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Sem tempo para malhar? Aplicativo deixa o corpo em forma em apenas sete minutos

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Assim como a maioria das mulheres, eu também sofro para conquistar o peso ideal. Faço acompanhamento com uma nutricionista há dois anos e já consegui mudar bastante meu corpo, mas agora entrei naquela luta terrível para perder os quatro últimos quilos. Por mais que eu faça um esforço e corte doce, fritura e todas as coisas gostosas e perigosas que existem por aí, tenho um sério problema: sou sedentária.

Na verdade, mais ou menos. Descobri a dança de salão há três anos e transformei as aulas (que são deliciosas, diga-se de passagem) na minha forma número um de queimar calorias. Só que o certo seria combinar os movimentos com séries de musculação e aqui entra meu grande segredo: eu odeio academia. Sério, me sinto mal porque tenho zero preparo para aguentar os exercícios e parece que eu sou a única acima do peso – afinal, por que tem tanta mulher magra-palito nesses lugares?

Um dia desses, descobri algo que pode ser a minha (e a sua, por que não?) salvação. Trata-se do aplicativo 7 Minutes Workout. Como o próprio nome diz, a proposta é reservar apenas sete minutos do seu dia para se exercitar. E aí vem a grande sacada: não precisa de equipamento algum. Os movimentos são simples e, o melhor de tudo, podem ser feitos em qualquer lugar. Ou seja, posso fazer em casa, com as minhas roupas nada bonitas de ginástica e assistindo ao que eu quero na minha televisão. Viva!

São 12 exercícios diferentes que devem ser feitos em 30 segundos, com intervalos de 10 segundos entre cada. O mais legal é que os movimentos realmente são fáceis e todas nós já fizemos alguma vez na vida, como polichinelo, flexão, abdominal, step, agachamento e por aí vai… Dá uma olhada:

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Pra quem ficou na dúvida, esse treino rápido equivale a uma hora de musculação pesada. Tem várias versões do aplicativo por aí, mas o que eu mais gostei é que todas acompanham vídeos e gravações para entender os movimentos. O Seven, por exemplo, te dá prêmios simbólicos de acordo com o seu comprometimento e prepara mais movimentos para tonificar outras partes do corpo. Ah, todos são gratuitos e compatíveis com os sistemas iOS e Android.

Ainda não comecei, mas já me programei para testar na próxima segunda. Vale a pena, né?

Oito razões que fizeram dos anos 90/2000 os melhores

Eu nasci em 1988. Ou seja, minha adolescência foi no finalzinho dos anos 90 e começo dos anos 2000. Falando assim, nem parece que faz tanto tempo, mas é só ver a quantidade de textos deliciosos sobre esse período para sentir o clima de nostalgia. Por isso, resolvi fazer a minha lista de motivos que fizeram dessa época a melhor de todas (na minha humilde opinião, claro):

A gente gravava clipes musicais: em um mundo sem Youtube, DVD e Blu-ray, a gente tinha que esperar a estreia dos clipes das nossas bandas favoritas no Disk MTV (ai gente, que saudade!). Como não passava toda hora, a solução era gravar no bom e velho VHS. Eu tinha uma fita que ficava o tempo todo no vídeo cassete prontinha para captar qualquer imagem. Era bem eclético, tinha de tudo e eu passava hoooooras assistindo. Pena que meu aparelho quebrou – sim, com a fita dentro – e não tem mais como arrumar. Devo dizer que a minha vida nunca mais foi a mesma.

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A gente usava discman: pois é, não existiam tablets e os celulares eram enormes e com um único recurso: o jogo da minhoquinha (quem lembra?). Quando a gente queria ouvir música, colocávamos o CD no discman e rezávamos para não riscar ou emperrar. Sou estabanada desde que nasci e os aparelhos não duravam mais do que três meses na minha mão – um caiu na privada, o outro se espatifou no chão e por aí vai. Outra coisa muito chata é que a gente tinha que levar aquele trambolho para a escola e não dava para esconder dos professores.  Fora que, quando nós íamos viajar, éramos obrigados a levar mil CDs para não enjoar de ouvir sempre a mesma coisa. Resumindo: ainda bem que o iPod apareceu – o meu já tem cinco anos, olha que progresso!

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A gente viu a estreia dos reality shows: e foi bem legal porque aconteceu tudo praticamente ao mesmo tempo. Começou com a Casa dos Artistas e a votação de domingo que levava horas e logo depois veio a primeira edição do Big Brother. Naquela época era uma super novidade e ninguém achava que as coisas eram combinadas. Os programas musicais também bombaram! Primeiro teve o Fama e depois o Popstars, aquele que revelou a banda Rouge (levanta a mão quem nunca imitou a coreografia de Assereje). Esses são apenas alguns dos motivos que fizeram 2002 ser um dos meus melhores anos!

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Olha aí que montagem histórica: os primeiros participantes da Casa dos Artistas, os apresentadores do Fama (Angélica e Toni Garrido), as Rouges e o “elenco” do primeiro BBB

A gente viu a internet nascer: e brigou com os nossos pais porque, até então, usar a internet significava ficar com a linha de telefone ocupada e gastar rios de dinheiro quando a conta chegava. Não sei vocês, mas eu só tinha direito a usar o ICQ (que por sinal voltou repaginado) por uma hora aos sábados. Amava ir para a escola, amava estudar e amava conversar com os meus amigos, mas amava ainda mais quando os finais de semana chegavam e eu podia papear à vontade no mundo virtual. Essa fase durou pouco, graças a Deus!

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A gente tinha cadernos de inquérito: como eu amava isso! Sem internet, nosso jeito de descobrir os segredos das meninas da escola era com os cadernos de inquérito, que nada mais eram do que um caderno cheio de perguntas. Elas iam das mais básicas, como “quais são suas bandas favoritas?” até as mais tensas como “você já beijou?” ou “com que letra começa o nome do menino que você gosta?”. Era muito legal e até rolava uma certa competição para ver qual caderno tinha mais respostas. Eu mesma respondi o meu próprio caderno várias vezes com nomes diferentes. Mas que era gostoso, era!

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Mais alguém lembra dessas canetas coloridas? Eu AMAVA!

A gente tinha boy band a rodo: cresci ouvindo e amando Backstreet Boys, mas meu coração também tinha espaço para o N’Sync, o Five e o Westlife (além das Spice Girls, que eram a versão feminina dessas bandas). Ok, você que é mais nova deve estar lendo e pensando: “ah, mas hoje a gente tem o One Direction e o The Wanted”, mas eu te garanto que não é a mesma coisa. Lembrem-se de que o mundo não era tão moderno e, mesmo assim, os clipes das boy bands eram megaproduções. Nossos queridos já foram monstros, viajaram no espaço, viraram marionetes e fizeram muita gente aprender inglês com eles. Dica: experimentem cantar uma música deles no karaokê para verem o sucesso. Vale até fazer as dancinhas se ainda souberem!

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Ok, eles eram um pouco bregas, mas a gente gostava (menos desse cabelo uó do Justin Timberlake)

A gente se contentava com pouco: nossos pais brincaram na rua e nossos filhos e netos provavelmente não vão sair de casa na hora da diversão. Nós estamos no meio termo. Tínhamos videogame e TV a cabo, mas também brincávamos de pular elástico e de queimada (meu trauma número um de infância). Quer ver um exemplo de como a vida também era boa sem joguinhos no iPad? Quando estava com a minha melhor amiga, o que eu mais gostava de fazer era ir ao mercado, comprar bexigas, enchê-las de água e sim, você já imagina o resto. É bobo, mas a gente amava voltar molhadas para casa. Hoje parece que o mundo perdeu um pouco dessa magia.

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A gente tirava fotos (e não sabia se tinham ficado boas): as máquinas digitais só começaram a aparecer entre 2003 e 2004. Antes disso, a gente usava aqueles rolinhos de filmes e só tinha 12, 24 ou 36 chances de ter a recordação de uma viagem ou momento especial. Isso porque o visor era minúsculo e a gente precisava pagar para revelar as imagens. Rolava uma ansiedade master e adivinha o que acontecia em muitos casos? As fotos vinham escuras porque o flash tinha estourado ou porque alguém colocou o dedão na frente da lente. Sem falar que as vezes o filme emperrava e você tinha que abrir a máquina para arrumar – só que aí você já tinha exposto o rolo à luz e queimado todas (sim, todas) as outras imagens. Obrigada mais uma vez por me permitirem ter celulares ultramodernos que tiram fotos com ótimas resoluções – e poder apagar sempre que estiverem ruins.

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Tudo isso só para dizer que eu tenho muito orgulho de ter vivido todas as situações acima e que, se pudesse, viveria tudo de novo!

Por que vale a pena assistir a um jogo de Copa do Mundo?

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Quando eu criei este blog, há exatos três meses, prometi para mim mesma que não seria um diário. Só que diante de um evento tão grande como a Copa do Mundo, resolvi abrir uma exceção e fazer um relato da minha incrível experiência realizada ontem. Não sei bem o motivo, mas gosto (muito) de futebol desde criança. Brinco que pareço homem quando assisto a um jogo do meu time. Xingo, fico nervosa, brigo com os amigos e sei o que é um impedimento – cheguei até a explicar essa regra para um conhecido. Fui milhões de vezes ao estádio e já saí de lá feliz por ter vencido e triste por ter perdido.

Talvez seja por esse histórico de torcedora fanática que até hoje não entendo como demorei tanto para querer ver um jogo da Copa do Mundo aqui, no meu país. Infelizmente, fiz parte daquele time que achava que as coisas não dariam certo, que os estádios iriam desabar, que os black blocs matariam todo mundo que saísse de casa para ver uma partida. Enfim… o tempo passou, o mundial começou, tudo deu certo e eu percebi que ainda dava tempo de fazer parte da festa.

Aí entrei em outro time, formado por aqueles que acordavam às 4:30 da manhã na esperança de encontrar um ingresso no site da Fifa. E se o maldito do ingresso já é caro, imagina somar com o valor das passagens e da hospedagem. Ou seja, só me restou procurar um jogo na minha cidade e em um feriado ou final de semana. Só sobrou a semifinal do dia 9 de julho, uma das partidas mais desejadas. Ao todo, foram dez noites mal dormidas e nenhuma chance concreta de conseguir. Pensei em desistir várias vezes, mas queria tentar até o último minuto.

Um dia antes do jogo, horas antes de o Brasil ser eliminado da competição da forma mais humilhante possível, recebi a notícia que eu tanto esperava: sim, eu ia ver a partida. E, ao contrário do que eu imaginava, não seria na arquibancada. Seria no camarote, em uma área chamada Hospitality. Melhor, impossível!

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Meu coração começou a acelerar no segundo em que eu me aproximei da estação da Luz, de onde sai o Expresso da Copa (trem que vai direto ao estádio). O clima era muito gostoso, apesar da provocação insuportável dos argentinos. Comecei a reconhecer aqueles torcedores bizarros que se fantasiam e você acha que só existem na televisão. Tinha gente com alegoria de penas, gente vestida de tigre e zebra e, claro, muito batuque e vários idiomas ao mesmo tempo. Exatamente como eu achava que era!

O momento mais marcante foi quando o trem passou pela Arena São Paulo e todo mundo começou a aplaudir. Juro, é impossível não se emocionar! E aí você percebe que vale tudo, cada noite mal dormida, cada frustração, cada choro e cada grito de torcida. E, para completar, a partida foi exatamente do jeito que eu queria, com prorrogação e pênalti. Tudo para aproveitar esse momento pelo maior tempo possível.

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Pontos a favor: 

– Se você ainda pretende ver a final ou a disputa do terceiro lugar e tem condições para comprar o hospitality, faça isso! Além de ter um espaço reservado e coberto, você ganha comida e bebida a vontade e – o melhor de tudo – um banheiro bem bonitinho para chamar de seu (a fila do banheiro da arquibancada era quilométrica). Sem contar que você volta para casa com uma miniatura da taça da Copa de brinde.

– Tudo é muito organizado. Os voluntários são super simpáticos e extremamente educados. Além disso, há placas e sinalizações por todas as partes.

– Não vi nenhuma briga ou roubo. Fui de laranja para torcer pela Holanda e morri de medo de apanhar dos argentinos, mas voltei viva e com todos os documentos na bolsa.

Pontos negativos:

– É muita gente. Sério! E a saída do metrô prova isso. Uma verdadeira muvuca querendo ir para todos os lados que faz com você ande a cinco por hora. Aqui não tem jeito: tem que ter paciência.

– O trem da volta demora (e muito!). O da ida é bem rapidinho e faz o trajeto em vinte minutos, mas o da volta vai devagar e ainda para em algumas estações antes de chegar na Luz. Junte a isso o cansaço e o sono. Parafraseando a música do créu, tem que ter muita disposição e saber que você vai voltar para casa sentindo dor no corpo todo.

– Cuidado com a torcida adversária. No meu caso não era adversária, mas fui obrigada a aguentar a provocação dos queridos hermanos. Dá muita vontade de responder, mas não vale a pena. O legal mesmo é voltar para casa com uma história muito bacana na memória.

– Sim, as coisas são caras. A água é 6 reais e o refri, 8. Mas gente, o copo da Coca é tãããão lindo que o jeito é levar uma boa quantia no bolso e entrar no clima.

 

De resto, quero muito agradecer a minha mãe por ter conseguido o ingresso e compartilhado esse momento tão incrível comigo. Meu conselho para quem está pensando em ir: vá porque você não vai se arrepender!

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Missão mala de inverno: como arrumar?

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Viajar é sempre uma delícia, mas arrumar mala… Só de pensar já dá preguiça, não é mesmo? Tem quem passe horas olhando para o armário para analisar as melhores combinações ou então quem coloque peças a mais do que o necessário e termine com uma bagagem pesada e sem sentido. Existe ainda um outro grupo que sempre se esquece de alguma coisa (quem nunca?). Se essa tarefa já é complicada normalmente, imagine quando o destino da vez for um país ou cidade tomado pelo frio. Pois é! Aí é hora de colocar casacos, botas, luvas, gorros e por aí vai. A pergunta que fica é: dá para fazer uma mala funcional no inverno?

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Sim, dá! O primeiro passo é checar a temperatura do local antes de arrumar a bagagem. Depois, é hora de escolher a mala. Nesse processo, opte pela mais leve – é importante que ela tenha vários compartimentos para facilitar a arrumação. Lembre-se ainda da necessaire para guardar itens de banheiro, joias e acessórios para o cabelo.

A escolha das peças deve ser feita com base nos dias de viagem. Selecione três roupas de cima (blusas, camisas, camisetas) para cada calça, bermuda ou saia. Procure pensar em dois looks por dia, um mais casual e outro mais chique para usar em jantares e outros eventos. Para não ficar no desespero, prefira sempre peças de cores neutras e mais básicas.

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Em relação aos sapatos, evite exagerar! A regra é levar uma sapatilha, um modelo com salto, um par de botas e  um par de tênis, além do chinelo. Dois cardigãs ou malhas são mais do que suficientes – claro que tudo depende da temperatura,ok? Para completar, não se esqueça do pijama: ele deve ser confortável e com tecido intermediário, nem muito quente nem muito frio.

Viu só? Agora ficou muito fácil arrumar a mala da sua próxima viagem, não é mesmo?

Comidas de festas juninas para comer sem medo!

Chega junho e a gente pensa em quê? Não, não é no Dia dos Namorados. Também não é na Copa do Mundo. Estamos falando de festas juninas e todas aquelas barraquinhas cheias de guloseimas – crepes, pastéis, cachorro quente, doces típicos… Hum, só  de pensar dá água na boca! – O problema é que esse excesso de comida não é nada bom quando a gente sobe na balança. Mas se você não vê a hora de pisar no próximo arraiá, pode comemorar! Alguns alimentos típicos da festa podem, sim, ser consumidos sem ficar com peso na consciência. Vamos conhecer quais são?

Milho

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Dá para pensar em festa junina sem milho? Praticamente impossível. O ingrediente é base para quitutes típicos da época como pamonha, curau e canjica e também pode ser encontrado na própria espiga. O fato é que o milho é rico em vitaminas A e C e uma ótima fonte de potássio e ferro, além de auxiliar a função intestinal. A melhor forma de consumo é o milho cozinho, com pouco sal e manteiga. Se você não resiste a um bolo feito com o ingrediente, anote aí: existem opções lights com apenas 80 calorias por porção. Oba!

Vinho quente

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Você sabia que o vinho tem antioxidantes que ajudam a combater problemas cardiovasculares? Pois é! Então nada melhor do que aproveitar a época e tomar a bebida quentinha. Mas atenção: evite as opções carregadas em açúcar e procure tomar apenas uma dose, já que o álcool em excesso é calórico. De resto, é só aproveitar cada gole e fazer um brinde!

Tapioca

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Não, você não leu errado. A tapioca é feita com farinha de polvilho e água, então a massa é pouco nutritiva. Por isso, dá para compensar no recheio. Dê preferência a frutas e deixe de lado acompanhamentos calóricos, como doce de leite, leite condensado e chocolate (eu sei, é difícil, mas vale a pena!). Bem gostosinho, vai?

Espetinho

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Olha só que coisa boa: os espetinhos de carne magra (maminha e alcatra, por exemplo) e frango são superindicados! Isso porque são ótimas fontes de proteína e pouco calóricos. Mas fique só neles, viu? A linguiça contém muita gordura e sódio, o que provoca retenção de líquido e aumento de peso. Então é bom maneirar, ok?

(Via Minha Vida)