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As melhores montanhas-russas do mundo

Sempre que sobra um tempinho (o que tem sido bem difícil nos últimos dias), eu corro para o Youtube e procuro vídeos sobre montanhas-russas. Pois é, tenho um lado criança fortíssimo que se anima em questão de segundos quando aperto o play do vídeo. Acontece que, ao contrário de muita gente, eu faço parte daquele time de doidos que adora parques temáticos só por causa das atrações radicais. Não me importo nem um pouco em virar de cabeça para baixo. Aliás, quanto mais inversões o brinquedo tiver, melhor. É justamente por isso que eu tenho uma meta na vida de conhecer as melhores montanhas-russas do mundo. Enquanto isso não acontece, me contento em ver os vídeos. Quer saber quais são? Então vamos lá:

Kingda Ka

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Inaugurada em 2005, é a mais alta do mundo, com 140 metros de altura, o que equivale a um prédio de 40 andares. Esse “pequeno” fato já é responsável por causar o famoso frio na barriga, mas não para por aí. O trajeto começa com uma aceleração de zero a 206 km/h em aproximadamente três segundos, seguido por uma subida vertical. A descida também é vertical, só que cheia de torções (dá para sentir assistindo ao vídeo). Precisa de mais? Pois saiba que neste ano a montanha-russa ganhou torres que despencam em queda livre e que ficam acopladas nas estruturas dos trilhos. Medo? Só de ser atacada por pássaros – sim, isso aconteceu em 2012.

Onde fica: Six Flags Great Adventure, em New Jersey – Estados Unidos

Takabisha

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Apesar de ter sido inaugurada em 2011, foi uma descoberta recente na minha vida. Nos primeiros dias deste ano, quis mostrar para minha irmã as montanhas-russas mais legais do mundo. Acabei vendo o vídeo da Takabisha por acaso e me surpreendi. Até então, encarar uma subida ou uma descida em 90 graus era o máximo possível quando o assunto era adrenalina. Até descobrir que essa boniteza faz o carrinho despencar em 121 graus, o que rendeu o título de montanha-russa mais íngreme de todos os tempos. E olha que bacana: o trajeto de dois segundos (que você pode acompanhar clicando aqui) tem vista para o Monte Fuji.

Onde fica: Fuji-Q Highland, em Fujiyoshida – Japão 

Sheikra

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De todas as que eu já fui, essa com certeza é a melhor. Na época da inauguração, em 2005, não tinha nada parecido. Só fui realizar o sonho de conhecê-la mais de perto em 2008. Antes disso, eu ficava horas e horas assistindo a um vídeo em que tocava Call n’ Return, do Hellogoodbye (esse foi um dos motivos pelos quais eu amava essa banda). E o melhor de tudo: fui sozinha, porque ninguém mais teve coragem. Amei e voltei mais duas vezes. E olha, até hoje me dá medinho, principalmente quando o carrinho para lá no alto, prestes a descer, e te segura por três segundos. Gostou? Então veja essa belezura em ação.

Onde fica: Busch Gardens Africa, em Tampa – Estados Unidos

Revenge of the Mummy

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Eu gosto muito de montanhas-russas temáticas, principalmente se forem inspiradas em filmes ou desenhos. A Múmia era meu filme de aventura favorito na pré-adolescência. Talvez seja por isso que eu fiquei empolgada quando soube que iria andar na montanha-russa feita em homenagem ao longa. Mas confesso que também senti um leve pânico porque eles prometiam sustos e algumas interações. Quer saber? Tem tudo isso mesmo. Tem escaravelhos, múmias enfurecidas, salas com tesouros e muitos gritos. Mas é justamente isso que faz com que ela seja tão divertida. Para terem uma ideia, eu saí da primeira volta e entrei na fila de novo (sim, é impossível andar nela apenas uma vez). Ficou curioso? Dá para ver um pouco aqui.

Onde fica: Universal Studios, em Orlando – Estados Unidos

Está vendo o círculo rosa? Sou eu em um momento de extrema felicidade na Kumba, montanha-russa do Busch Gardens

Está vendo o círculo rosa? Sou eu em um momento de extrema felicidade na Kumba, montanha-russa do Busch Gardens

Gostou da minha lista? Se tiver alguma sugestão de montanha-russa, deixe nos comentários. Vou adorar saber mais sobre ela 😉

Campos do Jordão fora do óbvio

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Quem mora em São Paulo sabe que não tem nada mais gostoso do que subir a serra no inverno e curtir as delícias de Campos de Jordão, localizada a cerca de 170 km da capital. Eu, como boa paulistana, faço parte do time. Desde que me entendo por gente vou para lá. Teve a época de criança em que o legal era passear de trenzinho e de teleférico (hoje morro de medo!), teve a época de adolescente em que me jogava em qualquer tirolesa que aparecia no caminho e teve ainda a época da faculdade em que o bacana mesmo era escolher a balada da noite. O chato é que depois de adulta é difícil arrumar um tempo para ir até lá.

Problema resolvido, já que aproveitei o último final de semana para visitar a cidade com alguns amigos queridos. A primeira coisa que todos nós reparamos é que Campos é muito melhor fora de temporada. Em julho, o local ferve de turistas em qualquer dia e horário. É tudo lotado e caro. É praticamente impossível andar pelas ruas do centrinho do Capivari.  Mas, se você gosta de agito e ainda não conhece a nossa praia de inverno, o melhor mesmo é se juntar ao povão. Se você prefere relaxar, escolha outra época. Eu garanto: vale muito a pena!

Em Campos, o dia amanhece assim: céu azul sem uma única nuvem

Em Campos, o dia amanhece assim: céu azul sem uma única nuvem

Apesar de conhecer bem a cidade, tem muitos pontos turísticos que eu não explorei tão bem. Um deles é o Palácio Boa Vista (também conhecido como Palácio do Governo), que, em 2014, comemora 60 anos. Acabei levando o pessoal para lá porque, na minha humilde opinião, é uma das regiões com as vistas mais bonitas. No trajeto, dá para ver a famosa Pedra do Baú, que recebeu esse nome por conta do formato retangular e achatado. Muita gente não sabe, mas o Palácio – utilizado como casa de veraneio pelo Governo de São Paulo – fica aberto para visitação. Eu só tinha entrado uma vez, quando era criança, e voltei a conhecer os aposentos agora.

O passeio é gratuito e dura meia hora. Um guia leva o grupo de ambiente em ambiente e cita o diferencial de cada espaço. Para quem gosta de arquitetura e decoração, é uma verdadeira aula. Tem objetos lindíssimos, como o espelho gigante de cristal belga que decora a sala de estar. Gostei também pelas curiosidades e dados históricos, como as ânforas (espécie de vaso) doadas pelo Governo da França há muitos anos.

Depois da visita, vale se acomodar em uma das mesas do Café Palácio, que fica do lado de fora da mansão, e se proteger do frio com os cobertores que ficam à disposição. É mais bonito no final do dia, quando o sol começa a se por e ilumina as casas que ficam nas montanhas. É lindo de verdade! Para esquentar, pedi um chocolate quente latte, com a borda da xícara coberta por brigadeiro (delicinha calórica, mas que vale a pena!).

Além de servir como casa de veraneio, o Palácio Boa Vista também abriga exposições

Além de servir como casa de veraneio, o Palácio Boa Vista também abriga exposições

Quando a noite chega é hora de escolher um local para jantar. Como a cidade recebe muitos turistas, tem opções para todos os gostos. Mas os mais procurados são os rodízios de fondue. Tinha ido uma vez em um e a experiência não foi muito boa. Além do atendimento não ter sido lá essas coisas, o preço era bem elevado. Aí entra o diferencial do Krokodillo: por menos de R$ 60 você come até não aguentar mais. Entenda isso como muita, mas muita mesmo, opção de comida. Além do queijo (que por sinal é bem levinho e muito gostoso) e da carne, tem frango, linguiça, lombo, coração e uma bandejinha com pasteis de queijo, batata frita e bolinhos de arroz. Só de falar já dá água na boca, né?

Mas o banquete continua, porque a sobremesa conta com o tradicional fondue de chocolate. Eu nunca tinha visto tanta fruta junta na vida. Tem morango e banana, que são mais comuns, mas também tem uva, maçã, abacaxi, mamão, melão e por aí vai. Resumindo: esqueça qualquer dieta porque é  impossível se conter. O único ponto negativo é que eles não aceitam cartão (nem mesmo os de débito). O jeito é levar dinheiro ou cheque para não ter problemas.

Krokodillo: ambiente agradável e muita fartura na mesa

Krokodillo: ambiente agradável e muita fartura na mesa

Campos não é só da gastronomia. Tem trilhas muito bonitas para quem gosta de apreciar a natureza, como a que leva à cachoeira do Horto Florestal, e tem malhas com preço mais baixo do que as lojas de marca. Aconselho não comprar de primeira e garimpar porque tem muita variedade. Você com certeza vai encontrar o que está procurando.

De resto é só deixar os problemas de lado e relaxar. Eu não vejo a hora de voltar!

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Serviço

Palácio Boa Vista: Avenida Adhemar de Barros, 3001 | De quarta a domingo e feriados das 10h às 12h e das 14h às 17h | www.palacioboavista.com.br

Krokodillo: Unidade 1 – Avenida Senador Roberto Simonsen, 1350, Vila Capivari | Unidade 2 – Avenida Pedro Paulo, 21 – Capivari | www.restaurantekrokodillo.com.br

Guia de Campos do Jordão (com dicas de hotéis, pousadas, restaurantes, passeios e notícias): www.guiadecamposdojordao.com.br

 

Crédito das imagens: Guia de Campos do Jordão, Arquivo pessoal, Cristiano Tomaz e Krokodillo

O lado bom de ser solteira

Sim, eu sou solteira. Por muitos anos da minha vida, confessar o meu estado civil era algo que me causava revolta e até vergonha (poxa, como assim eu não tenho namorado?), mas estou em uma fase tão legal comigo mesma – e andei lendo textos tão bacanas como esse publicado no blog Precisava Escrever – que eu descobri que ser sozinha tem lá suas vantagens. Alias, são várias. Quer ver só?

Amigos em primeiro lugar

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Todas nós conhecemos alguém que acabou se afastando dos amigos depois que começou a namorar. E, quando acontece com a gente, fazemos questão de afirmar que continuaremos a ter vida social. Acontece que isso não é tão fácil, principalmente nos primeiros meses de relacionamento, quando tudo o que queremos é ficar perto da pessoa amada. Aí entra um grande ponto positivo para as solteiras: você pode sair com quem quiser, quando quiser e ir a qualquer lugar. E também tem todo o direito de recusar um convite e remarcar para a próxima semana. Dedicar sua atenção total aos amigos vale muito a pena, sabia? Afinal, quem vai te consolar se o namoro acabar?

Dar satisfação? Jamais!

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Sou do tipo que planeja os compromissos do mês com bastante antecedência, mas não consigo nem imaginar como seria minha vida se eu tivesse que dizer o que estou fazendo a cada cinco minutos. Liberdade, para mim, é algo que não tem preço. É viajar com os amigos em um final de semana qualquer, é pensar no destino das suas próximas férias, é simplesmente pegar o carro e ir ao cinema para assistir aquele filme que você tanto quer. Claro que você pode fazer isso com outra pessoa, mas é tão gostoso curtir a sua própria companhia. Tudo bem que, quando você mora com os seus pais, vai receber uma ligação da mamãe perguntando quando você vai voltar para casa (mas mãe a gente perdoa, né?).

Conhecer gente nova

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Estar solteiro significa ter a possibilidade de conhecer lugares diferentes e fazer novos amigos. Tenho histórias tão legais e engraçadas que até hoje penso no quanto reclamei à toa por não ter um companheiro. Se fosse comprometida, eu provavelmente não teria saído tanto e não me sentiria tão à vontade para me divertir. Mas o importante é que isso seja feito no momento certo. Não adianta colocar o seu vestido mais bonito e acertar no penteado se você não está no clima de balada. Do mesmo modo, não saia de casa se você decidiu que está cansada desse tipo de programa. Digo por experiência própria: eu costumava sair muito, mas, de uns tempos para cá, prefiro fazer algo mais light. Sim, eu sei que não vou conhecer ninguém ficando em casa, mas não vejo sentido em forçar algo.

Aprender a gostar de si mesmo

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Sabe aquele velho ditado que diz que o primeiro passo para encontrar alguém é o amor-próprio? Funciona, viu! Quando você aceita a imagem que vê do outro lado do espelho, tudo fica mais leve e fácil. Você consegue separar seus defeitos e suas qualidades. Valoriza aquilo que tem de bom e se esforça para ser uma pessoa melhor. Mas, principalmente, você aprende a conviver com a frustração. Esse é o grande desafio da solteirice. Claro que todas nós gostaríamos de ter alguém por perto, mas entendemos que não vale a pena namorar o primeiro cara que aparece só para mudar o status do Facebook. Se amar é compreender que os outros podem, sim, ser felizes e que a sua hora vai chegar. Mas, se não chegar, você também vai ser feliz, só que de outro modo. Namorar, casar e ter uma família é o sonho de muita gente (inclusive o meu), mas isso não é tudo.

Economizar

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Na verdade, os gastos que você vai ter serão somente com você. O que isso significa? Comprar aquela bolsa linda que você já está de olho há tempos sem ficar com peso na consciência. Ou então dar entrada em um apê que será do seu jeitinho. É bom planejar a vida com mais alguém por perto? Muito. Mas também é bom saber que você pode exagerar um pouquinho sem a necessidade de dar explicações quando chegar a fatura do cartão. É tudo por sua conta e risco. A responsabilidade aumenta, mas é muito bacana se sentir no controle e não ficar triste quando recebe mais uma parcela daquele presente que você comprou para o ex pouco antes do namoro terminar.

Por fim, ser solteiro é aprender a driblar o medo da solidão e entender que não tem problema nenhum em viver assim. E rir dos comentários que as outras pessoas fazem sobre você. Afinal, quem nunca ouviu um: “ah, é que você é muito exigente”? Bom, melhor ser exigente e esperar para encontrar alguém que realmente valha a pena, não é?

Exposição Castelo Rá-Tim-Bum: eu fui

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Apesar de ter apenas seis anos em 1994, eu me lembro muito bem do que dia da estreia de “Castelo Rá-Tim-Bum”. Lembro de estar na rua com a minha mãe e querer voltar correndo para casa porque o programa ia começar. E, de fato, foi um verdadeiro sucesso. Qualquer pessoa que tenha crescido no anos 90 sabe quem é Nino, Biba, Pedro, Zequinha, Morgana, Penélope, Celeste e outros moradores do Castelo. Esse é apenas um dos motivos que explicam as filas quilométricas que a exposição – em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS) – que comemora os 20 anos de programa (sim, estamos velhas!) recebe todos os dias.

Eu já imaginava que a procura seria grande, então comprei o ingresso pela internet logo quando começaram as vendas. Em questão de minutos, as datas foram se esgotando e eu só consegui achar ingresso para o dia 17 de agosto. Foi terrível ver todos os meus amigos tirando fotos e dizendo o quanto era incrível enquanto só me restava aguardar, mas a espera valeu muito a pena. Chegamos hoje cedo para retirar os convites sem fila alguma e a atendente disse que poderíamos entrar em qualquer horário. Por isso, se você ainda pretende ir, fique de olho porque o MIS libera, a cada tanto, um novo lote de ingressos pela internet. Ok, tem um valor um pouco mais caro, mas vale pela certeza de que você conseguirá conferir cada detalhe.

O mais bacana é que você tem a possibilidade de fazer parte do castelo, já que os cenários do programa foram recriados no espaço. Cada sala é dedicada a um ambiente da mansão mais mágica do Brasil. Como não poderia deixar de ser, a exposição começa com o porteiro. Assim que as portas se abrem, você já consegue ouvir a característica música de abertura. E logo o protagonista Nino aparece, em uma transmissão holográfica, e diz que está feliz por te receber. (Muito fofo ♥)

E aí começa a caminhada pelos ambientes do castelo. Dá só uma olhada:

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O primeiro ambiente é a biblioteca e logo de cara encontramos o Gato Pintado. O espaço é interativo: ao puxar alguns livros, você ouve uma voz como se o próprio livro se apresentasse.

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A segunda sala é o laboratório dos cientistas Tíbio e Perônio. Até o esqueleto de dinossauro foi incluído no espaço.

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O próximo espaço é o escritório do Dr. Victor. A cada tanto, a sala começa a piscar e ouve-se o famoso bordão do personagem: “Raios e trovões”. Lá também encontramos as botinhas roqueiras Tap e Flap.

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O esconderijo do Mau e do Godofredo é tão bem feito que o chão é cheio de baratas (de mentira, claro!).

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A sala de música é um dos ambientes mais legais. Tudo está lá, o circo, a caixinha de música, o piano, as poltronas originais do castelo. É muito lindo!

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O próximo ambiente é dedicado ao Etevaldo e, antes de encontrar a roupa original do personagem, passamos por um caminho que simula o espaço. O chão treme de verdade e causa a sensação de que você vai cair. Logo depois chegamos à cozinha. Eu amei, principalmente pela perfeição de detalhes.

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Depois de visitar a Caipora, que fica no jardim atrás da cozinha, vamos para o salão principal. É tão mágico que eu vou deixar as fotos explicarem:

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Esse espaço é dedicado para as cartinhas que os fãs do programa enviaram. Morri de amores!

Esse espaço é dedicado para as cartinhas que os fãs do programa enviaram. Morri de amores!

É quase obrigatório fazer uma selfie com a cobrinha Celeste (minha personagem favorita)

É quase obrigatório fazer uma selfie com a cobrinha Celeste (minha personagem favorita)

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Próxima parada: quarto da Morgana (e pausa para mais uma selfie com a Adelaide, que eu também amava!). Apesar de não ser muito grande, tem espaço para o caldeirão e o figurino original.

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As duas últimas salas são bem concorridas e quase ninguém sai sem tirar pelo menos uma foto: o ninho dos passarinhos (“que som é esse?”) e o lustre das fadinhas Lana e Lara.

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E aí, deu vontade de conhecer também? Então aproveite porque a exposição fica em cartaz até o dia 12 de outubro. Mas lembre-se de que as filas estão imensas e os ingressos de cada dia costumam acabar ainda de manhã. Programe-se, acorde bem cedo e tenha muita paciência. Eu garanto: vale muito a pena 😉

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Serviço:

Castelo Rá-Tim-Bum – A Exposição

Museu da Imagem e do Som (Mis) – Avenida Europa, 158, Jardim Europa – São Paulo/SP

Horários: Terça a sexta, das 12h às 21h; Sábado, das 10h às 22h; Domingos e feriados, das 10h às 20h

Preço: R$ 10

Tel: (11) 2117-4777

www.mis-sp.org.br

Sem tempo para malhar? Aplicativo deixa o corpo em forma em apenas sete minutos

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Assim como a maioria das mulheres, eu também sofro para conquistar o peso ideal. Faço acompanhamento com uma nutricionista há dois anos e já consegui mudar bastante meu corpo, mas agora entrei naquela luta terrível para perder os quatro últimos quilos. Por mais que eu faça um esforço e corte doce, fritura e todas as coisas gostosas e perigosas que existem por aí, tenho um sério problema: sou sedentária.

Na verdade, mais ou menos. Descobri a dança de salão há três anos e transformei as aulas (que são deliciosas, diga-se de passagem) na minha forma número um de queimar calorias. Só que o certo seria combinar os movimentos com séries de musculação e aqui entra meu grande segredo: eu odeio academia. Sério, me sinto mal porque tenho zero preparo para aguentar os exercícios e parece que eu sou a única acima do peso – afinal, por que tem tanta mulher magra-palito nesses lugares?

Um dia desses, descobri algo que pode ser a minha (e a sua, por que não?) salvação. Trata-se do aplicativo 7 Minutes Workout. Como o próprio nome diz, a proposta é reservar apenas sete minutos do seu dia para se exercitar. E aí vem a grande sacada: não precisa de equipamento algum. Os movimentos são simples e, o melhor de tudo, podem ser feitos em qualquer lugar. Ou seja, posso fazer em casa, com as minhas roupas nada bonitas de ginástica e assistindo ao que eu quero na minha televisão. Viva!

São 12 exercícios diferentes que devem ser feitos em 30 segundos, com intervalos de 10 segundos entre cada. O mais legal é que os movimentos realmente são fáceis e todas nós já fizemos alguma vez na vida, como polichinelo, flexão, abdominal, step, agachamento e por aí vai… Dá uma olhada:

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Pra quem ficou na dúvida, esse treino rápido equivale a uma hora de musculação pesada. Tem várias versões do aplicativo por aí, mas o que eu mais gostei é que todas acompanham vídeos e gravações para entender os movimentos. O Seven, por exemplo, te dá prêmios simbólicos de acordo com o seu comprometimento e prepara mais movimentos para tonificar outras partes do corpo. Ah, todos são gratuitos e compatíveis com os sistemas iOS e Android.

Ainda não comecei, mas já me programei para testar na próxima segunda. Vale a pena, né?