Posts em destaque

Próximos livros que serão adaptados para o cinema

Alguém aí já reparou na quantidade de livros que viram filmes? Só em 2014, vários foram adaptados, como “A Menina que Roubava Livros”, “Divergente” e “A Culpa é das  Estrelas”. No entanto, engana-se quem pensa que levar as obras para o cinema é uma inciativa nova. Os primeiros filmes originados de livro surgiram (acredite!) nos primeiros anos do século XX. E olha só que coisa boa: a proposta é investir ainda mais nesse tipo de produção. Veja a seguir o que vem por aí:

“Como Eu Era Antes de Você”

como eu

Sem dúvida, esse é o livro mais lindo que eu já li na vida. E não foi só comigo, viu? A história escrita por Jojo Moyes encantou tanta gente que a MGM logo se encarregou de comprar os direitos da obra. O enredo gira em torno de Louisa, uma jovem sem muitas ambições que perde o emprego e passa a trabalhar como cuidadora de Will, um tetraplégico milionário. Sem ter nada em comum, os dois não se dão bem no começo, mas, aos poucos, percebem que estão profundamente ligados. Precisa de mais um motivo para morrer de ansiedade? Então aí vai: os roteiristas serão Scott Neustadter e Michael H. Weber (sim, os mesmos “500 Dias com Ela” e “A Culpa é das Estrelas”). Ainda não tem previsão de lançamento, mas já consigo imaginar muitas lágrimas por aí.

 “O Melhor de Mim” e “Uma Longa Jornada”

Sem título

Já virou tradição ver um livro do Nicholas Spark adaptado para o cinema. Os próximos da lista são “O Melhor de Mim”, que estreia em outubro nos Estados Unidos, e “Uma Longa Jornada”, ainda em fase de produção. Apesar de achar todos os livros dele iguais, eu gostei muito do primeiro, principalmente do final. Um dos fatores positivos foi a escolha do James Marsden, que combinou muito com o protagonista. O trailer já está disponível e você pode ver clicando aqui. Já “Uma Longa Jornada” tem ritmo um pouco mais lento e fala sobre duas histórias de amor paralelamente. O que se sabe é que Scott Eastwood, filho de Clint Eastwood, viverá o caubói-suspiro Luke e que a previsão de estreia é em abril de 2015. Só nos resta aguardar!

“A Maldição do Tigre”

AMaldicaodoTigre_capa

Confesso que eu ainda não li a série escrita por Colleen Houck, mas conheço muita gente que adorou! No início deste ano, a própria autora confirmou que a Paramount Pictures comprou os direitos da obra e, em breve, vai começar a produção dos filmes. Depois de perder os pais, a jovem Kelsey Hayes é contratada por um circo e fica encantada com a principal atração do espaço, um lindo tigre branco com olhos azuis. O que ela não sabe é que o animal é na verdade um príncipe indiano amaldiçoado a viver naquele corpo. A primeira parte da saga deve sair ainda no primeiro semestre de 2015 e promete ser um sucesso.

“Garota Exemplar”

gone-girl

Mais um que está na minha lista de não lidos, mas que me deu vontade, especialmente depois de ver o trailer na semana passada. Ao contrário dos outros, que são romances, esse tem uma proposta que mistura thriller com policial. A história desenvolvida por Gillian Flynn começa com o desaparecimento de Amy na manhã em que faria aniversário de casamento. A partir daí, o marido se torna o suspeito número um e ele precisa descobrir o que de fato aconteceu para provar sua inocência. Pelo que vi, parece ser bom! A direção é de David Fincher (que esteve por trás de sucessos como “A Rede Social”) e o protagonista vai ser vivido por ninguém mais, ninguém menos que Ben Affleck. Parte boa: deve estrear em outubro. Oba!

“50 Tons de Cinza”

untitled

Como jornalista, sou obrigada a dizer que esse livro é um dos mais mal escritos da história. Com todo o alvoroço da época em cima dessa trilogia, resolvi ler e bom… apesar dos personagens serem fracos, o enredo bobo e a proposta nada inovadora, o primeiro volume até passa, mas os outros são péssimos, de verdade. Só que nessa altura do campeonato, a E. L. James já está podre de rica e, sim, verá sua obra ir para as telonas. Já vi algumas fotos e sinceramente não sei se gostei muito dos protagonistas. Mas é bem provável que eu assista só por curiosidade. Para quem ficou na curiosidade, o filme estreia no início de 2015.

Os cinco figurinos mais marcantes do cinema

Eba, chegou o final de semana!  Mesmo em época de Copa do Mundo, vale a pena aproveitar o tempo livre para ver um filme. Se já está pensando em pensando em pegar o carro e enfrentar o auê para achar uma vaga no estacionamento do shopping, pode começar a se acalmar! Isso mesmo! A ideia é escolher um clássico (sim, aquele que você já viu um milhão de vezes) e assistir novamente, mas prestando atenção no figurino. Afinal, as peças usadas podem dizer muito sobre os longas. Quer ver só?

Grease

image (2)

Tem estilo mais fofo e bacana do que o dos anos 1960? Calças cigarrette, saias rodadas e de cintura alta, jaquetas colegiais, calças de couro… Pois é, dá para perceber a importância dessa década, já que nós usamos muitas das peças até hoje. E o figurino do filme, assinado por Albert Wolsky, é responsável por facilitar a compreensão do enredo. Isso porque a história se passa em uma escola, onde existe a turma de roqueiros e rebeldes que abusam do preto e das roupas coladas, e das mocinhas, que preferem cores delicadas em tons pastel. Essa diferença também é notável no casal principal, já que a protagonista é toda certinha, enquanto o galã segue uma linha mais ousada. Vamos combinar que essa é uma dupla mais queridas da telona, não é?

Titanic

image (3)

Ok, o filme pode não ser grande coisa, mas fez muito sucesso, vai? E, por mais que a Rose tenha sido egoísta por não dividir a maldita da porta com o Jack, ela tinha um closet invejável. É praticamente impossível escolher qual vestido é mais bonito – até aquele mais simples que ela usa na hora do naufrágio é bonito. Mas o mais famoso é o da cena do jantar de gala. Criação da figurinista Deborah L. Scott, a peça é bordô com camadas de chiffon bordado. É justamente nesse momento do filme que nós percebemos um dado histórico muito importante: a diferença entre as classes sociais. Enquanto a riqueza usava tecidos finos e ocupava a primeira classe do navio, os mais humildes tinham poucas peças de roupa e ficavam na parte mais zoneada (que, por sinal, é a mais legal!)

Cisne Negro

image (5)

Eu, particularmente, gosto muito desses filmes sombrios que mexem com o psicológico. Mas entendo que muita gente pode não entendido a pegada desse longa. Seja qual for a sua opinião, o importante é a transformação da protagonista (aliás, Natalie querida, você arrasou na atuação) e isso fica muito claro na última parte do filme. No início, Nina é uma jovem bailarina infantilizada pela mãe que sofre ao ganhar o papel principal do próximo baile da companhia em que trabalha. O problema é que, para se tornar o verdadeiro cisne negro, ela precisa ter mais poder, maturidade e sensualidade. Durante a apresentação, podemos perceber claramente a superação. Ela deixa a fantasia branca e delicada para aparecer com uma roupa preta linda e chique feita por Amy Westcott e que ficou ainda mais ousada com aquela maquiagem um pouco tenebrosa. O filme já tem três anos, mas ainda tem gente que escolhe essa produção para festas a fantasia. Superaprovado!

Noivo neurótico, noiva nervosa

image (4)

Você certamente já leu por aí que o estilo boyfriend está em alta. Se a ideia lhe agrada, mas você não tem em quem se inspirar, vale muito a pena conferir o guarda-roupa de Annie Hall, interpretada por Diane Keaton. Na época em que o filme foi feito, no final dos anos 1970, as mulheres não sabiam muito bem como mesclar peças masculinas com femininas. Até que vem a figurinista Ruth Morley para provar que nós podemos ficar lindas com coletes, calças mais largas e blazers sem cintura marcada. Tanto é que a própria Diane é adepta desse estilo até hoje. O longa é bem legal e fala dos dilemas de um relacionamento, que continuam os mesmos. Caiu tanto nas graças do público que venceu o Oscar de melhor filme em 1978.

O Mágico de Oz

image (1)

Quem nunca se apaixonou pelo vestido azul e branco da Dorothy e os famosos sapatinhos vermelhos? Pois é, o figurinista Adrian Greenburg  foi responsável por criar essa produção clássica que foi leiloada recentemente. Mas, além da mocinha, nós também somos surpreendidas pelo visual rosa bolo de Glinda, a bruxa boa. Sem falar nos queridos homem de lata, leão e espantalho – todos possuem roupas ricas em detalhes. A proposta era justamente essa. O filme, lançado em 1939, foi um dos primeiros a serem produzidos em cores e elas só aparecem quando embarcamos nesse mundo de fantasia (antes disso, Dorothy é mostrada em preto e branco na fazenda em que vive). Por isso, a ideia é impactar e abusar de tons quentes e alegres – vide a famosa estrada de tijolinhos amarelos. E aí, ficou com vontade rever? Eu também!

As Melhores Adaptações de Livros Para o Cinema

A Culpa é das estrelas

É hoje! Finalmente poderemos conferir o filme baseado no livro “A Culpa é das Estrelas”, John Green. Quem já viu em pré-estreias garante que o longa é extremamente fiel à obra e que o número de lágrimas derramadas é tão grande quanto (sim, você vai precisar de um lencinho para ir ao cinema). Para quem não conhece, a história fala sobre uma paciente terminal de câncer que se apaixona por um menino que também está doente. Juntos, eles decidem aproveitar o tempo de vida que ainda têm da melhor forma. Enquanto você corre para garantir o seu ingresso (dica: compre com antecedência), confira outras adaptações que são melhores do que os livros.

O Diário de Uma Paixão (The Notebook)

The notebook

Qualquer livro do Nicholas Sparks é fofo, mas esse é especial. Talvez pelo fato de ser narrado na visão do homem, o que normalmente não acontece, ou por mostrar que, sim, é possível ter um único amor a vida toda. Embora a obra seja linda, o filme é muito melhor! Normalmente as adaptações de livros do Nicholas não são muito boas, mas essa complementa as informações escritas. Isso porque no livro, a história se passa depois que o casal principal se conheceu e se separou. Mas, no filme, sabemos o que de fato aconteceu quando os dois eram mais novos e se apaixonaram. E vamos confessar que a química entre o Ryan Gosling e a Rachel McAdams fez toda a diferença. Até as brigas entre os dois são legais – no livro, o negócio é meio parado, sabe?

O Diabo Veste Prada (Devils Wear Prada)

O diabo veste

Na maioria das vezes, a gente lê o livro para depois ver o filme, não é? Mas, no caso de “O Diabo Veste Prada”, a situação se inverteu e muita gente assistiu primeiro o longa. São vários pontos positivos: quem faz a personagem principal é a Anne Hathaway e eu já disse aqui o quanto eu gosto dela, a vilã Miranda Priestly fica ainda mais incrível na pele de Meryl Streep e a trilha sonora é muito boa! (Tem U2, Madonna, Alanis Morissette e muito mais!). É uma ótima pedida para quem gosta de moda ou quem é jornalista – afinal, a história se passa em uma revista conceituada. Ou até mesmo para quem já teve um(a) chefe terrível. Vale muito a pena, de verdade! Sobre o livro: eu comprei assim que lançou e tentei ler por duas vezes, mas achei bem chato e não consegui passar da página 50.

Água Para Elefantes (Water For Elephants)

água para elefantes

Sou daquelas que assiste o filme só por causa do trailer. E eu lembro que decidi assistir “Água para Elefantes” só porque o trailer era lindo, cheio de efeitos e parecia ser bom. O livro saiu algumas semanas antes da estreia, então eu comprei logo e li rapidinho. Tanto o livro como o filme são difíceis e não é tão fácil compreender a história, mas é bem bonito, principalmente para quem gosta de animais. O livro é mais completo, mas também é mais parado. Em compensação, o filme pode parecer cansativo mas tem um vilão muito melhor do que o da obra. No fim, acho que entra na categoria “leia antes de assistir”.

127 Horas (127 Hours)

127

Ok, não é romance, não é fofo, não tem beijo, mas vale mesmo assim! Imagine uma história de mais de 200 páginas onde um homem conta sua experiência dos cinco dias em que ficou com o braço preso em uma fenda. Pois é, essa história é real e aconteceu com o alpinista Aaron Rolston. Tanto o livro  quanto o filme começam igual: mostram o espírito aventureiro da Aaron e as horas que antecederam o acidente. A partir daí, vira um tédio. No livro, ele recorre a episódios do passado enquanto fala da dor e da luta pela sobrevivência enquanto tenta se soltar da fenda. Mas no filme, temos o James Franco, que consegue segurar o filme sozinho. Ele brinca, chora, sorri e faz com que a gente sofra junto com ele no final (não vou contar para não prejudicar quem ainda não viu). O livro é muito parado e eu demorei muito para terminar, mas só fui até o final porque eu gostei MUITO do filme. Até hoje não me conformo por não terem dado o Oscar para o James Franco. Ele super mereceu!

Top 5: Filmes para ver com as amigas

Já tem planos para o final de semana? Que tal marcar uma festa do pijama com as suas melhores amigas? Além da pizza e do brigadeiro, um item que não pode faltar é o filme de menininha. Sim, aqueles que nós já vimos váááárias vezes, mas que veríamos de novo sem o menor problema! Vale selecionar aqueles que vocês adoram ou escolher um clássico. Seja qual for sua decisão, segue uma listinha com algumas sugestões:

Meninas Malvadas

image

O mais conhecido filme de garotas adolescentes nunca sai de moda. São vários motivos: 1) A Lindsay Lohan ainda era uma menina fofa e educada que fazia os filmes mais bonitinhos da época (Vide “Sorte no Amor” e “Sexta-feira Muito Louca”) e tinha um cabelo lindo e desejado por todas 2) Oportunidade única de ver atrizes que hoje são consagradas, como Rachel McAdams e Amanda Seyfried, em seus primeiros papeis no cinema – e vamos combinar que elas mandaram muito bem! 3) Apesar de ser um pouco exagerado, mostra situações vividas por todas nós na época do colégio. 4) Recentemente, “Meninas Malvadas” completou dez anos (sim, também fiquei chocada quando descobri) e várias pessoas ao redor do mundo aproveitaram para sair por aí com roupas rosas, em uma referência à frase On Wednesdays we wear pink. Então, aproveite o clima, peça para as amigas usarem looks da mesma cor e aperte o play.

As Patricinhas de Beverly Hills

image

Considerado um antecessor de “Meninas Malvadas”, foi um sucesso nos anos 90 e deu origem a livros e séries de TV. Mostra o cotidiano de uma típica patricinha – não preciso nem lembrar que a Alicia Silverstone era a queridinha da época – que decide mudar de comportamento ao se apaixonar por um rapaz mais velho que não liga para compras e conversas fúteis. É uma graça e conta com closets incríveis, passeios no shopping e confidências entre amigas (tudo que a gente gosta, não é mesmo?). Sem falar que dá para ver a atriz Brittany Murphy, morta em 2009, no primeiro papel: a novata Tai, que chega de outra cidade e precisa se adaptar ao estilo das outras garotas para fazer parte desse universo tão invejável.

Ele Não Está Tão A Fim De Você

image

Eu, particularmente, adoro esses filmes que trazem várias histórias ao mesmo tempo e contam com elenco cheio de astros. Esse talvez seja o meu preferido do gênero. É simples dizer o porquê: é impossível não se identificar com pelo menos um dos casos retratados. Tem a menina que vive ao lado do telefone esperando a ligação do cara da noite anterior, a que namora há anos e não vê a hora de casar, a que se envolve com um homem casado e a esposa traída. Dá para rir, sorrir e chorar em vários momentos. A produção foi baseada no livro homônimo, mas não é preciso ler a obra para entender o longa. Um clássico que vale muito a pena ser visto ao lado das amigas. Eu recomendo!

O Diário da Princesa

image

Esse filme marcou a minha adolescência, principalmente porque me fez ler a minha série favorita de livros (morro de saudade dos personagens até hoje). Quem não leu, consegue entender e se divertir da mesma forma com a história de Mia, que descobre ser uma princesa aos 14 anos. Completamente desajeitada, precisa passar por aulas de etiqueta com a avó para se adequar à realeza. Além de fazer uma referência ao mundo de contos de fada, tão sonhado por meninas, discute a importância da verdadeira amizade e do primeiro amor. A trilha sonora é bem fofa e tem participação da atriz Mandy Moore, que interpreta a popular Lana. Eu amo e posso ver várias vezes sem enjoar (o primeiro, porque o segundo é fraquinho e não tem nada a ver com os livros).

Encantada

image

Outro que eu já perdi a conta de quantas vezes vi. A produção da Disney de 2007 foi pioneira ao misturar desenho animado com longa metragem. Na história, a jovem Giselle é amaldiçoada pela rainha no dia de seu casamento com o príncipe do reino e  passa a viver em Nova York com a ajuda do procurador de divórcios Robert. Sem saber como se adaptar ao mundo real, protagoniza cenas hilárias. Uma delas é a presença de pombos, ratos e baratas que a ajudam a limpar a casa, ao invés de esquilos, coelhos e outros amigos da floresta. Outra que eu adoro é a que todos cantam e dançam no Central Park (a música foi até indicada ao Oscar). Tenho um carinho enorme pela Amy Adams desde então. Fofíssimo!

Desenhos da Disney que viraram filmes

maleficent

Um dos filmes mais aguardados de 2014, “Malévola” é uma produção da Walt Disney Pictures com estreia marcada para o final do mês de maio. A obra é baseada no clássico desenho “A Bela Adormecida”, de 1959, e conta a história da vilã mais poderosa dos contos de fada (que, aliás, ficou ainda mais luxuosa na interpretação de Angelina Jolie) antes de amaldiçoar a princesa Aurora. Confesso que eu não vejo a hora de ver. Se você também está na expectativa, que tal tornar essa espera mais gostosa assistindo a outros filmes que foram adaptados de animações da Disney? É só escolher uma das opções abaixo:

Alice no país das maravilhas

alice_in_wonderland

Mesmo sem fazer parte do time de princesas da Disney, a história da garotinha curiosa é um verdadeiro clássico. O desenho de 1951, baseado no livro de Lewis Carroll, ganhou adaptação em 2010 e foi dirigido por Tim Burton, conhecido pelos filmes de fantasia, como “Edward, Mãos de Tesoura” e “O Estranho Mundo de Jack”. Na nova versão, que se passa 13 anos depois da aventura original, Alice está com 19 anos e embarca novamente no mundo das maravilhas depois de fugir de uma proposta de casamento e reencontra personagens como Coelho Branco, Gato Risonho, Rainha de Copas e Chapeleiro Maluco (vivido por Johnny Depp). Apesar de a crítica ser mista, a produção venceu em duas categorias do Oscar de 2011 – melhor direção de arte e melhor figurino – e é a 15ª maior bilheteria da história do cinema.

Cinderela

cinderela

A gata borralheira é tão querida por crianças e adultos que ganhou duas adaptações para o cinema. Em “Para Sempre Cinderela”, a atriz Drew Barrymore dá vida a jovem órfã criada pela madrasta, interpretada por Anjelica Houston. O filme foi lançado em 1998 e virou um clássico dos romances, daqueles que a gente pode ver várias vezes sem enjoar. Em 2005, foi a vez de “A Nova Cinderela” ganhar os holofotes. Como o próprio nome diz, a proposta foi criar uma versão moderna do conto. Nele, a protagonista (vivida pela então queridinha da época Hilary Duff) conhece o príncipe encantado pela internet e marca um encontro com ele em um baile, mas se surpreende ao descobrir que ele é o garoto mais popular da escola. Ela decide fugir, mas acaba perdendo o celular (ao invés do famoso sapatinho de cristal). É tão fofo quanto, vale a pena!

Branca de Neve

10-Espelho-Espelho-meu-vs-Branca-de-neve-e-o-Caçador

Quem nunca assistiu o desenho da princesa que foge, acaba abrigada por simpáticos anões e é dada como morta após dar uma mordida em uma maçã envenenada pela própria madrasta? Pois é, todas nós. Mas o curioso é que o desenho é considerado o primeiro membro da franquia Disney Princesas, já que a produção foi feita em 1937. Nada melhor do que homenagear o clássico com dois filmes lançados em 2012. “Espelho, Espelho Meu” é uma versão mais light em que a comédia ganha força e agrada principalmente as crianças, que se encantam com os vestidos usados pela Rainha Má de Julia Roberts. Já “Branca de Neve e o Caçador” é um pouco mais sombrio e mostra a princesa (vamos deixar de lado a interpretação de Kristen Stewart, ok?) decidida e enfrentar uma guerra para ter o comando do reino de volta.

A Bela e a Fera

bela

Lançado em 1991, é um dos filmes da Disney que mais coleciona prêmios. E vamos concordar: é uma fofura, não é? Só que a história original, escrita pelos irmãos Grimm, não é tão bonitinha assim. A fera é, na verdade, um monstro terrível e não há nenhuma citação de criaturas mágicas no castelo (poxa, só porque a gente gosta tanto do Lumière). Sendo assim, as produções cinematográficas do conto possuem foco maior no terror. Em 1987, antes mesmo de o desenho estrear, houve o lançamento de uma versão musical em que a jovem Bela sonha com um príncipe perdido que pede sua ajuda. O que ela não imagina é que o moço foi transformado em uma criatura horrível que aprisionou seu pai. Há um longa francês, com previsão para outubro deste ano, que também foi baseado na obra. No novo filme, a família de Bela se muda para o campo e o pai dela vira refém da Fera depois de roubar uma rosa do jardim do castelo.

Pocahontas

5601887486113

Uma das memórias mais gostosas que eu tenho da minha infância foi no ano de 1995, quando eu esperei ansiosamente pela estreia do filme da indiazinha. De fato, foi uma produção gigantesca que rendeu o Oscar de melhor canção original por “Colors of the Wind”. Dez anos mais tarde, o filme “O Novo Mundo”, com Colin Farrell no papel de John Smith, foi levado às telonas. Diferentemente do desenho animado, que foca mais na natureza, o longa tem abordagem maior nas dificuldades enfrentadas pelos ingleses ao tentar conquistar a América do Norte, mas não deixa de apostar no romance entre o soldado e a filha do chefe da tribo. Prepare a pipoca e não marque mais nada ao longo do dia, pois o filme tem quase duas horas e meia de duração. Mas é uma boa opção para quem é fã das histórias da Disney.

Peter Pan

Peter Pan

Não são só as garotas dos contos de fada que ganharam adaptações. O mais ilustre morador da Terra do Nunca também foi levado ao cinema duas vezes depois do desenho, lançado em 1953. Clássico dos filmes de aventura, “Hook – A Volta do Capitão Gancho” é uma produção de 1991 que mostra a vida de Peter Pan depois de velho (sim, ele cresceu). Vivido por Robin Williams, o agora advogado recebe a ajuda da Sininho de Julia Roberts (olha ela aí de novo, gente!) para salvar os filhos, que foram sequestrados pelo Capitão Gancho. Em 2003, foi lançada uma versão mais fiel à história da Disney e cheia de efeitos especiais que agradou a crítica.

Se você gostou da ideia, pode ficar ainda mais feliz! A lista de filmes adaptados de desenhos da Disney não para por aqui. Tem 101 Dálmatas, Pinóquio, Aladdin, Robin Hood e muito mais! Resta saber qual vai ser a próxima aposta.