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[Especial Retrô] Os melhores filmes de 2015 – Parte 2

Postei ontem aqui a parte 1 da lista com os melhores filmes deste ano e a verdade é que, embora 2015 não tenha sido assim tão rico no quesito cinema, tivemos algumas produções de destaque. Nesta segunda parte, trago algumas opções que concorreram (e até venceram) o Oscar e outras que são sequências de filmes famosos, por isso, merecem uma citação especial:

 

Vingadores (Era de Ultron)

20150304-avengers-2-615x344Olha aqui um exemplo de sequência. Os Vingadores estreou no Brasil em 2012 e eu fui assistir sem esperar muita coisa, mas acabei tão surpreendida que mal podia esperar para ver a tão aguardada sequência. Pois bem, ela chegou em abril e os fãs ficaram enlouquecidos. Teve até uma corrida de rua com o tema dos heróis – eu participei e foi bem legal!

Nesta história, Homem de Ferro, Thor, Hulk, Capitão América, Viúva Negra e Gavião Arqueiro continuam protegendo o mundo de terríveis vilões. Eles tentam inventar um sistema artificial que cuidará da paz mundial, mas a coisa acaba dando errando e origina um perigo daqueles. É bem filme de herói mesmo, com lutas e efeitos especiais, mas é bem feito e prende do início ao fim. Resta saber como será o terceiro filme (quem viu sabe o porquê).

 

Jurassic World

chris-pratt-velociraptor-jurassic-worldOutra boa surpresa de 2015. Morria de medo dos primeiros filmes do Jurassic Park, mas assistia sempre que passava. Só que aí veio o último e eu achei bem ruinzinho, por isso, não esperava muito deste aqui, criado em forma de homenagem pelos mais de 20 anos (sim, amiga, VINTE ANOS) da história original. Entrei no cinema só para agradar minha amiga que queria muito ver, mas a verdade é que eu AMEI!

Isso porque o parque agora funciona como se fosse a Disney e quem visita este blog com frequência sabe que eu sou alucinada em parques temáticos, então o encantamento foi de primeira. Fora que prende mesmo, agarrei a mão da minha amiga em vários momentos de tanto nervoso. E, sim, tem muitas coisas surreais (como a menina correr de salto agulha o filme inteiro), mas fica ótimo se você relevar. Sério, é MUITO bom!

 

Whiplash – Em Busca da Perfeição

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Outra coisa pelo qual eu sou fanática é o Oscar. Tento ver o máximo possível de filmes antes da premiação para comemorar ou odiar cada vencedor. Foi nessa corrida contra o tempo que eu acabei assistindo Whiplash. Sabia que era bom, mas não fazia ideia de como era maravilhoso. Foi tão surpreendente que levou diversas estatuetas, desbancando muitos filmes mais caros.

O longa conta a história de um menino que sonha em se tornar baterista e passa a ter aulas com um professor tirano. Ele é do tipo que exige o máximo possível de seus alunos, ou seja, gosta de vê-los sofrendo, xinga, ofende e acha que é melhor do que todos (na verdade, ele até é). Basicamente é isso: como se superar em quase 120 minutos. Destaco a sequência final, que deixa qualquer pessoa sem fôlego. Sem dúvida, um dos melhores de 2015!

 

Para Sempre Alice

05_dementia2_wOutro grande sucesso do Oscar, que rendeu o prêmio de melhor atriz para a maravilhosa Julianne Moore, é um filme que fala sobre um assunto extremamente atual: o mal de Alzheimer. A diferença aqui é que a doença é explorada quando se manifesta de forma precoce. Resumindo: a personagem do título é uma professora diagnosticada com o problema aos 50 anos, ou seja, no auge de sua vida.

Ao longo da história, percebemos o quanto o Alzheimer é cruel, já que ele faz com que a pessoa perca completamente sua identidade. Alice é bem-sucedida e muito inteligente, mas passa a sofrer por não ser mais capaz de se lembrar de nomes e momentos. Além disso, mostra a dificuldade que os familiares podem ter para lidar com a doença. É aquele filme para pensar, sabem?

 

Um Senhor Estagiário

maxresdefaultEste filme estreou agora no finzinho do ano e está cotado como um dos melhores de 2015. A trama é leve e ideal para qualquer idade e foca principalmente na diferença de gerações. Imaginem o que acontece quando um idoso resolve entrar em uma empresa pra lá de tecnológica que vende roupas pela internet? Claro que ele tem dificuldade para entender a modernidade, mas a diversão é certa!

E a história vai muito além, já que mostra o pré-julgamento que todas nós fazemos, a amizade, os desafios familiares no século 21, o empreendedorismo feminino e por aí vai. Dá para ver sozinha, com as amigas, com o namorado, com os pais e até mesmo com os avós (eu garanto que eles vão amar!). E se ainda não está convencida, o longa conta com a atriz Anne Hathaway. Sim, a nossa amada Princesa Mia – ou, para outras, a jornalista que sofreu nas mãos da terrível Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada.

 

A Teoria de Tudo

bscap0003Outro grande sucesso do Oscar deste ano, mostra a trajetória do físico Stephen Hawking desde os tempos da faculdade, quando começou a fazer suas importantes descobertas (que, para falar a verdade, acho complexas demais e nunca consegui entender muito bem) e se apaixonou por Jane, que mais tarde se tornaria sua esposa.

Ao longo do filme, acompanhamos também o diagnóstico e os avanços da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença degenerativa que lhe tirou os movimentos da fala e de locomoção. Muita gente amou, mas eu achei mais legal por conta da interpretação do ator Eddie Redmayne, que ganhou o Oscar. É um daqueles que a gente precisa ver ao menos uma vez na vida.

 

Star Wars – O Despertar da Força

cena-do-novo-star-wars-episodio-vii---o-despertar-da-forca-do-diretor-j-j-abrams-1450206828523_956x500Quase não deu tempo de incluir este filme nesta lista. Isso porque ele acabou de estrear, mas já está fazendo muito sucesso. Para onde olhamos, há milhares de produtos inspirados na franquia e os fãs se desesperam para garantir um ingresso para a pré-estreia. Depois de dez anos de espera, estava mais do que na hora de saber como a história continuaria.

Vou ser muito sincera: ainda não vi. Até gosto e vi todos os outros filmes, mas não sou tão fanática assim. De qualquer forma, a nova sequência conta com a participação do trio original dos primeiros longas: Harrison Ford, Carrie Fisher e Mark Hamill. A sinopse não foi divulgada, então só resta descobrir esse mistério no cinema.

 

Gostou das indicações? Tem outro filme que você gostou muito neste ano? 🙂

[Especial Retrô] Os melhores filmes de 2015 – Parte 1

 

Este é outro post obrigatório na retrospectiva do blog. Afinal, quem resiste a um bom filme, ainda mais acompanhado de pipoca ou de uma panela de brigadeiro? No quesito cinema, 2015 talvez não tenha sido tão rico quanto o ano passado (fiz algumas pesquisas e a maioria dos que selecionei estrearam em períodos específicos do ano), mas foi surpreendente. Tivemos opções que ninguém esperava nada, mas que se revelaram maravilhosas e outras que não foram assim tão boas como a expectativa. Veja alguns exemplos:

 

Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

birdman1Ouvi falar tão bem deste filme antes de chegar ao Brasil que quase não aguentei de ansiedade. Ele só chegou aqui no finzinho de janeiro, então foi difícil esperar. E aí comecei a ler comentários de gente que não tinha gostado tanto assim. Quem acompanha o blog com frequência sabe que eu AMO quando um assunto divide opiniões porque sinto que preciso ter a minha. Neste caso, fiquei com a galera que curtiu para valer.

A trama gira em torno de um ator em decadência conhecido por interpretar o super-herói Birdman no passado. Agora ele quer dar a volta por cima estreando uma peça na Broadway. Pode até parecer simples, mas é um filme complexo, ou seja, não é fácil de entender em um primeiro momento. Mas fala sobre a boa e velha loucura interior que todos nós temos e eu sou completamente apaixonada por filmes de terror psicológico, então adorei de verdade. E vale lembrar: este filme foi o grande vencedor do Oscar.

 

Relatos Selvagens

erica-rivas-em-cena-de-relatos-selvagens-1413483857763_956x500Por falar em Oscar, outra boa surpresa – que foi indicada na categoria de filme estrangeiro, mas que, infelizmente, não ganhou – foi este longa argentino, sucesso ao redor do mundo. Confesso que vi o trailer algumas vezes, mas não esperava muita coisa nem mesmo quando entrei na sala do cinema ou quando vi a nota altíssima no IMDB. Mas, na real, está na lista dos meus filmes favoritos da vida.

O que ele tem de tão bom? Talvez a proximidade com a realidade. São várias histórias diferentes, mas todas mostram as consequências de momentos de descontrole. Claro que é tudo muito exagerado, especialmente a do casamento, mas chega a ser tão louco que a gente ri de verdade, a ponto de doer a barriga. E pode apostar, é um daqueles que nós podemos ver e rever diversas vezes sem enjoar.

 

Cinderela

cinderelaA Disney está seguindo firme e forte com o seu projeto de filmes live action, que nada mais são do que versões de animações clássicas com atores de carne e osso. Neste ano, a grande aposta foi em Cinderela, uma das princesas mais queridas do mundo. Eu tinha o VHS (sim, nasci muito antes do DVD) quando criança e sabia todas as cenas e falas de cor – aposto que você também.

Ao contrário de Malévola, que apresentou uma nova versão de A Bela Adormecida, este aqui é completamente fiel ao desenho. Temos algumas adaptações, claro, mas tudo lá é igualzinho ao que você já viu. Por mais que a gente saiba que a vida real não é bem assim, é impossível não se emocionar quando a fada madrinha aparece e a protagonista finalmente entra no seu clássico vestido azul, mas com sapatinhos de crital Swarovski (fina, não?). Chorei feito boba!

 

Divertida Mente

Divertida-Mente-PixarPrecisa de um candidato a melhor filme de 2015? Aqui está e arrisco dizer que talvez seja um dos melhores filmes da vida. E o melhor de tudo: a reação do público foi surpreendente. Digo por mim mesma: sabia do que se tratava o filme meses antes e não botei a menor fé. Achei fraquinho, sabem? Mas bastou estrear para arrancar lágrimas e críticas excelentes. Demorei muito para ver, mas valeu cada minuto de espera. É um dos filmes mais lindos que eu já assisti.

Para quem não faz a menor ideia do que estou falando, a história se passa dentro da mente de uma garota de 11 anos, onde tudo é controlado a partir de emoções (alegria, tristeza, medo, raiva e Nojinho). Tem a ver com a construção da personalidade e as lembranças da nossa infância, mas tudo é feito de forma muito inteligente. Já assisti duas vezes e chorei nos mesmos momentos. Estou na torcida pelo Oscar de melhor animação!

 

Que Horas Ela Volta?

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Falando em torcida pelo Oscar, quero muito que o Brasil fique ao menos entre os cinco indicados a melhor filme estrangeiro. É que, desta vez, eu realmente acho que será merecido. Que Horas Ela Volta? é a nossa melhor produção nacional. E sabe o que é mais legal nisso tudo? Não tem tiroteio, favela, gente pelada e outras coisas que estamos acostumadas a ver. É puramente cotidiano, daí a fácil identificação.

A história se passa quase o filme todo em um casarão de uma área nobre de São Paulo, onde é explorada a relação patrões-empregada. Ela cuida da casa enquanto todos estão trabalhando e se torna praticamente uma mãe para o filho da família, mas tudo entra em conflito quando sua filha chega do Nordeste. Aí percebemos que a patroa explora a empregada, não dá o tratamento que ela merece e por aí vai. Ah, e não tem chororô. É tão real que a gente até ri.

 

Minions

cena-de-minions-1435125051296_956x500Fazia dois anos que todas nós aguardávamos ansiosamente por este filme. Sabíamos que as adoráveis criaturinhas amarelas (que aprendemos a amar em Meu Malvado Favorito) teriam uma história própria, então foi uma verdadeira comoção quando ela finalmente chegou por aqui. Os minions estavam em todos lugares, do brinde do Mc Lance Feliz a coleções de roupas. Tanto que muita gente se estressou e passou a postar que não aguentava mais.

Mas e em relação ao filme? Bom, aqui está um exemplo do que falei lá em cima sobre aqueles que prometiam demais. Não que seja ruim, aliás, é uma graça, mas é um pouco cansativo porque eles têm um idioma próprio, então há partes em que não há falas concretas. Para ser sincera, o grande problema de Minions foi Divertida Mente. Eles estrearam praticamente juntos, mas o encanto foi maior com a animação da Pixar – a boa e velha culpa da concorrência.

 

O Pequeno Príncipe

0003Sim, você já sabe a história do aviador que encontra um príncipe no deserto depois que seu avião cai. A diferença aqui é que o enredo clássico ganha outro contexto, já que a trama principal gira em torno de uma menina que precisa passar o verão estudando, mas que se distrai com as histórias de seu vizinho – que, adivinhem só, se apresenta como o tal do aviador.

Os conceitos são os mesmos, mas, quando vimos como adultas, parece que a emoção é maior. Pois é, o filme é feito pra isso mesmo: fazer com que você tire o lencinho da bolsa e se preparar para muitas lágrimas. É bonito, leve e ideal para ver com crianças do lado.

Top 5 – Filmes Musicais

Quando pensei em criar a seção de Top 5 com filmes dos mais variados estilos, logo imaginei um post só com histórias contadas em forma de musical. Muita gente torce a cara e morre de preguiça só de imaginar os atores cantando ao invés de falando, mas eu AMO musicais desde que me entendo por gente (tanto no teatro quanto no cinema). Assisto inúmeras vezes, baixo as músicas, ouço sem parar e ainda tento convencer minhas amigas a verem também.

Comecei a pesquisar algumas opções achando que eu já tinha colocado a maioria em outros posts (tenho por costume tentar não repetir filmes), mas descobri que existem muitos musicais legais para indicar. Juro, minha lista original tinha mais de dez títulos e foi com muita dor no coração que eu acabei deixando alguns de fora. Vamos conhecer os eleitos da vez?

 

Hairspray

54ea7f1c46e1e_-_04-wd0409-hairspray-3Esse filme apareceu em diversas listas que criei para outros Top 5, mas eu não coloquei propositalmente para que pudesse entrar aqui com muito destaque. A história se passa nos anos 60 e gira em torno de Tracy, uma garota que adora dançar e é convidada para participar de um programa de TV que faz muito sucesso.

O que tem de legal? Músicas – que não saem da cabeça por nada –, romance, uma mãe muito fofa (interpretada por John Travolta), penteados e figurinos da era sixties e a desigualdade racial, tema superatual. Pode apertar o play que você vai amar!

 

Mamma Mia!

mammamiaÉ quase impossível encontrar alguém que não conheça pelo menos uma música do ABBA, um dos maiores grupos dos anos 70. Tem gente (tipo eu) que sempre canta Dancing Queen no karaokê. Nada mais natural do que transformar esses hits em uma história teatral que, posteriormente, rendeu um filme tão fofo que a gente não cansa de ver, certo?

Tudo acontece quando Sophie está prestes a se casar e decide que está mais do que na hora de conhecer seu pai. O problema é que a mãe dela se envolveu com três homens no mesmo período e não sabe ao certo de quem engravidou. A confusão rola solta quando eles são convidados para o casamento sem a aprovação da mãe. O mais bacana é que a gente canta junto sem perceber.

 

Across the Universe

2007_across_the_universe_011Segue a mesma linha do Mamma Mia!, mas tem como inspiração as músicas dos Beatles, o que já é um ótimo motivo por si só. O diferencial é que a trama se passa nos mesmos períodos das músicas – entre os anos 60 e 70 –, o que faz com que a gente consiga entender melhor sobre o que eles cantavam.

O tema central é o romance de um jovem inglês com uma moça americana que vê o irmão lutar na Guerra do Vietnã. Muita coisa da época é retratada, como o movimento hippie e a psicodelia característica do grupo. Mas tudo com tanta fofura que a gente baixa as versões musicais do filme assim que ele acaba.

 

Rock of Ages

Outra coisa que eu curto muito em filmes musicais é a mistura de várias canções que possuem um tema em comum. No caso desse aqui, o ponto de ligação é que pertencem à bandas famosas dos anos 70, como Guns n’ Roses, Bon Jovi e Journey. Não ficou animada? Pois eu garanto que você conhece a maioria das músicas e não vai conseguir ficar sem cantar junto.

A história é bem fácil de entender e tem início quando a jovem Sherrie desembarca em Nova York. Ela consegue emprego como garçonete em um bar famoso e conhece Drew, que também trabalha no local. Os dois se apaixonam perdidamente, mas um mal entendido com o astro de rock Stacee Jaxx deixa o relacionamento em crise. E no meio disso tudo, o bar ainda corre o risco de ser fechado. Vi no avião durante uma viagem e amei cada segundo!

 

A Pequena Sereia

maxresdefaultChegamos à cota Disney de todos os Top 5 e essa escolha foi um pouco difícil porque quase todos os filmes da Disney possuem músicas. Tirei os que já tinham saído e fiquei com o que tem as canções que eu mais gosto. Sem falar na Ursula, que é uma das melhores vilãs de todos os tempos. É tão clássico, mas tão clássico, que temos todas as cenas (ou pelo menos quase todas) na cabeça. Para assistir, já combinado?

 

 

Se você ainda está convencida a assistir filmes musicais, aqui vai um incentivo: ouvir música faz bem ao coração e afasta uma série de doenças. Para quem aprovou a ideia, tenho outro excelente motivo: em breve vou fazer uma nova lista com opões do gênero!

Top 5 – Filmes que se passam em escolas

Estamos no finalzinho de novembro e muita gente já está (ou está contado os dias para sair) de férias escolares. Contei aqui algumas vezes que eu amava ficar em casa sem fazer nada nos meus primeiros dias de férias, mas depois batia um tédio sem fim. Seja como for, era maravilhoso passar quase três meses inteirinhos longe da escola – e, no meu caso, de matérias que envolviam números, já que nunca fui boa nisso.

Por isso, preparei um Top 5 com sugestões muito bacanas de filmes que retratam bem o ambiente escolar, tanto em colégios quanto em faculdade. Todos envolvem situações e personagens que todas nós encontramos nos nossos primeiros anos de vida: professores carismáticos, amigos pra lá de legais, o cara bonitão, a menina popular que se acha e por aí vai. Dá só uma olhada:

 

Meninas Malvadas

mean-girls-lindsay-lohan_1920x1080_260-hd-1024x576Coloquei este filme em um dos primeiros Top 5 que fiz para o blog – sobre opções para ver com as amigas –, mas é tão clássico que não dá para ficar de fora, concordam? Lançado em 2004, Meninas Malvadas marcou a minha geração (nascida entre o final dos anos 80 e o começo dos anos 90) e mostrou o ambiente escolar de forma cruel, porém verdadeira.

Tudo acontece quando Cady, vivida por Lindsay Lohan quando ainda era saudável, vai morar nos Estados Unidos com os pais e pisa em uma escola pela primeira vez na vida. Lá, conhece as três garotas mais populares (entre elas, nossa musa Regina George) e resolve ficar amiga delas só para descobrir os podres e depois fofocar com o restante da escola. É tão bom que a gente pode ver várias vezes. Aliás, fiquei com vontade de assistir agora!

 

A Escolha Perfeita

escolha-perfeita-02Sabia que muita gente tinha visto e gostado deste filme, mas só fui ver mesmo há alguns meses por pura curiosidade. Tirei férias em maio, fui viajar e lá só se falava da estreia da segunda parte do filme (que eu ainda não consegui ver). Gostei tanto que revi depois com a minha irmã e veria facilmente de novo de tão fofo que é.

Aqui a trama gira em torno de Beca, que entra para a faculdade por obrigação do pai, mas que na verdade queria ser DJ. Com talento para cantar, ela é chamada para fazer parte do grupo The Barden Bellas, que canta músicas acapellas (ou seja, sem instrumento e só no gogó). Até tem uma pegada meio teen, mas é um prato cheio para quem curte música pop. A gente acaba cantando junto com elas, sabe?

 

Clube dos Cinco

cena-de-clube-dos-cinco-do-diretor-john-hughes-1426024202618_956x500Foi justamente por causa de A Escolha Perfeita que eu assisti ao filme Clube dos Cinco, citado frequentemente pelos protagonistas. Clássico dos anos 80, se concentra em cinco adolescentes que precisam passar um sábado inteirinho na detenção da escola por terem se metido em diferentes problemas. Todos se odeiam no começo, mas a situação em que se encontram faz com que revelem segredos e fiquem amigos.

Achei que o filme seria totalmente revelador, mas achei um pouco entediante porque eles ficam quase que o tempo todo dentro da sala de detenção e nada de muito importante acontece. O sucesso se deve em grande parte aos personagens bem característicos, como o bad boy, a patricinha, o atleta, a esquisitona e o nerd. Sabe aquele filme que você tem que assistir pelo menos uma vez na vida? Então!

 

Nunca Fui Beijada

nunca-fui-beijada-filmeAmava tanto este filme na minha adolescência que desmarcava qualquer coisa só para assistir na Sessão da Tarde. Naquela época (e até hoje, se pararmos para pensar), a Drew Barrymore era a rainha das comédias românticas e essa é superfofa porque ela vive uma jornalista que precisa se passar por adolescente e voltar para a escola para descobrir um furo de reportagem.

Esse simples fato faz com que ela reviva seus tempos de aluna e descubra que, assim como a maioria de nós, não tem o menor talento para ser popular. Sem falar que o nome do filme não é em vão, já que ela nunca viveu um romance e agora tem a chance de conquistar vários sonhos. É tão bonitinho, gente! Esse também dá para ver com as amigas – ou até mesmo sozinha – várias e várias vezes…

 

Ela É O Cara

amanda-bynes-e-channing-tatum-em-cena-de-ela-e-o-caraJá era mais velha quando estreou por aqui. Devia ter 18/19 anos, mas parava sempre que via na TV. É uma espécie de remake de Nunca Fui Beijada, só que aqui a mocinha (interpretada pela Amanda Bynes antes dos problemas com as drogas) resolve se passar pelo irmão e entrar na faculdade enquanto ele viaja só para poder jogar no time de futebol.

O filme envolve diversas situações engraçadas e tem um motivo incrivelmente bom para você assistir agora mesmo: o colega de quarto é vivido pelo gatíssimo Channing Tatum (o Magic Mike, gente!!!) bem no comecinho da carreira. Se estiver com preguiça de baixar ou de apelar para o Netflix, experimente zapear pela TV. Vejo passando vira e mexe. Vale muito a pena!

 

Agora é só curtir as férias, preparar a pipoca e selecionar aqueles que mais gostou. E já que ninguém tem hora para acordar, que tal marcar uma festa do pijama e emendar um no outro?

[Especial Halloween] Top 5 – Filmes de terror que marcaram a minha infância

Já contei aqui no blog diversas vezes que sou fã de filmes de terror psicológico, aqueles que exploram os extremos causados pelas nossas próprias loucuras, e fiz até um post com os meus favoritos. Não me lembro, no entanto, de ter dito que também adoro filmes convencionais de terror. Sim, aqueles cheios de sangue, serial killers, mocinhas tontas e sustos – aliás, quanto mais trash, melhor!

Morria de medo quando era pequena e passei noites sem dormir pensando nos “monstros” que via na TV, mas mudei completamente de ideia quando entrei na pré-adolescência. Amava alugar filmes e passar a tarde toda vendo (taí duas coisas que eu morro de saudade: alugar filmes em locadoras + passar horas e horas sem ter nada para fazer).

Tinha verdadeiro PAVOR do Chucky!

Tinha verdadeiro PAVOR do Chucky!

Aproveitei que o Halloween vai ser comemorado neste sábado (31) para relembrar os filmes que mais me marcaram nesta época. Vamos a eles?

 

Pânico

Quando o primeiro filme da trilogia– que teve uma quarta parte lançada há alguns anos, mas que nem conta de tão fraquinha – estreou, eu tinha apenas oito anos. Só de ver a máscara clássica, eu já morria de medo. Ao mesmo tempo, tinha muita curiosidade em saber se era bom. Ou seja, foi um dos primeiros que eu assisti quando passei a ficar viciada em filmes de terror.

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Vi todos na sequência e amei tanto que revia sempre com as amigas. Mesmo sendo fraquinha, a história inspirou muitos longas em que o assassino assustava suas vítimas com telefonemas e escondia sua identidade até os últimos minutos. Ficar na dúvida o filme todo, aliás, era muito legal!

A Hora do Espanto

Lembram quando disse que tinha pavor de filmes de terror quando pequena? Certa vez estava mudando de canal e vi uma cena apavorante de A Hora do Espanto (devia ter uns sete anos). Daí cheguei aos nove e resolvi ver inteirinho com uma amiga. Foram tantos gritos e sustos que eu passei a noite inteira acordada. Fiquei tão traumatizada que tinha calafrios só de pensar no filme.

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Até ele passar no SBT alguns anos mais tarde, eu assistir mais uma vez – com um olho aberto e o outro fechado – e descobrir que é bem tosquinho. Para quem não sabe, o clássico de 30 anos conta a história de um garoto amedrontado pelo vizinho vampiro. Hoje eu digo com toda certeza: é ZERO assustador. Coisas de criança, né?

 

A Casa da Colina

Esse era um dos meus favoritos durante a minha febre de filmes de terror na pré-adolescência e tinha um sabor especial porque começava com algo que eu amo até hoje: montanha-russa. Pois é. A sequência inicial mostrava um cara maluco que inaugurava uma montanha-russa e convidava os jornalistas para darem uma volta, até que o carrinho da frente se soltava propositalmente dos trilhos e todos achavam que iam morrer. Sério, era MUITO legal!

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Daí esse mesmo cara e mais algumas pessoas eram convidadas para passar uma noite em local muito macabro usado como hospício. Não preciso nem dizer que coisas muito estranhas começam a acontecer e ninguém consegue sair da casa (clichê, eu sei). O final é horrível, mas o filme tem cenas que até hoje me deixam com medinho (tipo essa aqui de cima). Ah, a montanha-russa lá do começo é a do Hulk, do parque Islands of Adventure, em Orlando. Na primeira vez em que andei, depois de ver o filme, rolou uma tensão muito gostosa…

 

Premonição

Muita gente não sabe, mas eu morro de medo de avião. Arrisco dizer que é o que eu mais tenho medo na vida. Isso nunca me impediu, no entanto, de ver filmes que retratam desastres aéreos, como acontece na primeira parte de Premonição. O nome não é em vão, já que o protagonista (interpretado pelo Devon Sawa, famoso por participar do filme Gasparzinho e de um clipe do Eminem, além de ser meu crush na adolescência) tem uma visão de que o avião em que está com os colegas de classe cairá.

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Ele e mais algumas pessoas são retiradas da aeronave, até que ele vê tudo se tornar realidade. A partir de então, a morte os persegue um a um. Eu gosto até hoje e vi todas as sequências, sendo que cada uma explora um tipo de desastre diferente, como acidentes de trânsito, em pistas de automobilismo e, o mais legal de todos, em uma montanha-russa (tenho até o DVD desse aqui em casa).

 

Lenda Urbana

Muitas pessoas conhecem o Jared Leto por ser vocalista da banda 30 Seconds to Mars, mas eu o conheço muuuuito antes disso por ter sido o galã de outro filme de terror clássico do fim dos anos 90. Como o próprio diz, a trama girava em torno de uma menina (daquelas bobocas bem típicas dos filmes do gênero, sabe?) que morava em uma cidade assombrava por um assassino que matava suas vítimas de acordo com lendas urbanas.

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O problema é que agora ela é cercada por novos crimes inspirados nos mesmos que aconteceram anos antes. Não tem nada de diferente, mas fez tanto sucesso na época que inspirou uma sequência beeem ruinzinha.

 

Hoje em dia a gente tem noção do quanto esses filmes são fraquinhos, mas eu amava assistir várias e várias vezes. Aliás, estou seriamente pensando em fazer isso agora. Quem apoia?