esse visual no último dia, então foi uma ótima forma de fechar a viagem.

Como falei no começo, estou encantadíssima com a Califórnia. Se você gostou desse aperitivo, fique de olho porque o blog terá muitas coisas legais daqui para frente!

6 coisas boas do mês de maio

O ano mal começou e nós já entramos no mês de maio. Antes de ficar desesperada achando que a vida está passando rápido demais (e de fato temos essa impressão), é bom lembrar que maio é um mês muito especial. Sou suspeita para falar porque é quando faço aniversário, mas também é época de outras coisas boas. Precisa de alguns exemplos? Vamos lá:

Mês das mães

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O Dia das Mães é comemorado no segundo domingo de maio. Para as filhas, é tempo de procurar um presente muito especial para agradar essa pessoa tão importante nas nossas vidas.  Para as mães, é a oportunidade perfeita para ser mimada sem culpa pela família. Sem falar no almoço, que geralmente é farto e cheio de delícias. Sei que as mães deveriam ser paparicadas em todos os dias, mas é tão gostoso poder ficar ao lado delas nesse dia que eu nem ligo.

Mês das noivas

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Toda mulher ligada em tradições decide se casar em maio. Mas alguém sabe de onde veio esse costume? Tudo indica que tem a ver com os costumes do Hemisfério Norte, em que maio se passa na primavera. Aí já sabe: juntam-se as flores e o Dia das Mães e pronto, é o mês mais feminino do calendário. Aqui no Brasil, costuma ser o mês mais caro para quem quer casar. Por isso que muitas noivas preferem subir ao altar em outra época.

Pode ter dois feriados

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Não sei vocês, mas eu vivo em função de feriados. É tão gostoso ter aquele dia extra de descanso no mês, não acha? E olha só que bacana: maio já começa com o feriado em homenagem ao dia do trabalho. Mas não para por aí. Em alguns anos, a comemoração de Corpus Christi pode cair no final do mês. É um caso que não acontece com tanta frequência, então a dica é aproveitar muito.

Frio, mas nem tanto

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Maio é o mês que antecede a chegada do inverno. Isso significa que os dias normalmente são frios. A diferença é que ainda existe o solzinho tímido do outono, então o céu fica do jeito que eu gosto: azulzinho e com poucas nuvens. Saímos agasalhadas, mas podemos nos esquentar debaixo do sol.  Tão agradável, gente! E ainda tem a vantagem de que todas as lojas estão preparadas para a moda do inverno. Hora de se adequar às principais tendências da estação.

Uma das melhores épocas para viajar

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Considerado um mês de baixa temporada, maio normalmente apresenta preços mais baratos para quem pretende viajar. Esse é apenas um dos atrativos que fazem com que seja considerada a melhor época para conhecer um destino. Locais no Brasil ainda estão livres das temidas chuvas de inverno, enquanto alguns países da América do Sul já apresentam montanhas com neve. A Europa e a América do Norte vivem o ápice da primavera nesse período, então a chance de ver paisagens coloridas e floridas é certa.

Meu aniversário

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Ok, sei que esse lado de maio só interessa para as taurinas e as geminianas, que fazem aniversário nesse mês. Mas, para mim, é ainda mais especial porque fico mais velha no último dia de maio. Então meu inferno astral se passa todinho em maio e é uma delícia curtir esses 30 dias de expectativa dentro do mesmo mês. Parece que é mais fácil fazer a contagem regressiva. E começar esse processo com um feriado bem no primeiro dia de inferno astral é para poucas, queridas. Desculpem! Brincadeiras à parte, amo muito meu mês e adoro ser geminiana. Quem concorda?

Top 5 – Os restaurantes mais inusitados do mundo

Tem coisa melhor do que o simples hábito de comer? Sou dessas que acorda pensando no café, passa a manhã imaginando o que vai comer no almoço e chego em casa suspirando por causa do jantar. Além disso, adoro planejar em qual restaurante vou no fim de semana. Pois é, preciso comer fora nos dias livres, mas não precisa ser em algum lugar caro. Gosto apenas de saborear uma comida gostosa e quentinha na companhia de pessoas queridas.

Então, quando planejo alguma viagem, penso logo nos restaurantes em que posso comer. Para mim, faz parte do ritual. Assim como é legal listar as lojas em que é possível fazer compras, piro só de pensar em todos os pratos que vou ter a oportunidade de saborear. Aqui entra outro diferencial que o restaurante deve ter para me ganhar: ser original. Acho tão bacana locais que apresentam uma proposta diferenciada para chamar a atenção dos clientes

Por isso, resolvi pesquisar os cinco restaurantes mais inusitados do mundo e acabei me surpreendendo. Alguns são tão diferentes que chegam a ser bizarros. Quer saber mais? Vamos lá:

Rainforest Café, Orlando (Estados Unidos)

A Disney concentra uma série de restaurantes que podem entrar nessa categoria de inusitados. O Rainforest é um deles. Com duas unidades no complexo temático de Orlando, um no parque Animal Kingdom e outro no centro comercial Downtown Disney, é daqueles que já chama atenção do lado de fora. Basta se aproximar para ouvir barulhos de animais como gorilas, elefantes, araras e por aí vai.

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Acontece que o restaurante, como o próprio nome diz, tem a proposta de recriar o ambiente da selva. Você corre o risco de sentar ao lado de uma onça ou de ser sobrevoado por pássaro. A cada tanto, todos os bichos começam a fazer barulhos e a se mexer. Tudo de mentira, claro. E antes que alguém mencione, sim, aqui os animais das selvas e das savanas convivem em perfeita harmonia. É só deixar a criatividade funcionar.

O cardápio, por outro lado, é convencional e apresenta grande variedade. Tem massas, lanches, saladas. Por experiência própria, indico os sanduíches (que são bem no padrão americano, com muito molho e batata frita como acompanhamento) e a sobremesa Volcano, com bolo, sorvete, calda, chantilly e outras delícias.

50’s Prime, Orlando (Estados Unidos)

Você deve estar pensando: outro restaurante da Disney com tanto lugar bacana no mundo? Acontece que é muito mais fácil indicar algo quando nós já experimentamos. Então anote aí: se for visitar o parque Hollywood Studios, meu favorito, não deixe de fazer uma refeição no 50’s Prime. É tão gostoso que nós sempre fazemos questão de incluí-lo no roteiro.

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O nome já explica o que vem a seguir: um restaurante situado em uma cozinha típica dos anos 50. Tudo ali remete ao design da época: as mesas têm cantos arredondados, com sofás fofinhos, azulejos coloridos e televisões bem pequeninas que passam imagens de verdade – só que em preto e branco.

As garçonetes usam uniformes típicos de cozinheiras e o cardápio, segundo elas, é feito com base naquela comida de mãe. Ou seja, é tudo bem caseiro, com carne de panela, purê e por aí vai. A sobremesa mais pedida é um sorvetão que vem com tudo, até confeitos coloridos. E nem pense em recusar, viu? As atendentes logo avisam que lá a proposta é comer muito.

Modern Toilet, Taiwan

Que tal comer como se estivesse sentado no seu banheiro? Pois esse é exatamente o conceito desse restaurante que abriu as portas em 2004 em Taiwan e fez tanto sucesso que abriu outras unidades na China e no Japão. A ideia é exatamente a que está pensando: sentar em vasos sanitários e comer em uma mesa em formato de pias e banheiras.

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Dá para deixar ainda mais nojento? Opa, dá sim. Vamos começar dizendo que os pratos – que incluem nomes nada agradáveis como cocô e diarreia – são servidos em privadas. E na hora de limpar o rosto, nada de guardanapo. Por aqui só existem papeis higiênicos.

Confesso que eu achei tudo muito bizarro, mas todas as filiais do restaurante vivem lotadas. Essa é a pedida ideal para quem não tem frescuras e topa comer qualquer coisa em qualquer lugar. Eu prefiro passar longe.

Waterfalls, Filipinas

Imagine que loucura sentar-se para comer aos pés de uma cachoeira e correr o risco de ter alguns pingos respigando no seu almoço. Parece o cenário de um pesadelo, mas é real e parte de um restaurante localizado em San Pablo, nas Filipinas. O estabelecimento fica logo embaixo de uma cachoeira gigante e inclusive requer que clientes e funcionários estejam descalços – a não ser que não liguem de ficar com os pés molhados.

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O local paradisíaco pertence ao resort Villa Escudero e propõe manter o contato mais próximo com a natureza. Por isso, grande parte das mesas fica ao ar livre, no meio de uma reserva natural, e todas são feitas de bambu. Os hóspedes correm para garantir um lugar perto da cachoeira e nem se incomodam de comer algo com sabor molhadinho causado pelos respingos. Aliás, eles adoram e passam horas fazendo poses para fotos incríveis.

Apesar do cenário inspirador, o cardápio oferece pratos tradicionais da região, muitos feitos a base de frutos do mar. Apesar de não curtir muito a culinária asiática, devo dizer que a ideia desse restaurante me agradou. Quem sabe um dia visito…

‘s Baggers, Alemanha

Dizem por aí que, em um futuro próximo, não será mais necessário ter garçons para garantir o funcionamento de um restaurante. Parece difícil acreditar nessa suposição, mas o ‘s Baggers é prova de que é possível ter um estabelecimento que opera de modo automático.

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Quando o cliente chega, recebe uma espécie de tablet onde diz o número de pessoas que vão se sentar à mesa. A partir daí, é só escolher os pedidos de forma virtual e aguardar. Da cozinha, saem trilhos em espiral que levam os pratos diretamente para cada mesa. Dizem que a sensação é como se as comidas estivessem caindo do céu.

Ok, é inusitado. Mas que tal pensar nas vantagens? Há menos tempo de espera, mais economia para o proprietário do restaurante e menor chance de erro (já que o computador não erra). E vale lembrar: as refeições seguem um conceito saudável e com pouca gordura. Ou seja, além de se divertir, o cliente ainda pode ficar tranquilo com aquilo que está consumindo.

Gostou da lista? O bom é que existem muitos outros restaurantes diferentes por aí. Prometo continuar essa saga em breve…

Fontes: Casa e Jardim, Obvious e Segredos de Viagem