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Testei: Linha Liso Leve and Solto – Lola Cosmetics

 

Olá, pessoal! Quem é ligado em novidades de cabelos sabe que, ultimamente, a gente viveu um boom de produtos para cabelos cacheados. Foi maravilhoso porque ajudou muitas mulheres a assumirem seus cachos, mas acabou abrindo uma lacuna para quem tem cabelo liso. É por isso que as marcas também passaram a apostar em linhas com essa finalidade.

Meu cabelo foi superliso durante a infância e acabou ficando ondulado na adolescência. Como ele é muito fininho, era difícil deixar natural, então eu pedia para a minha mãe fazer chapinha e (tentar) deixar meus fios lisos. Depois, acabei aderindo à progressiva e no meio disso comecei a pintar, então eu sempre encontrei produtos específicos para cabelos com química. Confesso que nunca me vi sem opção.

Depois da ditadura do liso lá no início dos anos 2000, a gente finalmente está no caminho de entender que cada mulher pode ter o cabelo que quiser. Eu tenho visto muito produto para cabelo liso e amei saber que a Lola Cosmetics pegou carona nessa ideia. Sou completamente apaixonada pela Lola e, como gosto de tudo que a marca lança, resolvi testar e contar para vocês.

Aproveite e confira também outras resenhas dos produtos da Lola Cosmetics: http://fikdikblog.com/index.php/tag/lola-cosmetics/

Como funciona?

A linha Liso Leve and Solto é voltada para cabelos lisos naturais ou alisados quimicamente. Trata-se, na verdade, de um tratamento contínuo formado por shampoo, máscara e spray que deixam o cabelo liso por mais tempo e o melhor: sem frizz. Por ser um tratamento contínuo, quanto mais você usa, melhor o resultado.

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Como eu já queria testar essa linha, aproveitei para conhecer a loja da Lola no shopping Vila Olímpia, aqui em São Paulo. Acabei comprando o shampoo e o spray porque eu tenho muita máscara em casa, mas a vendedora me contou que a máscara também pode ser usada como condicionador para cabelos lisos, então é um produto 2 em 1. Bom, né?

Os produtos são formulados com blend de tamarindo, canela e óleo de oliva, que ajudam a formar um “filme”, selando as cutículas do fio. Com isso, ajuda a manter a hidratação e a reduzir o frizz dos cabelos. O shampoo tem a técnica Low Poo, enquanto a máscara e o spray são No/Low Poo.

Minha opinião

Contei lá em cima que meu cabelo é muito fino, então qualquer coisa acaba armando e tirando o efeito liso. Fora isso, faz alguns meses que eu não corto o cabelo e estou com algumas pontas que acabam espigando e enchendo de frizz. Testei muito produto que prometia deixar liso por mais tempo, mas nunca encontrei um que efetivamente funcionasse. Ainda bem que eu testei essa linha da Lola, viu?

Veja todos os cuidados para manter os cabelos mistos bonitos por mais tempo: LINK DO POST AQUI

Ao aplicar o shampoo, eu já pude perceber que os fios foram ficando mais alinhados. Meu cabelo aceitou superbem e, na hora, começou a ficar desembaraçado. Ah, e rendeu muito, então vale muito a pena!

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Agora, minha paixão mesmo foi o spray antifrizz, que eu tenho usado como protetor térmico antes do secador e da chapinha. Foi o único produto que eu testei na minha vida que deixou as pontas lisas sem espigar. Juro, estou apaixonada!

Importante destacar que os produtos da linha não alteraram em nada a cor do meu cabelo ou a progressiva. Agora eu estou doida para voltar lá na loja da Lola e comprar a máscara, vai ser um ótimo investimento!

 

E vocês, já testaram essa linha? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!

Tudo sobre o meu mega hair | Técnica, manutenção, cuidados e muito mais

Olá, pessoal! Já contei para vocês algumas vezes que uma das maiores frustações da minha vida é ter cabelo fino e ralinho. Passei a infância toda com o cabelo curtinho estilo Chanel, depois deixei crescer na adolescência, mas o máximo que consegui foi fazer com que ele chegasse perto do peito. Logo eu, que SEMPRE amei cabelo comprido.

Comecei a pintar meu cabelo com 14 anos e, na época, eram só algumas mechinhas. Nunca mais parei. Nesse mesmo período, também comecei a fazer chapinha e, já na faculdade, aderi à progressiva.

Bom, quem tem cabelo loiro sabe que ele fica mais ressecado e é quase impossível viver longe das pontas duplas. Meus fios sempre foram finos, mas foram ficando mais e mais fracos e o resultado é que eu nunca conseguia deixar crescer, mesmo querendo muito. Daí, foi plantando uma vontade doida de colocar mega hair.

Eu SEMPRE tive vontade de colocar. Juro, não sei dizer para vocês quando surgiu essa ideia na minha cabeça, só lembro de sempre falar que eu gostaria muito de colocar. O problema é que viviam me falando que fazia mal e eu morria de medo de piorar ainda mais a situação.

Quando tudo mudou?

Falei que eu sempre tive vontade de colocar mega hair, mas nunca tinha ido muito atrás para saber como era aplicado. Sabia que existia uma técnica de costurar o aplique no seu cabelo natural e, com isso, você acaba tendo que cortar os fios verdadeiros durante a manutenção.

Não sei se vocês se lembram, mas no ano passado a Juliana Paes alongou os cabelos para viver a Bibi na novela A Força do Querer e foi muito rápido. Em um dia, ela estava com o cabelo acima dos ombros. No dia seguinte, apareceu com os fios bem compridos. Foi aí que ela revelou o segredo: usou a técnica de fita adesiva – e muitos especialistas falaram que era o método menos agressivo. Fiquei com um pensamento na cabeça: “se eu colocar mega hair um dia, vai ser o de fita”.

Calhou de uma amiga minha, que tem o cabelo bem parecido com o meu (fino, ralinho e descolorido) colocar o mega hair de fita e a vontade só crescendo. Aí veio a minha festa de aniversário de 30 anos, quando eu coloquei um aplique de tic tac e o Willian, meu cabelereiro, me disse: “você deveria colocar um mega hair de fita, assim ia parar de fazer tantas coisas no seu cabelo e ele ia crescer”. Óbvio que eu fiquei com isso na cabeça e a vontade só cresceu.

Meu cabelo estava assim antes do mega hair

Nesse meio tempo, eu fui viajar de férias para a Disney da Califórnia e Las Vegas (aliás, estou fazendo um diário da viagem bem legal aqui no blog) e fiquei babando nos cabelos das norte-americanas – grande parte delas usa mega hair e eu só descobri porque estava com os olhos mais atentos para isso.

Voltei querendo colocar no mesmo dia. Falei com o Willian, que entrou em contato com um profissional que vende cabelos e que tem uma loja aqui no centro de São Paulo. Fui buscar o cabelo dias depois (meu cabeleireiro falou para eu ir pessoalmente para poder escolher um aplique da cor do meu cabelo) e deu certo no mesmo instante. Foi só colocar o primeiro aplique que o moço logo disse: “pronto, esse aqui já está na cor do seu cabelo”.

Pedi para ele colocar na fita e fui no salão alguns dias depois (com o cabelo na bolsa) para, enfim, fazer a aplicação. É tudo realmente muito rápido: primeiro, ele lavou meu cabelo natural, fez chapinha e em seguida aplicou o mega hair.

Como funciona?

O Willian me recomendou comprar 100g de cabelo, que foram divididos em quatro mechas de 25g cada. Ele cortou essas mechas em pedaços menores e distribuiu pela minha cabeça, para ficar mais naturais (eu tenho fitas por toda a cabeça: na nuca, bem no meio, nas laterais…).

Para fixar, ele fez um sanduíche: colocou uma mecha de aplique por baixo do meu cabelo natural e outra por cima, fixando as duas com a fita – vale lembrar que é utilizada a fita cirúrgica, conhecida por ser bem resistente. Como falei, foi rápido: a aplicação demorou menos de uma hora.

O Willian arrasa demais, né gente?

Quanto ao tamanho, conversei com o Willian e ele recomendou o aplique de 50 cm, mas quando fui comprar, o moço só tinha o de 65 cm. Nossa ideia era não deixar muito comprido, mas ficou tão lindo e natural que ele ficou com dó de cortar muito. Resultado: ficou enorme. Mas como foi bem caro (vou contar mais para frente quanto eu paguei), resolvi deixar assim por um tempo. Fora que eu nunca recebi tanta mensagem de seguidoras falando para não cortar. E o que eu não faço por vocês, né? 🙂

Primeiros dias

Olha, preciso dizer que os primeiros dias foram um pouco tensos. Primeiro, minha cabeça e o meu pescoço precisavam “entender” que agora seguravam um cabelo pesado e bem comprido. Tive dor de cabeça nos três primeiros dias, não chegou a ser enxaqueca, mas uma dorzinha constante que não me impediu de fazer outras coisas rotineiras – tomei remédio só no primeiro dia.

O que mais me incomodou é que as fitas puxavam demais, incomodava mesmo, sabe? Eu sabia que era normal ter essa dor no começo, então segui em frente, mas dá vontade de tirar para acabar com a dor. Fora que eu nunca tive tanto cabelo na vida, por isso, não sabia como prender o cabelo e me assustava quando acordava e via aquele tanto de fio rsrs…

Precisei esperar dois dias para poder lavar o cabelo e tudo mudou quando eu, enfim, pude molhar. Lavei com os produtos que eu uso normalmente e me assustei com o peso dele molhado (só pensava: “imagina cuidar de um cabelo desse tamanho na praia”), mas foi mágico por outro motivo: as dores passaram na mesma hora e as fitas não puxaram mais.

 

Eu tinha pânico só de pensar no tempo que eu gastaria secando o cabelo, mas não foi nada traumatizante. Em média, gasto uns 25 minutos para secar e uso sempre dois produtos como protetores térmicos: o spray Liso Leve and Solto, da Lola, e o Sérum Caviar, da Nexxus.

Brinco que eu nasci para ter cabelão. No geral, tenho achado muito mais fácil de cuidar do que o meu cabelo natural, que demorava muito mais para ser “domado”. O mega hair pega facilmente o formato que eu quero deixar (se ficar de trança por algumas horas, ele fica com um ondulado lindo. Se passar só um pouco de chapinha, ele já fica liso). Não sinto mais dor nenhuma e posso usar os mesmos produtos que usava com o cabelo natural.

Manutenção e cuidados

Claro que, como tudo na vida, é preciso ter alguns cuidados com o mega hair. Não posso passar condicionador e máscara na fita (que fica próxima da raiz), senão corre o risco de apodrecer o meu cabelo natural que ficou entre as fitas. Shampoo está liberado – graças a Deus, porque eu tenho a raiz beeem oleosa. Aliás, vocês sabem que a gente não deve passar condicionador e máscara na raiz né, só do comprimento para as pontas?

Não dá para dormir de cabelo molhado, em hipótese nenhuma, porque também pode apodrecer seu cabelo natural. Acaba que a parte mais chata é chegar em casa tarde, lavar o cabelo e ficar lá, meia hora secando para ter certeza de que não tem nenhum fio molhado.

A única coisa negativa do mega hair de fita adesiva é que a manutenção é mais rápida do que os outros procedimentos. A cada dois meses, você precisa tirar os apliques para colocar uma fita nova no lugar, já que elas vão perdendo a aderência. Esse tempo também é importante para o cabeleireiro higienizar o seu cabelo natural e o cabelo do aplique.

Duas semanas depois de colocar o mega hair, no evento da Aussie

Falei lá em cima que o mega hair foi caro e é mais um ponto que merece atenção: dizem que a técnica de fita é a mais cara de todas. Eu paguei R$ 1 mil no aplique e mais R$ 200 para colocar na fita. Ainda não fiz troca de fita, mas antes de colocar você precisa saber que vai precisar pôr a mão no bolso a cada dois meses para fazer a manutenção, ok? (Importante destacar aqui que muitas amigas e seguidoras me falaram que receberam orçamentos bem mais caros, então acho que no fim saiu barato)

O melhor de tudo é que a minha raiz natural não fica tão gritante com o cabelo mais comprido, tanto que eu vou deixar mais um tempo sem retocar. Fora que agora a ideia é fazer só o contorno, ou seja, vamos pintar só a parte de cima mesmo, sem necessidade de retocar todas as partes da cabeça. Também vou tentar dar um tempo na progressiva, vamos ver como vai ser!

É isso, gente! O texto ficou enorme, mas eu quis contar TUDO sobre essa transformação, um sonho que virou realidade para mim. Se tiver alguma dúvida sobre mega hair, deixa aqui nos comentários que vou amar conversar com você! 🙂

 

Contato do Willian Tavares, meu cabeleireiro

http://www.instagram.com/willianntavares

willianntavares@outlook.com

Lorenzo’s Hair: Av. Água Fria, 321, São Paulo (SP) – (11) 3360-8543

http://www.instagram.com/lorenzos.hair

 

Um beijo e até o próximo post!

Cabelos lindos no inverno | 4 dicas para manter o loiro saudável durante o frio

Olá, pessoal! Estamos em agosto, no auge do frio, e quem mais sofre com esse clima? Ok, eu sei que é difícil, quase impossível, levantar da cama nesta época e que não é tão fácil assim sair por aí com camadas e camadas de roupa. Mas, na verdade, enquanto você está protegido com o seu look de inverno, seu cabelo fica lá, todo exposto e sofrendo horrores.

É mais do que normal perceber que os fios estão mais ressecados e opacos no inverno. Isso é ainda pior para quem, assim como eu, tem cabelo loiro. Nossos fios são mais frágeis por conta do excesso de processos químicos e têm uma tendência maior ao ressecamento. Imagine quando são expostos a fatores como vento, chuvinha fina, frio…pois é, a situação não é nada fácil, gente!

A boa notícia é que dá para resolver! Se você tem cabelo loiro, já sabe que precisa de muita paciência para mantê-los saudáveis, né? Pode até dar preguiça de cuidar, mas as dicas que eu vou dar abaixo me ajudam muito e – o melhor de tudo – são superfáceis de serem seguidas. Vamos conferir?

Fugir da água quente

Foto: Passaneura

Já vou começar logo pela dica mais difícil. Quem me acompanha aqui no blog, sabe que eu sempre recomendo evitar banhos quentes. Mas e quando tá aquele frio de doer, gente? Confesso que até eu tenho vontade de ligar só a água quente e me jogar. Acontece que a temperatura elevada da água remove a camada protetora dos fios e abre as cutículas, daí é um pulo para ficar com os cabelos mais ressecados e sem vida. Então, amiga, não tem jeito: tem que fazer um esforço e procurar tomar banho morno. Seu cabelo agradece!

Confira algumas dicas para não deixar sua pele ressecada no frio!

Investir em um bom protetor térmico

Meu protetor térmico favorito é o spray da linha Liso Leve and Solto da Lola

Como você tem o cabelo loiro, já deve saber que secador, chapinha, babyliss e outras ferramentas que a gente ama devem ser evitadas, pois amarelam os fios. Só que no frio a gente tem duas alternativas: secar com secador ou ficar doente por causa do cabelo molhado. Lógico que a primeira opção ganha, né? Então, para evitar que os fios fiquem amarelos e ressecados, você precisa ter um bom protetor térmico por perto. Pode usar no cabelo todo, mas em quantidade pequena para não deixar os fios pesados e oleosos.

Intensificar a hidratação

Foto: Cabelos de Rainha

Cabelo loiro e hidratação combinam, né? Por isso que eu sempre digo que para ser loira você precisa gostar muito de cuidar dos seus fios. Qual a melhor solução para fios ressecados e opacos? Investir em máscaras, com certeza. Como cada fio precisa de um cuidado específico, você pode perguntar para o seu cabeleireiro qual a melhor máscara para hidratar em casa e, de vez em quando, fazer uma hidratação no salão também. Ah, é fundamental respeitar o tempo de ação informado na embalagem do produto, ok?

Foco no leave-in

Eu adoro o leave-in da linha Banho de Verniz da Forever Liss

Nunca fui de ligar muito para o leave-in, mas desde que comecei a usar, percebi o quanto ele é maravilhoso. A primeira vantagem é que ele não precisa de enxague e vai cuidar do seu cabelo por muito mais tempo, inclusive quando você estiver na rua e os fios estiverem expostos ao vento e ao frio. O resultado disso é um cabelo muito mais saudável e sem frizz. Não sei vocês, mas eu sofria MUITO com frizz no frio e o leave-in ajuda muito a fazer com que esses fiozinhos fiquem no lugar.

 

E vocês, como fazem para cuidar do cabelo loiro no frio?

Um beijo e até o próximo post!

Retrospectiva | Os melhores produtos de beleza lançados em 2018

Olá, pessoal! Dá para acreditar que já estamos em dezembro? Quem me segue aqui no blog já sabe que eu sempre aproveito este mês para fazer vários posts relembrando tudo que rolou de legal neste ano. E a gente começa a retrospectiva 2018 com um assunto babadeiro: os melhores produtos de beleza lançados no decorrer dos últimos 12 meses.

Antes de falar sobre os vencedores, eu sempre gosto de lembrar que eu sigo alguns critérios para fazer essa escolha. O primeiro, óbvio, é eu ter usado. Não adianta nada falar sobre um produto que deu o que falar no ano, mas que eu não testei e não posso dar a minha opinião sobre. Com base nisso, os produtos de cabelos que eu escolho acabam sendo voltados para o meu tipo de cabelo.

O legal disso tudo é que você está mais do que convidado para deixar seu comentário falando quais produtos mais gostou de usar neste ano. Assim, outras pessoas se inspiram a usar também e a gente cria uma rede bem legal! Bora conferir os meus escolhidos?

Melhor protetor térmico: Spray Liso, Leve and Solto – Lola Cosmetics

Confesso que eu acabei comprando por impulso. Queria muito conhecer a loja da Lola no Shopping Vila Olímpia, aqui em São Paulo, e fiquei sem graça de entrar lá e não comprar nada. Como tinha visto algumas pessoas falando muito bem da linha Liso, Leve and Solto, acabei levando. Escolhi o spray porque ele pode ser usado como protetor térmico antes da chapinha e do secador, então era perfeito para mim.

Olha, gente, foi amor na primeira aplicação. O cheiro é maravilho e ele tem alguns brilhinhos tipo glitter que ficam na mão depois que a gente espalha o produto nos fios (todo mundo me pergunta qual creme eu uso nas mãos por causa do glitter rsrs…). Eu realmente sinto que meu cabelo fica mais alinhado e protegido quando passo. Depois que eu coloquei o megahair, então, realmente virou um vício. E rende demais, usei o mesmo frasco por mais de 6 meses. Tudo de bom mesmo!

Melhor linha capilar: Bambuliz – Nova Muriel

A Nova Muriel virou referência no universo de cabelos depois de lançar a linha Alisena, que fez o maior sucesso. Neste ano, eles foram além e inseriram um ingrediente na fórmula do Alisena: o extrato de bambu. Com isso, lançaram a linha Bambuliz, indicada para cabelos lisos naturais e quimicamente tratados.

Meus cabelos realmente gostam muito dos produtos da Nova Muriel, tanto que até hoje aprovei todas as linhas da marca que eu testei. Com a Bambuliz, percebi os fios mais disciplinados e alinhados, parece que cada fiozinho fica no lugar, sabem? Fora que ajudou muito a cuidar do meu cabelão neste segundo semestre, já que foi um dos shampoos e condicionadores que eu mais usei depois do mega. É muito amor!

Melhor inovação em make: Toalha Demaquilante – Vult

Não que a toalha demaquilante seja uma inovação, até porque outras marcas já lançaram o mesmo produto, mas acho tão legal que as empresas nacionais ofereçam essas mesmas coisas por um precinho mais em conta, sabem? Essa novidade da Vult foi lançada na feira Beleza do Bem e eu recebi em primeira mão para poder testar.

Eu gosto muito de usar essa toalha demaquilante em viagens, quando a gente não tem como levar vários produtos no nécessaire. O mais legal é que ela tira tudo de um lado e faz uma esfoliação levinha no outro, então ajuda a deixar a pele bem cuidada. Como falei, achei o resultado igual ao da toalha demaquilante importada que eu também tenho, a diferença é o preço da Vult, que é muito mais em conta.

Melhor Base: Ultramatte – Avon

Quem pensava que os dias das bases de alta cobertura estavam acabados, se enganou feio. Neste ano, as marcas apostaram pesado em bases estilo rebocão, especialmente as nacionais. Sou suspeita porque amo cobertura alta, então, me dei muito bem e consegui testar várias novidades em base para vocês. Entre as minhas favoritas, está a Base Ultramatte, da Avon.

Gosto muito dela porque deixa um resultado bem parecido com as bases gringas, mas com um valor bem mais em conta. Ela esconde todas as imperfeições do rosto, dura bastante e deixa um efeito sequinho na pele, mas sem craquelar ou ressecar. É uma ótima base para usar quando você tem uma festa ou um evento importante.

Melhor BBB: Base Ultracobertura – Dailus

Falei para vocês que eu testei muitas bases neste ano, não falei? A Dailus não ficou de fora dessa tendência das bases tipo rebocão e lançou a Base Ultracobertura, que também cobre tudo, com a vantagem de ter ácido hialurônico na fórmula e deixar um efeito de porcelana no rosto. Sem falar na garantia de 8 horas de duração.

Mas o melhor de tudo nesta base para mim é o preço. Por menos de R$ 30, você tem um produto ótimo, que realmente dura bastante e que cobre tudo, mas sem deixar um efeito pesado no rosto. Eu gosto tanto dessa base que às vezes uso de dia mesmo, quando quero uma make mais elaborada, mas sem ficar carregada, sabem?

Melhor esmalte: Hello Kitty by Dote

Já conhecia os esmaltes da Dote e sempre gostei da duração deles. Mas sabem aquela história de que tudo que é bom pode melhorar? Bom, melhorou e muito. Tudo porque a marca lançou uma linha de esmaltes em parceria com a Hello Kitty, com cores bem alegres e nomes inspirados em doces. Sério, tudo MUITO fofo!

O que eu mais gostei nesta coleção foi da variedade de tons. Têm os mais sérios, em tons de nude e cinza, mas também têm vários tons de rosa e vermelho, ideal para entrar na onda das unhas coloridas. Sem falar nos clarinhos, que agradam a todas as idades, até mesmo as crianças piraram. Ganhei a linha completinha e acho que já devo ter usado todos. Ah, sigo encantada com o brilho e a duração desses esmaltes. Muito amor!

Menção honrosa: Essence no Brasil

Não tinha como encerrar este post e deixar de lado esta novidade babadérrima. A Essence, marca queridinha da Europa, finalmente aterrissou por aqui com a proposta de vender os mesmos produtos com um precinho que cabe no nosso bolso. Fui convidada para o evento de lançamento da marca aqui e fiquei completamente apaixonada por tudo, principalmente depois de saber que é cruelty free e que alguns produtos são veganos. Agora, fico na torcida para que os preços continuem acessíveis e que mais empresas comecem a vender os produtos da Essence. Vale muito a pena!

 

E vocês, quais lançamentos de beleza mais gostaram de testar neste ano?

Um beijo e até o próximo post!

Dica de viagem: 10 dias na África do Sul

Olá, pessoal! Quem aí me acompanha no canal e nas redes sociais? Vocês devem ter visto que eu aproveitei minhas férias para conhecer um lugar que estava há tempos na minha wishlist: África do Sul. Sim, amores, passei dez dias lindos nesse país que já mora no meu coração. Postei várias fotos no Instagram e estou postando alguns vlogs semanais lá no canal, mas muita gente me pediu para contar mais detalhes da viagem. Como sei que este destino está em alta e que muitos brasileiros querem ir para lá, resolvi compartilhar meu roteiro com vocês. Espero que gostem!

Dia 1 – Ida ao aeroporto

Esse é um dia muito gostoso e cheio de expectativa. Eu acordo feliz quando sei que estou prestes a ir para o aeroporto. Aqui não tem muito segredo, mas vale lembrar que existem duas companhias aéreas que ligam o Brasil à África do Sul: LATAM (brasileira) e South African Airlines (sul-africana). As duas fazem o voo direto São Paulo – Joanesburgo, então, se você mora em outra cidade que não seja São Paulo, será preciso fazer uma conexão.

Programe-se para chegar com pelo menos três horas de antecedência para fazer o check-in, despachar as malas, parar para umas comprinhas no Duty Free (quem nunca né, gente?) e esperar para entrar no avião com calma. Ah, em tempo: escolhemos o voo da South African porque já estava no pacote que fechamos, achei que é uma companhia média, mas dá para encarar sem medo.

Dia 2 – Joanesburgo

Tem gente que chega em Joanesburgo e já embarca direto para a conexão até Cape Town (Cidade do Cabo). Nós preferimos passar uma noite por lá mesmo, já que é mais perto das reservas onde ficam os safáris. Joanesburgo é como São Paulo, não tem muuuita coisa para fazer, mas recomendo alguns passeios que mostram bastante sobre a história da cidade. 

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Descansamos a parte da manhã no hotel, já que a diferença de fuso horário para o Brasil é 5 horas a mais, ou seja, enquanto estamos acordando aqui, lá já é hora do almoço. Mesmo com o cansaço, minha dica é aproveitar a tarde para conhecer o Museu do Apertheid, um regime horrível que segregou racialmente a população da África do Sul por muitos e muitos anos. Depois, vale passar na casa do Nelson Mandela, um dos líderes do movimento de libertação desse regime, que fica em Soweto, um bairro mais afastado e humilde do centro. 

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Para terminar o dia, passe no Nelson Mandela Square, um complexo gigante com shopping e restaurantes. Fiz comprinhas incríveis na Forever 21 (uma das poucas que existem no país) e jantei no Hard Rock Cafe. Vale a pena!

Dia 3 – Joanesburgo – Hoedspruit

Ir para a África do Sul e não fazer um safári não tem a menor graça, não é mesmo? Essa era a nossa maior expectativa com a viagem, então optamos por fazer o safári logo nos primeiros dias de viagem. Acordamos em Joanesburgo, tomamos café e partimos ainda de manhã para o aeroporto da cidade para viajar até Hoedspruit (fala-se Rudsprut), onde fica a reserva dos animais. O avião é bem pequeno e de hélice, dá pânico em quem tem medo, mas a viagem é curtinha, dura 1 hora!

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Aqui, é importante levantar alguns pontos: a maioria das pessoas fica no Kruger National Park, mas nós ficamos no Kapama, uma reserva privada. Sinceramente? Não aconselho o Kruger porque é aberto, ou seja, qualquer pessoa pode entrar e, com isso, os animais ficam mais nervosos. Alguns hotéis, aliás, não são cercados e você precisa fechar as janelas para não entrar macacos e tal. Fiquem em reservas privadas que é beeeem melhor e vocês terão mais liberdade!

O aeroporto de Hoedspruit é minúsculo, mas fica do lado da reserva do Kapama (mais um ponto positivo), então, já fica um Ranger (motorista) com um jipe te esperando para levar ao hotel. Ficamos no Kapama River Lodge, que é o mais popular da reserva, mas não deve em nada, viu? Sobre o safári, é tão incrível que já vou logo pular para as fotos:

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Alguns itens importantes: são dois safáris por dia, das 6:30 às 9:30 da manhã e das 16h às 19h, ou seja, sim, você vai acordar muuuito cedo, mas o próprio hotel liga lá pelas 5:30 para te acordar (vale a pena, amiga). O jipe tem lugar para dez pessoas, então, provavelmente você vai com outras famílias. O grupo todo se forma no primeiro safári e vocês farão todos os safáris juntos, com o mesmo ranger e tracker (aquele cara que vai sentado fora do jipe caçando pegadas dos animais). JURO, É A COISA MAIS LINDA QUE EU JÁ FIZ NA VIDA! Façam que vocês vão amar (e quem puder, faça com o John, melhor ranger!).

Dia 4 – Interação com elefantes

Neste dia, acordamos mais cedo ainda para fazer uma interação com elefantes no hotel Camp Jabulani, que também fica dentro da reserva do Kapama. É frio, tem vento, mas você vê o amanhecer no meio da savana e ainda encontra uns bichinhos no meio do caminho. Chegando lá, alimentamos três elefantes, colocamos a mão dentro da língua deles e tiramos muuuuitas fotos. Conhecemos o Jabulani, elefante que dá nome ao hotel e que também serviu de inspiração para o nome da bola da Copa do Mundo de 2010, que rolou lá na África do Sul (quem não lembra do famoso bordão “Jabulaaaaaaaani”?).

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Como fizemos este passeio de manhã, não conseguimos fazer o safári. Voltamos para o café da manhã e tivemos algumas horinhas livres antes do almoço (eu aproveitei para entrar na piscina e tomar sol). Depois do almoço, descansamos um pouquinho, mas logo era hora do safári da tarde. Neste dia, vimos búfalos, girafas, zebras, um camaleão muito fofico e ficamos no meio de uma manada de elefantes gigantescos à noite. Lindo demais!

Dia 5 – Hoedspruit – Franschhoek

Tem gente que fica mais dias no safári, mas nós ficamos dois dias. Se você puder, recomendo ficar os quatro dias porque é algo viciante, a gente sempre quer ver mais animais livres, leves, soltos e na própria natureza. Como nosso voo era na hora do almoço, deu tempo de fazer o safári da manhã e foi maravilhoso porque conseguimos ver uma rinoceronte (que eu batizei de Chiquinha de tão linda), fechando assim, os Big Five: vimos os cinco animais mais difíceis de serem encontrados nos safáris da África do Sul – rinoceronte, leão, búfalo, elefante e leopardo. Fala se não é demais?

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Depois, fizemos as malas e partimos mais uma vez em um voo no avião minúsculo de hélice, mas desta vez ficamos quase três horas no ar e fomos até Cape Town. De lá, fomos de carro por quarenta minutos até Franschhoek (fala-se Franschuk), uma cidadezinha muito acolhedora que fica aos pés das montanhas e é conhecida por abrigar algumas das melhores vinícolas da região. Porque ir para a África do Sul e não beber vinho é o mesmo que ir até lá e não fazer um safári, não é mesmo?

Dia 6 – Vinhos, vinhos e… vinhos!

Nos hospedamos em um hotel lindo chamado Leeu House e fomos muito paparicados lá, mas saímos logo cedo em um tour para conhecer duas vinícolas. Paramos na Boschendal, um lugar maravilhoso com um jardim imenso e um local estratégico para fazer uma degustação. Eu não entendo praticamente nada de vinhos, mas juro que foi difícil escolher qual deles era melhor. 

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Depois, fomos de carro mesmo rapidinho até Stellenbosch, outra cidade conhecida pelos vinhos e por abrigar a melhor faculdade do país. De Franschhoek, a viagem dura meia hora, então deu tempo de parar no meio do caminho em outra vinícola bem luxuosa. Em seguida, almoçamos no La Motte e super recomendo porque a comida é maravilhosa. O menu é fechado e eles trazem todos os pratos em porções generosas para você dividir com a sua família. Sobrou ainda um tempinho para passear na principal rua da cidade, onde dá para comprar artesanatos e coisinhas fofas.

Dia 7 – Franschhoek – Cape Town

Nosso transfer para Cape Town era na hora do almoço, então deu tempo de conhecer mais uma vinícola (sim, viciamos) antes da viagem. Nem precisei de dois minutos para me apaixonar por Cape Town, gente! Chegamos em uma segunda-feira, céu azul, e a Table Mountain, a montanha que funciona como principal ponto turístico da cidade e que tem esse nome por ter uma forma de mesa, nos recebeu de braços abertos. Dá para subir até o topo dela e, como ela fecha em dias de chuva e vento, aproveitamos para deixar as malas no hotel e já fomos até a montanha.

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Subir na Table Mountain foi o passeio mais lindo que eu já fiz na vida, juro! As paisagens são de tirar o fôlego e dá tranquilamente para passar o dia todo lá em cima. Uma coisa que eu gostei demais é o chão do bondinho que leva a gente até lá é giratório, então todo mundo tem a chance de ver a vista de todos os ângulos. Sensacional! Foi um dos melhores dias da viagem e nós jantamos no Nobu, um restaurante japonês famoso que fica na região do Waterfront, recomendo muito para quem gosta desse tipo de comida.

Dia 8 – Cabo da Boa Esperança + Praia dos Pinguins

Visitar o Cabo da Boa Esperança é mais um passeio obrigatório de quem vai para a África do Sul. Para quem não sabe, é o ponto que marca a junção dos oceanos Atlântico e Índico e muito conhecido por ser uma região brava na época das viagens dos navegadores europeus. Fica a algumas horas de Cape Town, então, recomendo fechar um transfer. Começamos parando em Cape Point, depois fomos para o Cabo da Boa Esperança. Prepare a câmera porque as paisagens também são maravilhosas.

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Depois, peça para ir até Boulders Beach, a praia habitada por… pinguins! Isso mesmo, os pinguins africanos são os únicos que podem pisar na areia e entrar no mar lá, nós passamos por uma ponte bem grande para ver esses bichinhos de perto. Eles amam tomar sol, nadam e pulam onda exatamente como a gente. Fora que é cheio de filhotinho, é fofo demais!

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Na volta, nossa guia fez um caminho inesquecível pelas praias e, mesmo assim, deu tempo de fazer uma paradinha no Victoria Wharf, shopping localizado dentro do Waterfront, onde ficava nosso hotel, e fazer umas comprinhas. Fomos muito lá, então já já conto mais!

Dia 9 – Robben Island

Mais um passeio que eu gostei muito de fazer: visitar Robben Island, a ilha onde fica a prisão que abrigou Nelson Mandela durante os anos terríveis do regime do Apertheid. Você precisa comprar logo que fecha a viagem porque as balsas ficam lotadas. Pegamos a balsa das 11h no Waterfront e partimos em uma viagem de 40 minutos em alto-mar até a ilha. Balança bastante, mas a vista é maravilhosa. Você ri e se diverte ao mesmo tempo!

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Ao contrário do que eu pensava, a ilha abriga muito mais do que a prisão. O passeio envolve entrar em um ônibus e dar uma volta completa na região, com paradas para tirar fotos, e, só depois, entrar na prisão. Lá, o tour é bem rápido, mas dá para ter uma noção de como tudo foi horrível, além de ver a cela do Mandela. Na volta, sobrou mais um tempinho para fazer compras.

Dia 10 – Último dia

Ai gente, já acordei triste nesse dia. Mas deixamos o último dia livre e ficamos praticamente o tempo todo no Victoria Wharf, o shopping que contei para vocês. Ele fica na região do Waterfront, um complexo com muitos restaurantes e lojinhas. Lá, tem H&M, Michael Kors, Pandora, Zara, Topshop e outras redes maravilhosas. O preço é mara, mas eu gosto de coisa estampada, então achei tudo muito liso por lá haha… Mas enfim, recomendo demais passar nesse shopping e torrar Rands, além de dar uma voltinha na roda gigante que tem na mesma região.

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Espero que vocês tenham gostado do meu roteiro. A África do Sul é um país lindo demais e eu acabei deixando algumas coisas de fora nesta viagem por causa do tempo que eu tinha, mas já estou me programando para voltar daqui uns anos… Quem sabe?

E aí, o que acharam? Quem tiver dúvidas, é só deixar aqui nos comentários que eu respondo com o maior prazer!

Um beijo e até o próximo post!