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Top 5 – Filmes Musicais

Quando pensei em criar a seção de Top 5 com filmes dos mais variados estilos, logo imaginei um post só com histórias contadas em forma de musical. Muita gente torce a cara e morre de preguiça só de imaginar os atores cantando ao invés de falando, mas eu AMO musicais desde que me entendo por gente (tanto no teatro quanto no cinema). Assisto inúmeras vezes, baixo as músicas, ouço sem parar e ainda tento convencer minhas amigas a verem também.

Comecei a pesquisar algumas opções achando que eu já tinha colocado a maioria em outros posts (tenho por costume tentar não repetir filmes), mas descobri que existem muitos musicais legais para indicar. Juro, minha lista original tinha mais de dez títulos e foi com muita dor no coração que eu acabei deixando alguns de fora. Vamos conhecer os eleitos da vez?

 

Hairspray

54ea7f1c46e1e_-_04-wd0409-hairspray-3Esse filme apareceu em diversas listas que criei para outros Top 5, mas eu não coloquei propositalmente para que pudesse entrar aqui com muito destaque. A história se passa nos anos 60 e gira em torno de Tracy, uma garota que adora dançar e é convidada para participar de um programa de TV que faz muito sucesso.

O que tem de legal? Músicas – que não saem da cabeça por nada –, romance, uma mãe muito fofa (interpretada por John Travolta), penteados e figurinos da era sixties e a desigualdade racial, tema superatual. Pode apertar o play que você vai amar!

 

Mamma Mia!

mammamiaÉ quase impossível encontrar alguém que não conheça pelo menos uma música do ABBA, um dos maiores grupos dos anos 70. Tem gente (tipo eu) que sempre canta Dancing Queen no karaokê. Nada mais natural do que transformar esses hits em uma história teatral que, posteriormente, rendeu um filme tão fofo que a gente não cansa de ver, certo?

Tudo acontece quando Sophie está prestes a se casar e decide que está mais do que na hora de conhecer seu pai. O problema é que a mãe dela se envolveu com três homens no mesmo período e não sabe ao certo de quem engravidou. A confusão rola solta quando eles são convidados para o casamento sem a aprovação da mãe. O mais bacana é que a gente canta junto sem perceber.

 

Across the Universe

2007_across_the_universe_011Segue a mesma linha do Mamma Mia!, mas tem como inspiração as músicas dos Beatles, o que já é um ótimo motivo por si só. O diferencial é que a trama se passa nos mesmos períodos das músicas – entre os anos 60 e 70 –, o que faz com que a gente consiga entender melhor sobre o que eles cantavam.

O tema central é o romance de um jovem inglês com uma moça americana que vê o irmão lutar na Guerra do Vietnã. Muita coisa da época é retratada, como o movimento hippie e a psicodelia característica do grupo. Mas tudo com tanta fofura que a gente baixa as versões musicais do filme assim que ele acaba.

 

Rock of Ages

Outra coisa que eu curto muito em filmes musicais é a mistura de várias canções que possuem um tema em comum. No caso desse aqui, o ponto de ligação é que pertencem à bandas famosas dos anos 70, como Guns n’ Roses, Bon Jovi e Journey. Não ficou animada? Pois eu garanto que você conhece a maioria das músicas e não vai conseguir ficar sem cantar junto.

A história é bem fácil de entender e tem início quando a jovem Sherrie desembarca em Nova York. Ela consegue emprego como garçonete em um bar famoso e conhece Drew, que também trabalha no local. Os dois se apaixonam perdidamente, mas um mal entendido com o astro de rock Stacee Jaxx deixa o relacionamento em crise. E no meio disso tudo, o bar ainda corre o risco de ser fechado. Vi no avião durante uma viagem e amei cada segundo!

 

A Pequena Sereia

maxresdefaultChegamos à cota Disney de todos os Top 5 e essa escolha foi um pouco difícil porque quase todos os filmes da Disney possuem músicas. Tirei os que já tinham saído e fiquei com o que tem as canções que eu mais gosto. Sem falar na Ursula, que é uma das melhores vilãs de todos os tempos. É tão clássico, mas tão clássico, que temos todas as cenas (ou pelo menos quase todas) na cabeça. Para assistir, já combinado?

 

 

Se você ainda está convencida a assistir filmes musicais, aqui vai um incentivo: ouvir música faz bem ao coração e afasta uma série de doenças. Para quem aprovou a ideia, tenho outro excelente motivo: em breve vou fazer uma nova lista com opões do gênero!

Top 5 – Filmes que se passam em escolas

Estamos no finalzinho de novembro e muita gente já está (ou está contado os dias para sair) de férias escolares. Contei aqui algumas vezes que eu amava ficar em casa sem fazer nada nos meus primeiros dias de férias, mas depois batia um tédio sem fim. Seja como for, era maravilhoso passar quase três meses inteirinhos longe da escola – e, no meu caso, de matérias que envolviam números, já que nunca fui boa nisso.

Por isso, preparei um Top 5 com sugestões muito bacanas de filmes que retratam bem o ambiente escolar, tanto em colégios quanto em faculdade. Todos envolvem situações e personagens que todas nós encontramos nos nossos primeiros anos de vida: professores carismáticos, amigos pra lá de legais, o cara bonitão, a menina popular que se acha e por aí vai. Dá só uma olhada:

 

Meninas Malvadas

mean-girls-lindsay-lohan_1920x1080_260-hd-1024x576Coloquei este filme em um dos primeiros Top 5 que fiz para o blog – sobre opções para ver com as amigas –, mas é tão clássico que não dá para ficar de fora, concordam? Lançado em 2004, Meninas Malvadas marcou a minha geração (nascida entre o final dos anos 80 e o começo dos anos 90) e mostrou o ambiente escolar de forma cruel, porém verdadeira.

Tudo acontece quando Cady, vivida por Lindsay Lohan quando ainda era saudável, vai morar nos Estados Unidos com os pais e pisa em uma escola pela primeira vez na vida. Lá, conhece as três garotas mais populares (entre elas, nossa musa Regina George) e resolve ficar amiga delas só para descobrir os podres e depois fofocar com o restante da escola. É tão bom que a gente pode ver várias vezes. Aliás, fiquei com vontade de assistir agora!

 

A Escolha Perfeita

escolha-perfeita-02Sabia que muita gente tinha visto e gostado deste filme, mas só fui ver mesmo há alguns meses por pura curiosidade. Tirei férias em maio, fui viajar e lá só se falava da estreia da segunda parte do filme (que eu ainda não consegui ver). Gostei tanto que revi depois com a minha irmã e veria facilmente de novo de tão fofo que é.

Aqui a trama gira em torno de Beca, que entra para a faculdade por obrigação do pai, mas que na verdade queria ser DJ. Com talento para cantar, ela é chamada para fazer parte do grupo The Barden Bellas, que canta músicas acapellas (ou seja, sem instrumento e só no gogó). Até tem uma pegada meio teen, mas é um prato cheio para quem curte música pop. A gente acaba cantando junto com elas, sabe?

 

Clube dos Cinco

cena-de-clube-dos-cinco-do-diretor-john-hughes-1426024202618_956x500Foi justamente por causa de A Escolha Perfeita que eu assisti ao filme Clube dos Cinco, citado frequentemente pelos protagonistas. Clássico dos anos 80, se concentra em cinco adolescentes que precisam passar um sábado inteirinho na detenção da escola por terem se metido em diferentes problemas. Todos se odeiam no começo, mas a situação em que se encontram faz com que revelem segredos e fiquem amigos.

Achei que o filme seria totalmente revelador, mas achei um pouco entediante porque eles ficam quase que o tempo todo dentro da sala de detenção e nada de muito importante acontece. O sucesso se deve em grande parte aos personagens bem característicos, como o bad boy, a patricinha, o atleta, a esquisitona e o nerd. Sabe aquele filme que você tem que assistir pelo menos uma vez na vida? Então!

 

Nunca Fui Beijada

nunca-fui-beijada-filmeAmava tanto este filme na minha adolescência que desmarcava qualquer coisa só para assistir na Sessão da Tarde. Naquela época (e até hoje, se pararmos para pensar), a Drew Barrymore era a rainha das comédias românticas e essa é superfofa porque ela vive uma jornalista que precisa se passar por adolescente e voltar para a escola para descobrir um furo de reportagem.

Esse simples fato faz com que ela reviva seus tempos de aluna e descubra que, assim como a maioria de nós, não tem o menor talento para ser popular. Sem falar que o nome do filme não é em vão, já que ela nunca viveu um romance e agora tem a chance de conquistar vários sonhos. É tão bonitinho, gente! Esse também dá para ver com as amigas – ou até mesmo sozinha – várias e várias vezes…

 

Ela É O Cara

amanda-bynes-e-channing-tatum-em-cena-de-ela-e-o-caraJá era mais velha quando estreou por aqui. Devia ter 18/19 anos, mas parava sempre que via na TV. É uma espécie de remake de Nunca Fui Beijada, só que aqui a mocinha (interpretada pela Amanda Bynes antes dos problemas com as drogas) resolve se passar pelo irmão e entrar na faculdade enquanto ele viaja só para poder jogar no time de futebol.

O filme envolve diversas situações engraçadas e tem um motivo incrivelmente bom para você assistir agora mesmo: o colega de quarto é vivido pelo gatíssimo Channing Tatum (o Magic Mike, gente!!!) bem no comecinho da carreira. Se estiver com preguiça de baixar ou de apelar para o Netflix, experimente zapear pela TV. Vejo passando vira e mexe. Vale muito a pena!

 

Agora é só curtir as férias, preparar a pipoca e selecionar aqueles que mais gostou. E já que ninguém tem hora para acordar, que tal marcar uma festa do pijama e emendar um no outro?

[Especial Halloween] Top 5 – Filmes de terror que marcaram a minha infância

Já contei aqui no blog diversas vezes que sou fã de filmes de terror psicológico, aqueles que exploram os extremos causados pelas nossas próprias loucuras, e fiz até um post com os meus favoritos. Não me lembro, no entanto, de ter dito que também adoro filmes convencionais de terror. Sim, aqueles cheios de sangue, serial killers, mocinhas tontas e sustos – aliás, quanto mais trash, melhor!

Morria de medo quando era pequena e passei noites sem dormir pensando nos “monstros” que via na TV, mas mudei completamente de ideia quando entrei na pré-adolescência. Amava alugar filmes e passar a tarde toda vendo (taí duas coisas que eu morro de saudade: alugar filmes em locadoras + passar horas e horas sem ter nada para fazer).

Tinha verdadeiro PAVOR do Chucky!

Tinha verdadeiro PAVOR do Chucky!

Aproveitei que o Halloween vai ser comemorado neste sábado (31) para relembrar os filmes que mais me marcaram nesta época. Vamos a eles?

 

Pânico

Quando o primeiro filme da trilogia– que teve uma quarta parte lançada há alguns anos, mas que nem conta de tão fraquinha – estreou, eu tinha apenas oito anos. Só de ver a máscara clássica, eu já morria de medo. Ao mesmo tempo, tinha muita curiosidade em saber se era bom. Ou seja, foi um dos primeiros que eu assisti quando passei a ficar viciada em filmes de terror.

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Vi todos na sequência e amei tanto que revia sempre com as amigas. Mesmo sendo fraquinha, a história inspirou muitos longas em que o assassino assustava suas vítimas com telefonemas e escondia sua identidade até os últimos minutos. Ficar na dúvida o filme todo, aliás, era muito legal!

A Hora do Espanto

Lembram quando disse que tinha pavor de filmes de terror quando pequena? Certa vez estava mudando de canal e vi uma cena apavorante de A Hora do Espanto (devia ter uns sete anos). Daí cheguei aos nove e resolvi ver inteirinho com uma amiga. Foram tantos gritos e sustos que eu passei a noite inteira acordada. Fiquei tão traumatizada que tinha calafrios só de pensar no filme.

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Até ele passar no SBT alguns anos mais tarde, eu assistir mais uma vez – com um olho aberto e o outro fechado – e descobrir que é bem tosquinho. Para quem não sabe, o clássico de 30 anos conta a história de um garoto amedrontado pelo vizinho vampiro. Hoje eu digo com toda certeza: é ZERO assustador. Coisas de criança, né?

 

A Casa da Colina

Esse era um dos meus favoritos durante a minha febre de filmes de terror na pré-adolescência e tinha um sabor especial porque começava com algo que eu amo até hoje: montanha-russa. Pois é. A sequência inicial mostrava um cara maluco que inaugurava uma montanha-russa e convidava os jornalistas para darem uma volta, até que o carrinho da frente se soltava propositalmente dos trilhos e todos achavam que iam morrer. Sério, era MUITO legal!

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Daí esse mesmo cara e mais algumas pessoas eram convidadas para passar uma noite em local muito macabro usado como hospício. Não preciso nem dizer que coisas muito estranhas começam a acontecer e ninguém consegue sair da casa (clichê, eu sei). O final é horrível, mas o filme tem cenas que até hoje me deixam com medinho (tipo essa aqui de cima). Ah, a montanha-russa lá do começo é a do Hulk, do parque Islands of Adventure, em Orlando. Na primeira vez em que andei, depois de ver o filme, rolou uma tensão muito gostosa…

 

Premonição

Muita gente não sabe, mas eu morro de medo de avião. Arrisco dizer que é o que eu mais tenho medo na vida. Isso nunca me impediu, no entanto, de ver filmes que retratam desastres aéreos, como acontece na primeira parte de Premonição. O nome não é em vão, já que o protagonista (interpretado pelo Devon Sawa, famoso por participar do filme Gasparzinho e de um clipe do Eminem, além de ser meu crush na adolescência) tem uma visão de que o avião em que está com os colegas de classe cairá.

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Ele e mais algumas pessoas são retiradas da aeronave, até que ele vê tudo se tornar realidade. A partir de então, a morte os persegue um a um. Eu gosto até hoje e vi todas as sequências, sendo que cada uma explora um tipo de desastre diferente, como acidentes de trânsito, em pistas de automobilismo e, o mais legal de todos, em uma montanha-russa (tenho até o DVD desse aqui em casa).

 

Lenda Urbana

Muitas pessoas conhecem o Jared Leto por ser vocalista da banda 30 Seconds to Mars, mas eu o conheço muuuuito antes disso por ter sido o galã de outro filme de terror clássico do fim dos anos 90. Como o próprio diz, a trama girava em torno de uma menina (daquelas bobocas bem típicas dos filmes do gênero, sabe?) que morava em uma cidade assombrava por um assassino que matava suas vítimas de acordo com lendas urbanas.

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O problema é que agora ela é cercada por novos crimes inspirados nos mesmos que aconteceram anos antes. Não tem nada de diferente, mas fez tanto sucesso na época que inspirou uma sequência beeem ruinzinha.

 

Hoje em dia a gente tem noção do quanto esses filmes são fraquinhos, mas eu amava assistir várias e várias vezes. Aliás, estou seriamente pensando em fazer isso agora. Quem apoia?

Top 5 – Filmes na estrada (road movies)

Quem está acostumada a entrar neste blog sabe que eu adoro fazer listas sobre qualquer coisa, principalmente filmes. Uma das marcas registradas deste espaço é o Top 5, em que aponto os melhores longas (na minha opinião, claro) de uma determinada categoria. Consigo assistir a qualquer tipo de história, mas tem uma em especial que me chama atenção logo de cara: filmes passados em estradas.

Sabe aquela história em que o protagonista precisa chegar a uma determinada cidade e, para isso, parte em uma viagem de carro e se mete nas mais diversas confusões ao longo do caminho? É desse tipo de filme que eu gosto, conhecidos como road movies. Sou tão viciada nesses enredos que pensei neste Top 5 há muito tempo, mas só consegui postar agora. Vamos conhecer os eleitos?

 

Férias frustradas

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Não sou muito fã de comédias, mas, quando gosto, gosto MESMO. Se vejo no cinema, saio da sala e já combino de ver de novo com uma amiga. Se assisto em casa, faço de tudo para comprar em DVD. E, sim, dou risada nas mesmas partes SEMPRE e volto para ver de novo. É exatamente o que acontece cada vez que vejo Férias Frustradas. O filme original é de 1983 e fez muito sucesso na Sessão da Tarde e no mundo inteiro, tanto que rendeu três continuações (a última foi lançada recentemente).

A história é simples: uma família que decide cruzar os Estados Unidos de carro durante as férias para ir a um parque temático. O que tem de tão engraçado assim? Tudo! Sério, são tantas confusões que a gente até começa a se identificar. Afinal, quem nunca teve uma viagem que se tornou desastrosa? Fora as discussões que são comuns em qualquer situação familiar. É aquele clássico que a gente precisa ver pelo menos uma vez na vida, sabe?

 

Pequena Miss Sunshine

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Sensação do Oscar de 2007, é outro que se tornou um clássico dos road movies familiares. Neste caso, o motivo da viagem é que Olive, a caçula do clã, foi classificada para um concurso de miss em uma cidade longe. Todos embarcam em uma jornada a bordo de uma kombi amarela – que se tornou um símbolo do filme – e muitas confusões e segredos são revelados no meio do caminho.

A história aqui é uma mistura gostosa de drama e comédia. Têm alguns temas comuns que nos fazem refletir, mas as partes engraçadas são realmente de tirar o fôlego, especialmente o fim (que não vou contar para não perder a graça). O mais bacana é que dá ver com as amigas, o namorado, os pais, sozinha… Diversão pura!

 

Na Natureza Selvagem

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Outro enredo muito comum nos filmes de estrada é o protagonista que decide largar tudo e partir em uma viagem para começar uma nova vida. Um bom (e ótimo) exemplo é Na Natureza Selvagem, em que um jovem recém-formado decide doar todas as suas economias, rompe contato com os pais e sai em uma jornada rumo ao Alasca, onde vive apenas com o básico e necessário.

Além de paisagens maravilhosas, a trilha sonora é marcante e inspiradora com canções de Eddie Vedder, o líder da banda Pearl Jam. Também faz a gente repensar sobre nossos valores, nosso estilo de vida e o que podemos fazer para sermos pessoas melhores. O melhor é que é baseado em uma história real!

 

Quase Famosos

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Como quase todo jornalista, tive meus momentos em que sonhava em trabalhar em veículos de música para entrevistar astros. Para ser sincera, acho que todo mundo já imaginou como seria respirar música 24 horas por dia, certo? Esse foi um dos motivos que fez com que eu me apaixonasse por esse filme, que marcou o início da minha adolescência. Nele, o protagonista é um jovem de 15 anos que consegue um emprego na revista Rolling Stone para acompanhar uma famosa banda dos anos 1970.

Esse grupo parte em sua turnê pelos Estados Unidos e o garoto vai junto, registrando cada momento. Conforme os dias se passam, ele fica mais próximo dos integrantes e, aos poucos, torna-se praticamente um membro do time. O legal aqui é acompanhar um pouco da história do rock da década de 70, pirar com os figurinos e entender mais sobre o universo da música. Ah, essa história foi baseada na vida do próprio diretor, que acompanhou a turnê da banda Led Zeppelin.

 

Um Parto de Viagem

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Outra comédia que mistura Férias Frustradas e Se Beber Não Case, que eu também amo de paixão e que entrou no Top 5 do Dia do Amigo. Aqui a trama gira em torno de um executivo que precisa voltar para casa para acompanhar o nascimento do seu primeiro filho. O problema é que ele se mete em uma confusão com um sujeito pra lá de esquisito (interpretado por Zach Galifianakis, engraçado por natureza) e os dois são expulsos do avião.

Resta, então, uma viagem de carro em que os dois começam se odiando, mas, aos poucos, tornam-se bons amigos. Até lá, passam por situações divertidíssimas e a gente até perde o fôlego de tanto rir. É impossível não rir, sério! Outro que dá para assistir com uma companhia gostosa por perto ou até mesmo sozinha!

 

Quer uma dica? Escolha o filme com base nas cidades retratadas na história. Assim, fica mais fácil programas suas próximas férias e, quem sabe, partir em uma viagem pela estrada!

Top 5: Filmes para comemorar o Dia das Crianças

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Responda rápido: você também era do tipo que ficava ansiosa quando chegava outubro só por conta dos Dia das Crianças? Eu adorava! Era a chance de ganhar um presente (ou melhor, aquele brinquedo que eu tanto queria) em uma época que não era Natal nem meu aniversário. Claro que depois a gente cresce e a vida perde um pouco da magia, mas ainda assim a data é especial porque também comemora o Dia de Nossa Senhora Aparecida, conhecida como a padroeira do Brasil – celebração que rendeu uma palavrinha que a gente tanto ama: FERIADO!

Mas como será que surgiu essa homenagem para as crianças? A verdade é que o Fundo das Nações Unidas estipulou o dia 20 de novembro para celebrar a data, mas cada país acabou escolhendo o dia que achou melhor. No Brasil, a coisa toda aconteceu por volta dos anos 50, quando a Estrela – uma das maiores fábricas de brinquedos da época – lançou uma semana especial de comemorações, que culminou no famoso dia 12 de outubro.

Seja como for, é hora de aproveitar o feriadão prolongado para ficar perto das crianças (filhos, irmãos, primos) e assistir aquele filme especial. Vamos conferir o Top 5?

 

Toy Story 3

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Todos os filmes da franquia Toy Story são lindos, mas por que escolher logo o 3? Porque é aquele em que a gente entende a importância que os brinquedos têm na nossa vida. Chega um momento em que a gente precisa dizer adeus aos bonecos que foram inseparáveis nos nossos primeiros anos. Nesta sequência, Andy ingressou na faculdade e vai morar em outra cidade. Com isso, deve levar apenas o suficiente na bagagem e percebe que não terá espaço para seus brinquedos. Woody, Buzz e todos os outros personagens que a gente ama vão se envolver uma nova aventura pra lá de emocionante (emocionante mesmo viu, gente? Pode até assustar crianças mais novas, então é bom tomar cuidado). Mas é lindo e tem tudo a ver com a data!

 

Os Goonies

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Não me lembro de falar deste filme em outro Top 5 aqui do blog, mas é um clássico dos anos 80 (aliás, amo filmes infantis de aventura dos anos 80) que mora no meu coração até hoje. Uma turma de amigos acostumada a se envolver nas mais perigosas missões encara um novo desafio com tudo que as crianças amam: lugares macabros, piratas, gigantes, vilões caricatos e até um pouquinho de romance. Sabe aquela história que a gente pode ver várias vezes sem enjoar? Aqui está um ótimo exemplo. E o melhor: vale para crianças de qualquer idade, inclusive as mais “grandinhas”.

 

Os Batutinhas

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Acho que também já falei deste filme antes, mas é tão fofo e marcou tanto a minha infância que não tinha como ficar de fora. Sabe aquele período da nossa vida em que a gente odeia os meninos e os meninos nos odeiam? Então, essa é a pegada da história. Os Batutinhas são uma turma de amigos que se reúnem em um clubinho exclusivo para meninos. O problema é que um deles se apaixona por uma garota e passa a ser visto como traidor. O foco é justamente falar sobre o valor da amizade, especialmente com os primeiros amigos que fazemos ao longo da vida. Faz anos desde que assisti pela última vez e acho que está na hora de rever, quem concorda?

 

O Mágico de Oz

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Você certamente já assistiu a história da garota Dorothy ao menos uma vez na vida, certo? O que quase ninguém acredita é que o filme original já tem 76 anos (isso mesmo, SETENTA E SEIS anos). A fórmula para fazer sucesso depois de tanto tempo? Os personagens tão característicos, desde a protagonista e seus sapatos vermelhos brilhantes que fazem qualquer garota pirar, até o trio formado pelo Espantalho, Leão e Homem de Lata, além das bruxas boa e má. Fora o cenário, que é realmente mágico e entrou para a história. Este é outro exemplo que a gente pode ver sem cansar, inclusive entre amigas.

 

Ratatouille

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Em tempos de MasterChef Brasil e outros realities culinários, vale assistir esta animação da Disney/Pixar que não fez tanto sucesso por aqui, mas é uma delicinha. Tudo porque conta a história de um simpático ratinho que sonha em ser chef de cozinha, mas não pode realizar sua vontade porque… bem, porque ele é um rato e ratos não combinam nem um pouco com cozinhas. A solução? Compartilhar seu dom com Linguini, um ajudante atrapalhado que precisa manter seu emprego a qualquer custo. Nasce, então, uma parceria muito gostosa e que dá água na boca. Vale MUITO a pena!

 

Mesmo que você não tenha crianças por perto, que tal escolher a opção que mais gostou e relembrar os tempos de infância? Feliz Dia das Crianças 🙂